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A infecção ocorreu provavelmente por sexo, e não picada de mosquito, afirmou um relatório."Certamente, compreendemos a preocupação. Isso precisa ser mais investigado para que se entenda a condição, a frequência e a probabilidade da transmissão sexual, além de averiguar se outros fluidos corporais estão implicados", afirmou o porta-voz da OMS, Gregory Hartl. "Essa é apenas o segundo caso controverso de transmissão sexual", afirmou, em referência a reportagens sobre o caso de um americano que retornou do Senegal e teria infectado sua mulher.O vírus, associadao a casos de bebês nascidos com microcefalia no Brasil, está se espalhando rapidamente pelas Americas. A OMS declarou a epidemia uma emergência internacional de saúde pública na segunda-feira (19).O comitê de emergência da OMS para o zika vai discutir  os relatos de transmissão sexual, além de outros assunto, nesta quarta-feira, diz Hartl.http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/oms-pede-mais-investigacoes-para-confirmar-transmissao-sexual-do-zika.htmlAgência BrasilUnicef quer arrecadar US$ 9 milhões para proteger mulheres e crianças do Zika03/02/2016 10h27BrasíliaPaula Laboissière O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou um apelo para arrecadar cerca de US$ 9 milhões para financiar programas na tentativa de limitar a propagação do vírus Zika e atenuar o impacto das infecções sobre recém-nascidos e suas famílias.“Com o vírus Zika declarado uma emergência de saúde pública que afeta mais de 20 países da América Latina e do Caribe, o Unicef está trabalhando com os governos na mobilização das comunidades para que se protejam da infecção”, informou o órgão.Em comunicado, o Unicef destacou que, embora não haja evidência conclusiva da relação de causalidade entre a microcefalia e o Zika, há preocupação suficiente para justificar uma ação imediata.“Precisamos agir rápido para oferecer às mães e gestantes a informação de que necessitam para proteger seus bebês e a si mesmas e precisamos engajar as comunidades no combate ao mosquito que carrega e transmite o vírus”, disse a assessora sênior para Emergências de Saúde, Heather Papowitz.O órgão das Nações Unidas informou que está trabalhando em parceria com o governo brasileiro para mobilizar comunidades, por meio de mensagens, sobre como evitar picadas de mosquito e eliminar os criadouros.“Com o vírus se espalhando rapidamente, medidas simples que podem ajudar a manter a salvo as pessoas incluem usar repelente; cobrir o corpo tanto quanto possível com roupas compridas e de cor clara; eliminar os locais onde os mosquitos podem procriar; e colocar telas nas janelas e portas. As mulheres grávidas que acham que foram expostas ao vírus devem procurar atendimento com um profissional de saúde.”O comunicado destacou ainda que, embora o aumento da microcefalia, até agora, tenha sido relatado somente no Brasil, o Unicef está ampliando seu apoio a outros países da América Latina e do Caribe, utilizando uma rede de 24 escritórios que atendem 35 países e territórios na região.http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2016-02/unicef-quer-arrecadar-us-9-milhoes-para-proteger-mulheres-e-criancas-do-zikaR7/ReutersOMS diz que é hora de Europa preparar medidas de defesa contra Zika3/2/2016 às 10h27GENEBRA (Reuters) - Países europeus devem começar a se preparar agora para proteger a população contra o Zika vírus, que nunca foi transmitido na Europa, mas pode se disseminar com a chegada da primavera e verão, informou a Organização Mundial de Saúde (OMS) nesta quarta-feira."Agora é a hora para os países se prepararem para reduzir o risco à população", disse a chefe da OMS para a Europa, Zsuzsanna Jakab, em comunicado. "Todo país europeu no qual há presença de mosquitos Aedes pode estar em risco da expansão da doença do Zika vírus"."viajantes infectados com o Zika entraram na Europa, mas a doença não foi transmitida, à medida que o mosquito ainda está inativo. Com a chegada da primavera e verão, o risco do Zika vírus se espalhar aumenta".(Reportagem de Tom Miles) HYPERLINK "http://noticias.r7.com/internacional/oms-diz-que-e-hora-de-europa-preparar-medidas-de-defesa-contra-zika-03022016"http://noticias.r7.com/internacional/oms-diz-que-e-hora-de-europa-preparar-medidas-de-defesa-contra-zika-03022016G1/ReutersCorrida por vacina antizika já mobiliza setores acadêmico e farmacêuticoHá apenas 30 menções ao zika até agora, porém, em pedidos de patentes.Sanofi e parceira da Merck já iniciaram projetos; GSK estuda viabilidade.Da ReutersFACEBOOK03/02/2016 09h13 - Atualizado em 03/02/2016 09h26Mais uma vez o mundo clama para que cientistas e empresas farmacêuticas criem rapidamente uma vacina contra uma doença viral que, no caso mais recente, poucas pessoas tinham ouvido falar até algumas semanas atrás, e menos ainda temiam.Em teoria, não deveria ser muito difícil produzir uma reação imunológica contra o zika vírus, que está se espalhando pelas Américas, mas criar um produto seguro, eficaz e de pronta entrega que proteja mulheres e meninas em risco não é fácil na prática.Para começar, cientistas de todo o mundo sabem ainda menos sobre o zika do que sabiam sobre o vírus ebola, que causou uma epidemia jamais vista na África Ocidental no ano passado.Devido ao seu alto índice de mortandade, o Ebola foi tema de pesquisas sobre bioterrorismo, o que forneceu pelo menos um argumento a favor da busca acelerada por uma vacina. Desta vez, o vácuo de conhecimento é mais preocupante.Só há 30 menções ao zika em pedidos de patentes – são 1.043 para o Ebola e 2.551 para a dengue, de acordo com o Índice Mundial de Patentes Thomson Reuters Derwent. E só foram publicados 108 estudos de destaque sobre o Zika desde 2001, contra mais de quatro mil a respeito do ebola, como revela a plataforma digital de pesquisa Web of Science.Ainda assim, o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, a Agência de Saúde Pública do Canadá e o Instituto Butantan, em São Paulo, iniciaram trabalhos com candidatos em potencial a uma vacina para o Zika, e várias empresas de biotecnologia também estão no páreo.Entre elas está a NewLink Genetics, que ajudou a desenvolver a primeira vacina bem-sucedida contra o ebola junto com a Merck.Já há ao menos uma grande fabricante de vacinas: a Sanofi  informou na terça-feira (1) que vai lançar um programa para criar uma vacina contra o zika, um dia depois de a Organização Mundial de Saúde (OMS)  ter declarado a doença e seus supostos elos com má-formação cerebral de recém-nascidos uma emergência de saúde pública mundial.A japonesa Takeda Pharmaceutical  também disse, nesta quarta-feira (3), que montou uma equipe para investigar como pode ajudar a criar uma vacina, e a GlaxoSmithKline (GSK) está finalizando estudos de viabilidade para determinar se sua tecnologia de produção de vacinas pode servir.A infecção do Zika é tão amena que, na ampla maioria dos casos, suas vítimas não sabem estar infectadas, por isso é improvável que este grupo de pacientes em potencial precise ou queira ser imunizado.O grupo alvo crucial são as mulheres que podem estar grávidas, já que a maior ameaça que se suspeita na doença é sua possível conexão com a microcefalia. HYPERLINK "http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/esforco-de-cientistas-para-criar-vacina-viavel-para-o-zika-enfrenta-obstaculos.html"http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/esforco-de-cientistas-para-criar-vacina-viavel-para-o-zika-enfrenta-obstaculos.htmlAgência BrasilMinistros da Saúde do Mercosul discutem em Montevidéu combate ao Aedes aegypti03/02/2016 06h49BrasíliaMariana Tokarnia - Repórter da Agência BrasilOs ministros da Saúde dos países do Mercosul vão se reunir hoje (3) em Montevidéu, no Uruguai, para discutir medidas conjuntas de combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, a febre chikungunya e o vírus Zika, relacionado ao aumento de casos de microcefalia no país.O ministro da Saúde, Marcelo Castro, vai representar o país no encontro. A reunião será aberta a integrantes da Comunidade dos Estados Latino-Americanos (Celac) e da União de Nações Sul-Americanas (Unasul).Ao participar, no Equador, da cúpula da Celac, a presidenta Dilma Rousseff disse que propôs aos líderes dos demais países cooperação para eliminar o mosquito.OMSA Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou segunda-feira (1º) Emergência de Saúde Pública de importância internacional por causado vírus Zika e sua possível associação com a microcefalia e síndromes neurológicas.A decisão foi recomendada pelo Comitê de Emergência da OMS à diretora-geral da organização, Margaret Chan, com base nas informações técnicas de entendimento do vírus Zika repassadas pelo Brasil, a França, os Estados Unidos e El Salvador. Em entrevista, Margaret destacou que ainda é necessário comprovar cientificamente a ligação entre infecções pelo vírus Zika em gestantes e casos de microcefalia em bebês. As evidências, entretanto, são consideradas fortes pelos especialistas do grupo.A emergência de saúde pública de importância internacional é um evento extraordinário que exige uma resposta coordenada. Esse reconhecimento internacional deve facilitar a busca de parcerias em todo o mundo, reunindo esforços de governos e especialistas para enfrentar a situação.No BrasilNo fim do ano passado, o Ministério da Saúde no Brasil estabeleceu a relação entre o aumento da microcefalia no Nordeste do país e a infecção por zika. De acordo com o último boletim, o ministério da Saúde confirma 404 casos de microcefalia e/ou outras alterações do sistema nervoso central, dos quais 17 estão relacionados ao vírus.Edição: Graça Adjuto HYPERLINK "http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2016-02/ministros-da-saude-do-mercosul-se-reunem-para-discutir-combate-ao-aedes"http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2016-02/ministros-da-saude-do-mercosul-se-reunem-para-discutir-combate-ao-aedesAgência BrasilEUA preparam medidas para conter transmissão do vírus Zika por relação sexual03/02/2016 07h34Chapel HillJosé Romildo - Correspondente da Agência BrasilDepois de confirmar a ocorrência, no estado do Texas, de um caso de paciente infectado pelo vírus Zika transmitido por relação sexual, e não pela picada do mosquito Aedes aegypti, as autoridades norte-americanas de saúde anunciaram que vão adotar novas medidas para evitar novos casos. Já anteciparam que o uso de preservativos para homens será uma das recomendações a serem adotadas.Conter novos casos de transmissão de Zika por relação sexual entra no rol dos dos esforços da Organização Mundial da Saúde (OMS) e dos governos de todo o mundo para conter a epidemia da doença.O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão responsável pelas medidas de emergência em situações de ameaça à saúde pública dos Estados Unidos, confirmou ontem (2) que uma pessoa com o vírus Zika foi infectada depois de ter relações sexuais com alguém que havia retornado da Venezuela.O CDC também confirmou as informaçõs das autoridades de saúde, no Texas, de que a pessoa infectada pelo vírus Zika, por relação secual, não deixou os Estados Unidos. Até o momento, as autoridades não informaram o sexo da pessoa infectada.Edição: Talita Cavalcante HYPERLINK "http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2016-02/eua-preparam-medidas-para-conter-transmissao-do-virus-zika-por-relacao"http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2016-02/eua-preparam-medidas-para-conter-transmissao-do-virus-zika-por-relacaoG1/BBCEx-ministro da Saúde apoiará pedido de aborto legal por microcefalia no STFJosé Gomes Temporão diz que se colocou à disposição de grupo que coordena ação no Legislativo; 'Brasil vive momento em que cinismo, mentira e hipocrisia têm que terminar'.Ricardo SenraDa BBCFACEBOOK03/02/2016 07h20 - Atualizado em 03/02/2016 07h20O ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão (PSB-RJ) diz que apoiará a ação pelo direito legal ao aborto de fetos com microcefalia, que deve ser levada ao Supremo Tribunal Federal nas próximas semanas."Me coloquei à disposição (do grupo que levou a questão ao Judiciário) e vamos continuar em contato", diz Temporão, ministro entre 2007 e 2011, no segundo governo Lula. "Eu apoio que isso seja levado ao Supremo e que se levante a discussão."Nas palavras do médico, atual diretor executivo do Instituto Sul-americano de Governo em Saúde (ISAGS), o projeto "já nasceria derrotado" caso a discussão acontecesse na Câmara dos Deputados. "Jamais passaria. Este é talvez o mais reacionário corpo de deputados e senadores da história republicana", diz.Daí vem a escolha pelo poder Judiciário. "O Brasil vive um momento na política em que o cinismo, a mentira e a hipocrisia têm que terminar no contexto do aborto. Temos que enfrentar a realidade e deixar de fingir que não estamos vendo o que acontece. Abortos ilegais são feitos todos os dias nas camadas mais ricas da sociedade."Como a BBC Brasil revelou na última quinta-feira, o mesmo grupo de advogados, acadêmicos e ativistas que articulou a descriminalização do aborto de fetos anencéfalos no STF, acatada em 2012, se organiza para levar ação similar à Suprema Corte em meio à epidemia de microcefalia que se espalha pelo país.À frente da ação, a professora Debora Diniz diz que a interrupção de gestações "é só um dos pontos de uma ação maior", que também cobra políticas que erradiquem o mosquito Aedes aegipty, vetor do zika vírus, e garantias de acompanhamento e tratamento de crianças com deficiência ou má-formação por conta da doença.'Que país é este?'Durante seu mandato como ministro, Temporão defendeu publicamente, por diversas vezes, o direito à escolha pelo aborto legal como questão de "saúde pública". Na época, chegou a afirmar que a discussão era conduzida no país "de forma machista"."A presidente Dilma nunca falou sobre o assunto e nenhum dos ministros que me sucedeu tocou no tema. Eu me arrisquei, botei meu rosto no debate e nunca recuei", diz hoje, se definindo como um "homem militante da causa feminista"."A questão tratada nesta demanda ao Supremo se refere aos direitos da mulher", prossegue Temporão. "Caso seja comprovada esta relação entre zika e microcefalia, a mulher deve ter o direito de levar a gravidez adiante ou não."O avanço da microcefalia e do zika vírus nas Américas foi declarado como emergência internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em reunião em Genebra nesta segunda-feira. Segundo a organização, o zika seguirá se alastrando rapidamente pelo continente e poderá afetar até 4 milhões de pessoas neste ano, com até 1,5 milhão de vítimas no Brasil.A OMS ainda investiga a "potencial" relação entre o vírus e os casos de microcefalia, diz Bruce Aylward, diretor-executivo da instituição."Nesta etapa, o que precisamos é obter mais evidências científicas e de saúde pública que deem substância à questão que irá ao Supremo", argumenta Temporão. "Há robustas evidências epidemiológicas e clínicas, mas ainda não há comprovação determinada e absoluta. Por isso coloquei que é muito importante ouvir e ler mais sobre o tema."O ex-ministro, que atendeu ao telefonema da reportagem em um hotel em Quito, no Equador, cita diversas o médico Drauzio Varella, que afirmou à BBC Brasil nesta terça-feira que a proibição do aborto no Brasil "pune quem não tem dinheiro"."Que país é este que faz vista grossa para que a classe média faça o aborto e coloca na cadeia aquelas que ousam fazer, mas são pobres?", indaga Temporão, afirmando que o Brasil e a maioria dos países da América Latina estão entre os "mais atrasados do mundo" na legislação sobre o aborto legal.'Falsa impressão'Para o médico, que não quis comentar a gestão do atual ministro da Saúde, Marcelo Castro (PMDB-RJ), "é um absurdo que a sexta economia do mundo tenha índices tão altos de infestação" pelo vírus."Basta comparar bairros mais ricos e mais pobres, a diferença (na incidência da doença) é gritante. Isso coloca em risco de maneira diferenciada essas mulheres", afirma.Temporão afirma que haveria "uma falsa impressão" de que epidemia seria fruto da "negligência das pessoas". Para o ex-ministro, a principal culpa é do Estado, que não ofereceria "coleta de lixo, fornecimento correto de água e esgotamento sanitário" de forma adequada."Cerca de 80% dos focos no Nordeste não estão lá por culpa das famílias. Elas não têm acesso a água de forma contínua, por isso estocam. O Brasil enfrenta surtos permanentes de zika, dengue e chikungunya há 30 anos porque estas questões não foram atacadas." HYPERLINK "http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/ex-ministro-da-saude-apoiara-pedido-de-aborto-legal-por-microcefalia-no-stf.html"http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/ex-ministro-da-saude-apoiara-pedido-de-aborto-legal-por-microcefalia-no-stf.htmlG1/AFPZika: entenda o que significa uma emergência de saúde pública globalOMS declarou estado de emergência em saúde pública nesta segunda.Organização já tinha tomado essa decisão para H1N1, pólio e ebola.Da France Presse03/02/2016 05h00 - Atualizado em 03/02/2016 05h00A Organização das Mundial da Saúde (OMS) decarou estado de emergência em saúde pública internacional por causa do aumento de casos de microcefalia possivelmente relacionados ao zika vírus nesta segunda feira.Esta foi a quarta vez que a organização decretou estado de emergencia global para uma epidemia viral. As decisões anteriores foram tomadas para a gripe H1N1, a poliomielite e o ebola. Veja algumas perguntas e respostas sobre as implicações da decisão da OMS:O que é uma emergência pública internacional?"Entendemos como 'emergência pública internacional' um evento extraordinário, na qual é determinado que constitui um risco para a saúde pública em outros estados em razão do risco de propagação internacional de doenças e que pode necessitar de uma ação internacional coordenada", explica a OMS.Supõe uma situação "grave, repentina, incomum ou inesperada, que tem repercussões para a saúde pública além das fronteiras nacionais do estado afetado e que pode exigir uma ação internacional imediata", afirma a organização em sua página na internet.Esta decisão cabe à direção-geral da OMS, que se apoia habitualmente no aval do Comitê de Emergência do Regulamento Sanitário Internacional (RSI), que compreende especialistas internacionais na luta contra a doença, a virologia, a elaboração de vacinas ou a epidemiologia das doenças infecciosas.O que envolve concretamente um estado de emergência pública internacional?Isso depende do contexto de cada pandemia. No caso do zika, cujo estado de emergência sanitária foi declarado na segunda, "as principais motivações (...) são estimular as pesquisas sobre a potencial relação entre o zika vírus e os casos de microcefalia, assim como outras condições neurológicas favorecendo a pesquisa e o desenvolvimento para obter vacinas e diagnósticos", explicou nesta terça à AFP Monika Gehner, da OMS.O desafio é também padronizar a coleta e o monitoramento dos dados e pesquisas "para que a OMS seja capaz de comparar dados de diferentes países", acrescentou. Este quadro de estado de emergência deve também ajudar a acelerar as ações políticas e permitir que a comunidade internacional preste apoio relevante para epidemias atuais.Quais foram as decisões anteriores similares?Antes da epidemia de zika, suspeita de causar malformações congênitas, a OMS decretou três vezes o estado de emergência pública internacional.- 11 de junho de 2009: a OMS instaura o estado de emergência pública internacional pela epidemia de gripe H1N1 na Ásia. Este vírus contagioso se propaga facilmente de uma pessoa a outra e de um país a outro. O alerta foi suspenso em agosto de 2010 pois o vírus deixou de ser uma ameaça.O vírus H1N1 de 2009 continua circulando a cada inverno, especialmente no continente europeu (inclusive na Rússia, etc). Faz parte do vírus da gripe comum sazonal, clássica, que a cada ano mata milhares de pessoas.- 5 de maio de 2014: a OMS decreta um estado "de emergência pública internacional" após a propagação da poliomielite em diversos países - no Afeganistão, no Iraque e na Guiné Equatorial. A poliomielite é uma doença muito contagiosa, provocada por um vírus que invade o sistema nervoso e pode levar a uma paralisia total em algumas horas. Este vírus se propaga de uma pessoa a outra pela via fecal-oral ou, mais raramente, por meio de água ou alimentos contaminados. Febre, astenia, dor de cabeça, vômitos, rigidez na nuca e dores nos membros são os primeiros sintomas. Ela atinge principalmente as crianças com menos de cinco anos. De cinco a 10% dos pacientes morrem já que os músculos respiratórios param de funcionar.- 8 de agosto de 2014: a OMS decreta uma "emergência pública internacional" para o ebola e pede uma "resposta internacional coordenada". A epidemia de ebola, a mais grave desde a identificação do vírus na África central em 1976, começou no final de 2013 no sul da Guiné. Ela deixou mais de 11.300 mortos sobre 29.000 casos registrados, segundo a OMS, em 99% em três países vizinhos: Guiné, Libéria e Serra Leoa. O vírus se transmite por contato direto com o sangue, os líquidos biológicos ou os tecidos de pessoas ou animais infectados. Ele provoca uma febre seguida de vômitos, diarreias e algumas hemorragias. HYPERLINK "http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/zika-entenda-o-que-significa-uma-emergencia-de-saude-publica-global.html"http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/zika-entenda-o-que-significa-uma-emergencia-de-saude-publica-global.htmlEstadãoAmérica tenta unificar ação contra zikaRODRIGO CAVALHEIRO - ENVIADO ESPECIAL DE O ESTADO DE S. PAULO03 Fevereiro 2016 | 07h 00 - Atualizado: 03 Fevereiro 2016 | 07h 31Ministros da Saúde se reúnem na manhã desta quarta-feira em Montevidéu para trocar experiências e traçar plano contra doençaMONTEVIDÉU - Ministros da Saúde de 15 países do continente americano terão uma reunião de urgência em Montevidéu nesta quarta-feira, 3, para atualizar o mapa da propagação do zika vírus, trocar experiências e reduzir diferenças que já causam tensões regionais. A declaração de emergência internacional feita pela Organização Mundial de Saúde (OMS) na segunda-feira, 1º, em relação à microcefalia em bebês, potencialmente ligada à infecção de grávidas, reforçou a procura por uma tática conjunta. A Organização Panamericana para a Saúde prevê que o número de infectados na América fique entre 3 e 4 milhões este ano.As autoridades da área de saúde decidiram em menos de uma semana se encontrar em uma das sedes do Mercosul no Uruguai, um dos poucos países do continente sem a doença. Na semana passada, a OMS alertou que a enfermidade chegaria a toda a América, exceto a Chile e Canadá, onde não há mosquito Aedes aegypti. O inseto é o vetor não só da zika como da febre chikungunya e da dengue, doença que se tornou epidemia na Argentina. A reunião permitiria traçar um plano contra um alvo que transmite as três enfermidades.A Casa Rosada confirma apenas uma infectada por zika, uma colombiana que vive em Buenos Aires e adquiriu o vírus em seu país. Nesta terça-feira, autoridades da Província de Corrientes divulgaram um caso semelhante, de um estudante de medicina brasileiro que vive em Santo Tomé, na fronteira com o Rio Grande do Sul. Ele teve o resultado do primeiro exame positivo depois de visitar a família em Mato Grosso e ainda espera confirmação, segundo a agência DyN. A movimentação de viajantes por países em que o zika tornou-se uma ameaça sanitária, com Brasil e Colômbia adiante, é a principal preocupação de regiões em que os casos ainda são isolados. "É provável que turistas que visitaram o Brasil regressem com a doença. Resta saber se será em número suficiente para causar um brote na Argentina", afirmou na noite de segunda-feira o ministro de Saúde argentino, Jorge Lemus, em entrevista ao canal TN. Outra preocupação é a forma de contágio. Segundo a agência EFE, foi confirmado nesta terça-feira que um americano que teve relações sexuais com uma pessoa infectada contraiu o vírus.As autoridades sanitárias se encontrarão nesta quarta por três horas para afinar estratégias de combate ao mosquito. O governo colombiano reclama abertamente da atitude dos venezuelanos. "Infelizmente, não temos ações unificadas com a Venezuela. Não temos comunicação entre os dois países. A zona da fronteira - Cúcuta e arredores - é uma das mais afetadas", disse ao Estado o ministro da saúde colombiano, Alejandro Gaviria, que chegou na terça à capital uruguaia. Ele acusa Caracas de subdimensionar a propagação do zika - o número oficial é de 4.500 casos. O governo venezuelano promete fumigação massiva de inseticida em todo o território.Com 20 mil casos confirmados de infecção por zika, entre os quais 2,1 mil grávidas, a Colômbia é, depois do Brasil, o país mais atingido da América Latina. Segundo o ministério da Saúde colombiano, não há nenhum caso de microcefalia ligado ao vírus, por uma questão de ritmo de avanço da doença. Ela só foi detectada no país em 16 de outubro, razão pela qual o governo projeta o nascimento de pelo 500 crianças com microcefalia e 500 casos de Síndrome de Guillain-Barré, que causa paralisia e também foi associada ao vírus em razão do aumento repentino do número de diagnósticos.  HYPERLINK "http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,america-tenta-unificar-acao-contra-zika,10000014700"http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,america-tenta-unificar-acao-contra-zika,10000014700FolhaTransmissão de vírus zika por sexo é relatada nos EUADE SÃO PAULODE BRASÍLIA03/02/2016  02h00Um caso de transmissão do vírus zika por relação sexual foi relatado no Estado americano do Texas na segunda-feira (1º), segundo o jornal "The New York Times".O departamento de saúde do condado de Dallas afirmou que o paciente foi infectado com o vírus após ter feito sexo com um indivíduo contaminado que havia retornado da Venezuela, onde o vírus circula por meio do mosquito Aedes aegypti.Informações adicionais de identificação dos pacientes não foram divulgadas.Segundo o jornal britânico "Guardian", o CDC (centro do governo americano para controle de doenças) está acompanhando o caso."Baseado no que sabemos agora, a melhor forma de evitar a infecção pelo zika é se prevenir contra picadas de mosquito e evitar exposição ao sêmen de alguém que tenha sido exposto ao vírus ou que tenha ficado doente após infectado", disse o CDC ao jornal britânico.Pela primeira vez, o órgão americano alertou que mulheres grávidas ou que desejem engravidar devem "se consultar com seu médico caso o seu parceiro tenha sido exposto ao vírus zika".Este é o segundo caso documentado de zika transmitido por relações sexuais.Em 2008, um indivíduo infectado após entrar em contato com mosquitos na África transmitiu o vírus para sua mulher ao retornar para o Colorado (EUA). Especialistas concluíram que a única forma de contágio teria sido pelo sexo, pois sua mulher não havia deixado o Estado e não havia mosquitos capazes de carregarem o vírus na região.Ainda não se sabe por quanto tempo o vírus pode permanecer no sêmen após os primeiros sintomas.ZIKA NO BRASILO Brasil já registra 404 casos confirmados de recém-nascidos com microcefalia, má-formação ligada ao vírus. Em 17 desses casos, exames deram positivos para o zika, segundo boletim do Ministério da Saúde divulgado nesta terça (2). Há ainda 3.670 casos em investigação.O número de casos suspeitos e confirmados aumentou 9,5% em relação ao boletim da última semana, quando havia 3.448 casos suspeitos e 270 confirmados.A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o registro de dois testes para detecção de anticorpos do vírus zika —um deles capaz de detectar o vírus meses após a infecção. São os primeiros exames desse modelo aprovados no país.Até então, o Brasil só tinha o diagnóstico pelo genoma do vírus. O teste, porém, só é eficaz quando o paciente já apresenta sintomas da doença. HYPERLINK "http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/02/1736470-transmissao-de-virus-zika-por-sexo-e-relatada-nos-eua.shtml"http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/02/1736470-transmissao-de-virus-zika-por-sexo-e-relatada-nos-eua.shtmlEstadãoNúmero de casos de dengue cresce 150% no Estado do RioFÁBIO GRELLET - O ESTADO DE S. PAULO02 Fevereiro 2016 | 22h 38 - Atualizado: 02 Fevereiro 2016 | 22h 39Comparação é com o mês de janeiro do ano passado; foram 6.467 notificações contra 2.586 em 2015RIO - Durante o mês de janeiro de 2016, o número de casos de dengue no Estado do Rio de Janeiro foi 150% maior do que no mesmo período de 2015. Foram 6.467 casos neste ano contra 2.586 em 2015.Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 2, pela Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da Secretaria Estadual de Saúde. Ninguém morreu pela doença, segundo o órgão.As notificações foram compiladas a partir de dados inseridos no sistema pelos municípios de todo o Estado até as 16 horas desta terça-feira. Ao longo de todo o ano de 2015 foram registrados 69.516 casos suspeitos de dengue no Estado do Rio de Janeiro, com 23 óbitos, nos municípios de Barra Mansa (1), Campos dos Goytacazes (4), Itatiaia (1), Miracema (1), Paraty (2), Piraí (1), Porto Real (2), Quatis (1), Resende (8), Volta Redonda (1) e Rio de Janeiro (1).Os casos de janeiro deste ano correspondem a 9,3% do total de registros de 2015. HYPERLINK "http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,casos-de-dengue-crescem-150-no-estado-do-rio,10000014692"http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,casos-de-dengue-crescem-150-no-estado-do-rio,10000014692FolhaAnvisa aprova teste que detecta o vírus zika meses após infecçãoNATÁLIA CANCIANDE BRASÍLIA02/02/2016  22h00A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu aprovar o registro de dois testes para detecção de anticorpos do vírus zika. São os primeiros exames desse modelo a obter aprovação no Brasil –um deles capaz de detectar o vírus meses após a infecção.A medida será publicada no "Diário Oficial da União" desta quarta-feira (3).Até então, o Brasil só tinha disponível em laboratórios um outro tipo de diagnóstico para o zika, feito pelo método conhecido como PCR, que verifica o genoma do vírus. O teste, porém, só é eficaz durante o quadro agudo da infecção –ou seja, quando a pessoa apresenta sintomas da doença.Segundo a Anvisa, os novos testes aprovados conseguem detectar a presença, por meio de métodos de imunoflorescência, de dois tipos de anticorpos, o IgG (imunoglobina G) e IgM (imunoglobina M), para três doenças: dengue, chikungunya e zika.O primeiro, IgG, indica se houve uma infecção mais antiga pelo vírus. Já o IgM é produzido na fase aguda da doença.O pedido para registro dos produtos foi feito pela Euroimmun, empresa alemã que mantém filiais em diferentes países, incluindo o Brasil.Com a aprovação, empresas podem comercializar os testes para laboratórios, o que deve ajudar a aumentar a capacidade de diagnóstico de pessoas infectadas pelo vírus no país.Até então, a falta de um teste que detectasse anticorpos do zika meses após a infecção era o principal impasse para confirmar a relação entre o vírus e os casos recentes de microcefalia.Além dos dois kits de testes que detectam anticorpos do vírus zika, a agência também aprovou outro pedido de registro de um produto para diagnóstico in vitro, no método PCR. O pedido foi feito pela empresa Quibasa Química Básica.ALTA DE CASOSO Brasil já registra 404 casos confirmados de recém-nascidos com microcefalia, 17 deles com exames positivos para o vírus da zika, segundo boletim atualizado do Ministério da Saúde. Além destes registros, há outros 3.670 casos ainda em investigação de bebês com suspeita da má-formação.O número de casos suspeitos e confirmados representa um aumento de 9,5% em relação ao boletim da última semana, quando havia 3.448 casos suspeitos e 270 confirmados.Já o total de casos descartados passou de 462 para 709. São casos em que exames não apontaram alterações no cérebro do bebê ou em que o quadro de microcefalia não foi causado por infecções congênitas (transmitidas de mãe para filho), o que já descartaria uma provável relação dos casos com o zika, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti e apontado como a principal hipótese para o avanço do problema.Também houve aumento no número de mortes em investigação. Ao todo, o país já registra 15 casos confirmados de bebês que morreram após o parto ou ainda durante a gestação. Segundo o Ministério da Saúde, os bebês tinham diagnóstico de microcefalia e outras má-formações —destes, cinco tiveram resultado positivo para o vírus zika após exames.Outras 56 mortes ainda são investigadas, e cinco foram descartadas. HYPERLINK "http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/02/1736432-anvisa-aprova-teste-que-detecta-o-virus-zika-meses-apos-infeccao.shtml"http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/02/1736432-anvisa-aprova-teste-que-detecta-o-virus-zika-meses-apos-infeccao.shtmlUOL Microcefalia: casos confirmados sobem 50% em uma semana03/02/201607h59Ministério da Saúde diz que 404 casos da doença foram confirmados no país desde outubro, sendo 17 oficialmente relacionados ao zika. Governo investiga mais 3.670 suspeitas possivelmente ligadas ao vírus.O número de casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central subiu 49,6% no Brasil em uma semana, segundo informou o Ministério da Saúde na noite desta terça-feira (02/02). Já são 404 casos confirmados, ante os 270 da semana passada.No mesmo período, o número de casos suspeitos aumentou 14,4%, passando de 4.180 para 4.783. Desse total, o governo afirmou estar investigando 3.670 casos, 222 a mais do que na semana anterior. Outras 709 notificações suspeitas já foram descartadas.O boletim também informou que, dos 404 casos confirmados desde o início das investigações, em 22 de outubro de 2015, 17 estão relacionados ao vírus zika. A Organização Mundial da Saúde (OMS), por outro lado, não reconheceu essa relação oficialmente.O Ministério da Saúde acrescenta que a microcefalia pode ter como causa diversos agentes infecciosos além do zika, como sífilis, toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus e herpes viral.Os casos brasileiros confirmados foram registrados em 156 municípios de nove estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Segundo o governo, o Nordeste concentra 98% desses municípios.O número de mortes possivelmente relacionadas à doença também subiu em uma semana, de 68 para 76. Em 15 desses casos, a microcefalia foi confirmada como causa do óbito. Em cinco deles, houve identificação do vírus zika no tecido fetal. Outros 56 casos ainda estão sendo investigados, e cinco foram descartados.No boletim, o Ministério ainda orienta as gestantes a adotar medidas para reduzir a presença do mosquito Aedes aegypti - transmissor da dengue, chikungunya e zika -, como eliminar criadouros e proteger-se da exposição ao inseto, aplicando repelentes, por exemplo.Nesta quarta-feira, ministros da Saúde de 15 países pertencentes ao Mercosul e à Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) se reunirão em Montevidéu, no Uruguai, para discutir estratégias conjuntas de combate ao mosquito.Também nesta quarta-feira, a presidente Dilma Rousseff fará um pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão para pedir que a população ajude intensamente no combate ao mosquito. Dilma também vem exigindo a mobilização de todos os ministérios na causa.    HYPERLINK "http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/deutschewelle/2016/02/03/microcefalia-casos-confirmados-sobem-50-em-uma-semana.htm"http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/deutschewelle/2016/02/03/microcefalia-casos-confirmados-sobem-50-em-uma-semana.htmEstadãoMobilização contra o 'Aedes' chega aos presídios de SPJosé Maria Tomazela - O Estado de S. Paulo03 Fevereiro 2016 | 07h 00 - Atualizado: 03 Fevereiro 2016 | 07h 29Nas 163 unidades do Estado, 37 mil servidores e 226 mil detentos estão mobilizados para exterminar o transmissor do zika vírusSOROCABA - O mosquito Aedes aegypti entrou nos presídios paulistas, mas encontra resistência. Nas 163 unidades prisionais do Estado de São Paulo, 37 mil servidores e 226 mil presos estão mobilizados para exterminar o transmissor de dengue, chikungunya e zika vírus, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária do Estado. Em cada presídio, um funcionário foi designado como 'guardião' no combate ao mosquito.Toda semana, equipes fazem a coleta de entulhos, capinação, vistoria e manutenção predial para eliminar criadouros. Na penitenciária de Assis, oeste paulista, os detentos montaram e exibiram uma peça teatral para internos e funcionários. Em Limeira, os presos do Centro de Ressocialização foram contratados para confeccionar armadilhas que estão sendo espalhadas na cidade e no interior da unidade.Em Balbinos, cidade de 1,3 mil habitantes que já teve 40 casos de dengue, os dois presídios com quase três mil detentos ainda não registraram caso da doença. Os detentos dividiram tarefas e mantêm constante vigilância nas celas e nos pátios internos. Eles fizeram cartazes de alerta e espalharam nas unidades. “Os presos pegaram a ideia de não deixar a dengue vir para dentro das celas”, disse o agente penitenciário Paulo dos Santos.Na Penitenciária Feminina II de Tremembé foram realizadas palestras às reeducandas abordando a possível relação do zika vírus com a microcefalia. O Núcleo de Saúde inspecionou setores da creche, berçário e enfermaria em busca de possíveis criadouros. Foi dada atenção especial às detentas grávidas. Várias unidades já registraram casos de dengue, mas a Secretaria não tinha um levantamento do número de casos até a tarde desta terça-feira, 2. HYPERLINK "http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,mobilizacao-contra-o-aedes-chega-aos-presidios-de-sp,10000014699"http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,mobilizacao-contra-o-aedes-chega-aos-presidios-de-sp,10000014699Fato Online Por que o Acre virou referência no combate ao Aedes aegyptiEm cinco anos, casos de dengue no estado foram reduzidos de 30 mil para apenas 350. O governo conseguiu integrar a sociedade no combate ao mosquitoEdson LuizPolítica Publicado hoje às 06:00Em 2010, o estado do Acre, com sua população de apenas 790 mil habitantes, tinha nada menos que 30 mil casos de dengue registrados. O mosquito Aedes aegypti estava em toda parte e, naquele momento, o estado - como a presidente Dilma reconheceu há pouco com relação ao país - perdia a batalha para ele. Cinco anos depois, o Acre registra apenas 350 casos de dengue. A grande redução dos casos de dengue e da incidência do mosquito tem sido considerada pelo governo federal o exemplo a ser seguido. O que o Acre foi capaz de fazer é a referência para as ações que têm sido tomadas agora no país, inclusive com grande efetivo das Forças Armadas, para combater o Zika vírus, doença que também é transmitida pelo Aedes aegypti.O Brasil foi um dos responsáveis pela decisão da OMS (Organização Mundial de Saúde) de declarar emergência de saúde pública internacional por causa do Zika virus e sua relação com a microcefalia. A decisão foi tomada depois de informações repassadas pelo país e pelos Estados Unidos, França e El Salvador. O governo brasileiro foi elogiado na OMS por ter avançado em pesquisas, mas ações isoladas e simples adotadas por alguns estados evitaram que a doença se espalhasse. Foi o caso do Acre, que diminuiu acentuadamente a presença do mosquito Aedes aegypti em todos seus 22 municípios. Em cinco anos, os casos de dengue diminuíram de 30 mil para 350.O Acre é um dos estados situados no meio da floresta, onde a proliferação de mosquitos é comum, como o transmissor da malária, por exemplo. Mas os números alarmantes de casos de dengue acenderam o alerta no governador do estado, o médico infectologista Tião Viana (PT). Ele foi citado como referência positiva de combate ao mosquito da dengue pelo ministro da Defesa, Aldo Rebelo, que comanda 220 mil militares em ações contra o Zika virus, um dos causadores da microcefalia, que já fez quase 70 mil mortes no país e espalhou o medo pelo mundo."Conscientizar a sociedade"No Acre, de 2014 a 2015, o número de casos caiu 53%, segundo o secretário de Saúde, Armando Melo, que apesar de não ser médico, desenvolveu uma metodologia simples para evitar o mosquito que vem apavorando o mundo. “O importante é ir a campo, é mobilizar a sociedade”, diz Melo. “O que fizemos foi conscientizar a sociedade”, acrescenta o secretário, que teve sua pior experiência em um surto de dengue em Cruzeiro do Sul, a segunda maior cidade do estado. “Foi um dos maiores episódios, ocorrido em 2014”, conta ele.Segundo o Ministério da Saúde, a emergência decretada pela OMS é de uma importância extraordinária que exige uma medida coordenada. “Este reconhecimento internacional deve facilitar a busca de parcerias em todo o mundo, reunindo esforços de governos e especialistas para enfrentar a situação”, diz a pasta. E foi mais ou menos isso o que fez o governo do Acre, em escala menor. “Para combatermos o mosquito, procuramos associações de bairros, Rotary, igrejas, Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros e o Exército, além dos agentes de vigilância sanitária, entre outros”, conta o secretário de Saúde do estado.Apesar de não haver no estado registro de microcefalia ou qualquer outra doença ligada ao Zika vírus, o Acre decretou estado de emergência na área de saúde, como fez a OMS e o governo federal. “As ações que já vinham sendo feitas serão reforçadas”, justifica Melo. Ele explicou que não existem casos, mas a medida foi adotada por uma questão de prevenção, monitoramento e de controle.  O Acre é um dos estados do país que montou uma sala de controle de combate à dengue.  MobilizaçãoDepois de os órgãos federais terem se mobilizado para fazer uma checagem em suas próprias unidades, as Forças Armadas pretendem fazer uma das maiores mobilizações nacionais no dia 13. Pelo menos 220 mil militares serão mobilizados para orientar a população sobre como combater o Aedes aegypti. A meta, segundo o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, é vistoriar três milhões de residências em todo o país.Serão 160 mil militares do Exército, 30 mil da Marinha e 30 mil da Aeronáutica. Segundo o Ministério da Defesa, o contingente reunirá pessoal de todos os escalões, de praças e oficiais superiores. A ação será feita em 356 municípios. Para as 59 cidades onde não existem unidades militares, serão deslocados efetivos de outras localidades, segundo o almirante Ademir Sobrinho, chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas. “Será uma campanha de choque”, diz ele.Ontem, em nota, o Ministério da Saúde afirmou que o Brasil sempre se colocou à disposição da Organização Mundial de Saúde para fornecimento e esclarecimentos de materiais técnicos. A pasta também informou que as medidas adotadas pela OMS não restringe viagens a outros países. “Recomenda-se que as pessoas que venham a viajar para áreas de transmissão do vírus Zika tomem medidas adequadas para evitar picadas do mosquito”, diz o ministério. HYPERLINK "http://fatoonline.com.br/conteudo/16024/por-que-o-acre-virou-referencia-no-combate-ao-aedes-aegypti?or=mais&p=mo&i=4&v=0"http://fatoonline.com.br/conteudo/16024/por-que-o-acre-virou-referencia-no-combate-ao-aedes-aegypti?or=mais&p=mo&i=4&v=0EstadãoMobilização contra o 'Aedes' chega aos presídios de SPJOSÉ MARIA TOMAZELA - O ESTADO DE S. PAULO03 Fevereiro 2016 | 07h 00 - Atualizado: 03 Fevereiro 2016 | 07h 29Nas 163 unidades do Estado, 37 mil servidores e 226 mil detentos estão mobilizados para exterminar o transmissor do zika vírusSOROCABA - O mosquito Aedes aegypti entrou nos presídios paulistas, mas encontra resistência. Nas 163 unidades prisionais do Estado de São Paulo, 37 mil servidores e 226 mil presos estão mobilizados para exterminar o transmissor de dengue, chikungunya e zika vírus, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária do Estado. Em cada presídio, um funcionário foi designado como 'guardião' no combate ao mosquito.Toda semana, equipes fazem a coleta de entulhos, capinação, vistoria e manutenção predial para eliminar criadouros. Na penitenciária de Assis, oeste paulista, os detentos montaram e exibiram uma peça teatral para internos e funcionários. Em Limeira, os presos do Centro de Ressocialização foram contratados para confeccionar armadilhas que estão sendo espalhadas na cidade e no interior da unidade.Em Balbinos, cidade de 1,3 mil habitantes que já teve 40 casos de dengue, os dois presídios com quase três mil detentos ainda não registraram caso da doença. Os detentos dividiram tarefas e mantêm constante vigilância nas celas e nos pátios internos. Eles fizeram cartazes de alerta e espalharam nas unidades. “Os presos pegaram a ideia de não deixar a dengue vir para dentro das celas”, disse o agente penitenciário Paulo dos Santos.Na Penitenciária Feminina II de Tremembé foram realizadas palestras às reeducandas abordando a possível relação do zika vírus com a microcefalia. O Núcleo de Saúde inspecionou setores da creche, berçário e enfermaria em busca de possíveis criadouros. Foi dada atenção especial às detentas grávidas. Várias unidades já registraram casos de dengue, mas a Secretaria não tinha um levantamento do número de casos até a tarde desta terça-feira, 2. HYPERLINK "http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,mobilizacao-contra-o-aedes-chega-aos-presidios-de-sp,10000014699"http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,mobilizacao-contra-o-aedes-chega-aos-presidios-de-sp,10000014699Agência BrasilAgência atômica quer transferir técnica contra zika ao Brasil02 Fevereiro 2016 | 18h 54 - Atualizado: 02 Fevereiro 2016 | 18h 56AIEA quer produzir inseto estéril para reduzir população do 'Aedes'A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) espera transferir ao Brasil sua técnica do inseto estéril (SIT, na sigla em inglês) "o mais rápido possível" para reduzir a população do mosquito Aedes aegypti, que transmite o zika vírus.Kostas Broutsis, um biólogo molecular na divisão conjunta da AIEA e da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) para técnicas nucleares em alimentos e agricultura, informou nesta terça-feira, 2, que participará em meados de fevereiro de uma reunião do Ministério da Saúde do Brasil.O objetivo, segundo disse o especialista grego em entrevista coletiva em Viena, será iniciar esta técnica do organismo "o mais rápido possível" no País.O diretor adjunto do Departamento de Ciência e Aplicações Nucleares da AIEA, Aldo Malavasi, explicou por sua vez que em um país como o Brasil, se começassem a soltar os mosquitos esterilizados "em enormes quantidades", seriam necessários vários meses para reduzir sua população."Não temos a arma milagrosa, mas a técnica do SIT é efetiva se for combinada com outros métodos", afirmou Aldo Malavasi.O Brasil, com experiência na esterilização da mosca-das-frutas, já coopera com a AIEA, razão pela qual será "fácil" adaptá-la para combater outro mosquito.O SIT consiste em criar insetos machos esterilizados por meio de sua exposição à radiação, para dispersá-los de maneira sistemática na região afetada, onde acasalam com as fêmeas sem gerar descendência."Em questão de minutos os insetos são esterilizados. Com a radiação rompemos o material genético para sua reprodução", explicou Broutsis.Esta técnica já é aplicada há 15 anos em outras pragas, como a da mosca tsé-tsé na África, causadora da doença do sono nos humanos e no gado."Precisamos produzir grandes quantidades (de machos) para soltá-los no meio ambiente, depois supervisioná-los e fazer um acompanhamento de sua população, que deveria diminuir", afirmou Malavasi.Jorge Hendrichs, outro especialista da divisão conjunta da AIEA e da FAO, assegurou que esta técnica tem "um histórico de sucesso"."É uma espécie de planejamento familiar para insetos, extremamente limpa, que respeita o meio ambiente e é sustentável", assegurou.Os especialistas da AIEA insistiram nesta terça que não estão falando de erradicar a população de mosquito, mas sua intenção é reduzi-la por meio do SIT junto com outros métodos, como inseticidas e medidas sanitárias.Os insetos esterilizados são soltos na região desejada uma vez por semana ou a cada duas semanas para suprimir a população de mosquitos que se deseja atacar."Se a intenção é tramitar a epidemia, é preciso começar com pequenos povoados e depois ir gradualmente rumo a cidades maiores", detalhou Hendrichs, um médico com longa experiência nesta técnica.Segundo ele, um milhão de machos podem ser criados em contêineres de um metro cúbico."Nos dois últimos anos tivemos bastantes avanços, mas ainda há gargalos, por exemplo na separação de machos e fêmeas", reconheceu Hendrichs.No caso da mosca-das-frutas - que já foram erradicada dos Estados Unidos - custa US$ 300 produzir um milhão de machos esterilizados.Apenas na cidade de Los Angeles (Califórnia) são soltas a cada semana 300 milhões de moscas esterilizadas para manter a região livre, o que custa US$ 12 milhões por ano.Hendrichs explicou que antes a despesa anual era de US$ 70 milhões, o que demonstra que "estas técnicas avançam e os custos diminuem".Em todo caso, sua aplicação "depende muito do país. Nós lhe oferecemos a técnica, a experiência, não somos proprietários dos projetos", esclareceu Broutsis.O Aedes aegypti, que transmite, além de zika, outros vírus como a dengue e o chikungunya, se estendeu por todo o continente americano.O Comitê de Emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu na segunda que os casos de microcefalia e de desordens neurológicas registrados no Brasil constituem uma emergência sanitária de alcance internacional, mas não o zika vírus por si só, por não ter sido comprovada a relação entre ambos. /EFE HYPERLINK "http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,agencia-atomica-da-onu-quer-transferir-tecnica-contra-zika-ao-brasil,10000014634"http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,agencia-atomica-da-onu-quer-transferir-tecnica-contra-zika-ao-brasil,10000014634EstadãoTexas reporta caso de zika transmitido sexualmenteO ESTADO DE S. PAULO02 Fevereiro 2016 | 18h 28 - Atualizado: 02 Fevereiro 2016 | 18h 52Confirmação aumenta preocupação sobre a propagação da doença, vinculada a má-formação em recém-nascidosO Estado norte-americano do Texas reportou nesta terça-feira, 2, seu primeiro caso conhecido de zika vírus transmitido sexualmente, o que aumenta a preocupação pela propagação da doença, vinculada a má-formação em recém-nascidos.As autoridades sanitárias do condado de Dallas, no Texas (sul dos Estados Unidos) "receberam confirmação do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) do primeiro caso de zika vírus adquirido por transmissão sexual" na região, apontou um comunicado.O zika acendeu o alarme de autoridades sanitárias a nível mundial pela veloz propagação na América Latina. O vírus, aparentemente inofensivo, foi relacionado a um anormal aumento de casos de microcefalia no Brasil./AGÊNCIAS  HYPERLINK "http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,texas-reporta-caso-de-zika-transmitido-sexualmente,10000014625"http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,texas-reporta-caso-de-zika-transmitido-sexualmente,10000014625O GloboRio tem aumento de 150% em notificações de casos de dengue em um anoDos 2.586 em 2015, o estado passou para 6.467 em 2016; Em apenas uma semana, houve acréscimo de 63,5% nas notificações   POR O GLOBO 02/02/2016 19:18RIO - O estado do Rio de Janeiro teve um aumento de 150% nos registros de casos de dengue entre 2015 e 2016. No ano passado foram 2.586 casos até o dia 2 de fevereiro e, no mesmo período deste ano, já são 6.467. Ainda de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, na semana passada foram 3.954 registros, um aumento de 63,5%. O levantamento leva em conta um acumulado desde o dia 1º de janeiro. Até o dia 18 de janeiro eram 2002 casos.No ano inteiro de 2015, foram registrados 69.516 casos suspeitos de dengue no estado do Rio de Janeiro, com 23 óbitos: Barra Mansa (1), Campos dos Goytacazes (4), Itatiaia (1), Miracema (1), Paraty (2), Piraí (1), Porto Real (2), Quatis (1), Resende (8), Volta Redonda (1) e Rio de Janeiro (1). HYPERLINK "http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/rio-tem-aumento-de-150-em-notificacoes-de-casos-de-dengue-em-um-ano-18594140"http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/rio-tem-aumento-de-150-em-notificacoes-de-casos-de-dengue-em-um-ano-18594140Agência BrasilCampinas registra caso autóctone de vírus Zika02/02/2016 18h37São PauloCamila Boehm – Repórter da Agência BrasilA cidade de Campinas, no interior de São Paulo, registrou um caso autóctone de vírus Zika. Uma pessoa doou sangue no hemocentro da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mas não apresentava sintomas na época da doação. O doador teria a presença do vírus em abril do ano passado.O paciente que recebeu o sangue contaminado tinha politraumatismo e, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, devido à manifestação laboratorial atípica, a Unicamp começou a investigar as causas desses sintomas que não estariam relacionados ao politraumatismo. Ao todo, 18 bolsas de sangue foram investigadas e, em uma delas, foi encontrado zika vírus.Segundo a assessoria de imprensa do hemocentro, o paciente morreu em razão das doenças de base, ou seja, aquelas que já apresentava, porém, uma comissão vai investigar se houve agravante no estado de saúde dele por causa do vírus Zika.De acordo com a secretaria municipal da Saúde, a secretaria estadual foi informada no dia 28 de janeiro de que o doador de sangue o vírus. Ele é morador da região sudoeste de Campinas e, na época, trabalhava na região sul. Segundo a secretaria municipal, ele não saiu da cidade e, por isso, o caso é considerado autóctone. HYPERLINK "http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2016-02/campinas-registra-caso-autoctone-de-virus-zika"http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2016-02/campinas-registra-caso-autoctone-de-virus-zikaO GloboPronunciamento de Dilma sobre zika irá ao ar quarta-feiraPresidente fará ‘chamamento’ aos brasileiros para que ajudem no combate ao mosquito   POR SIMONE IGLESIAS 02/02/2016 19:11 / atualizado 02/02/2016 19:12BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff fará na noite de quarta-feira pronunciamento em rede de rádio e TV para alertar sobre a epidemia do vírus zika. O horário de veiculação será 20h20.O pronunciamento foi gravado pela presidente, com o auxílio de seu marqueteiro, João Santana, na última segunda-feira. Em sua fala, Dilma fará um "chamamento" a todos os brasileiros para que ajudem no combate ao mosquito. O governo busca, com a fala presidencial, fazer com que as pessoas "despertem" para o tema e que se conscientizem dos danos causados pelo zika.Depois de gravar a peça, Dilma fez uma reunião ministerial com a participação de presidentes de estatais, para pedir que mobilização e campanha permanente sobre o assunto.http://oglobo.globo.com/brasil/pronunciamento-de-dilma-sobre-zika-ira-ao-ar-quarta-feira-18594004G1Pronunciamento de Dilma sobre zika vai ao ar nesta quarta, diz PlanaltoPresidente convocou cadeia de rádio e TV para 20h20 nesta quarta. Ministro já havia dito que fala será em torno do combate ao Aedes ao vírus.Filipe MatosoDo G1, em Brasília02/02/2016 18h46 - Atualizado em 02/02/2016 18h59A Secretaria de Imprensa da Presidência da República informou nesta terça-feira (2) que vai ao ar às 20h30 desta quarta (3) o pronunciamento da presidente Dilma Rousseff em cadeia nacional de rádio e TV sobre o mosquito Aedes aegypti e o zika vírus. Dilma falará sobre a importância do combate ao mosquito e ao vírus zika, apontados pelo governo brasileiro como responsáveis pelos casos de microcefalia que têm sido registrados no país desde o ano passado.Nesta segunda (1º), o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, já tinha informado que Dilma havia gravado o pronunciamento e que a fala dela seria em torno das ações de combate ao vírus. Desde as últimas semanas, a presidente tem convocado ao Palácio do Planalto ministros do governo para discutir medidas de enfrentamento ao mosquito, como campanhas de conscientização da população. Nos discursos que tem feito desde dezembro, Dilma tem dito que, enquanto não há vacina contra o vírus zika, a população precisa se engajar para eliminar os criadouros do Aedes aegypti – locais que acumulam água parada, como vasos de plantas, caixas d’água destampadas e pneus fora de uso.Nesta segunda, a Organização Mundial de Saúde (OMS) chegou a decretar estado de emergência de saúde pública internacional em razão da microcefalia. Horas depois, Dilma convocou ao Palácio do Planalto representantes dos 31 ministérios, de órgãos vinculados às pastas e de autarquias federais para discutir ações contra o zika vírus.Após o encontro, Jaques Wagner disse que Dilma fez um “toque de alerta” para que cada órgão do governo atue de forma a descobrir onde há possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti.AnúnciosEntre as ações já anunciadas pelo governo desde que se iniciou o surto de microcefalia, estão a adoção de campanhas de conscientização da população; o pagamento de um salário mínimo a famílias que tiverem crianças diagnosticadas com a doença (desde que a renda per capita familiar seja inferior a R$ 220); e a distribuição de repelentes do Aedes às grávidas que sejam beneficiárias do Bolsa Família (cerca de 400 mil mulheres).  HYPERLINK "http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/pronunciamento-de-dilma-sobre-zika-vai-ao-ar-nesta-quarta-diz-planalto.html"http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/pronunciamento-de-dilma-sobre-zika-vai-ao-ar-nesta-quarta-diz-planalto.htmlBrasil247Dilma pode unir o país contra o mosquito2 de Fevereiro de 2016Alex SolnikO combate ao aedes é estratégico para o governo.É um combate que não se limita ao campo da saúde, mas extrapola para a política.É uma pauta perfeita, desde que bem executada para colocar a presidente Dilma no papel de protagonista que perdeu no ano passado, à frente de um movimento para unir o país contra o mosquito.A favor do mosquito ninguém será. Combater o mosquito será mais fundamental do que discutir o impeachment.Só o combate ao aedes poderá rivalizar com as manchetes da Lava Jato.O mosquito pode, enfim, tirar o governo da inércia e do segundo plano.Mas para que isso ocorra o combate tem que ser eficiente.A primeira providência já foi tomada, com o afastamento sumário do ministro da Saúde que vai continuar no ministério, como rainha da Inglaterra, apenas porque Dilma achou desnecessário criar uma aresta, a essa altura, com a ala governista do PMDB, chefiada por Leonardo Picciani que inadvertidamente o colocou lá.Em seu lugar, como general da guerra contra o aedes assumiu Jacques Wagner que deverá comandar uma equipe formada pelos melhores especialistas.O bom combate ao aedes vai trazer ao governo prestígio nacional e internacional, além dos óbvios benefícios à população.O bom combate ao aedes vai inviabilizar ainda mais o impeachment, que vai passar a segundo ou terceiro plano porque a prioridade do país é acabar com a doença. E não faz sentido tentar derrubar uma presidente que luta para derrubar o aedes e o zika.O bom combate ao aedes poderá ser decisivo para a presidente recuperar o prestígio perdido, o governo se fortalecer e os brasileiros sentirem orgulho de sua governante.O bom combate ao aedes poderá instaurar um clima de otimismo que é o primeiro passo para sairmos do pântano da recessão.Ao combater o aedes o governo combate ao mesmo tempo os que o criticam, a oposição, o impeachment e a recessão. HYPERLINK "http://www.brasil247.com/pt/blog/alex_solnik/215573/Dilma-pode-unir-o-país-contra-o-mosquito.htm"http://www.brasil247.com/pt/blog/alex_solnik/215573/Dilma-pode-unir-o-pa%C3%ADs-contra-o-mosquito.htmFolhaGoverno fará parceria para pesquisar 'remédio' contra zika, diz ministroNATÁLIA CANCIANDE BRASÍLIA02/02/2016  14h48 - Atualizado às 15h16O ministro da Saúde, Marcelo Castro, disse nesta terça-feira (2) que o governo irá buscar uma parceria para desenvolver possíveis "remédios" contra o vírus da zika.Em uma das frentes, o ministro disse que irá contatar o Instituto Butantan para desenvolver um soro contra zika. Segundo Castro, o processo seria semelhante ao soro já adotado para evitar a raiva.Em outra ponta, o governo deve apoiar pesquisas para a oferta de anticorpos monoclonais contra zika, afirma.As medidas seriam um complemento extra ao desenvolvimento de vacinas contra o vírus, ainda em etapa inicial de pesquisas."Além das vacinas, estamos tentando com o Instituto Butantan desenvolver remédios para a zika, como o soro ou uso de anticorpos monoclonais, que são muito específicos e de tecnologia moderna. Para se a pessoa pegar a zika, poder tomar o anticorpo e combater o vírus, sem deixar ele tomar conta do organismo. Não é uma vacina, que impede de pegar a doença. O anticorpo é diferente: a pessoa é acometida, e aplicamos para combater", disse, após reunião no Conselho Nacional de Saúde.A iniciativa, porém, enfrentaria um impasse: cerca de 80% dos pacientes não apresentam sintomas. "A indicação do soro não seria para essas", disse o ministro.Durante a reunião, Castro disse que o governo pode, inclusive, remanejar recursos de outras áreas para conter o mosquito Aedes aegypti, que transmite o zika, e acelerar as pesquisas na área.A preocupação ocorre porque, embora a infecção pelo zika traga sintomas de baixa gravidade, o vírus tem sido relacionado à ocorrência de doenças neurológicas e ao aumento de casos de recém-nascidos com microcefalia."Estamos vivendo um período de recessão e restrição orçamentária. Mas a dimensão do problema é tão transcendental que não há como fazer economia. Tiraremos recursos de qualquer outra área", afirmou.Nesta segunda-feira, a OMS (Organização Mundial de Saúde) declarou emergência mundial em saúde pública devido à suspeita de ligação do vírus zika com os recentes casos de microcefalia e doenças neurológicas, como a síndrome de Guillain-Barré.Questionado, Castro disse que a decisão foi "correta". "Foi na mesma linha do que já tínhamos feito no Brasil. Tudo isso é feito no sentido de providências sejam tomadas para minimizar os problemas que podemos ter."Entre as providências, está o incentivo ao desenvolvimento de uma vacina, afirma. Nesta terça, o ministro deve ligar para a secretária de saúde dos Estados Unidos para adiantar as negociações. Ele deve pedir que especialistas norte-americanos venham ao Brasil para o planejamento dos estudos.   'PROBLEMA MUNDIAL'O ministro classificou a infestação do mosquito Aedes aegypti como um problema de 'dimensão mundial'."Esse mosquito não é brincadeira. Ele tem estratégias eficientes de propagação", disse. "Se uma fêmea coloca 400 ovos, supondo que metade sejam fêmeas, vamos ter 200 fêmeas que produzem 200 fêmeas. É uma progressão geométrica.""Todo dia temos conhecimento de depósitos novos. Já soubemos até daquelas geladeiras frost-free que tem uma bandeja que acumula água atrás. É tudo que o mosquito quer: sombra e água fresca", disse, em tom de brincadeira.Castro lembrou ainda que o país já erradicou o mosquito Aedes aegypti no passado. "Ele é difícil, mas não é invencível", afirmou.Após gerar insatisfação no Planalto ao dizer que o Brasil perdia a batalha contra o mosquito, o ministro, porém, mudou o tom da declaração. Segundo ele, os danos relacionados ao zika fazem que o país tenha que "ganhar" a batalha."Não podemos perder porque o dano será muito grave se perdermos essa batalha mais uma vez", disse. HYPERLINK "http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/02/1736276-governo-fara-parceria-para-pesquisar-remedio-contra-zika-diz-ministro.shtml"http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/02/1736276-governo-fara-parceria-para-pesquisar-remedio-contra-zika-diz-ministro.shtmlValorComitê organizador da Olimpíada do Rio mostra preocupação com zikaRIO  -  A praticamente seis meses do início da Olimpíada do Rio 2016, o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos do Rio 2016 atingiu 74% da meta de arrecadação financeira estimada com a venda de ingressos no Brasil e não terá problemas para fechar as contas do comitê, disse há pouco o diretor de comunicação do comitê, Mario Andrada. A grande preocupação dos Jogos, agora, volta-se para a questão de saúde pública, um dia após a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar a microcefalia e doenças neurológicas em áreas com zika vírus como emergência internacional.“Não estamos trabalhando com a possibilidade de déficit [nas contas do comitê]. Não teríamos reequilibrado o orçamento se fôssemos trabalhar com déficit. Temos recursos para seguir até os Jogos”, garantiu Andrada, em conversa com jornalistas.De acordo com Andrada, já foram comercializados 2,75 milhões de ingressos no Brasil. As modalidades esportivas mais vendidas foram o futebol, basquete, vôlei, atletismo e handebol e os Estados que mais compraram foram Rio, São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais e Bahia.Já o lote de vendas internacionais, de 2,2 milhões de ingressos (30% dos tíquetes), segue em ritmo “super bem”, disse o diretor, que afirmou ainda não acreditar numa eventual onda de devoluções de ingressos por conta da repercussão internacional sobre a epidemia de zika vírus. Pelo contrário, Andrada acredita que declaração da OMC crie “sinergias importantes” para o combate da doença.A dificuldade maior, segundo Andrada, tem sido registrada na venda de ingressos para os Jogos Paralímpicos, que só venderam até o momento cerca de 370 mil ingressos. “Está abaixo das nossas expectativas, mas reforçamos as ações de comunicação”, disse.Após a OMS declarar o estado de emergência internacional para a microcefalia e doenças neurológicas em áreas com zika vírus, o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos do Rio 2016 convocou a imprensa hoje para apresentar as medidas que estão sendo tomadas para prevenir a epidemia.Diretor de serviços médicos do comitê, João Grangeiro, destacou que a série histórica mostra que os meses de julho e agosto, quando se realizam os Jogos, registram taxas muito baixas de infestação do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti, e que o comitê está preparado para seguir “qualquer instrução da OMS”.Ele admitiu que os comitês internacionais já estão recebendo orientações, como necessidade de uso de vestuário apropriado e de repelentes. Com medidas de inspeção recorrentes, a infestação do mosquito transmissor deve cair “de forma significativa” até os Jogos, segundo ele.“Nos casos de mulheres grávidas, vamos seguir orientações da OMS. Da mesma forma como estamos fazendo com todos os assuntos relativos ao vírus. O que posso dizer é que algumas medidas preventivas vêm sendo recomendadas aos Comitês. Sobre manter janelas fechadas, importante dizer que alguns terão ar condicionado, então é importante manter a janela fechada”, disse Grangeiro.Secretário municipal de saúde, Daniel Soranz afirmou que ações rotineiras serão feitas na área do Parque Olímpico, Zona Oeste da cidade, e destacou que tradicionalmente a região tem predominância de outros tipos de mosquito que não o Aedes. O secretário não descartou a possibilidade de que até os Jogos a Prefeitura, em parceria com o Comitê Organizador, publique uma cartilha de recomendações aos participantes e público dos Jogos. HYPERLINK "http://www.valor.com.br/empresas/4420532/comite-organizador-da-olimpiada-do-rio-mostra-preocupacao-com-zika"http://www.valor.com.br/empresas/4420532/comite-organizador-da-olimpiada-do-rio-mostra-preocupacao-com-zikaAgência Brasil Comitê Rio 2016 diz que Zika não afetará viagens durante Olimpíada02/02/2016 15h43Rio de JaneiroIsabela Vieira - Repórter da Agência BrasilUm dia após a Organização Mundial de Saúde (OMS) decretar emergência internacional de saúde pública para casos de microcefalia associada ao vírus Zika, o Comitê Organizador do Jogos Rio 2016 informou hoje (2) que não desaconselhará visitas ao Brasil durante a Olimpíada. A entidade seguirá os protocolos estabelecidos pela OMS, que não recomendou restrições a viagens e ao comércio, exceção para mulheres grávidas. Representantes do O Comitê Rio 2016 disseram acreditar que até o inverno, quando serão realizados os jogos, as taxas de incidência da doença terão caído.No último boletim do Ministério da Saúde, divulgado em janeiro, o Brasil tinha registrado 3.174 casos de microcefalia associados à Zika, a maioria no Nordeste. Somente Pernambuco, que não terá nenhuma competição, concentrou 1.185. O Rio, sede dos jogos, teve 118. Nos estados que receberão apenas competições de futebol foram identificados 339, sendo 312 na Bahia.De acordo com o diretor de Serviços Médicos do Comitê Rio 2016, João Grangeiro, os dados mostram que a incidência do mosquito diminui no período seco e baixam drasticamente até junho. Com essa média, o Aedes aegypti não será mais uma preocupação.“A Secretaria Estadual de Saúde tem uma série histórica de 20 anos mostrando que os vetores que transmitem a doença caem muito [no inverno] e a transmissão estará minimizada durante os jogos”, afirmou Grangeiro. “Não avaliamos como risco importante.” O médico lembrou ainda que as atletas, por causa das competições, não costumam estar grávidas.Apesar da previsão otimista, o Comitê Rio 2016 não descartou orientar atletas a permanecerem com janelas fechadas e ar-condicionado ligado nos dormitórios e mantém a previsão de inspeções diárias nos locais de competições. Uma série de orientações já foram dadas pelo Comitê Olímpico Internacional, que divulgou comunicado aos federados sobre prevenção e sintomas da Zika.A necessidade de usar trajes diferenciados e repelentes na vila dos atletas ainda estão sob avaliação.“O mais importante são as medidas que o comitê vem tomando com as autoridades na inspeção de criadouros e erradicação desses. É uma vigilância permanente”, acrescentou o médico.O secretário de Saúde do município do Rio de Janeiro, Gabriel Soranz, aproveitou para convocar a população a fazer vistorias diárias em suas casas, uma vez que o ambiente doméstico concentra 80% dos criadouros do Aedes. “Muitas vezes as pessoas são infectadas pelo mosquitos que cresceu dentro de sua própria casa”, disse o secretário durante entrevista na sede do comitê.O Comitê Rio 2016 também lamentou que pessoas tenham sido infectadas, em especial mulheres grávidas, cujos bebês podem nascer com problemas cognitivos em função da microcefalia.TestagemPara identificar a Zika, as autoridades reconhecem que faltam testes adequados em estudos na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Explicam, porém, que o diagnóstico pode ser dado a partir de sinais e sintomas. A prioridade de exames ambulatoriais será para grávidas com suspeitas de terem sido picadas. “Um diagnóstico clínico é suficiente”, afirmou Soranz.Para ajudar na prevenção, a vigilância sanitária dará informações na chegada ao Rio (portos e aeroportos) sobre a doença. A rede hoteleira também orientará visitantes.Edição: Armando Cardoso HYPERLINK "http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2016-02/comite-rio-2016-diz-que-incidencia-da-zika-devera-ser-menor-no-inverno"http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2016-02/comite-rio-2016-diz-que-incidencia-da-zika-devera-ser-menor-no-invernoValorJovem com microcefalia condena aborto por mães que contraíram zikaSÃO PAULO  -  Na semana passada, a notícia sobre uma ação que vai pedir a liberação do aborto em caso de microcefalia no Supremo Tribunal Federal (STF) causou muita repercussão entre pais de crianças nascidas nesta condição. A ação, proposta pelo mesmo grupo de advogados, acadêmicos e ativistas que articulou a discussão sobre aborto de fetos anencéfalos, apresenta o Estado como "responsável pela epidemia de zika", por não ter erradicado o mosquito Aedes aegypti, que transmite o vírus.DivulgaçãoMas no caso de Ana Carolina Dias Cáceres, 24 anos, o sentimento sobre a proposta foi de indignação. O motivo é um só: a jovem, recém-formada em Jornalismo, nasceu com microcefalia."Eu acho errado propor aborto para casos de microcefalia. O certo seria investir em tratamento e atenção para esses bebês. Isso é falta de informação, casos de microcefalia existem há décadas, não é algo de hoje. Amanhã, vão querer aborto para quem tem síndrome de Down e outras síndromes?", questiona.Sua condição é considerada leve pelos médicos. Ela não tem nenhum problema físico nem intelectual. Estudou em escola regular e nunca repetiu.Ana escreve em um blog sobre microcefalia criado por ela mesma e procura emprego na área de jornalismo. Sempre ligada ao tema microcefalia, optou na faculdade por um trabalho de conclusão de curso que divulgasse o assunto. E fez um livro-reportagem para contar a própria história.Ela lembra que teve muitas dificuldades durante a pesquisa, por conta da falta de informação. Por conta disso, quer que a obra do trabalho de conclusão de curso (TCC) seja aperfeiçoada para ser lançada por uma editora.Mas nem tudo foram flores para Ana. Até os 9 anos, sua vida foi marcada por cirurgias – cinco no total – e as piores previsões de médicos."Minha microcefalia só foi descoberta quando eu nasci. Minha mãe ouviu vários prognósticos, desde que eu não ia falar, andar. E até mesmo que não sobreviveria", conta. A primeira cirurgia, com dias de vida, foi para corrigir um afundamento na face e a estrutura nasal para que sua respiração fosse normal. A última ocorreu quando tinha nove anos.Teve várias convulsões e precisou tomar muitos remédios controlados. "Meu crânio nasceu fechado e então passei por várias cirurgias para retirada de estruturas ósseas e assim o cérebro teve espaço para se desenvolver. Posso dizer que, depois desta última cirurgia, meus pais passaram a respirar aliviados e ver que a filha deles tinha sobrevivido", afirma.Sem danos cerebrais ou sequelas das operações, o único cuidado que ela precisava na escola era evitar quedas para não bater a cabeça. "Não tinha cobertura óssea suficiente na testa. Mas o cuidado físico era só esse. Meus pais se preocupavam em saber como estava o meu aprendizado, o meu desenvolvimento intelectual", lembra.Para concluir o curso de Jornalismo, conquistou bolsas de estudo numa universidade privada. Hoje, assim como todo jovem recém-formado, Ana, que mora no Mato Grosso do Sul, procura um emprego para realizar alguns sonhos.Quer conhecer, pela ordem, Inglaterra, Argentina, Turquia e Japão. Só arranjar um namorado que não está nos planos de um futuro próximo. "Nem penso nisso, por enquanto. Pretendo estudar em breve inglês, francês e japonês. Depois, mandarim, russo e alemão".  HYPERLINK "http://www.valor.com.br/brasil/4420616/jovem-com-microcefalia-condena-aborto-por-maes-que-contrairam-zika"http://www.valor.com.br/brasil/4420616/jovem-com-microcefalia-condena-aborto-por-maes-que-contrairam-zikaAgência BrasilDilma: combate ao vírus Zika é tarefa coletiva dos países da América Latina02/02/2016 13h08BrasíliaAna Cristina Campos – Repórter da Agência BrasilA presidenta Dilma Rousseff disse hoje (2) que o desafio do combate ao mosquito Aedes aegypti é uma tarefa coletiva dos países da América Latina. O mosquito transmite a dengue, a febre chikungunya e o vírus Zika, que pode causar microcefalia em bebês.“Abordamos o desafio do vírus Zika e a necessidade de trabalharmos juntos para combatermos o mosquito evitando sua proliferação e desenvolvendo vacinas. É uma tarefa necessariamente coletiva de todos os países aqui da América do Sul e da América Latina”, afirmou Dilma, após reunião com o presidente da Bolívia, Evo Morales, no Palácio do Planalto.Morales também destacou que é essencial o trabalho em conjunto dos países para combater o Zika, apesar de a Bolívia não registrar número elevado de casos da doença. O presidente boliviano lembrou a importância da reunião dos ministros da Saúde do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela) para discutir estratégias conjuntas de combate ao Aedes aegypti.O encontro será amanhã (3) em Montevidéu, com a participação de ministro brasileiro Marcelo Castro. A reunião será aberta a integrantes da Comunidade dos Estados Latino-Americanos (Celac) e da União de Nações Sul-Americanas (Unasul).EnergiaA presidenta Dilma ressaltou a importância da integração energética entre os países. “A Bolívia contribui para a estabilidade energética no Brasil”, disse. O gás natural importado da Bolívia pelo Brasil responde por cerca de 30% da oferta do produto no mercado brasileiro.Edição: Juliana Andrade HYPERLINK "http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2016-02/dilma-combate-ao-virus-zika-e-tarefa-coletiva-dos-paises-da-america-latina"http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2016-02/dilma-combate-ao-virus-zika-e-tarefa-coletiva-dos-paises-da-america-latinaFolhaDilma quer integrar América Latina no combate ao vírus da zikaGUSTAVO URIBEFLÁVIA FOREQUEDE BRASÍLIA02/02/2016  13h20A presidente Dilma Rousseff defendeu nesta terça-feira (2) que os países da América Latina formem uma frente de combate ao vírus da zika, suspeito de ser o responsável pelo surto de microcefalia no país.Em discurso após encontro com o presidente da Bolívia, Evo Morales, a petista ressaltou a necessidade dos países trabalharem juntos e ressaltou que a queda nos casos de microcefalia é uma "tarefa coletiva" dos países da América Latina."Há a necessidade de trabalharmos juntos para combater o mosquito, evitando sua proliferação. É uma tarefa necessariamente coletiva de todos os países da América do Sul e da América Latina", disse.O presidente da Bolívia também pregou o envolvimento dos países do Mercosul no combate ao mosquito vetor e ressaltou que o país sul-americano também registrou casos recentes de zika vírus, mas em uma escala menor que a brasileira."Nós precisamos trabalhar juntos e com o Mercosul para enfrentarmos conjuntamente o zika vírus", defendeu o boliviano.Em sua fala, a presidente defendeu a adesão da Bolívia como membro efetivo do Mercosul e disse que a entrada do país aumenta a participatividade e fortalece o propósito energético do do bloco econômico "para eliminar barreiras comerciais e aprofundar a integração sul-americana".AFAGOSA presidente defendeu a ampliação da relação comercial entre os dois países e elogiou o governo de Evo Morales. Segundo ela, ele aprofundou a distribuição de renda e aumentou o crescimento econômico.Ao brindar a visita do presidente boliviano, no Palácio do Itamaraty, Dilma elogiou avanços conquistados no governo de Morales, e afirmou que o presidente levou "desenvolvimento social, estabilidade política e desenvolvimento econômico" ao país vizinho."O Brasil acompanha os avanços que sob sua liderança a Bolívia tem logrado nos últimos anos. [Evo Morales] faz a democracia boliviana uma história de sucesso em nossa região", disse a presidente. Neste mês, o país fará um referendo para decidir se o presidente Evo Morales, no poder desde 2006, poderá concorrer ao quarto mandato seguido.Para Dilma, os dois países vivem um "momento particularmente positivo" citando como exemplo agenda em comum na área de energia. Em 2013, Brasil e Bolívia passaram por uma crise após a vinda do ex-senador boliviano Roger Pinto Molina ao país, organizada pelo então encarregado de negócios na embaixada brasileira em La Paz, Eduardo Saboia.Dilma ainda convidou Morales a participar da abertura dos jogos olímpicos no Rio, em agosto e lembrou, sem seu discurso, o cenário desfavorável na economia internacional, citando a China como exemplo e o fim do "superciclo das commodities".O presidente boliviano também adotou tom elogioso sobre a petista. "Nunca me senti abandonado, nem por Lula, nem por Dilma, nem pelo povo brasileiro", disse. HYPERLINK "http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/02/1736252-dilma-quer-integrar-america-latina-no-combate-ao-virus-da-zika.shtml"http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/02/1736252-dilma-quer-integrar-america-latina-no-combate-ao-virus-da-zika.shtmlValorGoverno cria comitê para combater mosquito Aedes em prédios federais02/02/2016 às 11h25 Por Carolina Oms | ValorBRASÍLIA  -  A presidente Dilma Rousseff publicou nesta terça-feira no “Diário Oficial da União” decreto que regulamenta a adoção de medidas rotineiras de prevenção e eliminação de focos do mosquito Aedes aegypti, vetor dos vírus da dengue, do chikungunya e do zika em instalações da administração federal.O decreto determina que os dirigentes dos órgãos e entidades do Poder Executivo federal deverão adotar providências para a sensibilização e a mobilização de todos os agentes públicos na prevenção e eliminação de focos do mosquito Aedes aegypti, como a a realização de campanhas educativas, a vistoria e eliminação de eventuais criadouros do mosquito e a limpeza de instalações públicas de funcionamento de órgãos e entidades.Cada órgão e entidade deverá indicar servidores responsáveis pela coordenação das ações.O decreto também institui o Comitê de Articulação e Monitoramento das ações de mobilização, “com a atribuição de acompanhar e avaliar periodicamente o cumprimento, pelos órgãos e entidades do Poder Executivo federal, das ações de que trata este decreto”.O Comitê será composto por um representante titular e um suplente dos ministérios do Planejamento e da Saúde e da Casa Civil da Presidência da República.(Carolina Oms | Valor) HYPERLINK "http://www.valor.com.br/politica/4420248/governo-cria-comite-para-combater-mosquito-aedes-em-predios-federais"http://www.valor.com.br/politica/4420248/governo-cria-comite-para-combater-mosquito-aedes-em-predios-federaisO GloboSão Paulo investiga 21 casos de microcefalia ligados ao zikaInformação é do secretário estadual de Saúde, David Uip   POR O GLOBO 02/02/2016 10:44 / atualizado 02/02/2016 10:45SÃO PAULO - O estado de São Paulo notificou 126 casos de microcefalia desde novembro, mas apenas 21 deles possivelmente estão ligados ao zika vírus. A informação é do secretário estadual de saúde David Uip, que participou nesta segunda-feira de debate no programa Roda Viva, da TV Cultura.- No rastreamento ativo que fizemos, estes números vão para 21 casos. Por que isso? Pegamos os 126 casos e estudamos se a mulher teve um quadro clínico correspondente à zika durante a gestação, se ela teve exames negativos para dengue, chikungunya e outras viroses que podem causar microcefalia - afirmou o secretário.Em novembro, o governo federal declarou estado de emergência em saúde pública pelo aumento de casos de microcefalia. Desde então, o Ministério da Saúde determinou que a malformação passaria a ser de notificação compulsória no país - todos os casos deveriam ser reportados às autoridades de saúde.Uip afirmou não haver dúvidas de que a doença é causada pela zika, mas atenta para a falta de um diagnóstico mais preciso. Segundo o secretário, o país carece de exames mais definitivos, uma vez que a microcefalia também pode ser provocada por outras infecções. Ele citou os vírus da herpes, citomegalovírus, rubéola e a bactéria Treponema pallidum, que causa a sífilis.O número de casos confirmados de microcefalia chegou a 270, segundo o último boletim do Ministério da Saúde, divulgado na semana passada. Desse total, apenas seis têm relação comprovada com o vírus zika. O ministério informou ainda que 3.448 casos suspeitos de microcefalia, registrados entre outubro de 2015 e 23 de janeiro deste ano, continuam em investigação. Outros 462 casos notificados foram descartados. No Rio de Janeiro, segundo dados do Ministério da Saúde, 122 casos estão em investigação. HYPERLINK "http://oglobo.globo.com/brasil/sao-paulo-investiga-21-casos-de-microcefalia-ligados-ao-zika-18589374"http://oglobo.globo.com/brasil/sao-paulo-investiga-21-casos-de-microcefalia-ligados-ao-zika-18589374Radar Online/Veja.comRadar TVeja: 92% querem mais informações sobre zika vírusPor: Vera Magalhães  02/02/2016 às 9:10Nada menos que 92% dos brasileiros gostariam de ter mais informações sobre a epidemia de zika vírus no Brasil.É o que mostra pesquisa telefônica feita pelo instituto Ideia Inteligência em 66 cidades do país.A desinformação fica clara quando se vê que, questionados sobre a gravidade do problema, 20% dos entrevistados simplesmente não sabem responder.Outros 52% consideram o zika vírus um problema grave, e 20% reconhecem que há um problema, mas não o consideram de muita gravidade.Entre os entrevistados, 58% disseram saber como se dá a transmissão do zika vírus, contra alarmantes 42% que demonstraram ignorar que ela se dá pelo mosquito Aedes aegypti.Questionados, 55% disseram estar fazendo sua parte para evitar a proliferação do mosquito. De novo, os 45% que admitem não estar dando sua contribuição são motivo de sobra para preocupação. HYPERLINK "http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/brasil/saude/radar-tveja-92-querem-mais-informacoes-sobre-zika-virus/"http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/brasil/saude/radar-tveja-92-querem-mais-informacoes-sobre-zika-virus/R7Risco da dengue e do zika vírus cancela o Carnaval de 1,43 milhão de pessoas em 11 cidades brasileirasPrefeituras decidiram trocar a folia pelo combate ao mosquito2/2/2016 às 10h27 (Atualizado em 2/2/2016 às 11h36)Juca Guimarães, do R7O Carnaval será menos animado para 1.438.872 brasileiros que moram nas 11 cidades que decidiram trocar os investimentos públicos nas festas de Carnaval pelo reforço no combate do mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, a chikungunya e o zika vírus. Nove das onze cidades que decidiram barrar o Carnaval para investir mais no combate à epidemia são na região Sudeste. Em 2015, a região registrou mais de 60% das notificações de dengue, segundo o balanço do Ministério da Saúde.As outras duas cidades são no Paraná, região Sul. Em todo o País, cerca de outras 40 cidades também decidiram cancelar o Carnaval, mas por motivos de redução de despesas ou tragédias naturais.Em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, onde moram 666.323 pessoas, a prefeitura iniciou um mutirão para eliminar focos do mosquito em terrenos e casas vazias. No primeiro dia de mutirão, foram 87 auto de infração e 30 notificações.Nos últimos seis meses do ano passado, foram 1.401 casos de dengue confirmados na cidade. De acordo com o secretário de Saúde de Ribeirão Preto, Stenio Miranda, a dengue e o zika vírus vão gerar um custo entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões para a cidade neste ano em recursos de infraestrutura e da área de saúde.O tradicional Carnaval de rua das cidades de Antonina e Paranaguá, no litoral do Paraná, também foi cancelado por causa do Aedes aegypti. As duas prefeituras estudam adiar as comemorações para o mês de julho, quando o risco de contaminação é menor porque a temperatura diminui e tem menos mosquitos.Na região de Campinas, a cidade de Nova Odessa vai usar os cerca de R$ 80 mil previstos inicialmente para financiar o Carnaval de rua para contratar funcionários temporários que atuarão nas ações de combate à dengue. O dinheiro também será usado em campanhas de conscientização e na operação "caça-treco" para retirar entulhos de terrenos baldios, onde o mosquito pode encontrar abrigo e água limpa para colocar seus ovos.Na região Sudeste, foram 1.026.226 notificações de dengue em 2015, mais que a soma de todas as outras regiões: Nordeste (311.519 casos), Centro-Oeste (220.966 casos), Sul (56.187 casos) e Norte (34.110 casos). Diante da situação, na segunda-feira (1º), a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou emergência internacional para o zika. A medida deverá facilitar a liberação de verbas para pesquisa e combate ao surto da doença. HYPERLINK "http://noticias.r7.com/saude/risco-da-dengue-e-do-zika-virus-cancela-o-carnaval-de-143-milhao-de-pessoas-em-11-cidades-brasileiras-02022016"http://noticias.r7.com/saude/risco-da-dengue-e-do-zika-virus-cancela-o-carnaval-de-143-milhao-de-pessoas-em-11-cidades-brasileiras-02022016ValorUnicef pede US$ 9 milhões para programas contra vírus zika na América02/02/2016 às 12h44WASHINGTON  -  O Unicef pediu US$ 9 milhões para financiar seus programas na América para controlar a propagação do vírus zika e reduzir seu impacto sobre os bebês e famílias na região.Em declaração nesta terça-feira, o fundo das Nações Unidas para a infância disse que se concentará em educar as comunidades no Brasil somo como evitar as picadas de mosquitos e como erradicar os focos de incubação do Aedes aegypti, que transmite a dengue e a febre chikungunya, além do vírus zika.Ontem, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou o surto de casos de microcefalia como emergência sanitária mundial. A doença resulta em uma malformação nos bebês nascidos de mães que supostamente foram contaminadas durante a gravidez pelo vírus zika."Ainda que não há provas conclusivas sobre a vinculação causal entre microcefalia e o zika, existe preocupação suficiente para motivar uma ação imediata", afirmou a doutora Heather Papowitz, assessora da Unicef para emergências de saúde.Ainda nesta terça-feira, a farmacêutica Sanofi Pasteur anunciou o início dos trabalhos para investigar e desenvolver uma vacina contra o vírus zika. Vale notar que a Sanofi fabricou a primeira vacina com licença para a dengue, aprovada no ano passado no Brasil.Segundo a empresa, sua experiência com a vacina da dengue "pode ser aproveitada para ajudar a compreender a expansão" do zika. HYPERLINK "http://www.valor.com.br/internacional/4420394/unicef-pede-us-9-milhoes-para-programas-contra-virus-zika-na-america"http://www.valor.com.br/internacional/4420394/unicef-pede-us-9-milhoes-para-programas-contra-virus-zika-na-americaEstadãoAnúncio da OMS sobre microcefalia não impacta hotéis do RioCONSTANÇA REZENDE - O ESTADO DE S. PAULO02 Fevereiro 2016 | 11h 50 - Atualizado: 02 Fevereiro 2016 | 11h 52Segundo associação, não houve desistências de viagens; organização aconselhou que turistas sejam informados sobre riscosRIO - A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro(ABIH-RJ) informou, na manhã desta terça-feira, 2, que o anúncio de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a microcefalia em áreas com zika ainda não impactou diretamente na atividade hoteleira. Segundo a associação, não foram registradas desistências de viagens ao Rio motivadas pela situação. Porém, informou que está atenta às ações do governo para solucionar a questão."A ABIH-RJ acompanha o lamentável cenário de infestação de zika vírus, dengue, chikungunya no País. A associação confirmou junto à Secretaria de Saúde que a zona sul e a Barra da Tijuca, regiões onde estão concentrados os empreendimentos hoteleiros instalados na cidade, são classificadas como áreas de baixo risco, com menor incidência de casos", afirmou a entida em nota. "Até o momento, não houve impacto direto para a atividade hoteleira, já que não foram registrados cancelamentos ou adiamentos com esta motivação."A decisão da OMS foi divulgada na última segunda-feira, 1º. A organização aconselhou que viajantes sejam informados sobre os riscos do vírus em cidades com incidência.  HYPERLINK "http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,anuncio-da-oms-sobre-microcefalia-nao-impacta-hoteis-do-rio,10000014560"http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,anuncio-da-oms-sobre-microcefalia-nao-impacta-hoteis-do-rio,10000014560G1Nova York passa a oferecer testes grátis para diagnóstico de zika vírusEstado americano já registrou nove casos importados da virose até agora.Governo vigia o Aedes albopictus, 'primo' do Aedes aegipti adaptado ao frio.02/02/2016 09h57 - Atualizado em 02/02/2016 09h57Do G1, em São PauloO governador do Estado de Nova York, Andrew Cuomo, afirmou nesta segunda-eira (1) que o departamento de saúde estadual  vai oferecer testes diagnósticos grátis para indivíduos com sintomas de zika.A iniciativa é uma medida excepcional nos EUA, onde não existe sistema universal de atendimento à saúde. Segundo comunicado, o governo também deverá fazer testes de varredura e oferecer exames confirmatórios de anticorpos no estado.O teste a ser oferecido gratuitamente é aquele capaz de detectar a presença do vírus apenas durante a virose, rastreando seu material genético.Nove pessoas no estado obtiveram resultado positivo em testes de zika após terem retornado de viagens a países onde o vírus está circulando. Os EUA já emitiram alertas a viajantes para locais onde o patógeno já se instalou.Segundo o departamento de saúde local, Nova York é uma área que merece especial atenção por ser um "grande destino de viagem, com uma população cosmopolitana".A OMS (Organização Mundial de Saúde) declarou que o zika, por ter correlação com milhares de casos de microcefalia no Brasil, é uma emergência internacional de saúde pública.Os CDC (Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) tem adicionado todos os países com confirmação de casos autóctones à lista de alerta a viajantes.O estado de Nova York também diz já estar mapeando a distribuição do Aedes albopictus, um primo do Aedes aegypti mais adaptado ao frio que também é capaz de transmitir dengue. HYPERLINK "http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/nova-york-passa-oferecer-testes-gratis-para-diagnostico-de-zika-virus.html"http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/nova-york-passa-oferecer-testes-gratis-para-diagnostico-de-zika-virus.htmlG1Tailândia notifica infecção por zika, mas nega já estar abrigando epidemiaPaís registra casos desde 2012, mas ocorrências são pontuais, diz governo.Último diagnóstico positivo foi da variante do vírus que circula no Brasil.02/02/2016 10h24 - Atualizado em 02/02/2016 10h24Da France PresseUm homem contraiu o zika vírus na Tailândiax, informou nesta terça-feira (2) o ministério de saúde, afirmando que não há epidemia no país, apesar de haver casos descobertos desde 2012.O governo não informou em qual região do país o paciente, um jovem de 22 anos, contraiu a doença. Mas confirmaram que se trata da mesma cepa do vírus que afeta a América Latina, onde se suspeita que está ligado ao aumento no número de casos com microcefalia.Na segunda-feira (1), a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o vírus como uma "emergência de saúde pública de alcance mundial". O vírus "foi confirmado por exames de sangue" em um hospital de Bangcoc, disse Santi Srisermpoke, diretor do centro Bhumibol Adulyadej.O homem já recebeu alta, indicou o responsável sem dar mais detalhes."Não é uma doença nova na Tailândia. O primeiro caso confirmado ocorreu em 2012. Desde então, temos em média não mais de cinco casos ao ano", disse Amnuay Gajeena, funcionário do ministério da Saúde."Não devem se deixar levar pelo pânico, nunca houve uma epidemia do zika vírus na Tailândia, e todos os casos foram pontuais", acrescentou.Assim como a dengue e a chicungunha, o vírus da zika é transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti.A OMS se absteve até o momento de desaconselhar as viagens aos países afetados pela zika, limitando-se a indicar que o melhor modo de evitar o contágio é permanecer afastado de água parada, onde os mosquitos proliferam, e usar repelentes.A Tailândia acolheu em 2015 cerca de 30 milhões de turistas, e o setor é chave para sua economia. HYPERLINK "http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/tailandia-notifica-infeccao-por-zika-mas-nega-ja-estar-abrigando-epidemia2.html"http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/tailandia-notifica-infeccao-por-zika-mas-nega-ja-estar-abrigando-epidemia2.htmlG1/ReutersAustrália tem dois casos importados de zika e acha mosquito em aeroportoDupla diagnosticada com virose havia tomado voo do Haiti para Sydney.Presença de Aedes ainda não seria capaz de causar epidemia, diz governo.02/02/2016 11h06 - Atualizado em 02/02/2016 11h06Da ReutersDois australianos foram diagnosticados com zika vírus após voltarem de viagem ao Caribe, informou o serviço estatal de saúde nesta terça-feira (2), constituindo os primeiros casos do vírus neste ano no país.Autoridades também disseram que mosquitos portadores do vírus foram encontrados no Aeroporto Internacional de Sydney, mas afirmam que é pouco provável que o vírus se instale no país. A confirmação dos casos australianos ocorreu um dia após a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarar que o zika vírus é uma emergência internacional de saúde pública. A presença do patógeno está correlacionada com casos de microcefalia. Não há vacina ou tratamento contra o vírus.O departamento de saúde de Nova Gales do Sul informou que os dois moradores de Sydney diagnosticados com zika vírus haviam tomado um voo do Haiti para Austrália. O relatório não informou por quais outras ilhas do Caribe a dupla havia passado.Diagnósticos formais podem levar diversas semanas e o departamento não informou quando os australianos foram testados."É pouco provável que o Zika vírus venha a estabelecer transmissões locais em Nova Gales do Sul, já que que mosquitos que transmitem a infecção não são estabelecidos aqui --embora tenham sido encontrados em algumas partes ao norte de Queensland", disse em comunicado Vicky Sheppeard, diretora de doenças transmissíveis no departamento de saúde de Nova Gales do Sul. HYPERLINK "http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/australia-tem-dois-casos-importados-de-zika-e-acha-mosquito-em-aeroporto.html"http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/australia-tem-dois-casos-importados-de-zika-e-acha-mosquito-em-aeroporto.htmlR7/ReutersUniversidade da Austrália e laboratório Sementis trabalham em vacina para o Zika2/2/2016 às 11h27Reuters(Reuters) - A Universidade do Sul da Austrália informou nesta terça-feira que está trabalhando em uma vacina para o Zika vírus com a empresa de biotecnologia também australiana Sementis Ltd um dia depois de a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarar a doença, que é transmitida por mosquitos, uma emergência de saúde pública mundial.A farmacêutica Sanofi também afirmou nesta terça-feira que iniciou um projeto para desenvolver uma vacina de combate ao vírus.Até agora, coube a pequenas companhias de biotecnologia e universidades a iniciativa de criar uma vacina, embora o laboratório britânico GlaxoSmithKline tenha dito que está estudando a possibilidade de usar sua tecnologia de vacinas contra a moléstia.O Zika vírus, que é primo próximo da vírus dengue e o da febre chikungunya, causa febre moderada e erupção cutânea. Estimadas 80 por cento das pessoas infectadas não exibem sintomas, o que torna difícil para as grávidas saberem se foram contaminadas.A Universidade da Austrália e a Sementis já desenvolveram uma vacina contra o chikungunya que está passando por testes clínicos no momento. ( HYPERLINK "http://bit.ly/1PcM2Sr"http://bit.ly/1PcM2Sr)(Por Ankur Banerjee em Bangalore) HYPERLINK "http://noticias.r7.com/internacional/universidade-da-australia-e-laboratorio-sementis-trabalham-em-vacina-para-o-zika-02022016"http://noticias.r7.com/internacional/universidade-da-australia-e-laboratorio-sementis-trabalham-em-vacina-para-o-zika-02022016G1/AFPONG holandesa oferece pela internet pílulas para abortar devido ao zika'Nosso objetivo é salvar a vida das mulheres', diz Rebecca Gomperts.Women on Web foi criada em 2005 para apoiar acesso ao aborto seguro.02/02/2016 12h02 - Atualizado em 02/02/2016 12h02Da France PresseUma ONG holandesa oferece pela internet pílulas gratuitas às mulheres grávidas infectadas com o zika vírus para provocar, se desejarem, um aborto medicinal seguro diante da suspeita de que a doença gera malformações congênitas.A organização, alarmada pela situação, pede ao governo do Brasil que não intercepte os pacotes enviados "ao menos durante a duração da epidemia de zika"."O zika vírus está se espalhando para a maioria dos países onde o aborto é muito restrito", explicou à AFP Rebecca Gomperts, fundadora e diretora do Women on Web."Ficamos preocupados que isso provoque o aumento de abortos inseguros. Realmente nos preocupamos com a saúde e a vida das mulheres e queremos garantir que as mulheres tenham acesso a um bom aborto medicinal", acrescentou Gomperts.Na segunda-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que o zika vírus é o principal suspeito da multiplicação de malformações congênitas na América Latina e declarou uma emergência de saúde mundial.Gomperts disse que as mulheres que temem que seus filhos nasçam com malformações podem entrar no site  HYPERLINK "http://www.womenonweb.org/"www.womenonweb.org para uma consulta on-line gratuita.A página do site possui opções em vários idiomas, incluindo inglês, francês e espanhol.A mulher interessada que se conecta ao site é direcionada a "um doutor habilitado que poderá fornecer a ela um aborto medicinal", afirma a Women on Web.A mulher completa um questionário on-line e se "não há contraindicações" é enviado "o aborto medicinal (com as pílulas Mifepristone e Misoprostol)", explica o site, que aponta três condições para que a ajuda seja concretizada.Viver "em um país no qual o acesso ao aborto seguro está restrito", "gravidez de menos de 9 semanas" e não sofrer "nenhuma doença grave", explica o site.Um "aborto medicinal" é uma combinação de duas pílulas diferentes para desencadear uma interrupção de gravidez não cirúrgica, explicou Gomperts.A Women on Web foi criada em 2005 para apoiar o acesso ao aborto seguro em todo o mundo.Atualmente recebe cerca de 10mil mensagens de e-mail mensais pedindo assessoramento."Nosso objetivo é salvar a vida das mulheres", insiste Gomperts, que não quis revelar quantos pacotes de aborto medicinal envia por mês.Com mais de 1,5 milhão de pessoas contagiadas desde abril, o Brasil é o país mais afetado pelo vírus, seguido da Colômbia, que no sábado informou sobre mais de 20.000 casos, 2.000 deles em mulheres grávidas.O Brasil, com 4.000 casos suspeitos de microcefalia, também é o maior país católico do mundo por população e impõe restrições rígidas sobre o aborto.Entre estas restrições figura a interceptação dos pacotes que contêm as pílulas para um aborto medicinal, indicou a Women on Web.Por esta razão, a ONG pede ao governo brasileiro a suspensão da medida, "ao menos durante a duração da epidemia de Zika", disse sua diretora, que também demonstrou preocupação pela atitude dos correios de Colômbia e Guatemala, que podem atrasar a chegada dos pacotes. HYPERLINK "http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/ong-holandesa-oferece-pela-internet-pilulas-para-abortar-devido-ao-zika.html"http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/ong-holandesa-oferece-pela-internet-pilulas-para-abortar-devido-ao-zika.htmlR7/ReutersMercosul se reúne nesta quarta para debater combate à zika2/2/2016 às 12h27 (Atualizado em 2/2/2016 às 12h29)O ministro Marcelo Castro irá representar o Brasil no encontroComo anunciado pela presidente Dilma Rousseff após a 4ª Cúpula da Celac (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos), na semana passada, os ministros de Saúde dos países que formam o Mercosul se reunião nesta quarta-feira (3), para debater o combate ao vírus zika.O ministro da Saúde, Marcelo Castro, irá representar o país no encontro, que será realizado em Montevidéu, no Uruguai.Dilma disse, em coletiva realizada em Quito, no Equador, que a única forma de cooperar é "difundirmos entre nós as melhores práticas e tecnologias de combate ao vírus".A presidente ainda destacou que vários países da região já têm experiência no combate à dengue, que é transmitida de forma similar, tendo o mosquito Aedes aegypti como principal transmissor.A reunião estará aberta para representantes da Celac e da União das Nações Sul-americanas (Unasur) que quiserem participar.Dilma explicou que a maioria dos países da região adota um modelo similar ao brasileiro, com a utilização das Forças Armadas na luta pela erradicação física dos criadouros, a eliminação das águas paradas e a conscientização da população.Segundo a imprensa local, um dos pontos que deve ser debatido é o controle de fronteiras. O problema, no entanto, é que muitas vezes as pessoas contaminadas pela zika não demonstram sintomas. Dados da Organização Pan-americana de Saúde apontam que ao menos 23 países já foram atingidos. Entre os mais afetados estão Brasil e Colômbia.MicrocefaliaNo final do ano passado, o Ministério da Saúde do Brasil estabeleceu a relação entre o aumento da microcefalia no Nordeste do país e a infecção por zika.De acordo com a análise preliminar, o risco de aparição de microcefalia e malformações estaria associado com a infecção no primeiro trimestre da gravidez. Além da zika, o mosquito também transmite a dengue e a febre chikungunya. HYPERLINK "http://noticias.r7.com/saude/mercosul-se-reune-nesta-quarta-para-debater-combate-a-zika-02022016"http://noticias.r7.com/saude/mercosul-se-reune-nesta-quarta-para-debater-combate-a-zika-02022016Fato OnlineForças Armadas vão fazer ação educativa nas escolas contra o mosquito Aedes AegyptiIvanir José Bortot    COLUNA DO FATO POLÍTICA Publicado hoje às 12:15O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, está acertando com o da Educação, Aloizio Mercadante, uma ação educativa das forças armadas nas escolas de todo o país.Aldo Rebelo quer usar os soldados da marinha, exército e da aeronáutica para motivar os estudantes a se engajar no combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e do zika vírus.Esta é a terceira ação das Forças Armadas na luta nacional de combate ao mosquito. No próximo dia 13 de fevereiro, cerca de 220 mil soldados estarão nas ruas ajudando na divulgação de informações educativas à população sobre o que deve ser feito para eliminar os mosquitos.Depois, um contingente de cerca de 50 mil soldados irão fazer um trabalho de aplicação de inseticidas em lugares públicos e privados onde há focos de mosquitos. A ação acontece em todas as regiões do Brasil onde as Forças Armadas atuam com suas unidades operacionais e municípios vizinhos. HYPERLINK "http://fatoonline.com.br/conteudo/15975/forcas-armadas-vao-fazer-acao-educativa-nas-escolas-contra-o-mosquito-aedes-aegypti?or=mais&p=mo&i=2&v=0"http://fatoonline.com.br/conteudo/15975/forcas-armadas-vao-fazer-acao-educativa-nas-escolas-contra-o-mosquito-aedes-aegypti?or=mais&p=mo&i=2&v=0EstadãoA seis meses da Olimpíada, Rio tenta tranquilizar sobre zikaMARCIO DOLZAN - O ESTADO DE S. PAULO02 Fevereiro 2016 | 13h 30 - Atualizado: 02 Fevereiro 2016 | 13h 34Comitê organizador dos Jogos convocou imprensa brasileira e internacional para reforçar que está combatendo o 'Aedes'RIO - Menos de um dia após a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarar a microcefalia e as desordens neurológicas em áreas com a presença do zika vírus como emergência internacional, o Comitê Rio-2016 reuniu a imprensa brasileira e internacional em uma tentativa de tranquilizar turistas e atletas estrangeiros que pretendem vir para os Jogos Olímpicos do Rio.Com a presença de especialistas em saúde pública, a entidade reforçou que vem tomando medidas preventivas, ressaltou a diminuição do número de mosquitos nos meses em que ocorrem os Jogos e reforçou orientações que vêm sendo dadas a comitês olímpicos nacionais de todo o mundo.A entrevista coletiva desta terça-feira, 2, foi uma das mais concorridas já realizadas pelo comitê e contou com grande presença de repórteres estrangeiros. Apesar de a pauta abordar diversos assuntos relativos à Olimpíada, foi o surto do zika e da microcefalia que dominou as discussões."A gente vai seguir as orientações da OMS para essa e qualquer outra orientação aos assuntos relativos ao vírus", afirmou João Grangeiro, diretor de Serviços Médicos do Rio-2016. "Algumas medidas preventivas vêm sendo recomendadas aos comitês olímpicos nacionais pelo Comitê Olímpico Internacional (COI)."Granjeiro declarou que o Rio-2016 e os órgãos públicos estão agindo para combater os focos de Aedes aegypti. "O mais importante são as ações preventivas que o Comitê Rio-2016 já vem tomando junto com as autoridades públicas de saúde na inspeção de prováveis criadouros de mosquito e a erradicação deles."O diretor ainda falou sobre a época em que acontecem os Jogos (a Olimpíada começa em agosto, e a Paralimpíada no mês seguinte). "A nossa expectativa é de que em julho e agosto a infestação de mosquitos caia drasticamente e, com isso, o número de zika também vai acompanhar."A área onde está localizado o Parque Olímpico e a Vila dos Atletas, na zona oeste do Rio, fica numa região alagadiça, propícia à proliferação de mosquitos. Mas as autoridades asseguram que o Aedes não é visto em grande número na região."É uma área que tem a predominância de outro tipo de mosquito, que não o Aedes - é o Culex", disse Daniel Soranz, secretário de Saúde da prefeitura do Rio de Janeiro. "Diferente de outras áreas, de outros países, nós não temos transmissão de doenças pelo Culex aqui no Brasil. O máximo que pode gerar é um desconforto nas pessoas, mas não a transmissão de doenças", reforçou Alexandre Chieppe, subsecretário estadual de Vigilância e Saúde.Chieppe também falou sobre a dificuldade no diagnóstico da doença. "A gente está falando de uma doença nova. A gente começou a lidar com isso em países com grande população recentemente. O problema não é a ausência de testes, o problema é a ausência de uma plataforma laboratorial no mundo todo", considerou.Para Loranz, contudo, isso não atrapalha o combate à doença. "O protocolo clínico é claro: se trata zika pelos sinais e sintomas da doença. O tratamento, na maioria dos casos, vai se dar sem a realização de testes. É uma doença com características muito específicas de sinais e sintomas, com sintomas na sua maioria branda." HYPERLINK "http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,a-6-meses-da-olimpiada--rio-tenta-tranquilizar-sobre-zika,10000014570"http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,a-6-meses-da-olimpiada--rio-tenta-tranquilizar-sobre-zika,10000014570Agência BrasilConselhos municipais devem arregaçar as mangas contra Zika, diz ministro02/02/2016 12h38BrasíliaPaula Laboissière - Repórter da Agência BrasilO ministro da Saúde, Marcelo Castro, fez hoje (2) um apelo para que os conselhos municipais de Saúde de todo o país reforcem o combate ao mosquito Aedes aegypti e à epidemia do vírus Zika registrada no Brasil.Durante a primeira reunião do ano do Conselho Nacional de Saúde, Castro disse ter enviado a todos os conselhos municipais um vídeo que demonstra o "enorme papel" de cada um deles na mobilização da sociedade para combater o inseto."Está na hora de os conselhos arregaçarem as mangas", disse. "Estamos do mesmo lado, com a mesma luta", completou, ao pedir um diálogo "franco, aberto, leal, democrático e sincero" entre os membros do conselho e o ministério.Edição: Carolina Pimentel HYPERLINK "http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2016-02/conselhos-municipais-devem-arregacar-mangas-contra-zika-diz-ministro"http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2016-02/conselhos-municipais-devem-arregacar-mangas-contra-zika-diz-ministroES Hoje (ES)'Dia D' contra Aedes terá mais de 900 homens das Forças Armadas02 de Fevereiro de 2016 às 18:06 por Redação Multimídia ESHOJE com Bruna LittigPara diminuir os casos de dengue registrados no país, o Ministério da Saúde programou uma mobilização nacional, com início no dia 13 de fevereiro, o chamado ‘Dia D’ de combate ao mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, zika vírus e chikungunya,No Espírito Santo, a ação vai contar com mais de 900 homens das Forças Armadas que estarão nas ruas dos municípios de Vitória, Vila-Velha, Viana, Cariacica, Serra e Santa Tereza, com o objetivo de conscientizar a população e eliminar quaisquer focos do mosquito. A campanha contará também com o apoio de membros da Marinha, Corpo de Bombeiros e Capitania dos Portos. Além disso, o Governo do Estado está buscando a ajuda de jovens. Cerca de 300 adolescentes que fazem parte do Núcleo de Cidadania dos Adolescentes (Nuca), ligado a Unicef, vão estar diretamente envolvidos nas ações. A ideia é engajar os jovens na luta contra o mosquito desde cedo.A mobilização vai acontecer em três etapas: no dia 13, os homens irão até as casas para distribuir panfletos e orientar os moradores. Em seguida, nos dias 15 e 18, os mesmos vão entrar nas residências, juntamente com os agentes de endemias de cada município, a procura de criadouros dos mosquitos. Já a terceira e última ação, sem data definida, mas provavelmente ainda neste mês de fevereiro, será o trabalho educativo nas escolas.Casos no EstadoA secretária de Saúde do Estado divulgou no dia 28 de janeiro o 3º boletim da Dengue com o número de casos registrados no Espírito Santo desde o início do ano. Entre os dias 03 e 23 de janeiro foram notificados 5.904 casos, sendo 4 com suspeita da forma grave da doença. Os municípios de maior incidência são: Muqui, Apiacá, Rio Novo do Sul, Jerônimo Monteiro, Bom Jesus do Norte, Alfredo Chaves, Presidente Kenedy, Atílio Vivacqua, Ecoporanga, Mimoso do Sul, São José do Calçado, Cachoeiro de Itapemirim, Alegre, Guaçui, Aracruz, Iconha e Piuma. A cidade de Vitória está classificada com incidência média, assim como Linhares, Pancas, Viana, Jaguaré, Marataízes, Anchieta, Castelo e Santa Tereza. O cálculo realizado para definir o grau de incidência é partir da divisão do número de notificações, ou seja, de novos casos, pela população do município. Depois é só multiplicar o valor por 100 mil. O ministério da Saúde considera 3 níveis de incidência de dengue: baixa (menos de 100 casos/100 mil habitantes), média (de 100 a 300 casos/100 mil habitantes) e alta (mais de 300 casos/100 mil habitantes). Vale lembrar que os agentes municipais de combate as endemias de Vitória, assim como o Corpo de Bombeiro Militar, já estão nas ruas da Capital fazendo visita às residências, de modo a conscientizar e ajudar o morador a combater os focos dentro de casa, onde estão mais de 70% dos focos dos mosquitos. Próximas visitas:03/02: Barro Vermelho, Santa Luíza, Praia do Canto e Santa Lúcia12/02: Bento Ferreira e Enseada do Suá17/02: Fradinhos Como se prevenir- Limpar o quintal, jogando fora o que não é utilizado;- Tirar água dos vasos de plantas;- Colocar garrafas vazias de cabeça para baixo;- Tampar tonéis, depósitos de água, caixas d’água e qualquer tipo de recipiente que possa reservar água;- Manter os quintais bem varridos, eliminando recipientes que possam acumular água, como tampinha de garrafa, folhas, sacolas plásticas etc.;- Escovar bem as bordas dos recipientes (vasilha de água e comida de animais, vasos de plantas, tonéis, caixas d’água) e mantê-los sempre limpos.http://www.eshoje.jor.br/_conteudo/2016/02/noticias/saude/37775-dia-d-contra-aedes-tera-mais-de-900-homens-das-forcas-armadas.htmlES Hoje (ES)Disque-Aedes: linha 0800 foi criada para tirar dúvida e pedir apoio02 de Fevereiro de 2016 às 17:58   Os Agentes Comunitários de Saúde, Agentes de Combate às Endemias e os militares têm um novo canal de informações para o combate ao Aedes aegypti: o telefone 0800 645 3308. O serviço está disponível e oferece suporte para esclarecimento de dúvidas sobre identificação de focos do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika, além da mobilização da população para o enfrentamento ao vetor.“A iniciativa visa à expansão dos canais e meios de comunicação entre profissionais e gestores, para oferecer acesso rápido e de qualidade com orientações sobre a assistência à saúde, adoção de práticas para impedir a proliferação do mosquito, ampliando a autonomia das equipes”, ressalta o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame.O esclarecimento pelo 0800 ocorrerá de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30, pela central TelessaúdeRS, que integra o Programa Telessaúde Brasil Redes do Ministério da Saúde. Pelo telefone, os profissionais poderão tirar dúvidas sobre procedimentos a serem adotados pela população, como, por exemplo, o uso de telas em portas e janelas, repelentes, inseticidas e roupas que reduzam a exposição de partes do corpo ao mosquito. Além disso, será possível esclarecer sobre como realizar de forma mais prática e rápida as ações para identificação de focos e para combate ao Aedes.O contato pelo 0800 já é utilizado por médicos e enfermeiros da Atenção Básica, incluindo os participantes do Programa Mais Médicos. Para esses profissionais, o atendimento é feito pelo 0800 644 6543, por meio do registro de identificação profissional e da Unidade Básica de Saúde que o profissional está vinculado. Pelo telefone, são reforçadas as orientações sobre a utilização de serviços de saúde para o atendimento aos casos suspeitos e demais orientações para população sobre diagnóstico e tratamento das doenças causadas pelo mosquito e a microcefalia, além de outras dúvidas clínicas.http://www.eshoje.jor.br/_conteudo/2016/02/noticias/saude/37774-disque-aedes-linha-0800-foi-criada-para-tirar-duvida-e-pedir-apoio.htmlEstado de Minas (MG)Em uma semana, casos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti disparam em MinasAumento da circulação do mosquito transmissor provoca forte alta nos casos confirmados e suspeitos de chikungunya, zika, microcefalia e dengue em Minas. Duas pessoas já morrerampostado em 03/02/2016 06:00 / atualizado em 03/02/2016 07:22Carolina Cotta , Carolina MansurEm uma semana, o Aedes aegypti mostrou toda a força da epidemia esperada para 2016 em Minas Gerais. Além da confirmação de duas mortes por dengue, as primeiras de 2016, as infecções pelos vírus que provocam a dengue, chikungunya, zika e os casos de microcefalia ligados a essa última doença cresceram expressivamente. Em um período de sete dias, os casos prováveis de dengue aumentaram 81% e os de febre zika em investigação mais que dobraram. A previsão da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) é de que esses últimos aumentem ainda mais nas próximas semanas, já que desde o dia 1º a notificação de infecção por zika passou a ser obrigatória, compulsória e universal, como já ocorre para os casos de microcefalia e de gestantes com sintomas.Segundo Fernando Avendanho, assessor da Superintendência de Vigilância Epidemiológica Ambiental e Saúde do Trabalhador da SES-MG, vários fatores podem explicar o crescimento expressivo de casos em um período tão curto. “Ainda não fizemos uma análise, porque o banco de casos é formado a partir do cadastro de cada município. Entretanto, temos algumas suposições. Estamos trabalhando com as secretarias municipais de saúde a importância do cadastro imediato dos casos, mas isso depende da estrutura de cada cidade. O fato de janeiro ser um mês de férias, por exemplo, pode ter resultado em registros parados e só agora repassados”, explica Fernando, para quem o maior impacto deve ser o aumento de circulação do mosquito transmissor das três doenças.O verão, e principalmente este período pós-chuva, é a época do ano mais propícia à circulação do vetor e, consequentemente, da transmissão dos vírus. Vários municípios estão vivenciando, agora, um aumento na proliferação do mosquito. “Temos uma expectativa negativa. Em relação à dengue, já fechamos janeiro com mais registros que o mesmo período em 2013, ano de maior número de casos em Minas. A partir de novembro há um aumento na circulação do Aedes aegypti e ocorre essa progressão de casos nos meses seguintes. Só em abril esse número deve começar a cair, assim como o das outras doenças transmitidas pelo mosquito”, projeta Avendanho.No caso da chikungunya, muitos dos registros suspeitos são da divisa com o Rio de Janeiro. Não há nenhum confirmado. Embora o número de casos em investigação tenha aumentado 171%, a SES-MG ainda aguarda a confirmação de casos de transmissão autóctone, aquela que ocorre no próprio estado. Por enquanto, Minas só tem casos vindos de outros estados. Já em relação à zika, a situação é mais grave: o vírus que provoca a infecção já é transmitido por aqui. Na segunda-feira, a Secretaria Municipal de Juiz de Fora confirmou um caso de zika em uma gestante de 35 anos, mas o registro não entrou para os dados oficias porque o exame foi feito em laboratório particular. A SES-MG está tentando obter uma amostra do material para enviar aos laboratórios oficiais, da Fiocruz.A microcefalia atribuída ao zika vírus também fez mais vítimas. Já são 85 casos notificados, entre bebês com perímetro cefálico menor que 32 cm e gestantes com exantemas, manchas vermelhas que são o principal sintoma da febre zika. São 19 recém-nascidos em investigação, contra oito da semana passada. Já as gestantes em acompanhamento passaram de 16 para 22.REAÇÃO Questionada sobre as ações de enfrentamento ao mosquito, a Secretaria Estadual de Saúde informou ter investido R$ 66 milhões, recurso destinado a todos os municípios do estado. Uma das medidas é a “proposição de ações judiciais para garantir o acesso de agentes de combate às endemias e agentes comunitários de saúde aos imóveis abandonados”, em conjunto com o Ministério Público de Minas Gerais. Mas o governo federal já tornou isso realidade desde segunda-feira, com uma medida provisória que autoriza a entrada forçada dos agentes para verificar a presença de criadouros nesses imóveis.Já o Comitê Gestor Estadual de Políticas de Enfrentamento à dengue, chikungunya e zika, criado no fim do ano passado, tem se encontrado com prefeitos e representantes de municípios em situação de risco. Uma reunião com o Executivo de todos as cidades de Minas, ainda sem data divulgada, será realizada com a Associação Mineira de Municípios (AMM). A SES-MG informou ainda que, no mês passado, realizou visitas técnicas às regionais com maior incidência de casos de dengue: Sete Lagoas, Ubá, Coronel Fabriciano, Pará de Minas e Bom Despacho. Oficinas para discutir aspectos técnicos nos trabalhos de combate ao vetor e de atenção ao paciente também foram realizadas em 28 regionais de saúde, com participação de todos os municípios. Campanhas de mobilização, distribuição de panfletos e veiculação de mensagens em contas de água e luz também estão entre as ações realizadas.MORTES POR DENGUE Minas Gerais registrou mais duas mortes por dengue, uma em Belo Horizonte e outra em Patrocínio, no Triângulo Mineiro. Em 2015, foram 72 registros. A primeira foi confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde (SMSA). A vítima é uma mulher de 47 anos, moradora da Região Noroeste da capital, que morreu em 13 de janeiro, em um hospital particular. A segunda morte, em Patrocínio, no dia 12, acometeu uma senhora de 92 anos. Segundo o boletim, nos dois casos as pacientes apresentavam comorbidades, ou seja, tinham outras doenças associadas. Segundo o secretário de Saúde de Patrocínio, Wesley Faber, a idosa era cardiopata. No último boletim divulgado pelo município, na semana passada, 77 casos foram notificados e 38 confirmados. Palavra de  especialista Estevão Urbano, presidente da Sociedade Mineira de Infectologia Período crítico “O aumento de casos de dengue, zika e chykungunya pode ser explicado pela época do ano. Meses chuvosos, com calor, aumentam os criatórios do mosquito e são o período mais crítico para a transmissão desses vírus. Também é possível que a circulação de mineiros pelo Nordeste, no período de férias, tenha impactado. Muitos podem ter voltado contaminados, repassando esses vírus por aqui, onde seu vetor vive em abundância. Não há um único fator que explique tudo. O que podemos fazer enquanto não criam uma vacina é aprimorar as táticas de prevenção e combate ao mosquito. Mas essa notificação obrigatória da febre zika também é uma medida importante para nos aproximar do que realmente está acontecendo. Antes o dado era subestimado”. NOTIFICAÇÃO Com a notificação obrigatória da febre zika, todo município tem o dever de registrar os casos. Antes, apenas seis municípios mineiros, onde há Unidades Sentinela, notificavam e colhiam amostras para exame. Agora, qualquer pessoa que chegue em uma unidade de saúde com os sintomas entrará para as estatísticas como caso suspeito. A confirmação, entretanto, depende de um único exame disponível, o RT-PCR, de alto custo. Minas  tem direito de fazer 120 testes mensais e está priorizando recém-nascidos e gestantes que entram no protocolo de microcefalia.http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2016/02/03/interna_gerais,730963/em-uma-semana-casos-de-doencas-transmitidas-pelo-aedes-aegypti-dispar.shtmlEstado de Minas (MG)Minas registra segunda morte por dengue em 2016No geral, subiram no estado todas as notificações de problemas que têm como origem a picada do mosquito Aedes aegypti: dengue, febre chikungunya, zika e casos de microcefalia relacionada com o zika víruspostado em 02/02/2016 17:23 / atualizado em 02/02/2016 18:03Carolina Mansur , Paula Carolina /Estado de MinasDe acordo com o novo Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de dengue, divulgado nesta terça-feira pela Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES), mais uma morte por dengue foi confirmada em Minas em 2016, dessa vez em Patrocínio. O óbito foi em 12 de janeiro, mas a confirmação da relação com a doença só foi divulgada nesta terça-feira pela SES. Trata-se uma senhora de 92 anos, diagnosticada no último dia 2. Segundo o boletim, a paciente apresentava comorbidade, ou seja, tinha outras doenças associadas. A idosa de Patrocínio, segundo o secretario de saúde do município, Wesley Faber, era cardiopata.O outro caso foi registrado em Belo Horizonte, na última sexta-feira. A Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) revelou que o óbito foi de uma mulher, de 47 anos, moradora da Região Noroeste da capital, que morreu no dia 13 de janeiro, em um hospital particular. No município, até a semana passada, havia 77 casos notificados e 38 confirmados. Já no estado, até o boletim divulgado na semana passada, havia 20.859 casos prováveis (que reúnem os confirmados e os suspeitos) no estado em 2016. Número que esta semana subiu para 37.737.O número de notificações da febre chikungunya dobrou da semana passada para esta terça-feira, passando de 80 para 160. Mas ainda não há confirmação da doença no estado. Estão sob investigação 114 registros, tendo sido descartados 46.Também subiu o número de notificações para febre zika. Sem considerar mulheres grávidas, o número de notificações foi de 24 para 50, estando todos ainda sob investigação. Já o registro em gestantes subiu de 20 para 27 e as notificações de microcefalia em bebês (considerando a provável relação com o zika vírus) foram de 48 para 58. Até o momento, a SES segue com um caso confirmado de gestante infectada pelo zika e outro caso confirmado de bebê com microcefalia decorrente da infecção por zika (no total de duas grávidas infectadas). O estado investiga 19 casos de microcefalia (até a semana passada eram 8) e 22 gestantes infectadas (contra 16 da semana passada). Nessa segunda-feira, o município de Juiz de Fora divulgou a confirmação do que seria o terceiro caso no estado de infecção pelo zika em uma gestante. Esse caso não aparece como confirmado no boletim da SES-MG, que informou  não ter ainda computado o caso porque os testes foram realizados por um laboratório particular. A orientação do Ministério da Saúde é que, nesses casos, os exames sejam refeitos por laboratórios públicos, para confirmação ou descarte. No caso de Minas Gerais, o laboratório de referência é o da Fiocruz, no Rio de Janeiro. O caso ainda está em investigação.http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2016/02/02/interna_gerais,730843/minas-registra-segunda-morte-por-dengue-em-2016.shtmlHoje em Dia (MG)Minas confirma segunda morte por dengue e investiga 37.737 casos02/02/2016 18:24 - Atualizado em 02/02/2016 18:24A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou nesta terça-feira (2) a segunda morte por dengue em Minas Gerais neste ano. A vítima é uma idosa de 92 anos que morava no Centro de Patrocínio, região do Alto Paranaíba. O primeiro óbito em decorrência da doença aconteceu em Belo Horizonte.Balanço divulgado pelo órgão mostra que o Estado investiga 37.737 casos prováveis de dengue desde o início de 2016. A enfermidade é transmitida pelo Aedes Aegypti, mosquito que também é vetor da zika vírus e febre chikungunya. Em 2015, 72 pessoas faleceram vítimas da doença no Estado e 196.091 casos foram notificados.A SES divulgou também levantamento de zika vírus e febre chikungunya. A primeira ainda não teve nenhum caso confirmado em Minas. Contudo, 50 casos suspeitos estão em investigação referente a 2016 e outros 76 de 2015.Nenhum caso de febre chikungunya também foi confirmado no Estado em 2016. Mas 114 casos são suspeitos e estão sendo investigados pelo governo. No ano passado, a doença fez nove vítimas.MicrocefaliaCom relação a microcefalia, que provoca má-formação do cérebro, até o momento foram dois casos confirmados e 41 estão em investigação. A doença ganhou níveis epidêmicos nos últimos três meses.http://www.hojeemdia.com.br/horizontes/minas-confirma-segunda-morte-por-dengue-e-investiga-37-737-casos-1.376683Hoje em Dia (MG)Risco de pandemia: avanço da microcefalia motiva reações extremadas03/02/2016 07:11 - Atualizado em 03/02/2016 07:11Patrícia Santos Dumont - Hoje em Dia ImprimirO alerta da Organização Mundial da Saúde (OMS) que classificou os casos de microcefalia – associados ao zika vírus – como uma emergência de saúde pública de importância internacional veio acompanhado de medo e pânico. A reação da norueguesa Lene Tjorhom, de 30 anos, que há sete vive no Brasil, é um exemplo claro.Grávida de 3 meses do primeiro filho, fruto do relacionamento com o brasileiro Leonardo Ribeiro, de 40 anos, ela decidiu abandonar a capital carioca e voltar a Stavanger, ao norte no país europeu. O objetivo é se afastar das dúvidas e temores que envolvem a doença transmitida pelo Aedes aegypti e do risco de ter um bebê com complicações neurológicas.“Preferi colocar minha vida na espera do que arriscar a ver meu filho sofrer por uma vida inteira. A gente ainda tem muitas dúvidas, não sabe, por exemplo, se a quantidade de repelente que usa é suficiente nem se aquilo protege de verdade”, conta a professora de inglês, que embarca no próximo sábado. De lá, ela só pretende voltar quando o bebê tiver completado 3 meses, em meados de outubro.Aborto na webO alerta vermelho para o zika vírus também reacendeu o debate sobre o aborto que, no Brasil, só é permitido em caso de risco à vida da mãe, quando a concepção resultar de um estupro ou quando o feto for anencéfalo. Uma ONG holandesa vem oferecendo pela internet pílulas gratuitas para grávidas infectadas com o zika. A substância, diz o site, garante um aborto medicinal seguro.Alarmada pela situação, sobretudo no Brasil, a fundadora e diretora da Women on Web, Rebecca Gomperts, pediu ao governo brasileiro que não intercepte os pacotes enviados ao país, pelo menos enquanto durar a epidemia de zika.Mais de 680 depoimentos de brasileiras que realizaram aborto foram publicados no site. Nessa terça (2), o médico Dráuzio Varella se posicionou sobre o assunto. Segundo ele “o aborto já é livre no Brasil. É só ter dinheiro para fazer em condições até razoáveis. Todo o resto é falsidade. Todo o resto é hipocrisia”, disse em entrevista a uma emissora de televisão. Ele não disse, porém, se é a favor ou contrário ao aborto de bebês diagnosticados com microcefalia. “O importante é dar liberdade aos que pensam diferente. Essa é a questão fundamental”, afirmou.Pedido no STFO grupo de advogados, acadêmicos e ativistas brasileiros que articulou a discussão sobre aborto de fetos anencéfalos no Supremo Tribunal Federal (STF), acatada em 2012, prepara uma ação similar para pedir o direito ao aborto em gestações de bebês com microcefalia. A ação deve ser apresentada em até dois meses.Segundo a OMS, a cada dois dias, uma brasileira morre em decorrência de abortos malfeitos. Além disso, um milhão de procedimentos clandestinos são realizados no país todos os anos.http://www.hojeemdia.com.br/horizontes/risco-de-pandemia-avanco-da-microcefalia-motiva-reac-es-extremadas-1.376724Hoje em Dia (MG)Quase 17 mil novos casos de dengue notificados em sete dias03/02/2016 07:20 - Atualizado em 03/02/2016 07:20Patrícia Santos Dumont - Hoje em Dia ImprimirO número de notificações de dengue em Minas aumentou 80% em uma semana. Segundo balanço da Secretaria de Estado de Saúde (SES) divulgado nessa terça (2), 37.737 casos da doença são investigados, 16.878 a mais em relação ao último boletim, quando 20.859 doentes permaneciam em análise.O número de casos prováveis neste ano – até o último dia 1º – é superior, inclusive, ao total de notificações de todo o segundo semestre do ano passado, quando 27.806 ocorrências foram registradas.A segunda morte em função da doença, no estado, foi confirmada nessa terça (2). A vítima é uma mulher de 92 anos, moradora de Patrocínio, na região do Alto Paranaíba. Outra paciente de BH morreu em decorrência da dengue. Segundo o último balanço da Secretaria Municipal de Saúde, há 5.116 casos suspeitos na capital. Na segunda-feira, a presidente Dilma Rousseff assinou uma medida provisória autorizando a entrada forçada de agentes de saúde em imóveis fechados ou naqueles em que o morador se ausentou por longo período.http://www.hojeemdia.com.br/horizontes/quase-17-mil-novos-casos-de-dengue-notificados-em-sete-dias-1.376727O Tempo (MG)Minas Gerais registra segunda morte por dengue em 2016A vítima é uma mulher de 92 anos, que morreu em função da doença na cidade de Patrocínio, na região do Alto ParanaíbaEnviar por e-mail Imprimir Aumentar letra Diminur letra Fonte NormalMais Notícias PUBLICADO EM 02/02/16 - 17h42Minas Gerais registrou a segunda morte por dengue no Estado em 2016. A vítima é uma mulher de 92 anos que faleceu no dia 12 de janeiro, após contrair a doença na cidade de cidade de Patrocínio, na região do Alto Paranaíba, onde morava. No entanto, o caso só foi confirmado no boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Minas divulgado nesta terça-feira (2).A secretaria informou ainda que a vítima apresentava comorbidade - quando o paciente tem outras doenças associadas.O primeiro registro de vítima fatal ocasionado pela doença foi em Belo Horizonte. Uma mulher de 47 anos, moradora da região Noroeste da capital, morreu no último dia 13 em um hospital particular após contrair a doença.Ela apresentou os sintomas no dia 8 deste mês e procurou atendimento na rede privada no dia 12, com queixa de dor torácica intensa, dor lombar e sudorese. Transferida para a CTI de outro hospital particular no mesmo dia, ela acabou falecendo vítima da doença. O óbito por dengue foi confirmado por meio de exame laboratorial.Zika VírusJá em relação ao Zika Vírus, 128 casos já foram notificados, 52 chegaram a ser descartados e 76 ainda estão sob investigação. http://www.otempo.com.br/cidades/minas-gerais-registra-segunda-morte-por-dengue-em-2016-1.1225066O Tempo (MG)Inspirado em índios, casal cria repelente natural contra o Aedes Biorepely é vendido na internet por R$ 40 e pode ser usado por grávidas e bebêsPUBLICADO EM 03/02/16 - 04h00Um casal se inspirou nos índios para desenvolver um repelente natural contra o mosquito Aedes Aegypti. O produto, que tem alecrim, cravo, citronela e andiroba em sua composição, recebeu, em 2015, a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como protetor eficiente e está perto de chegar a prateleiras de redes farmacêuticas, segundo o portal de notícias UOL.A ideia de desenvolver o Biorepely partiu de uma necessidade pessoal dos pernambucanos Djalma Marques, dermatologista, e Fátima Fonseca, engenheira química. Eles vivem em uma região de Recife com bastante incidência de mosquitos.Assim, pesquisaram por dez anos elementos da natureza que pudessem servir para alcançar a fórmula ideal, que combatesse os ataques dos insetos sem maltratar o meio ambiente, nem os próprios usuários do repelente. Para isso, inspiraram-se nos métodos indígenas de convivência com mosquitos.Para Planalto, Lava Jato fará 'devassa' na vida de LulaBiólogo afirma que gotas de própolis combatem o Aedes Designações são adiadas em MinasEles conversaram com índios que viviam à margem de rios e descobriram diversos óleos utilizados pelos indígenas – que, por sua vez, descobriram tais óleos ao notarem os animais se esfregando em certas árvores oleosas. Então, os pesquisadores partiram para o laboratório, a fim de aprimorar o repelente para seu público específico, pesquisando os micro-organismos comuns nas peles brasileiras.Segundo o dermatologista, a duração do efeito do Biorepely é de quatro horas e ele pode ser utilizado diversas vezes ao dia, servindo também como excelente hidratante natural.Distribuição. Marques explica que, assim que tiverem matéria-prima, a produção será feita em grande escala.A fórmula pode ser usada em grávidas e em bebês. O Biorepely é vendido na internet por R$ 40, mas farmácias pelo Brasil já têm feito pedidos para revender o repelente natural. “Já tem rede de farmácia do Sul procurando”, afirmou o dermatologista ao portal.FlashTempo. Da pesquisa para aprimorar a fórmula até a aprovação da Anvisa como repelente contra o mosquito Aedes aegypti foram seis anos, até o ano passado.http://www.otempo.com.br/interessa/inspirado-em-%C3%ADndios-casal-cria-repelente-natural-contra-o-aedes-1.1225535O Dia (RJ)Zika vai passar longe dos Jogos Olímpicos, prevê organizaçãoComitê da Rio 2016 descarta surto. Dilma promete prioridade no combate a vírus03/02/2016 00:02:00O DIARio - O Comitê Olímpico Internacional (COI) conta com o clima ameno do inverno carioca para uma desaceleração do surto de zika vírus durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. De acordo com o diretor de Serviços Médicos do Comitê Rio 2016, João Grangeiro, a incidência do Aedes aegypti diminui no período seco e baixa drasticamente até junho. Com isso, a transmissão do vírus pelo mosquito não será mais uma preocupação durante as competições, que ocorrem em julho e agosto. “Os vetores que transmitem a doença caem muito (no inverno) e a transmissão estará minimizada”, destacou.Um dia após a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretar emergência internacional de saúde pública para casos de microcefalia associada ao zika vírus, representantes da organização do evento informaram que o COI está orientando os comitês olímpicos nacionais sobre métodos de prevenção ao Aedes aegypti, incluindo o uso de roupas longas e repelentes. “Os apartamentos da Vila Olímpica terão aparelhos de ar condicionado. Por isso é importante manter as janelas fechadas”, disse Grangeiro.Também ontem a presidente Dilma Rousseff assegurou que dará prioridade ao combate ao Aedes aegypti. “Não faltarão recursos”, garantiu. Durante conferência em Genebra, a OMS anunciou um plano internacional para identificar casos de microcefalia. Para isso, quer uma padronização do tamanho da circunferência da cabeça de bebêsno diagnóstico da anomalia. Entre as medidas também está a criação de 30 centros de monitoramento em países, incluindo o Brasil. Serão aplicados inicialmente R$ 120 milhões. Dos 3.670 casos suspeitos de microcefalia (76,7% das 4.783 notificações), 404 já tiveram confirmação. Destes, 17 têm relação com o vírus zika. No Rio, segundo o Ministério da Saúde, são 196 casos suspeitos, sendo 10 descartados e dois, confirmados. De 1º a 30 de janeiro foram 6.467 casos suspeitos de dengue no estado — e nenhum óbito —, contra 2.586 no mesmo período de 2015, informou a Secretaria estadual de Saúde.Energia nuclear pode ser testadaA Organização Internacional de Energia Atômica (OIEA) quer incluir o Brasil nos testes com radiação nuclear para eliminar o mosquito que transmite o vírus zika. Segundo a agência da ONU, os testes já realizados na Itália e China tiveram até 80% de sucesso.O ministro da Saúde, Marcelo Castro, e a secretária de Saúde dos EUA, Sylvia Burbell, reafirmaram o compromisso no combate ao Aedes aegypti e na fabricação de uma vacina para a dengue, que também pode ser eficaz para o zika. Ficou acertada uma reunião presencial dia 20, no Brasil. O laboratório francês Sanofi Pasteur anunciou que também está em busca de uma vacina contra o zika vírus.http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2016-02-03/zika-vai-passar-longe-dos-jogos-olimpicos-preve-organizacao.htmlG1 (RJ)Parque Mataruna recebe ações de combate ao mosquito aedes aegypti nesta quinta-feiraA ação contará com centenas de agentes de combate a endemias.02/02/2016 19h12 - Atualizado em 02/02/2016 19h12A Prefeitura de Araruama dá continuidade ao plano municipal de combate ao mosquito aedes aegypti na próxima quinta-feira, dia 4, com um mutirão que será realizado no bairro Parque Mataruna. A ação contará com centenas de agentes de  saúde e de combate a endemias, em trabalho conjunto das secretarias de Saúde, Ambiente, Defesa Civil e Obras.De 9h às 14 horas, os profissionais de Saúde percorrerão as ruas do bairro, visitando residências e o comércio com o objetivo de localizar possíveis focos do mosquito transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya. O Bloco da Saúde, que tradicionalmente percorre as ruas do Centro durante o Carnaval realizando campanhas educativas, desta vez sairá no bairro fazendo distribuição de preservativos e orientando a população sobre medidas de combate ao aedes aegypti. Mudas de citronela serão plantadas nas margens do Rio Mataruna e também distribuídas para os moradores.As ruas do bairro também estarão passando por uma limpeza com água de reuso através de parceria com a Concessionária Águas de Juturnaíba.A Prefeitura disponibiliza vários canais para denunciar possíveis focos dos mosquitos. As denúncias podem ser encaminhadas para a Vigilância Ambiental através do e-mail: vigilanciaambientalararuama@gmail.com; pela Ouvidoria da Saúde, através do telefone 2666-7530; ou pela Ouvidoria Geral, pelo fone 2665-2121 Ramal: 248http://g1.globo.com/rj/regiao-dos-lagos/especial-publicitario/prefeitura-de-araruama/araruama-pra-viver-melhor/noticia/2016/02/parque-mataruna-recebe-acoes-de-combate-ao-mosquito-aedes-aegypti-nesta-quinta-feira.htmlG1 (SP)Moradores se preocupam com o Aedes aegypti em áreas rurais'Zona rural é descaso total das autoridades públicas', diz morador de Rio Preto.Prefeitura admite que não faz trabalho específico nessas regiões da cidade.02/02/2016 21h24 - Atualizado em 02/02/2016 21h25Do G1 Rio Preto e AraçatubaNão é apenas nos centros urbanos que as pessoas devem se preocupar com os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Na área rural, é fácil encontrar locais onde o mosquito pode procriar e a fiscalização não é tão eficaz como na cidade.Nilton César Alves é produtor rural e mora num sítio, em São José do Rio Preto (SP), e sabe que com o Aedes aegypti não pode descuidar. “Dá um vendaval já joga tudo fora do lugar, é balde que vira e não dá tempo. Então a gente faz algumas prevenções, na caixa das vacas beberem, fica água limpinha eu coloco peixes, uso tilápias e elas comem as larvas”, afirma.O produtor nunca teve dengue, mas os vizinhos já e ele morre de medo. Apesar de estar perto da cidade, ele diz que há seis anos não recebe a visita dos agentes de saúde. “Se o criador está na zona rural ou na área urbana o problema é igual, agora que zona rural é um descaso total das autoridades públicas, é um descaso total. Não temos orientação de nada, estamos largados”, afirma Nilton. Rio Preto está em estado de emergência, só no ano passado foram 22 mil casos confirmados de dengue e 11 morreram. A prefeitura admite que não faz nenhum trabalho específico  na zona rural, região que vivem quase 25 mil pessoas, segundo o IBGE.Por isso mesmo, Guapiaçu (SP), que fica a 20 quilômetros de Rio Preto, intensificou os trabalhos na zona rural. De acordo com um levantamento da Vigilância Ambiental, foram encontradas larvas do mosquito Aedes aegypti em 50% das propriedades rurais visitadas.Em um sítio os agentes encontraram várias vasilhas espalhadas e muitos potes que podem se tornar criadouros do mosquito. Até a lona pra cobrir a ração oferece risco. Em outro sítio mais vasilhas com água parada. Oito pessoas da mesma família já tiveram dengue esse ano e pelo visto ninguém aprendeu a lição e olha que os agentes já tiveram no local.Nos seringais a preocupação é com os copos que recebem o látex. O problema é que em muitas propriedades eles ficam jogados no chão e acumulam água. Os agentes encontraram vários copos com larvas do mosquito. “Esses que estão no chão ficando pra boca pra cima, chovendo ele acumula água e o mosquito logo está nascendo nesses copos que ficam no chão”, afirma o coordenador da vigilância epidemiológica de Guapiaçu, João Carlos da Silva.A pesquisadora da Faculdade de Medicina de Rio Preto Marluci Monteiro diz que é importante fiscalizar também as áreas rurais. “A autonomia de voo próximo do nascimento de 50 a 100 metros, mas ele pode atingir um raio de um quilômetro ou até mais porque ele vai em busca de alimento”, afirma.http://g1.globo.com/sao-paulo/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/noticia/2016/02/moradores-se-preocupam-com-o-aedes-aegypti-em-areas-rurais.htmlG1(MG)Viçosa realiza mobilização contra o Aedes aegypti nesta quarta-feiraEvento será das 8h às 11h, na Praça Silviano Brandão.Cidade tem 39 casos confirmados de dengue em 2016.02/02/2016 17h30 - Atualizado em 02/02/2016 17h30Do G1 Zona da MataA Secretaria de Saúde de Viçosa realiza nesta quarta-feira (3), das 8h às 11h, na Praça Silviano Brandão, um evento de conscientização sobre a importância do combate ao mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, chikungunya e zika.A "Mobilização Contra o Aedes aegypti" contará com a presença de um médico para orientar as gestantes sobre o zika vírus, mostras de larvas do mosquito, brincadeiras para as crianças, apresentação de teatro e uma caminhada no Calçadão da Rua Arthur Bernardes com distribuição de panfletos.Segundo a Secretaria de Saúde, até esta terça-feira (2), Viçosa registrou 116 notificações de casos de dengue este ano, sendo 39 confirmados e quatro descartados. Os demias continuam sendo investigados.http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2016/02/vicosa-realiza-mobilizacao-contra-o-aedes-aegypti-nesta-quarta-feira.htmlA Tribuna (SP)Preço de repelentes aumenta até 40% em farmácias da regiãoMaior receio da população de contrair doenças transmitidas pelo Aedes aegypti faz o produto encarecerGABRIEL OLIVEIRA 03/02/2016 - 07:23 - Atualizado em 03/02/2016 - 08:46A preocupação cada vez maior com as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti fez com que aumentasse a procura por repelentes nas farmácias de Santos e também os preços, que subiram de 10% a 40%.Os comerciantes dizem que estão repassando o reajuste recebido das distribuidoras. O aumento na demanda provoca escassez na oferta e faz as fábricas terem que crescer a produção para atender muitos clientes em pouco tempo.Uma das marcas mais caras disponíveis no mercado, a Exposis (frasco de 100 ml) passou de R$ 54,00 a R$ 75,00, no início de janeiro, em um estabelecimento da Avenida Conselheiro Nébias. Em outro, na Vila Belmiro, o mesmo produto subiu de R$ 49,99 para R$ 56,70.Há outras marcas mais em conta. Off (de R$ 13,67 a R$ 24,85), Off Kids (R$ 19,75 a R$ 24,50) e Super Repelex (R$ 17,39 a R$ 18,90) são algumas das opções.A gerente da Farmais, Cristina Rodrigues Soares, admite reajuste médio de 12% e afirma que tem tido dificuldades para adquirir os repelentes com os fornecedores. “Nós fazemos pedidos todos os dias, mas depende do fabricante ter ou não. Eu entrei até em lista de espera”.Ela conta ter recebido 24 unidades da Exposis no sábado (30 de janeiro) e, nesta terça-feira (2), só tinha 12 delas. “Do final do ano pra cá, as vendas de repelentes aumentaram 40%”, constata.Tem gente que leva mais de um para garantir a proteção por maior tempo. Segundo Cristina, um cliente chegou a comprar 12 unidades para a mulher grávida.Na Farmácia Conselheiro Nébias, as vendas aumentaram no fim do ano. “Em dezembro, nós chegamos a vender 103 unidades de repelente”, lembra o gerente, Alexandre Hiram. Ele acredita que, com a volta às aulas, a procura crescerá novamente.O atendente da Farmácia Indiana, José Costa Braz, explica que, por conta dos fornecedores, o aumento nos preços na loja dele chega a 20%. “Devido ao calor e às epidemias, sempre cresce a procura”.http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/saude/preco-de-repelentes-aumenta-ate-40-em-farmacias-da-regiao/?cHash=cf5914832e29d695c393e4ce1b74feafJornal de Brasília (DF)Agentes entrarão em casas abandonadas de Brazlândia para combater o Aedes AegyptiPublicação: Terça-feira, 02/02/2016 às 16:40:10     Atualização: 02/02/2016 às 17:24:18Para intensificar o combate ao Aedes aegypti, um grupo formado por agentes da Vigilância Ambiental, bombeiros e policiais militares entrará nas casas fechadas e abandonadas de Brazlândia a partir desta quarta (3). O objetivo é que todos os imóveis passem pela vistoria na região.Um dos agentes da Vigilância Ambiental é chaveiro e poderá abrir as residências. O chefe da Assessoria de Mobilização Institucional e Social para a Prevenção de Endemias, da Secretaria de Saúde, Ailton Domicio da Silva, alerta que a tampa aberta do vaso sanitário em uma casa abandonada já pode ser um criadouro do inseto que causa a dengue, as febres chikungunya e amarela e o zika vírus. "O importante é entrar e fazer a vistoria. Pode ser que não tenha foco do mosquito, mas a gente tem que garantir."A ação está amparada pelo alvará de autorização judicial nº 2016.01.1.000740-5, que determina que os agentes de saúde de Brasília ingressem nas moradias abandonadas, fechadas e cujo acesso seja recusado pelo proprietário ou morador, desde que seja para o combate ao mosquito transmissor. O documento foi emitido em 13 de janeiro deste ano e é válido até dezembro de 2016.Além da pasta de Saúde, do Corpo de Bombeiros e da PM, outros órgãos locais empenhados para reduzir os casos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti são a Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), a Agência de Fiscalização (Agefis), a Casa Civil, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), a Subsecretaria de Proteção e Defesa Civil, vinculada à Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU).http://www.jornaldebrasilia.com.br/noticias/cidades/665688/agentes-entrarao-em-casas-abandonadas-de-brazlandia-para-combater-o-aedes-aegypti/Metrópoles (DF)Secretaria de Saúde disponibiliza R$ 2,4 milhões em caráter de emergência para compra de veículos contra a dengueSegundo pasta, picapes cabine dupla serão usadas no combate a dengue e são consideradas equipamento de urgênciaJoão Gabriel AmadorJOÃO GABRIEL AMADOR02/02 20:29A Secretaria de Saúde dispensou licitação e disponibilizou R$ 2,4 milhões em caráter de emergência para compra de veículos destinados ao combate da dengue. Conforme publicado no Diário Oficial do Distrito Federal nesta terça-feira (2/2), a pasta alega que a verba servirá na aquisição de picapes cabine dupla que serão utilizada nos combate ao mosquito Aedes aegypti – vetor de transmissão de doenças como zika e chikungunya.Na publicação, não há especificação de quantos veículos serão comprados. Mas, ao ser procurada, a pasta informou que se tratam de 20 automóveis. Por esse motivo, a secretaria considera a compra dos equipamentos urgente, dispensando a suposta burocracia de uma licitação.A explicação para o modelo de cabine dupla, em nota do órgão, se deve “pelo fato da necessidade do transporte de agentes do controle de endemias ter de ser separado dos produtos químicos materiais que são utilizados no trabalho de campo, ou seja, produtos na carroceria e cabine para o transporte de pessoas”.Os carros deverão ser usados também no controle de outras doenças, como Leptospirose, Hantavirose e Leshimaniose e ainda a Febre Amarela Silvestre. Segundo a secretaria, para todas essas ações são necessários veículos utilitários de serviço tipo picape, que suportam a carga e a estrada pela qual circularão.Compra de reagentesA preocupação com o aumento de casos de dengue no DF, porém, não apressou a compra de reagentes para a rede pública. Dezessete dias é o tempo previsto no edital publicado na sexta-feira (29/1) no Diário Oficial para que seja conhecida a melhor proposta entre as empresas interessadas em fornecer os insumos.De acordo com o aviso de abertura do pregão eletrônico n° 20/2016, o valor estimado com a compra é de R$ 154.312,50. A entrega das propostas começou ainda na sexta e a abertura dos envelopes de fornecedoras será somente no dia 15 de fevereiro.http://www.metropoles.com/distrito-federal/saude-df/secretaria-de-saude-disponibiliza-r-24-milhoes-em-carater-de-emergencia-para-compra-de-veiculos-contra-a-dengueDiário da Manhã (GO)Número de suspeitas de microcefalia chega a 4.783 no BrasilCerca de 404 casos foram confirmadosPOR LÍDIA MIRANDA3/02/2016 ÀS 08:35 AMForam recebidas pelo Ministério da Saúde, desde o início da epidemia de zika vírus até o dia 30 de janeiro, 4.783 notificações de suspeita de microcefalia associadas à doença transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti de acordo com balanço divulgado na última terça-feira (2).Desta quantidade, 709 casos foram descartados e 404 obtiveram confirmação de se tratar de microcefalia e/ou outras alterações nervosas (deles, pelo menos 17 são considerados efetivamente ligados ao zika). Outros 3.670 ainda restam para serem investigados.Foram notificados ainda 76 óbitos por microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central por aborto espontâneo ou após o parto, mas destes, nem todo possuem ligação com o zika.Além do zika, a microcefalia pode ter como causa diversos agentes infecciosos, como a sífilis, toxoplasmose, herpes viral, rubéola e citomegalovírus.http://www.dm.com.br/cotidiano/2016/02/numero-de-suspeitas-de-microcefalia-chega-a-4-783-no-brasil.htmlO Popular (GO)À espera de uma promessaGestante com zika vírus está temerosa com situação de bebê e reclama de falta de apoio de secretarias03/02/2016 06:00Diomício GomesA gestante Edilene da Silva Lopes, de 22 anos e com cinco meses e meio de gestação, está temerosa com o futuro do bebê que carrega. Contaminada pelo zika vírus em dezembro do ano passado, a jovem tem feito pré-natal comum, em um dos 18 postos de saúde do município de Santo Antônio do Descoberto. No entanto, quando o caso veio à tona no ano passado, tanto a Secretaria Estadual de Saúde quanto a pasta municipal garantiram que Edilene seria encaminhada na semana seguinte para o Hospital Materno Infantil (HMI) de Goiânia, o que não foi feito. “Eles prometeram apoio, disseram que iam me levar em Goiânia, que eu ia ter atendimento mais avançado... Eu esperava mais”, conta a gestante.O caso é envolto em múltiplas versões, a começar pelo primeiro exame do feto. No dia 29 de dezembro, Edilene pagou a econografia do bebê, exame que identifica, dentre outros pontos, índice cefálico e circunferência craniana fetal. A jovem diz que precisou pegar a quantia de R$ 70 emprestado com a mãe para a realização do exame em clínica particular. Tanto ela quanto o namorado estão desempregados. A providência foi tomada, conforme gestante, por causa da demora para efetivação do exame. “Eu estava com medo. Queria saber como o bebê estava.”De acordo com a secretária municipal de Saúde, Wisliane Maximiano, o exame já estava marcado para a primeira semana de janeiro, mas Edilene não quis esperar. “Isso foi escolha pessoal dela”, pontuou. A gestora garante que o próximo exame, chamado de ecografia 3D, é mais aprofundado e será feito em uma clínica particular do município, sendo que as despesas serão pagas com verba da pasta.Com o exame feito por Edilene, a enfermeira especializada em Saúde da Família Mirian Souto, que faz o acompanhamento da gestante no Posto Estratégia Saúde da Família 9, explicou que os resultados estão dentro da normalidade. Os exames foram feitos quando a jovem estava com 17 semanas e cinco dias de gravidez, e mostrou índice cefálico 80 (quando referência é de 74 a 86) e circunferência craniana fetal 146 (referência é 118 a 156). “Como não apresentou anormalidade, ela pode ser atendida aqui no posto. O risco para microcefalia está praticamente descartado”, disse, garantindo que se tudo continuar vem, o pré-natal será feito todo na atenção básica.Por isso, conforme a secretária Wisliane, a gravidez da jovem não foi considerada de alto risco. A secretária garantiu ainda que está seguindo um protocolo enviado pela Secretaria Estadual de Saúde em que só deve encaminhar ao HMI gravidez de alto risco. “A criança não tem microcefalia. Não é de alto risco”, disse, garantindo que todo o apoio está sendo prestado à paciente.http://www.opopular.com.br/editorias/cidades/%C3%A0-espera-de-uma-promessa-1.1032069?usarChave=trueA Crítica (MS)Ministros da Saúde do Mercosul discutem em Montevidéu combate ao Aedes aegyptiO ministro da Saúde, Marcelo Castro, vai representar o país no encontro em Montevidéu, no UruguaiQuarta, 3 de Fevereiro de 2016 - 07:57POR: DA REDAÇÃOOs ministros da Saúde dos países do Mercosul vão se reunir hoje (3) em Montevidéu, no Uruguai, para discutir medidas conjuntas de combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, a febre chikungunya e o vírus Zika, relacionado ao aumento de casos de microcefalia no país.O ministro da Saúde, Marcelo Castro, vai representar o país no encontro. A reunião será aberta a integrantes da Comunidade dos Estados Latino-Americanos (Celac) e da União de Nações Sul-Americanas (Unasul).Ao participar, no Equador, da cúpula da Celac, a presidenta Dilma Rousseff disse que propôs aos líderes dos demais países cooperação para eliminar o mosquito.OMSA Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou segunda-feira (1º) Emergência de Saúde Pública de importância internacional por causado vírus Zika e sua possível associação com a microcefalia e síndromes neurológicas.A decisão foi recomendada pelo Comitê de Emergência da OMS à diretora-geral da organização, Margaret Chan, com base nas informações técnicas de entendimento do vírus Zika repassadas pelo Brasil, a França, os Estados Unidos e El Salvador. Em entrevista, Margaret destacou que ainda é necessário comprovar cientificamente a ligação entre infecções pelo vírus Zika em gestantes e casos de microcefalia em bebês. As evidências, entretanto, são consideradas fortes pelos especialistas do grupo.A emergência de saúde pública de importância internacional é um evento extraordinário que exige uma resposta coordenada. Esse reconhecimento internacional deve facilitar a busca de parcerias em todo o mundo, reunindo esforços de governos e especialistas para enfrentar a situação.No BrasilNo fim do ano passado, o Ministério da Saúde no Brasil estabeleceu a relação entre o aumento da microcefalia no Nordeste do país e a infecção por zika. De acordo com o último boletim, o ministério da Saúde confirma 404 casos de microcefalia e/ou outras alterações do sistema nervoso central, dos quais 17 estão relacionados ao vírus.http://www.acritica.net/editorias/saude/ministros-da-saude-do-mercosul-discutem-em-montevideu-combate-ao/161420/A Crítica (MS)Guerra ao Mosquito inicia conscientização da população de mais 7 bairrosTrata-se da última semana da Campanha, que termina na próxima sexta-feira (05) e começou no dia 21 de dezembro do ano passado.GUERRA AO AEDES AEGYPTI | Terça, 2 de Fevereiro de 2016 - 15:44POR: DA REDAÇÃO A Campanha Guerra ao Mosquito Aedes aegypti, uma iniciativa realizada pela Fiems e Sesi com o apoio da TV Morena e DGPC (Delegacia Geral da Polícia Civil) para disseminar informações de conscientização da população de Campo Grande sobre as formas de combate ao vetor da dengue, febre chikungunya e zika vírus, iniciou, na ultima segunda-feira (01), os trabalhos nos bairros Nova Lima, Coronel Antonino, Monte Castelo, Mata do Segredo, Seminário, Vila Nasser e José Abrão. Trata-se da última semana da Campanha, que termina na próxima sexta-feira (05) e começou no dia 21 de dezembro do ano passado, totalizando até agora 104.854 domicílios, 403.951 pessoas e 6.553 empresas em várias regiões de Campo Grande. Até agora as equipes já percorreram os bairros Noroeste, Veraneio, Panorama, Maria Aparecida Pedrossian, Oiti, Estrela Dalva, Novos Estados, Vila Nascente, Vila Jacy, Taquarussu, Guanandi, Caiçara, Oliveira I, II e III, Bom Jardim, União, Portal Caiobá, Coophavilla, Tarumã, Batistão, Rancho Alegre, Tijuca, Nhá-Nhá, Marcos Roberto, Piratininga e Vila Carvalho.  Para o superintendente do Sesi, Bergson Amarilla, o indicador é positivo e demonstra o empenho das equipes em realizar o trabalho, que segue dentro do cronograma. “O desemprenho das equipes está sendo fundamental para conseguirmos bons resultados, sem dúvida este é um grande e importante diferencial, principalmente quando estamos caminhando por uma região mais populosa”, declarou, acrescentando que a Guerra ao Mosquito conta com uma unidade móvel do Sesi, seis automóveis, um carro de som e 30 agentes contratados, promovendo caminhada com panfletagem e realização de visitas domiciliares. População Para a secretária Rejane Barbosa Gomes, 40 anos, moradora do Jardim das Cerejeiras, a campanha é de extrema importância para alertar a população. “Toda forma de conscientização é bem-vinda, pois os moradores ainda deixam água parada, então é preciso mesmo se conscientizar”, disse. A aposentada Enedina Maroa de Jesus, 82 anos, também moradora do Bairro Jaridm das Cerejeiras, contou que nunca teve dengue e que fica atenta aos cuidados com o foco. “Essas orientações são fundamentais para lembrar do que é preciso fazer em casa”, afirmou. Para a técnica de enfermagem Auxiliadora Neves Pereira, 26 anos, outra moradora do Jardim das Cerejeiras, é necessário que a população tenha mais responsabilidade. “Tem sempre que chamar a atenção do povo, porque cada um tem que fazer a sua parte”, falou.http://www.acritica.net/editorias/saude/guerra-ao-mosquito-inicia-conscientizacao-da-populacao-de-mais-7/161384/Gazeta do Povo (PR)Em relação a 2015, casos de dengue mais que triplicam no ParanáDe acordo com o último boletim da Secretaria de Saúde, estado já tem 3.102 casos autóctones confirmados da doença. Em período semelhante do ano passado, eram 80802/02/2016  22h50 Caroline OlindaUm verão chuvoso e quente e uma nova cidade grande infestada pelo mosquito Aedes aegypti. Combinação perfeita para o número de casos de dengue explodir. É isso que tem ocorrido no Paraná nestes últimos meses. Comparado ao período do ano passado mais próximo, os casos autóctones da doença já confirmados mais que triplicam, de acordo com os dados disponíveis no último boletim da dengue divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde.O número de cidades em situação epidêmica também aumentou. Entre a 31.ª semana de 2014 e a 5.ª de 2015, eram sete municípios. Da 31.ª semana de 2015 a 4.ª de 2016, já são 11 cidades. Entre elas, Paranaguá. A cidade do litoral do estado já registra 931 casos autóctones da doença– uma incidência de 617,95 doentes para cada 100 mil habitantes – e quatro mortes relacionadas à dengue.“O mosquito vem ampliando o seu território e, quando infesta um local novo, encontra toda uma população suscetível. Então, acontece o que estamos vendo em Paranaguá”, comenta a chefe do Centro de Vigilância Ambiental da Secretaria Estadual de Saúde, Ivana Lúcia Belmonte. No meio do ano passado, Paranaguá se declarou infestado pelo Aedes aegypti. Outros 298 municípios do estado estão na mesma situação. Em 2015, era 283 cidades.Clima e lixoO El Niño ajuda a explicar um pouco essa situação. O fenômeno, o mais intenso dos últimos 20 anos, é o responsável pelas altas temperaturas e fortes chuvas que têm marcado o verão deste ano no Paraná. Calor e água fazem a combinação perfeita para a proliferação do mosquito. Mas ele também precisa de uma base para colocar seus ovos, sair da fase de larva e atingir o estágio adulto. E aqui entra a importância da limpeza e vigilância.Uma cidade só é considerada infestada pelo Aedes aegypti quando focos do mosquito deixam de estar apenas em pontos considerados estratégicos e passam a ser encontrados também em residências e outros locais da cidade. Como explica Ivana, esses pontos estratégicos são borracharias, depósitos de sucatas e outros espaços que recebem objetos de fora e são propícios para o acúmulo de água.Os municípios devem mapear esses locais e vistoriar os espaços quinzenalmente para verificar se há ovos de mosquito e larvas. Também é preciso instalar armadilhas para mosquitos, aplicar larvicidas e eliminar possíveis focos. “Normalmente, os mosquitos entram por esses pontos ditos estratégicos e, se não é feito o controle, se esparrama pelo resto da cidade. O trabalho de controle é o ano inteiro e sempre”, diz Ivana.Evolução da dengueNúmero de casos de dengue no Paraná praticamente quadruplicou se comparado com o mesmo período entre 2014 e 2015.http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/em-relacao-a-2015-casos-de-dengue-mais-que-triplicam-no-parana-0vtzz0f073qlb4bfhtek92ynkGazeta do Povo (PR)Número de casos de dengue sobe 28% no Paraná02/02/2016  19h45 Da RedaçãoEm comparação à semana anterior ,   o   b o l e t i m   e p i d e m i o l ó g i c o   d a   d e n g u e ,   z i k a   e   c h i k u n g u n y a   d i v u l g a d o   n e s t a   t e r ç a - f e i r a   ( 2 )   p e l a   S e c r e t a r i a   d e   E s t a d o   d a   S a ú d e   m o s t r a   u m   a u m e n t o   d e   2 8 %   n o   n ú m e r o   d e   c a s o s   c o n f i r m a d o s   d e   d e n g u e   n o 	 P a r a n á ,   p a r a   3 . 4 4 4   o c o r r ê n c i a s      s e n d o   3 . 1 0 2   a u t ó c t o n e s ,   o u   s e ja, de dengue contraída dentro do território estadual. Apesar desse aumento, o número de municípios em situação epidêmica – com mais de 300 casos por 100 mil habitantes – continua em 11.Foz do Iguaçu apresentou o maior aumento no número de casos autóctones, ou seja, contraídos dentro do próprio município. Em uma semana, Foz passou de 385 casos de dengue para 562. O aumento significativo fez com que a cidade decretasse situação de urgência.O número de óbitos pela dengue não aumentou. São cinco casos confirmados no estado, quatro em Paranaguá e um em Foz do Iguaçu.Zika e microcefaliaDesde dezembro de 2015, foram notificados dez casos suspeitos de microcefalia em sete cidades do Paraná. Ainda no boletim da semana passada, oito já haviam sido descartados.Para os outros dois outros casos, eram aguardadas a s análises de exames finais das amostras coletadas das mães e bebês. Em uma das ocorrências, os resultados foram negativos para a presença do zika vírus, o que motivou o descarte. A secretaria ainda aguarda a checagem dos exames feitos no tecido placentário do caso que permanece em investigação.http://www.gazetadopovo.com.br/saude/numero-de-casos-de-dengue-sobe-28-no-parana-9zic93b4j7kpuk8lkvb4gkkj4BemParaná (PR)Dengue em Curitiba pode crescer após o Carnaval, dizem autoridadesInfectologista cita o hábito dos brasileiros de viajarem para locais onde há surtos como a causa02/02/16 às 23:00 - Atualizado às 22:37 Ana EhlertApós o feriado do Carnaval, é possível que se eleve o número de casos de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti em Curitiba e todo o Paraná. Isso, porque neste período há um grande número de pessoas que costumam aproveitar o feriado prolongado para viajar.“O que pode ocorrer é um aumento no números de casos importados de doenças, causadas pelo Aedes aegypti”, explica Juliane Oliveira, diretora do Centro de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde. Ela ressalta que, quando uma pessoa vai para um local onde há a presença do mosquito, essa pessoa pode ser picada, mas apresentar os sintomas das doenças transmitidas, como dengue, chikungnya e zika, cerca de 5 ou 6 dias depois da picada.Além disso, nos balneários ou locais onde há comemorações carnavalescas, o que acaba sobrando é o lixo de muitos foliões. Ou seja, além dos casos que acabam sendo importados destes lugares, onde há registros de dengue, chikungunya e zika e também pelo surgimento de novos focos no lixo que ficou acumulado.Apesar dos casos de Dengue no Paraná serem mais preocupantes em Paranaguá, com o registro de 2.756 casos, a doença está presente em outras cidades do Litoral do Paraná. Segundo os dados do úlitmo boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), há casos em Guaratuba (41), Matinhos (19), Pontal do Paraná (94), Antonina (23), Morretes (20) e Guaraqueçaba (21).“O trânsito de pessoas por regiões onde há mais casos podem propagar essas doenças e levá-las para outras regiões”, concorda o infectologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, José Ribamar Branco.Para evitar que isso ocorra, Juliane orienta as pessoas a tomarem medidas relacionadas aos cuidados individuais. O uso de repelente, com a reaplicação de acordo com a indicação da embalagem, está entre esses cuidados. Além disso, antes de sair de casa para passar o feriado fora, eliminar os possíveis focos do Aedes em casa. “Essa medida também deve ser adotada na casa alugada na praia ou pousada onde a pessoas irá passar o feriado”, diz. “Outra medida importante, é dar preferência para os locais onde exista tela protetora nas janelas”, afirma Juliane. Como medida preventiva, vale aspergir inseticida no local escolhido para ficar. “Mas é importante lembrar que essa medida apenas mata o inseto, ou seja, o mosquito, não a larva. Por isso, é importante fazer uma limpeza no local e inspecionar todos os recipientes ou pontos onde possa haver acúmulo de água, como pratos de plantas e vasos”, orienta.Na volta para casa, Juliane ressalta que é importante ficar atento aos sintomas das doenças trasmitidas pelo Aedes. “E caso tenha algum sintoma, deve imediatamente procurar atendimento médico”, diz.De acordo com o infectologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, José Ribamar Branco, atualmente não existe alternativa melhor para prevenção dos três vírus que o combate ao mosquito que os transmite. “Não há um tratamento específico para essas doenças e, muitas vezes, os pacientes sequer apresentam sintomas bem definidos. A dengue já conta com uma vacina aprovada pela Anvisa e o diagnóstico precoce é importante, mas eliminar o mosquito é a forma mais eficaz de lutar contra a dengue, a zika e a chikungunya. Para ajudar a localizar e exterminar os focos dessas doenças, as pessoas podem colaborar com o governo, que conta com o trabalho de agentes para combater os vírus”, ressalta.Cuidados para evitar o Aedes aegyptiAntes de sair para a viagem verifique na sua casaDescarte adequadamente tudo o que acumula águaMantenha bem tampados tonéis e barris de águaMantenha calhas, canos e ralos desentupidosColoque areia nos pratos de vasos de plantasVire a boca de garrafas e vasilhames para baixoNão deixe pneus onde possa acumular águaTampe a caixa d’águaTampe lixeirasTome cuidado com os recipientes para água de animais de extimaçãoQuando chegar ao destino da viagem, refaça os mesmos procedimentos realizados na sua casa, antes de viajarUse repelenteDê preferências para locais que ofereçam telas, em bom estado, nas janelasUse inseticida para matar os mosquitos que existirem no local escolhido para a estadia.http://www.bemparana.com.br/noticia/427255/dengue-em-curitiba-pode-crescer-apos-o-carnaval-dizem-autoridadesBemParaná (PR)Paraná descarta caso de microcefalia, mas vê alta na incidência de dengue02/02/16 às 23:00 - Atualizado às 22:50 O Paraná descartou ontem um caso suspeito de microcefalia relacionado ao zika vírus que estava em investigação no Estado. A análise foi conduzida pelo Grupo Técnico de Microcefalia da Secretaria Estadual da Saúde, criado em dezembro e que tem a função de analisar todos os casos notificados. Na semana passada, o grupo já havia descartado que outros oito registros da malformação em bebês teriam relação com a infecção pelo zika vírus.Desde dezembro de 2015, foram notificados 10 casos suspeitos de microcefalia em sete cidades do Paraná. Oito casos foram descartados por não se enquadrarem nos critérios de microcefalia estabelecidos pelo Ministério da Saúde.BoletimDe acordo com o informe técnico divulgado na terça-feira (2), o Paraná apresenta 3.444 casos confirmados de dengue. Comparado ao boletim da última semana, houve um aumento de 28% de casos no Estado. Apesar desse aumento, o número de municípios em epidemia se manteve em 11.Foz do Iguaçu apresentou o maior aumento no número de casos autóctones, ou seja, contraídos dentro do próprio município. Em uma semana, Foz passou de 385 casos de dengue para 562. O aumento significativo fez com que a cidade decretasse situação de urgência.Para poder suprir a demanda, o Hospital Municipal de Foz do Iguaçu inaugura ainda essa semana 30 novos leitos para atendimento exclusivo a pacientes com dengue.http://www.bemparana.com.br/noticia/427257/parana-descarta-caso-de-microcefalia-mas-ve-alta-na-incidencia-de-dengueDiário Catarinense (SC)Cresce número de casos de dengue e zika vírus confirmados em SC02/02/2016- 20h15min  -  Atualizada em 02/02/2016- 20h34min No relatório divulgado na noite desta terça-feira pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive-SC), foram confirmados 15 casos de dengue no período de 1 a 30 de janeiro deste ano. O número é quase o dobro em relação ao último levantamento divulgado pelo órgão, no último dia 26, que somava 9 confirmados da doença. Dos 15, apenas um deles contraiu o vírus da dengue em Santa Catarina, em Pinhalzinho. Nove pessoas foram infectadas fora do Estado e 5 estão em investigação. Santa Catarina também registra neste relatório um novo caso confirmado de zika vírus, o de uma gestante de Brusque. No total, são cinco casos confirmados e todos contraíram o vírus fora do Estado.Também transmitida pelo Aedes aegypti, a febre chikungunya tem apenas 26 casos suspeitos em 2016 no Estado. Todos seguem sendo monitorados. A Sala Estadual para o Combate ao Aedes aegypti, montada com representantes de diversos órgãos para monitorar o avanço dos casos no Estado, informa que todos os 28 municípios infestados pelo mosquito implantaram a sala de situação municipal. Apenas Novo Horizonte e Princesa não informaram a composição das salas. Dos 333.124 imóveis em área infestada que devem ser visitados até 12 de fevereiro, 152.816 já receberam a visita dos agentes sanitários, representando 45,9% do total. Os imóveis fechados ou que a visita foi recusada totalizam 39.286 (11,7% do total de imóveis existentes).Os municípios de Cordilheira Alta, Coronel Martins, Guaraciaba, Maravilha, Nova Itaberaba, Planalto Alegre, São Bernardino, São Lourenço do Oeste e Xaxim já realizaram a visita em todos os imóveis das suas áreas infestadas.http://dc.clicrbs.com.br/sc/estilo-de-vida/noticia/2016/02/cresce-numero-de-casos-de-dengue-e-zika-virus-confirmados-em-sc-4966368.htmlZero Hora (RS)Prefeitura planeja aumentar participação de apenados na limpeza de Porto AlegreIniciativa poderá ajudar na substituição dos homens do Exército, que deixarão a operação na Capital na sexta-feira para participar de ações de combate ao Aedes aegyptiPor: Carlos Rollsing02/02/2016 - 21h01minA equipe de limpeza e desobstrução das ruas de Porto Alegre, atingida por uma tempestade que derrubou três mil árvores, sofrerá uma baixa na próxima sexta-feira. Os 60 homens cedidos pelo Exército serão retirados da operação para se dedicarem às ações de combate ao mosquito Aedes aegypti.Informado da defecção nesta terça-feira, o prefeito em exercício Sebastião Melo planeja aumentar o número de apenados do regime semiaberto nas atividades de limpeza. Inicialmente, o secretário Estadual de Segurança, Vantuir Jacini, sinalizou com a disponibilização de 80 indivíduos. Como a adesão precisa ser voluntária, 64 se apresentaram na segunda e 41 na terça. O objetivo de Melo é recrutar os 80 planejados no princípio e mais 60 que possam substituir o contingente do Exército, totalizando até 140 apenados nas tarefas de limpeza das ruas, com acompanhamento de agentes da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe).— Temos serviço para muito tempo, no mínimo mais 30 dias — avaliou o prefeito em exercício.Melo está em contato com Jacini para negociar a possibilidade de ampliação das equipes de cidadãos condenados. Um dos desafios é oferecer algum benefício que os estimule a aderir. Pelo trabalho, eles conseguem redução de pena. Como a maioria deles vem de Charqueadas, uma das hipóteses estudadas é acenar com a transferência para Porto Alegre — o que é desejado por muitos dos apenados — aos que aderirem.— Já falei com o Jacini para aumentarmos esse efetivo. Precisaria de, no mínimo, mais 60 para repor o contingente do Exército que está saindo — explicou Melo.Segundo o prefeito em exercício, a Cootravipa, também envolvida nas atividades de recuperação da cidade, avalia a possibilidade de cadastrar os voluntários para ofertar vagas de emprego. Poderá ser outro estímulo, já que, como condenados do semiaberto, eles apenas dormem na casa de detenção, com autorização para sair e trabalhar durante o dia.http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2016/02/prefeitura-planeja-aumentar-participacao-de-apenados-na-limpeza-de-porto-alegre-4966452.htmlO Povo (CE)Microcefalia: casos confirmados sobem 50% em uma semana03/02/2016 - 06h59 Ministério da Saúde diz que 404 casos da doença foram confirmados no país desde outubro, sendo 17 oficialmente relacionados ao zika. Governo investiga mais 3.670 suspeitas possivelmente ligadas ao vírus.O número de casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central subiu 49,6% no Brasil em uma semana, segundo informou o Ministério da Saúde na noite desta terça-feira (02/02). Já são 404 casos confirmados, ante os 270 da semana passada.No mesmo período, o número de casos suspeitos aumentou 14,4%, passando de 4.180 para 4.783. Desse total, o governo afirmou estar investigando 3.670 casos, 222 a mais do que na semana anterior. Outras 709 notificações suspeitas já foram descartadas.O boletim também informou que, dos 404 casos confirmados desde o início das investigações, em 22 de outubro de 2015, 17 estão relacionados ao vírus zika. A Organização Mundial da Saúde (OMS), por outro lado, não reconheceu essa relação oficialmente.O Ministério da Saúde acrescenta que a microcefalia pode ter como causa diversos agentes infecciosos além do zika, como sífilis, toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus e herpes viral.Os casos brasileiros confirmados foram registrados em 156 municípios de nove estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Segundo o governo, o Nordeste concentra 98% desses municípios.O número de mortes possivelmente relacionadas à doença também subiu em uma semana, de 68 para 76. Em 15 desses casos, a microcefalia foi confirmada como causa do óbito. Em cinco deles, houve identificação do vírus zika no tecido fetal. Outros 56 casos ainda estão sendo investigados, e cinco foram descartados.No boletim, o Ministério ainda orienta as gestantes a adotar medidas para reduzir a presença do mosquito Aedes aegypti transmissor da dengue, chikungunya e zika , como eliminar criadouros e proteger-se da exposição ao inseto, aplicando repelentes, por exemplo.Nesta quarta-feira, ministros da Saúde de 15 países pertencentes ao Mercosul e à Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) se reunirão em Montevidéu, no Uruguai, para discutir estratégias conjuntas de combate ao mosquito.Também nesta quarta-feira, a presidente Dilma Rousseff fará um pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão para pedir que a população ajude intensamente no combate ao mosquito. Dilma também vem exigindo a mobilização de todos os ministérios na causa. HYPERLINK "http://www.opovo.com.br/app/maisnoticias/mundo/dw/2016/02/03/noticiasdw,3570710/microcefalia-casos-confirmados-sobem-50-em-uma-semana.shtml"http://www.opovo.com.br/app/maisnoticias/mundo/dw/2016/02/03/noticiasdw,3570710/microcefalia-casos-confirmados-sobem-50-em-uma-semana.shtmlO Povo (CE)Casos confirmados de microcefalia em bebês chegam a 404 no PaísDezessete deles são relacionados ao vírus da zika. Ainda estão sendo investigados pelo Ministério da Saúde e pelas secretarias 3.670 casos suspeitos de microcefalia em todo o Brasil, o que representa 76,7% das notificações03/02/2016O Brasil já registra 404 casos confirmados de recém-nascidos com microcefalia, 17 deles com exames positivos para o vírus da zika, segundo boletim atualizado do Ministério da Saúde. Além destes registros, há outros 3.670 casos em investigação de bebês com suspeita da má-formação. O número de casos suspeitos e confirmados representa um aumento de 9,5% em relação ao boletim da última semana, quando havia 3.448 casos suspeitos e 270 confirmados.Já o total de casos descartados passou de 462 para 709. São casos em que exames não apontaram alterações no cérebro do bebê ou em que o quadro de microcefalia não foi causado por infecções congênitas (transmitidas de mãe para filho), o que já descartaria provável relação dos casos com o zika, transmitido pelo Aedes aegypti e apontado como a principal hipótese para o avanço do problema.Também houve aumento no número de mortes em investigação. Ao todo, o País já registra 15 casos confirmados de bebês que morreram após o parto ou ainda durante a gestação. Segundo o Ministério da Saúde, os bebês tinham diagnóstico de microcefalia e outras má-formações - destes, cinco tiveram resultado positivo para o vírus zika após exames. Outras 56 mortes ainda são investigadas, e cinco foram descartadas.EstadosCerca de 80% dos casos notificados de microcefalia estão no Nordeste. A investigação de possíveis casos, no entanto, já ocorre em 25 Estados - até agora, os únicos a não apresentarem registros foram o Amapá e Amazonas. Pernambuco ainda lidera a lista de notificações, com 1.159 casos de suspeita de microcefalia e outros 153 já confirmados. Em seguida, está a Bahia, com 508 casos ainda em investigação, além de 99 confirmados. O uso de critérios diferentes por Estados para informar dados ao Ministério da Saúde deixa dúvidas sobre o “mapa” real da expansão do problema no país. No balanço nacional, por exemplo, ainda aparecem registros em que o perímetro da cabeça do recém-nascido é maior do que os 32 cm definidos como limite pela OMS (Organização Mundial da Saúde) - caso de Pernambuco, onde apenas cerca de 38% dos casos seguem esse parâmetro.Outra diferença nos dados ocorria em relação a São Paulo, que informava apenas os casos em que as mães dos bebês tiveram sintomas de zika na gravidez. O novo balanço, porém, já apresenta o número total de registros de microcefalia: 126 desde novembro. Nesta segunda-feira, a OMS declarou emergência mundial em saúde pública devido à suspeita de ligação do vírus zika com os recentes casos de microcefalia e doenças neurológicas. HYPERLINK "http://www.opovo.com.br/app/opovo/brasil/2016/02/03/noticiasjornalbrasil,3570561/casos-confirmados-de-microcefalia-em-bebes-chegam-a-404-no-pais.shtml"http://www.opovo.com.br/app/opovo/brasil/2016/02/03/noticiasjornalbrasil,3570561/casos-confirmados-de-microcefalia-em-bebes-chegam-a-404-no-pais.shtmlNovo Extra (AL)Alagoas registra 185 casos suspeitos de microcefalia, aponta Sesau02/02/2016O número de casos suspeitos de microcefalia em Alagoas é 185. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (2), pelo Centro Estadual de Informação Estratégica em Vigilância em Saúde (Cievs), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). Do total de notificações, 182 foram em recém-nascidos e três em bebês que ainda não nasceram. Ainda de acordo com as informações fornecidas pelo Cievs, três bebês com suspeita de microcefalia evoluíram para óbito em Alagoas. O número se refere aos casos notificados depois que o Ministério da Saúde decretou situação de emergência na saúde pública. Anteriormente, a Sesau já havia notificado três casos suspeitos.RegiõesNa I Região de Saúde, segundo a nota técnica divulgada nesta terça-feira, são 44 casos notificados, sendo 33 de Maceió, cinco de Rio Largo, um de Coqueiro Seco, dois de Marechal Deodoro, um de Santa Luzia do Norte, um de Pilar e um de Flexeiras. Seis casos são investigados na II Região, sendo dois de Japaratinga, um de Matriz do Camaragibe, um de Maragogi, um de Porto Calvo e um de São Luís do Quitunde.Na III Região são 14 casos investigados, dos quais três são de Branquinha, três de União dos Palmares, dois de Murici, dois de Ibateguara, um de São José da Laje, um de Novo Lino e dois de Joaquim Gomes. A nota técnica aponta, ainda, que na IV Região de Saúde são dez casos suspeitos, sendo quatro de Paulo Jacinto, dois de Atalaia, um de Chã Preta, um de Viçosa, um de Quebrangulo e um de Capela. Com relação à V Região de Saúde, são oito os casos investigados, sendo três de São Miguel dos Campos, dois de Teotônio Vilela, um de Anadia e dois de Campo Alegre. Já na VI Região de Saúde, o Cievs está investigando 18 casos sob investigação, dos quais são oito de Penedo, quatro de Piaçabuçu, cinco de Coruripe e um de Igreja Nova. A VII Região de Saúde aparece com 22 casos sob suspeita, dos quais são 14 são de Arapiraca, um de Belo Monte, um de Craíbas, um de Coité do Nóia, um de Campo Grande, um de Girau do Ponciano, um de Major Izidoro, um de Traipu e um de São Sebastião. Na VIII Região são 13 bebês com suspeita de microcefalia, sendo seis de Palmeira dos Índios, dois de Cacimbinhas, dois de Estrela de Alagoas, dois de Igaci e um de Maribondo. Trinta bebês com suspeita de microcefalia são investigados na IX Região de Saúde, sendo sete de São José da Tapera, sete de Santana do Ipanema, cinco de Pão de Açúcar, quatro de Canapi, três de Dois Riachos, um de Poço das Trincheiras, um de Olivença, um de Olho D’Água das Flores e um de Monteirópolis. E na X Região, 17 são os bebês investigados, sendo cinco em Piranhas, sete de Delmiro Gouveia, um em Pariconha, um em Olho D’Água do Casado, um em Mata Grande, um em Água Branca e um em Inhapi. Posição de AL  No ranking nacional de casos suspeitos de microcefalia, Alagoas ocupa a sexta posição. Em primeiro lugar aparece Pernambuco, com 1.373 casos; seguido por Paraíba, com 709 casos; Bahia (533 casos); Ceará (229 casos); Rio Grande do Norte (208 casos). Sergipe aparece em seguida, com 172 casos; o Maranhão desponta com 134 casos e o Piauí investiga 91 casos. Diante dos casos notificados da anomalia, a secretária de Estado da Saúde, Rozangela Wyszomirska, recomenda que a população possa intensificar o controle e erradicação do mosquito Aedes aegypti. Isso porque, ele é responsável por transmitir a dengue, chikungunya e zika vírus, que pode ter relação com o aumento dos casos suspeitos de microcefalia. “Disponibilizamos toda a estrutura da Sesau para frear o aumento dos casos de dengue, zika vírus e chikungunya. Mas é necessário que os gestores municipais e a população adotem todas as medidas de combate Aedes aegypti. Além de manter bem tampados os reservatórios de água limpa, é necessário cuidar da limpeza doméstica”, orienta Rozangela Wyszomirska. HYPERLINK "http://novoextra.com.br/so-no-site/alagoas/21014/alagoas-registra-185-casos-suspeitos-de-microcefalia-aponta-sesau"http://novoextra.com.br/so-no-site/alagoas/21014/alagoas-registra-185-casos-suspeitos-de-microcefalia-aponta-sesauPortal AZ (PI)Piauí registra 103 casos de microcefalia02/02/2016 • 15:As notificações de bebês com microcefalia correlacionados ao zika vírus no Piauí chegam a 103 casos, sendo que 10 foram descartados por estarem relacionados a outras infecções. O boletim é referente aos dados consolidados até o dia 1º de fevereiro.Os casos foram registrados em 40 municípios, com notificação de seis óbitos, sendo um confirmado e cinco continuam sendo investigados pelo Comitê de Operações de Emergência em Saúde-Microcefalia, implantado pela Secretaria de Estado da Saúde.“Com relação aos casos descartados, isso se dá porque eles não se enquadravam dentro dos critérios de vigilância dos casos. Mas, os dez bebês continuarão sendo acompanhados, seguindo a investigação básica e a estimulação precoce”, disse Miriane Araújo, gerente de Atenção à Saúde da Sesapi.Emergência internacionalA disseminação do zika vírus e a provável ligação com casos de microcefalia tornaram-se uma emergência de saúde pública internacional, declarou, nessa segunda-feira (1º), a Organização Mundial da Saúde (OMS).O anúncio foi feito em coletiva de imprensa, em Genebra, depois da primeira reunião do Comitê de Emergência sobre zika vírus da OMS.O Ministério da Saúde considera de fundamental importância a declaração da Organização Mundial da Saúde (OMS) de Emergência de Saúde Pública de importância internacional (ESPII) por vírus zika e sua possível associação com a microcefalia e síndromes neurológicas, ocorrida nesta segunda-feira (1º). A decisão foi recomendada pelo Comitê de Emergência da OMS à presidente da organização, Margaret Chan, com base nas informações técnicas de entendimento do vírus Zika repassada pelo Brasil, França, Estados Unidos e El Salvador.A Emergência de Saúde Pública de importância internacional é um evento extraordinário que exige uma resposta coordenada. Este reconhecimento internacional deve facilitar a busca de parcerias em todo o mundo, reunindo esforços de governos e especialistas para enfrentar a situação. HYPERLINK "https://www.portalaz.com.br/noticias/saude/362014_piaui_registra_103_casos_de_microcefalia"https://www.portalaz.com.br/noticias/saude/362014_piaui_registra_103_casos_de_microcefaliaO Liberal (PA)Belém registra 1º caso de microcefalia relacionado ao zikaCriança nasceu em novembro do ano passado. Sesma investiga outros três casos suspeitos em bebêsEm 02 DE FEVEREIRO, 2016 - 12H52A Sesma (Secretaria Municipal de Saúde) confirmou nesta terça-feira (2) o primeiro caso de bebê nascido em Belém com microcefalia relacionado ao zika vírus. A criança nasceu em novembro do ano passado, no Hospital Beneficente Portuguesa. O diagnóstico foi confirmado após exames realizados na criança pelo Instituto Evandro Chagas. Foram encontrados fragmentos de genoma do zika vírus no bebê.De acordo com a Sesma, o exame realizado na mãe da criança deu negativo para o vírus, pois ela já havia tido a doença há muito tempo. A secretaria investiga outros três casos suspeitos de microcefalia em bebês que nasceram na capital paraense. Destes, dois residem no interior do Estado, nos municípios de Parauapebas e Abaetetuba.Só em janeiro deste ano já foram notificados 90 casos de zika em Belém, sendo que 23 grávidas estão sendo monitoradas. No ano passado foram confirmados 42 casos da doença em Belém, sendo três em mulheres grávidas. HYPERLINK "http://www.ormnews.com.br/noticia/belem-registra-1-caso-de-microcefalia-relacionada-ao-zika"http://www.ormnews.com.br/noticia/belem-registra-1-caso-de-microcefalia-relacionada-ao-zikaJornal da Paraíba (PB)Casos suspeitos de microcefalia ligados ao Zika sobem de 709 para 750 na PBSegundo o Ministério da Saúde, do total de casos, 460 ainda estão em investigação, 37 foram confirmados e 253 foram descartados.02/02/2016 19H13Os casos suspeitos de microcefalia em bebês de mães que tiveram Zika vírus passaram de 709 para 750 na Paraíba. A informação foi divulgada na tarde desta terçafeira (2) pelo Ministério da Saúde. Segundo o órgão, do total de casos no Estado, 460 ainda estão em investigação, 37 foram confirmados e 253 foram descartados. Conforme o boletim, a Paraíba continua em segundo lugar no ranking dos Estados com mais casos, apenas atrás de Pernambuco, que conta com 1.447.Em todo o país, são 4.783 casos suspeitos da doença, com 3.670 em investigação – o que representa 76,7% dos casos notificados. O boletim aponta também que, em nível nacional, 404 casos já tiveram confirmação de microcefalia ou outras alterações do sistema nervoso central, sendo que 17 com relação ao vírus Zika. Outros 709 casos notificados já foram descartados.Os novos números demonstram aumento dos casos já classificados como confirmados e descartados nesta última semana, se comparado a semanas anteriores. O crescimento dos casos investigados e classificados foi de 52%, com relação ao boletim do dia 23 de janeiro. Eram 732 na semana anterior, passando para os atuais 1.113.No total, foram notificados 76 óbitos por microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central após o parto (natimorto) ou durante a gestação (abortamento espontâneo). Destes, 15 foram investigados e confirmados para microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central, sendo que cinco tiveram identificação do vírus Zika no tecido fetal. Outros 56 continuam em investigação e cinco já foram descartados. HYPERLINK "http://www.jornaldaparaiba.com.br/cidades/noticia/165681_casos-suspeitos-de-microcefalia-ligados-ao-zika-sobem-de-709-para-750-na-pb"http://www.jornaldaparaiba.com.br/cidades/noticia/165681_casos-suspeitos-de-microcefalia-ligados-ao-zika-sobem-de-709-para-750-na-pbImirante (MA)199 pessoas são suspeitas de serem vítimas do Aedes em SLDado se refere a dengue, zika e chikungunya somente no primeiro mês deste ano; um óbito de dengue hemorrágica na área Itaqui-Bacanga está sob investigação03/02/2016O mosquito Aedes aegypti pode ter contaminado, somente no primeiro mês deste ano, em São Luís, 199 pessoas. O dado é da Vigilância Epidemiológica de Secretaria Municipal de Saúde (Semus), que informou também a investigação do óbito de uma idosa, na área Itaqui-Bacanga, que estava com dengue hemorrágica antes de falecer.Do total de casos suspeitos, 132 são relativos apenas à dengue. Outros 52 casos de febre chikungunya foram notificados somente nos 30 primeiros dias de 2016 e 15 pessoas estão com os sintomas do zika vírus. O número de casos suspeitos de febre chikungunya deste ano, por exemplo, é quase a metade do índice registrado em todo o ano passado, na capital maranhense, quando 120 casos da enfermidade foram notificados.Segundo levantamento da Vigilância Epidemiológica do Município, em 2015, houve o registro de 2.418 casos de dengue, o que corresponde a pouco mais de seis casos da doença por dia, somente em São Luís. Deste total, 1.896 foram confirmados e 21 registros são considerados graves. De acordo com a Semus, durante todo o ano passado cinco pessoas morreram na capital por causa da dengue.Com base no relatório da Semus, 3.012 “casos prováveis” do zika vírus foram notificados em 2015. Deste total, apenas seis foram confirmados e, de acordo com a pasta, houve uma pessoa morta na capital maranhense, por causa da doença. Para reduzir esses números, a Prefeitura de São Luís promete realizar, no dia 13 deste mês, um mutirão em bairros da cidade.De acordo com a secretária titular da pasta, Helena Duailibe, os dados são graves, no entanto, ações em conjunto estão sendo tomadas. “Estamos realizando mutirões em bairros, distribuindo carros fumacê e mobilizando os agentes para zerar esses dados”, afirmou. Ela também informou que, até o momento, os membros do Exército ainda não estão ajudando no combate ao vetor. “Haverá uma capacitação dessas pessoas e, a partir da segunda quinzena deste mês, os membros do Exército auxiliarão nos trabalhos”, disse.NÚMEROS199 pessoas podem ter sido vítimas do Aedes este ano em SL132 casos notificados de dengue em SL foram confirmados52 casos notificados de Chikungunya em 201615 casos prováveis de zika, este ano, em SLEspaços públicos da cidade ainda mantêm água paradaQuando O Estado esteve nos locais, já havia larvas que podem ser de Aedes aegypti e Prefeitura informou que fazia limpeza periódica nessas áreasApesar do alerta dado por O Estado, conforme publicado no dia 27 do mês passado, que determinados espaços públicos em São Luís apresentam possíveis focos do mosquito Aedes aegypti, praças e até mesmo cemitérios da cidade ainda estão com água acumulada. O cenário não corresponde ao posicionamento, dado pela Prefeitura no dia em que a reportagem foi produzida, sobre a promoção de limpeza desses espaços periodicamente.Na Praça Gonçalves Dias, por exemplo, na parte interna de algumas floreiras, é possível ver o acúmulo de água. Em alguns casos, existem amostras de mosquitos que podem ser o Aedes. “A gente vem para uma praça desta e não consegue nem ter segurança”, disse a vendedora ambulante Maria das Graças Pinheiro, de 52 anos. Situação semelhante ocorre no Cemitério do Gavião, em São Luís. Entre os túmulos e nos vasos onde são colocadas as flores aos mortos, também havia acúmulo de água.De acordo com dados da própria Semus, a capital maranhense tem atualmente 648 agentes de endemias combatendo o mosquito Aedes em, pelo menos, sete distritos da cidade (Cohab, Centro, Tirirical, Itaqui, Vila Esperança, Coroadinho e Bequimão). No total, 92 unidades de saúde estão disponíveis à população na capital maranhense.Casas fechadasA secretária municipal de Saúde, Helena Dualibe, com base na Medida Provisória do Governo Federal que autoriza a entrada forçada de agentes de saúde em imóveis fechados e não-ocupados com possíveis focos do mosquito, informou que os profissionais lotados da Semus deverão entrar nas residências, a partir de agora, após pelo menos duas visitas. “O agente vai até o imóvel e irá novamente, pelo menos mais uma vez, para se certificar de que aquele local realmente está desocupado”, disse.Correios combaterão mosquito Aedes aegyptiEngajados na campanha pela erradicação do mosquito, os Correios adotarão as medidas estabelecidas pelo Decreto n° 8.662, publicado ontem, no Diário Oficial da União. Entre as ações previstas, está a distribuição de folhetos educativos pelos carteiros em residências e empresas de todo o País. São 60 mil carteiros que atuarão como multiplicadores, reforçando as formas de combate ao mosquito e a consequência da presença de focos e criadouros à saúde da comunidade. Os atendentes comerciais também entregarão material educativo nas mais de 6,4 mil agências próprias da empresa. HYPERLINK "http://imirante.com/oestadoma/noticias/2016/02/03/199-pessoas-sao-suspeitas-de-serem-vitimas-do-aedes-em-sl.shtml"http://imirante.com/oestadoma/noticias/2016/02/03/199-pessoas-sao-suspeitas-de-serem-vitimas-do-aedes-em-sl.shtmlDiário do Nordeste (CE)Ceará tem 7 casos ligados a infecções congênitas   00:00 · 03.02.2016O Ministério da Saúde já confirma sete casos de microcefalia relacionados a infecções congênitas no Ceará, além de outros 234 em investigação. As informações foram divulgadas no início da noite deste terça-feira (2). O Ceará contabilizou ainda 10 suspeitas descartadas.Até o momento, o Brasil contabiliza 404 casos de microcefalia ou malformações do sistema nervoso central, sendo 17 deles relacionados ao zika vírus. Outros 3.670 estão sob investigação.Dos 76 óbitos por microcefalia ou outras alterações no sistema nervoso notificadas no País, 15 foram investigadas e confirmadas, sendo que cinco tiveram identificação com o zika, um deles no Ceará.O órgão federal lembra não apenas as notificações de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso relacionadas ao zika que são investigadas, como também outros agentes infecciosos que ocasionam o problema, tais como sífilis, toxoplasmose, rubéola e citomegalovirus.LocalidadesNo Brasil, 156 municípios registraram casos de microcefalia ligados à infecção. A região Nordeste concentra 98% das cidades com confirmações, sendo Pernambuco o estado com maior número de municípios (56), seguido do Rio Grande do Norte (31) e Paraíba (24). O Ceará aparece com registros confirmados em três municípios. HYPERLINK "http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/cidade/ceara-tem-7-casos-ligados-a-infeccoes-congenitas-1.1485288"http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/cidade/ceara-tem-7-casos-ligados-a-infeccoes-congenitas-1.1485288Diário do Nordeste (CE)Ceará registra 7 casos de microcefalia ligados a infecçõesEm todo o país, 404 registros já foram confirmados, sendo 17 deles relacionados ao zika vírus.20:08 · 02.02.2016 / atualizado às 20:31 Outros 234 casos estão sob investigação no CearáO Ministério da Saúde já confirma sete casos de microcefalia relacionados a infecções congênitas no Ceará, além de outros 234 em investigação. As informações foram divulgadas no início da noite deste terça-feira (2). O Ceará contabilizou ainda 10 suspeitas descartadas.Até o momento, o Brasil já contabiliza 404 casos de microcefalia e/ou malformações do sistema nervoso central, sendo 17 deles relacionados ao zika vírus. Outros 3.670 estão sob investigação.Dos 76 óbitos por microcefalia ou outras alterações no sistema nervoso notificadas no país, 15 foram investigadas e confirmadas, sendo que cinco tiveram identificação com o zika, um deles no Ceará.O órgão federal lembra que estão sendo investigadas não apenas as notificações de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso relacionadas ao zika, mas também com outros agentes infecciosos que também podem ocasionar o problema, tais como sífilis, toxoplasmose, rubéola, citomegalovirus e herpes viral. LocalidadesAté o momento, 156 municípios em todo o país registraram casos de microcefalia ligados à infecção congênita. A região Nordeste concentra 98% das ocorrências, sendo Pernambuco o estado com maior número de cidades com confirmações (56). O Ceará aparece com registros confirmados em três municípios.  HYPERLINK "http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/cidade/online/ceara-registra-7-casos-de-microcefalia-ligados-a-infeccoes-1.1485117"http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/cidade/online/ceara-registra-7-casos-de-microcefalia-ligados-a-infeccoes-1.1485117Jornal da Cidade (SE)Saúde de Aracaju divulga dados do LIRAaA pesquisa declarou que, dos 42 bairros de Aracaju, 20 apresentaram baixo risco (satisfatório).03/02/2016 ÀS 06H42 - SAÚDENa manhã desta terça-feira, 2, no auditório do Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos (Prefeitura de Aracaju), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) divulgou o 1º Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) de 2016. O anúncio foi feito pela diretora de Vigilância em Saúde, Tereza Cristina Maynard e, segundo os dados apresentados, o índice de infestação na capital foi de 1,2, valor considerado "médio risco" ou "alerta". Comparado ao último LIRAa de 2015, do mês de novembro e dezembro, que o índice de infestação geral foi de 1,6, houve uma queda significativa de 25%. Porém, os cuidados precisam ser redobrados, uma vez que durante esses períodos de chuvas, a proliferação do mosquito é mais recorrente e preocupante. Mesmo o atual LIRAa mostrando queda deste valor, a coordenadora do Programa de Controle da Dengue, Zika e Chikungunya de Aracaju, Taíse Cavalcante, enfatizou a importância da população manter o combate aos focos do Aedes aegypti. "Apesar dessa queda do índice geral, o que conseguimos avaliar é que tivemos um aumento em relação ao local de maiores criadouros do mosquito. Em Aracaju, o maior problema de criadouros continua sendo as lavanderias, que antes estavam com 83,1% dos focos e, nesse novo levantamento, houve uma queda, passando para 67,5%. Porém, por consequência das condições climáticas causadas pelas chuvas, nós tivemos um aumento nos pequenos depósitos, que no último LIRAa estava com 14,7% e agora subiu para 29,9%, que são locais onde a responsabilidade maior é do morador. Encontramos focos em bebedouros dentro das casas, pratos de vasos de plantas, cascas de cocos, garrafas e, por conta dessas chuvas, encontramos muitos ralos com focos do mosquito", explicou. A pesquisa declarou que dos 42 bairros de Aracaju, 20 apresentaram baixo risco (satisfatório), 22 bairros mostraram médio risco (alerta) e nenhum bairro com a classificação de risco de epidemias (considerado estágio grave). Entre os bairros com médio risco (alerta) que tiveram infestação acima de 3,0 estão: Suíssa (3,3), Pereira Lobo (3,3), Getúlio Vargas (3,3), Treze de Julho (3,3) e Atalaia (3,2). Outro destaque é que alguns bairros que antes não tinham a característica de encontrar índice de infestação elevado, apresentaram essa característica por conta de focos encontrados nos ralos, que foram os bairros Jardins e Treze de Julho. De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde de Aracaju, Tereza Cristina Maynard, o LIRAa é uma ferramenta que serve como um norteador das ações de controle do Aedes aegypti e é realizado a cada dois meses. "Ainda é importante a participação da população, que precisa se envolver, pois estamos num momento de vulnerabilidade. Até o mês de abril, essa condição climática com chuvas é favorável para a proliferação do mosquito e é importante que a população se engaje nessa luta. Estamos também num momento de situação de Emergência Internacional em Saúde Pública e agora no carnaval, é essencial que a população antes de viajar dê uma olhadinha na sua casa, no seu quintal, evitando deixar recipientes que acumulem água, pois é nesse período que você está curtindo o carnaval que a larva pode se desenvolver e virar mosquito adulto", destacou. Febre ChikungunyaCom relação às três doenças transmitidas pelo mosquito, os dados divulgados mostram que a Febre Chikungunya teve o maior número de confirmações em 2016. Até o dia 1º de fevereiro, foram notificados 75 casos de Chikungunya, sendo que 39 foram confirmados. Já a Dengue foram registradas 98 notificações, mas nenhuma foi confirmada. A preocupação é com o Zika Vírus, que dos 68 casos notificados, 13 são de gestantes, mas até o momento, nenhum destes foram confirmados. Combate ao Aedes aegypti A SMS vem realizando trabalho constante, de segunda a sábado (Força Tarefa de final de semana), para manter o índice de infestação do Aedes aegypti baixo. Dentre as principais ações estão: monitorar pontos estratégicos a cada 15 dias; intensificar a coleta de pneus nos bairros; realizar bloqueio de casos: fumacê costal até 300 metros do caso suspeito; trabalhar aos sábados com 133 profissionais (agentes de endemias, agentes comunitários de saúde e Exército) na intensificação das ações de campo; borrifar com inseticidas pontos estratégicos: ferros velhos, borracharias; visitar 100% dos imóveis de cada bairro; mutirões de limpeza urbana e reforço da coleta de lixo em parceria com a Emsurb e aplicação de larvicidas e inseticidas. A coordenadora de Vigilância Epidemiológica de Aracaju, Raulinna Gomes, ressalta que apesar das Forças Tarefas aos sábados se concentraram cada semana em um bairro, o trabalho dos agentes de Endemias acontecem normalmente durante toda a semana em todos os bairros da capital. "As forças tarefas são apenas intensificações que realizamos nos bairros com maiores índices, mas a ação de combate ao mosquito acontece em todos os bairros", finalizou. HYPERLINK "http://www.jornaldacidade.net/noticia-leitura/236/95575/saude-de-aracaju-divulga-dados-do-liraa.html" \l ".VrHlLrIrIdV"http://www.jornaldacidade.net/noticia-leitura/236/95575/saude-de-aracaju-divulga-dados-do-liraa.html#.VrHlLrIrIdVImirante (MA)Austrália tem dois casos importados de zika e acha mosquito em aeroportoDupla diagnosticada com virose havia tomado voo do Haiti para Sydney; presença de Aedes ainda não seria capaz de causar epidemia, diz governo03/02/2016Sydney - Dois australianos foram diagnosticados com zika vírus após voltarem de viagem ao Caribe, informou o serviço estatal de saúde ontem, constituindo os primeiros casos do vírus neste ano no país.Autoridades também disseram que mosquitos portadores do vírus foram encontrados no Aeroporto Internacional de Sydney, mas afirmam que é pouco provável que o vírus se instale no país.A confirmação dos casos australianos ocorreu um dia após a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarar que o zika vírus é uma emergência internacional de saúde pública. A presença do patógeno está correlacionada com casos de microcefalia. Não há vacina ou tratamento contra o vírus.O departamento de saúde de Nova Gales do Sul informou que os dois moradores de Sydney diagnosticados com zika vírus haviam tomado um voo do Haiti para Austrália. O relatório não informou por quais outras ilhas do Caribe a dupla havia passado.Diagnósticos formais podem levar diversas semanas e o departamento não informou quando os australianos foram testados."É pouco provável que o Zika vírus venha a estabelecer transmissões locais em Nova Gales do Sul, já que que mosquitos que transmitem a infecção não são estabelecidos aqui --embora tenham sido encontrados em algumas partes ao norte de Queensland", disse em comunicado Vicky Sheppeard, diretora de doenças transmissíveis no departamento de saúde de Nova Gales do Sul. HYPERLINK "http://imirante.com/oestadoma/noticias/2016/02/03/australia-tem-dois-casos-importados-de-zika-e-acha-mosquito-em-aeroporto.shtml"http://imirante.com/oestadoma/noticias/2016/02/03/australia-tem-dois-casos-importados-de-zika-e-acha-mosquito-em-aeroporto.shtmlDiário do Nordeste (CE)Texas confirma 1º caso de transmissão sexualUm paciente foi infectado após ter tido contato sexual com uma pessoa doente que tinha voltado da Venezuela00:00 · 03.02.2016Paris. O Serviço de Saúde do Condado de Dallas, nos Estados Unidos, divulgou que a região teve um caso de transmissão sexual de zika vírus. O comunicado foi divulgado pelo órgão ontem, mas os Centros de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC) esclareceram que a agência não investigou como o caso foi transmitido.Segundo o comunicado, um paciente foi infectado depois de ter tido contato sexual com uma pessoa doente que tinha retornado da Venezuela, onde existe circulação do zika vírus. O serviço não divulgou a identidade dos pacientes.Em nota, o CDC afirma que constatou por testes laboratoriais que trata-se de um caso de zika e que esta é a primeira infecção pelo vírus nos Estados Unidos em uma pessoa que não esteve fora do país."Com base no que sabemos, a melhor forma de evitar a infecção pelo zika é prevenir as picadas de mosquito e evitar a exposição ao sêmen de alguém que tenha sido exposto ao vírus ou que tenha ficado doente a partir da infecção", afirmou a agência.O diretor do DCHHS, Zachary Thompson, vê o caso como prova de que o vírus pode ser transmitido pelo sexo. Porém, até o momento, ainda não existem evidências científicas suficientes para afirmar que a transmissão sexual do zika vírus é possível.Já havia ao menos um caso documentado de zika vírus possivelmente transmitido por relação sexual, também nos Estados Unidos. Um estudo publicado na revista científica "Emerging Infectious Diseases" em maio de 2011 relata o caso de um cientista americano que, ao voltar do Senegal para os EUA em 2008, quando o país africano era acometido por surto do zika vírus, desenvolveu os sintomas da infecção já em casa, no estado do Colorado.O fato de sua mulher, que não saíra dos Estados Unidos, também ter sido infectada pelo zika foi interpretado pelos pesquisadores como um indício de uma possível transmissão sexual, pelo sêmen, do vírus.Na semana passada, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que estava investigando um caso de transmissão do zika vírus por contato sexual, sem dar detalhes de onde e quando o caso teria ocorrido.VacinaO laboratório francês Sanofi Pasteur informou, ontem, que lançou um projeto de pesquisa na busca por uma vacina contra o zika. Por meio de nota, a empresa destacou que a decisão tem como base um histórico de sucesso no desenvolvimento de vacinas contra vírus semelhantes, como o da febre amarela, a encefalite japonesa, e, mais recentemente, contra a dengue.A empresa reforçou que o controle do mosquito Aedes aegypti continua a ser uma medida importante para conter os casos de contaminação pelo vírus.Atendendo a pedidos da presidente Dilma Rousseff, ministros da Saúde de Brasil, Paraguai, Chile, Colômbia, Peru, México, Guiana, Uruguai e as autoridades da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) se reunirão hoje em Montevidéu para discutir a crise sanitária causada pelo zika vírus.Aliança de paísesDilma defendeu, ontem, que os países da América Latina formem uma frente de combate ao vírus, suspeito de ser o responsável pelo surto de microcefalia no País. Em discurso após encontro com o presidente da Bolívia, Evo Morales, a petista ressaltou a necessidade dos países trabalharem juntos e defendeu que a queda nos casos de microcefalia é uma "tarefa coletiva" dos países.A OMS disse, ontem, que está intensificando o combate ao surto de microcefalia relacionada ao zika vírus na América Latina, que a entidade disse temer que se espalhe para Ásia e África, locais com as mais altas taxas de natalidade no mundo.Anthony Costello, especialista da OMS, disse que a agência está desenvolvendo "boas orientações" para grávidas e reunindo especialistas para trabalhar em uma definição de microcefalia, incluindo uma padronização da medida da cabeça dos bebês. HYPERLINK "http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/internacional/texas-confirma-1-caso-de-transmissao-sexual-1.1485294"http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/internacional/texas-confirma-1-caso-de-transmissao-sexual-1.1485294O Povo (CE)EUA confirmam contágio do zika via transmissão sexual02/02/2016 - 21h13Autoridades de saúde do Texas notificam caso de infecção do vírus por contato sexual. Parceira do paciente havia viajado à América Latina. Até então, 51 casos de contaminação do zika estão registrados nos Estados Unidos.Autoridades de saúde do Texas, no sul dos Estados Unidos, notificaram nesta terça-feira (02/02) um caso de transmissão por contato sexual do vírus zika, potencialmente perigoso para mulheres grávidas e em crescimento na América Latina."O paciente foi infectado com o vírus depois de ter tido relações sexuais com uma pessoa doente, que regressou de um país onde o vírus está presente", afirmou, em comunicado, o Serviço de Saúde do Condado de Dallas.Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) contabilizaram, até o momento, 51 casos de vírus zika no país, mas este é o primeiro caso detectado cuja infecção ocorreu por meio de transmissão sexual.A diretora dos CDC, Anne Schuchat, já tinha afirmado na semana passada ter sido identificado um caso de infecção com vírus zika por transmissão sexual e outro em que o vírus foi detectado no sêmen de um homem que, duas semanas antes, tinha sido infectado.A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que a epidemia do vírus zika poderá afetar entre três a quatro milhões de pessoas no continente americano. Brasil e Colômbia são os países onde se registram mais casos de infectados e de suspeitos.O comitê de emergência da OMS decidiu na segunda-feira que os casos de microcefalia e de desordens neurológicas surgidas no Brasil constituem uma emergência sanitária de alcance internacional, mas não o vírus zika, por não ter sido comprovada uma relação entre ambos.O vírus zika é transmitido aos seres humanos pela picada de mosquitos, principalmente o Aedes aegypti. HYPERLINK "http://www.opovo.com.br/app/maisnoticias/mundo/dw/2016/02/02/noticiasdw,3570548/eua-confirmam-contagio-do-zika-via-transmissao-sexual.shtml"http://www.opovo.com.br/app/maisnoticias/mundo/dw/2016/02/02/noticiasdw,3570548/eua-confirmam-contagio-do-zika-via-transmissao-sexual.shtmlImirante (MA)São Luís sob o domínio do Aedes03/02/2016São Luís está abandonada. É por isso que o Aedes aegypti, o mosquito que transmite quatro tipos de dengue, zika vírus agregada à famigerada microcefalia, a síndrome de Guillan-Barré, e a febre chikungunya com sintomas de dores lancinantes no corpo, está “deitando e rolando”, como se diz na gíria. Na realidade, quem deita e rola de dores no corpo são os pacientes, pois atualmente a propagação dessas doenças já pode ser considerada uma epidemia.O mais grave é que não há perspectiva para a erradicação do mosquito em São Luís, a curto ou a médio prazo. Além do que, há a certeza de que o mosquito é considerado na atualidade o animal mais perigoso do mundo, transmitindo doenças que matam um milhão de pessoas por ano.O fato é que a epidemia de dengue, chikungunya e zika só vai diminuir, caso as autoridades públicas, principalmente do setor de saúde, encarem o Aedes aegypti como inimigo número 1. Como é que São Luís poderá acabar com o mosquito se a cidade é cheia de pontos de lixos, sem sistema de esgoto adequado, com áreas propícias para a reprodução do Aedes?A administração municipal parece que ainda não entendeu a gravidade desse quadro de epidemia que se anuncia. Não vai adiantar nada a população se esforçar para eliminar águas paradas em pneus velhos, vasos de plantas e ralos. Nada adiantará, também, os habitantes da capital maranhense comprarem tampa para a caixa d’água e colocar terra nos jarros, se o poder público não tomar iniciativas que pelo menos reduzam a possibilidade de criadouros do Aedes.Já passou da hora de a Prefeitura de São Luís lançar campanhas estratégicas, agilizar as obras de saneamento básico e de recuperação de vias com canteiros e sarjetas adequadas.É preciso inspecionar com rigor onde foram encontradas larvas e pupas (estágio anterior à fase adulta) do mosquito e manter baixa a incidência das doenças transmitidas pelo “maldito”.Não é admissível que o Centro Histórico de São Luís continue com lixo por toda parte, com buracos cheios de água e lama, que esgotos jorrem dejetos pelas ruas, que sarjetas acumulem resíduos sólidos, além de lama podre. É inimaginável que as praças da cidade permaneçam com fissuras que acumulam água da chuva. Não se pode mais admitir que cemitérios sejam áreas endêmicas e as autoridades não façam nada para eliminar esse estado caótico.Tudo isso envolve enormes volumes de dinheiro, mas também toneladas de vontade para proteger a população, quase indefesa. Um dos pilares da estratégia para controlar a situação caótica ocasionada pelo mosquito transmissor dessas doenças que ameaçam a todos é a punição ao desleixo. Mãos à obra, autoridades! HYPERLINK "http://imirante.com/oestadoma/noticias/2016/02/03/sao-luis-sob-o-dominio-do-aedes.shtml"http://imirante.com/oestadoma/noticias/2016/02/03/sao-luis-sob-o-dominio-do-aedes.shtmlCorreio 24 horas (BA)Soldados do exército começam combate ao mosquito da dengue em Salvador nesta terçaMais de 50 militares começaram a atuar em conjunto com os agentes de endemias no combate ao mosquito nesta manhãAtualizado em 02/02/2016 12:58:31Mais de 50 soldados do exército iniciaram o trabalho de combate ao mosquito Aedes aegypti nos distritos sanitários da Barra/Rio Vermelho e Subúrbio Ferroviário, na manhã desta terça-feira (2). A ação de hoje é voltada para que os militares conheçam as comunidades e apresentem formas de prevenção à população.No distrito sanitário Barra/Rio Vermelho, 30 soldados e 200 agentes foram às ruas. Os primeiros bairros contemplados pela iniciativa foram os líderes de reclamações de focos do mosquito no distrito, segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ): Pituba, Caminho das Árvores, Itaigara e Graça.Já para a região do Subúrbio Ferroviário foram deslocados 25 soldados e 102 agentes de endemias, segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Ao todo, 110 militares foram treinados pelo CCZ.A força tarefa também irá fiscalizar imóveis abandonados, suspeitos de conter focos do Aedis aegypti. Um chaveiro estará presente para abrir as casas, quando o proprietário não for localizado. O apoio militar será empregado ainda em palestras nas escolas de ensino médio e fundamental, para ampliar a disseminação de informações sobre o problema.O trabalho conjunto entre a Secretaria de Saúde e o Exército Brasileiro visa reforçar as ações de enfrentamento ao Aedes, sobretudo no Verão e no Carnaval, período em que aumenta a circulação de pessoas na cidade e é mais favorável à proliferação do mosquito. Além de Salvador, os soldados também irão atuar nos municípios de Feira de Santana, Paulo Afonso, Barreiras e Ilhéus. A iniciativa, que vem acontecendo em todo o país, é fruto da parceria entre o Governo Federal e os municípios no combate à dengue, zika e chikungunya. HYPERLINK "http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/soldados-do-exercito-comecam-combate-ao-mosquito-da-dengue-em-salvador-nesta-terca/?cHash=10bed7d9bd2d07b9c5a88a7aefed6bdf"http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/soldados-do-exercito-comecam-combate-ao-mosquito-da-dengue-em-salvador-nesta-terca/?cHash=10bed7d9bd2d07b9c5a88a7aefed6bdfA Tarde (BA)Mais de 1,8 mil militares combaterão aedes aegypti na BahiaTer, 02/02/2016 às 16:25 | Atualizado em: 02/02/2016 às 17:50A partir do sábado, dia 13 de fevereiro, mais de 1,8 mil militares estarão mobilizados na Bahia para combater o mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da Dengue, Febre Chikungunya e do Zika Vírus.Trata-se da segunda etapa da campanha nacional para combate ao mosquito, que conta com o apoio das Forças Armadas e do Ministério da Saúde. Segundo a Marinha, o efetivo vai se dividir entre as cidades de Salvador, Ilhéus, Porto Seguro, Juazeiro e Bom Jesus da Lapa.Os militares vão distribuir material impresso com orientações para a população. Na capital baiana, os bairros que contarão com os militares serão Comércio, Subúrbio Ferroviário, Nazaré, Barbalho e Liberdade.A terceira etapa da campanha está prevista para o período de 15 a 18 de fevereiro, quando os militares partirão diretamente para o combate aos focos do mosquito. Entre as ações estão visitas às residências para encontrar possíveis locais de proliferação do mosquito.A última etapa da campanha, ainda em fase de discussão com o Ministério da Educação (MEC), prevê a utilização de efetivos militares em visitas a escolas. A meta é reforçar o trabalho de conscientização das crianças e adolescentes sobre como evitar a proliferação do mosquito transmissor. HYPERLINK "http://atarde.uol.com.br/bahia/noticias/1744270-mais-de-18-mil-militares-combaterao-aedes-aegypti-na-bahia"http://atarde.uol.com.br/bahia/noticias/1744270-mais-de-18-mil-militares-combaterao-aedes-aegypti-na-bahiaCorreio 24 horas (BA)Exército inicia 'guerra' contra o Aedes e visitam casas em SalvadorNo primeiro dia, 55 militares estavam nas ruas no combate ao mosquito03/02/2016 07:23:00 Atualizado em 03/02/2016 07:44:26Enquanto boa parte da cidade comemorava, ontem, a festa para Iemanjá no Rio Vermelho, soldados do Exército adentravam em um casarão no Corredor da Vitória. A operação de guerra, que envolveu dez militares, tinha como alvo um inimigo perigosíssimo: o mosquito Aedes aegypti.Acompanhados de agentes de endemias da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) vestidos com máscaras e trajes de proteção, a cena lembrava a implantação de uma quarentena. Mas era apenas uma ação conjunta entre a SMS e a 6ª Região Militar, responsável pela capital.Um grupo de 110 soldados vai acompanhar agentes da SMS na visita a residências, orientando a população e combatendo os focos de proliferação do inseto. A campanha, iniciada ontem, vai até junho.O casarão, ao lado do Solar Cunha Guedes, parecia abandonado. Em sua parte externa havia muito lixo, potencial criadouro de mosquitos. Os agentes de endemias aplicaram larvicida em locais onde havia depósitos e vasilhames que retêm água de chuva.O casarão pertence à família Cunha Guedes, segundo a administradora do Solar, Anucha Cunha Guedes. “Às vezes, usamos para carga e descarga”, explicou. Segundo ela, o lixo no casarão era resultado de uma festa do cerimonial que funciona no solar. “O caminhão de lixo não passa todo dia. Vamos contratar um serviço de coleta diário”, justificou ela.No primeiro dia, 55 militares estavam nas ruas no combate ao mosquito. Eles foram distribuídos nos bairros que lideraram o número de denúncias da Central de Combate ao Aedes. Os outros 55 ficaram realizando o mesmo trabalho em áreas do Exército. Romilda Mendes, 35, que trabalha perto do casarão, aprovou a iniciativa.“Acho interessante o Exército ajudar. Pode ser por causa desse casarão que todo mundo aqui pegou zika”, citou. Os 110 militares foram treinados por técnicos do Centro de Controle de Zoonoses. O curso durou dois dias e teve partes teórica e prática.Nesta última, os soldados percorreram o batalhão à procura de criadouros e foram ensinados como eliminá-los. Até junho, 55 soldados vão às ruas todos os dias, inclusive no Carnaval. “Trabalhamos em esquema de rodízio. Todos os dias, metade do grupo vai às ruas. Mesmo no Carnaval, até porque o mosquito não para”, afirmou o major Cristiano Guimarães, que comanda a operação.A medida, solicitada pelo prefeito ACM Neto, no dia 14, segue na mesma linha do governo federal. Uma ação conjunta entre os ministérios da Saúde e Defesa pretende colocar 220 mil militares nas ruas — eles devem distribuir panfletos e orientar a população sobre o zika.A Marinha disponibilizou 1,8 mil militares na Bahia, enquanto o Exército vai usar 3 mil na Bahia e Sergipe. Entre 15 e 18 de fevereiro, um efetivo menor deverá realizar o mesmo trabalho que os 110 de Salvador já estão fazendo.As ações chegam em momento de crise nacional e alarme internacional. Além do aumento de casos de dengue, zika e chikungunya, a descoberta da ligação do zika vírus com a microcefalia e a síndrome de Guillain-Barré chamou a atenção da Organização Mundial de Saúde (OMS), que declarou, anteontem, emergência mundial em saúde pública.Por aqui, a presidente Dilma  assinou, no dia último 29, uma medida provisória que autoriza a entrada forçada de agentes em imóveis, o que não foi necessário nos locais visitados ontem. HYPERLINK "http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/exercito-inicia-guerra-contra-o-aedes-e-visitam-casas-em-salvador/?cHash=247c119a9ef45cf24cdf067f20ca6e48"http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/exercito-inicia-guerra-contra-o-aedes-e-visitam-casas-em-salvador/?cHash=247c119a9ef45cf24cdf067f20ca6e48O Povo (CE)Anvisa aprova teste que detecta o vírus zika após infecçãoA Agência Nacional de Vigilância Sanitária acredita que os novos testes irão aumentar a capacidade de diagnóstico de pessoas infectadas pelo vírus e confirmar a relação da zika com a microcefalia03/02/2016A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu aprovar o registro de dois testes para detecção de anticorpos do vírus zika. São os primeiros exames desse modelo a obter aprovação no Brasil - um deles capaz de detectar o vírus meses após a infecção. A medida será publicada no “Diário Oficial da União” hoje.Até então, o Brasil só tinha disponível em laboratórios um outro tipo de diagnóstico para o zika, feito pelo método conhecido como PCR, que verifica o genoma do vírus. O teste, porém, só é eficaz durante o quadro agudo da infecção - ou seja, quando a pessoa apresenta sintomas da doença.Segundo a Anvisa, os novos testes aprovados conseguem detectar a presença, por meio de métodos de imunoflorescência, de dois tipos de anticorpos, o IgG (imunoglobina G) e IgM (imunoglobina M), para três doenças: dengue, chikungunya e zika. O primeiro, IgG, indica se houve uma infecção mais antiga pelo vírus. Já o IgM é produzido na fase aguda da doença.O pedido para registro dos produtos foi feito pela Euroimmun, empresa alemã que mantém filiais em diferentes países, incluindo o Brasil. Com a aprovação, empresas podem comercializar os testes para laboratórios, o que deve ajudar a aumentar a capacidade de diagnóstico de pessoas infectadas pelo vírus no País. Até então, a falta de um teste que detectasse anticorpos do zika meses após a infecção era o principal impasse para confirmar a relação entre o vírus e os casos recentes de microcefalia. Além dos dois kits de testes que detectam anticorpos do vírus zika, a agência também aprovou outro pedido de registro de um produto para diagnóstico in vitro, no método PCR. O pedido foi feito pela empresa Quibasa Química Básica.Doação de sangueCampinas, no interior de São Paulo, confirmou ontem o primeiro caso de vírus da zika contraído no município. Trata-se de um homem de 20 anos que doou sangue no hemocentro da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).O caso, no entanto, só foi descoberto após o receptor do sangue, um morador de Cosmópolis (a 135 km de São Paulo) vítima de politraumatismo, apresentar queda de plaquetas. A vítima morreu,  mas a prefeitura diz que não foi em razão da zika. É o segundo caso na região de Campinas envolvendo transfusões de sangue contaminadas com o vírus. HYPERLINK "http://www.opovo.com.br/app/opovo/radar/2016/02/03/noticiasjornalradar,3570607/anvisa-aprova-teste-que-detecta-o-virus-zika-apos-infeccao.shtml"http://www.opovo.com.br/app/opovo/radar/2016/02/03/noticiasjornalradar,3570607/anvisa-aprova-teste-que-detecta-o-virus-zika-apos-infeccao.shtmlJornal Pequeno (MA)Laboratório francês inicia pesquisa de vacina contra o vírus Zika02/02/2016 - 16:19 O laboratório francês Sanofi Pasteur informou hoje (2) que lançou um projeto de pesquisa na busca por uma vacina contra o vírus Zika. Por meio de nota, a empresa destacou que a decisão tem como base um histórico de sucesso no desenvolvimento de vacinas contra vírus semelhantes.Segundo o comunicado, o laboratório já produz vacinas licenciadas contra a febre amarela, a encefalite japonesa, e, mais recentemente, contra a dengue. O diretor global de Pesquisa da Sanofi Pasteur, Nicholas Jackson, vai liderar o novo projeto de vacina contra o Zika.“É importante observar que a experiência da Sanofi Pasteur, sua sólida base e infraestrutura em pesquisa e desenvolvimento e capacidade industrial no caso da nova vacina contra a dengue podem ser rapidamente aproveitadas para obter os conhecimentos sobre a disseminação do vírus Zika e acelerar a rápida descoberta de uma vacina candidata para desenvolvimento clínico.”Até o momento, não existe vacina ou tratamento especifico para o Zika. Por essa razão, a empresa reforçou que o controle do mosquito Aedes aegypti continua a ser uma medida importante para conter os casos de contaminação pelo Zika.A estimativa da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), braço da Organização Mundial da Saúde (OMS), é que o continente americano registre entre 3 milhões e 4 milhões de casos de Zika este ano. O cálculo é baseado no número de infectados por dengue, doença transmitida pelo mesmo vetor, em 2015. A entidade considerou também a ausência de imunidade na população para chegar ao número. HYPERLINK "http://jornalpequeno.com.br/2016/02/02/laboratorio-frances-inicia-pesquisa-de-vacina-contra-o-virus-zika/"http://jornalpequeno.com.br/2016/02/02/laboratorio-frances-inicia-pesquisa-de-vacina-contra-o-virus-zika/                                                                                                                                                 4  A  C  N  “  #	  $	  ¼  Ì    *  6  z  {  ž  Ÿ          ‘    ž  æ  ü&  ý&  Š'  ‹'  Œ'  (  (  (  (  l(  ”0  •0  1   1  !1  ž1  Ÿ1  ÷æ×ÌÈÌ¼²È²Ì¼²Ì¼Ì²÷È§÷š÷Ì²²÷È…÷y÷Ì²²÷Èn÷y÷ jÈ  hs~F Uhs~F 0J! CJ$ OJ  QJ   jU  hs~F Uhs~F CJH OJ  QJ   hs~F 0J! 6CJ$ OJ  QJ  j    hs~F Uhs~F CJ$ OJ  QJ   hs~F CJH OJ  QJ  aJH  hs~F  hs~F 5CJ$ OJ  QJ  hs~F 5CJ  OJ  QJ  ^J  aJ   hs~F 5CJ  OJ  QJ  \^J  aJ   j    hs~F U +     5  B  u• v• ú            ø            ñ            í            ø                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                ¤   $¤a$    # $a$ Ÿ1  ¡1  ¯1  °1  ý1  Ç6  È6  Y7  Z7  [7  ß7  à7  á7  â7  è7  é7  48  ’K  “K  L  L  L  œL  L  žL  ŸL  ¥L  ¦L  êL  6^  7^  ¹^  º^  »^  0_  1_  :_  ;_  b_  Ùm  Úm  En  Fn  Gn  ¥n  öëöáöÙÕÊÙ¾ÙöÕ³©Ÿ©ÙÕ”ÙˆÙëÕ³©Ÿ©ÙÕ}ÙˆÙëöáöÙÕrÙ¾    jz  hs~F Uj  hs~F Uhs~F 0J! CJ$ OJ QJ  j°  hs~F Uhs~F CJH OJ QJ  hs~F CJ$ OJ QJ  hs~F 5CJ$ OJ QJ hs~F 0J! CJ$ OJ  QJ   j5  hs~F Uhs~F  j    hs~F Uhs~F CJH OJ  QJ   hs~F 5CJ$ OJ  QJ  hs~F CJ$ OJ  QJ  ,¥n  ¦n  ¨n  ­n  ®n  ãn  `x  ax  àx  áx  âx  Ty  Uy  Wy  ^y  _y  •y  ~  ~  t~  u~  v~  Ù~  Ú~  Ü~  á~  â~  "  ‹  ‹  ™‹  š‹  ›‹  Œ  Œ  Œ  Œ  Œ   Œ  XŒ  !–  "–  ­–  ®–  ¯–  -—  .—  7—  8—  n—  Ÿ  Ÿ  ÷íâíØí÷ÔÉ÷½÷íâíØí÷Ô²÷½÷íâíØí÷Ô§÷½÷íÔâí›í÷Ô÷ƒ÷âíØí÷   hs~F 0J! 6CJ$ OJ  QJ  j¦  hs~F Uhs~F CJH OJ  QJ  aJH  j9  hs~F Uj   hs~F Uhs~F 0J! CJ$ OJ  QJ   j©	  hs~F Uhs~F  hs~F CJH OJ  QJ   hs~F 5CJ$ OJ  QJ  hs~F CJ$ OJ  QJ   j    hs~F U 3Ÿ  {Ÿ  |Ÿ  }Ÿ  èŸ  éŸ  êŸ  ÷Ÿ  øŸ  4   ´  ´  ‘´  ’´  “´  µ  µ  µ  µ  Lµ  ß¼  à¼  X½  Y½  Z½  Å½  Æ½  Ç½  È½  Ö½  ×½  ¾  cÎ  dÎ  ìÎ  íÎ  îÎ  iÏ  jÏ  kÏ  sÏ  tÏ  ¦Ï  AÓ  BÓ  ¸Ó  ¹Ó  ºÓ  üñéÝéüÒÈ¼Èéü±é¤éÒÈšÈéüéÝéÈüÒÈšÈéü„éÝéÈÒÈšÈéüyé   js  hs~F Uj
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