[ForumCoordenadorias] Fotos!
coordenadoria da mulher
coordenadoriadamulher em gmail.com
Segunda Janeiro 5 07:19:31 BRST 2009
Caras amigas,
Estou incluindo meu e-mail para que possamos manter contato.
Muito êxito para todas nós em 2009!
Forte abraço,
Dayse Freitas
Tels.: (21) 2762-7933 e (21) 9599-9582
Em 30/12/08, Marisa Chaves <cpmusg em ibest.com.br> escreveu:
>
> Querida Nilcéa e gestoras de organismos de politicas para mulheres
>
> Agradeço em nome das mulheres gonçalenses o trabalho que tem sido feito no
> país em defesa da equidade de gênero. Nilcéa, vc tem o nosso reconhecimento
> politico por ter conseguido colocar na agenda nacional as politicas para as
> mulheres. Quando "eu crescer " quero ser um pouquinho do que vc já é
> (rsrsrsrs).
> Tanto eu quanto a nossa equipe de trabalho torcemos pela sua saúde e
> sucesso.
> Conte sempre conosco.
> Somos imensamente gratas.
> Bjs feministas
> Marisa Chaves, equipe da Subsecretaria e do CEOM-Zuzu Angel
> São Gonçalo - RJ
> Tel (21) 9615-4166
>
>
> 2008/12/19 <nilceaf em spmulheres.gov.br>
>
>> Queridas Gestoras,
>> Hoje estamos aqui nos despedindo antes do recesso de Natal. Vou tirar a
>> primeira semana. Volto no dia 29/01.
>> Aproveito para agradecer a colaboração , o companheirismo e o empenho de
>> todas.
>> Há aquelas que saem destes espaços da nossa convivência, mas certamente
>> nos encontraremos em outros.
>> Que 2009 traga muitas alegrias para todas nós!
>> Um grande abraço,
>> Nilcéa Freire
>>
>> -----Mensagem original-----
>> De: forumcoordenadorias-bounces em listas.planalto.gov.br
>> [mailto:forumcoordenadorias-bounces em listas.planalto.gov.br<forumcoordenadorias-bounces em listas.planalto.gov.br>]Em
>> nome de
>> Maria Edite Dantas
>> Enviada em: sexta-feira, 19 de dezembro de 2008 01:03
>> Para: forumcoordenadorias em listas.planalto.gov.br
>> Assunto: Re: [ForumCoordenadorias] Fotos!
>>
>> Parabéns Marisa, esse é um dos caminhos para quebrarmos as pedras que
>> estão tão presentes em nossos caminhos.Vamos em frente.Bjs Maria
>> Edite2008/12/12 Marisa Chaves de Souza
>> <marisa.chaves em superig.com.br>:> Queridas amig em s> > Encaminho para
>> ciência de todas a reportagem publicada no jornal da ENSP> sobre o
>> Seminário Direitos Humanos sob a Perspectiva de Gênero realizado no>
>> último dia 09.> Estamos tentando instituir o Comitê Pró Equidade de
>> Gênero na FIOCRUZ.> Estamos avançando nos espaços de formação
>> acadêmica.> > Bjs> Marisa Chaves> Subsecretária de Políticas para
>> Mulheres de São Gonçalo - RJ> > Informe ENSP - Eqüidade de gênero:
>> Comitê da Fiocruz se reunirá em janeiro > Caixa de entrada>
>> Responder > Responder a todos Encaminhar Imprimir Adicionar
>> ritacost em ensp.fiocruz.br à> lista de contatos Excluir esta mensagem
>> Denunciar phishing Mostrar> original Texto de mensagem truncado?>
>> "ritacost em ensp.fiocruz.br" > para mim> mostrar detalhes> 11 dez (1
>> dia atrás) > Imagens não exibidas> Exibir imagens abaixo - Sempre
>> exibir imagens de ritacost em ensp.fiocruz.br>> Informe ENSP>> Matéria:
>> http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/noticia/index.php?id=14449>>
>> Eqüidade de gênero: Comitê da Fiocruz se reunirá em janeiro -
>> 11/12/008>> O quarto objetivo do desenvolvimento do milênio trata da
>> igualdade dos sexos> e, para fortalecer essa causa, a mesa de
>> encerramento do Seminário 'Direitos> Humanos sob a Perspectiva de
>> Gênero', realizado pelo Grupo Direitos Humanos> e Saúde Helena
>> Besserman (GDIHS) da ENSP, reuniu pesquisadores e> profissionais que
>> lutam pela eqüidade de gênero para definir a formação do> grupo de
>> trabalho que atuará no desenvolvimento do Comitê Pró-Eqüidade de>
>> Gêneros da Fiocruz. A primeira reunião do grupo acontecerá no dia 12
>> de> janeiro de 2009 no Gdihs.>>> A segunda mesa desse Seminário foi
>> coordenada por Marisa Chaves,> pesquisadora do Gdihs/ENSP, e teve a
>> participação de Mariana Barcinski,> pesquisadora do Centro
>> Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde> Jorge Carelli
>> (Claves/ENSP); Wanda D'Acri, pesquisadora do Centro de !> Estudos em
>> Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP); o> pesquisador
>> do Instituto de Medicina Social da UERJ e diretor de Programas> do
>> Instituto Pró-Mundo, Marcos Nascimento; e a assistente social do>
>> Instituto Fernandes Figueira, Roseli Fonseca da Rocha.>> Marisa Chaves
>> apontou que a implementação de políticas públicas sociais em> nosso
>> país nessa área tem a preocupação de quebrar o ciclo silencioso e>
>> vicioso da violência de gênero. Pois, para ela, só assim será
>> possível> pensar e construir uma sociedade justa e democrática. "Este
>> ano comemoramos> importantes datas, dentre elas os 20 anos da
>> Constituição Federal, os 20> anos da criação do SUS e o segundo ano de
>> implementação da Lei Maria da> Penha, que revoluciona o tratamento
>> penal e passa a considerar a violência> contra a mulher um crime. O
>> parágrafo oitavo do artigo 226 da Constituição> Federal determina que
>> não podemos conviver com a violência de gênero e que> isso é uma
>> violação contra os direitos humano! s", defendeu ela.>> Mulheres no
>> tráfico também ! sofrem c om machismo e preconceito>> A primeira
>> apresentação foi feita por Mariana Barcinski, pesquisadora do> Claves,
>> que apresentou uma pesquisa sobre a inserção das mulheres no tráfico>
>> de drogas. Segundo ela, a participação de mulheres em atividades não>
>> convencionais é um tema de reconhecida relevância social, e sua
>> ocorrência> está cada vez mais elevada em nossa sociedade. Ela também
>> comentou alguns> dados de uma nova pesquisa que está sendo realizada
>> com mulheres que estão> presas. "Essa pesquisa está sendo feita no
>> Presídio Nelson Hungria, porta de> entrada de mulheres no sistema
>> carcerário. Das quase 500 mulheres presas> nessa unidade, 90% estão lá
>> pelo envolvimento com o tráfico de drogas",> apontou a pesquisadora.>>
>> "O tráfico é uma atividade subversiva, mas, diferente do que pensamos,
>> essa> rede têm características absolutamente conservadoras e
>> mantenedoras! de> relações de poder entre homens e mulheres, e também
>> as mantêm em uma posição> submissa. Essa mulher está transgredindo de
>> uma certa forma, mas, dentro> dessa rede, tem que seguir limites muito
>> rígidos de gênero. Na pesquisa,> feita com mulheres que nunca foram
>> presas, procurei saber quem eram essas> mulheres, o que as levava a
>> entrar nessa rede e o que as motivava a sair do> tráfico. Além disso,
>> procurei saber como elas lidavam com o duplo caráter> conflitante que
>> é o de ser mulher e ser traficante", contou Mariana.>> A pesquisadora
>> apontou que as três principais questões da pesquisa foram> identificar
>> por que elas entram para o tráfico, como essa inserção afeta> suas
>> vidas e qual é a principal motivação para sair dessa rede. O que a>
>> pesquisadora constatou foi que o processo de entrada e saída nessa
>> atividade> está diretamente relacionado à maternidade. "As mulheres
>> entram no tráfico> em busca de renda para suprir as necessidades
>> básicas de seus filhos. E a> saída acon! tece, quase sempre, após uma
>> experiência traumática. Quando a !> mulher s ente medo de morrer e
>> deixar seus filhos sozinhos no mundo",> analisou Mariana. Ela afirmou
>> ainda que questões como a classe social e raça> também estão
>> envolvidas nesse processo e perpassam pela questão do gênero.>> "Se os
>> homens são parte do problema, eles também dever ser considerados>
>> parte da solução">> "Em briga de marido e mulher a gente mete, sim, a
>> colher!", disse, Marcos> Nascimento, que trouxe para o debate a
>> questão da mobilização de homens pelo> fim da violência contra a
>> mulher. Ele apresentou a experiência de sucesso da> Campanha
>> Brasileira do Laço Branco, que são homens pelo fim da violência>
>> contra a mulher e também a Rede de Homens pela eqüidade de gêneros
>> (Rheg).> De acordo com ele, em nossa sociedade a violência é uma
>> expressão> fundamentalmente masculina, e o significado de ser homem
>> ainda está muito> atrelado ! a essa questão de masculinidade e
>> violência. "Ninguém nasce> violento, mas o processo de socialização
>> masculina favorece essa expressão.> Precisamos hoje rever os modelos
>> que regem a sociedade para transformar essa> cruel realidade que
>> vivemos", indicou ele, que complementou: "se os homens> são parte do
>> problema, eles também devem ser considerados parte da> solução!".>> A
>> Campanha do Laço Branco nasceu no Canadá, em 1989, depois da chacina
>> que> ficou conhecida como o Massacre de Montreal. Nesse episódio, 14
>> mulheres> estudantes de engenharia foram assassinadas por um homem
>> pela alegação de> que elas estavam ocupando um lugar pertencente aos
>> homens. O lema da> Campanha do Laço Branco é jamais cometer um ato
>> violento contra as mulheres> e não fechar os olhos frente à violência
>> que outros homens cometem contra as> mulheres'. No Brasil, as pessoas
>> envolvidas com a causa amarram uma fitinha> no pulso com dois nós
>> representando os dois compromissos da Campanha. "Nesa> área, também!
>> contamos com a Campanha 'Homens pelo fim da Violência', lança!> da
>> pela Secretaria Especial de Políticas para Mulheres. Por meio de sua>
>> página eletrônica, a campanha convida homens a se engajarem nessa
>> luta",> contou ele.>> A mulher e a violência no trabalho>> Wanda
>> D'Acri falou sobre a questão da violência no trabalho, com foco na>
>> questão do amianto. Ela apresentou dados de uma pesquisa realizada no
>> Rio de> Janeiro sobre como o amianto é visto pelas empresas,
>> principalmente a> indústria têxtil. "Durante a pesquisa, cerca de 200
>> trabalhadores foram> entrevistados. Dentre eles, quase 25%
>> apresentaram doenças causadas pelas> fibras do amianto, e 15 óbitos
>> foram registrados. Esses dados mostram a> urgência de uma política
>> efetiva de saúde pública para esse setor, uma vez> que os dados
>> oficiais do Rio de Janeiro relativos a doenças ligadas à> contaminação
>> pelo amianto não são suficientes", alegou ela.> Rosely Fonseca da
>> Rocha falou sobre a constituição do grupo de trabalho para> a criação
>> do Comitê Pró-Eqüidade de Gêneros. "A Fiocruz está defendendo essa>
>> bandeira. Acho que devemos construir esse Comitê sobre a questão da>
>> violência de gêneros contemplando também outras variáveis como a
>> classe,> raça e etnia. Pois alguns indicadores mostram os diferentes
>> níveis de> desigualdade de gênero e de raça", apontou Rosely. Para
>> ela, outra questão> muito importante é a capacitação e sensibilização
>> dos profissionais de saúde> que atuam no atendimento a mulher. "Sem um
>> olhar atento, algumas questões> deixam de ser registradas, e sem o
>> registro os problemas ficam invisíveis> aos olhos do governo. Para
>> encerrar o evento, Rosely citou Martin Luther> King, afirmando que o
>> que mais incomoda não é o grito dos maus, mas o> silêncio dos bons. !
>> ;>> > 2008/12/10, Márcia Helonice Herbertz
>> <mherbertz em hotmail.com>:>>>> Fotos 28/11 :>>>> Imagens anexadas:
>> FOTO_4788.jpg - FOTO_4789.jpg - FOTO_4790.jpg>>
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> Marisa Chaves de Souza Subsecretária de Políticas para as Mulheres
> Rua Uriscina Vargas, 36 Mutondo- SG Prédio Anexo Prefeitura Tel.:
> 3262-3580 / 3262-3647 / Fax: 3262-3649
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DAYSE FREITAS
CAMBEL - Coordenadoria Municipal de Atendimento à Mulher
Avenida Joaquim da Costa Lima, 2.490 - Santa Amélia
Belford Roxo/RJ Cep:26.165-385
Tel.: (21) 2761-6700
Fax.:(21) 2761- 6604Telefax:(021) 2761-6700/6604
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