[ForumCoordenadorias] Fotos!

rscalabrin em riobranco.ac.gov.br rscalabrin em riobranco.ac.gov.br
Segunda Janeiro 5 10:56:22 BRST 2009


>Desejo a vc muito sucesso e sobretudo muita saude em 2009 para continuar a labuta!
Encaminhando...
>
> Em 30/12/08, Marisa Chaves <cpmusg em ibest.com.br> escreveu:
>>
>> Querida Nilcéa e gestoras de organismos de politicas para mulheres
>>
>> Agradeço em nome das mulheres gonçalenses o trabalho que tem sido feito no
>> país em defesa da equidade de gênero. Nilcéa, vc tem o nosso reconhecimento
>> politico por ter conseguido colocar na agenda nacional as politicas para as
>> mulheres. Quando "eu crescer " quero ser um pouquinho do que vc já é
>> (rsrsrsrs).
>> Tanto eu quanto a nossa equipe de trabalho torcemos pela sua saúde e
>> sucesso.
>> Conte sempre conosco.
>> Somos imensamente gratas.
>> Bjs feministas
>> Marisa Chaves, equipe da Subsecretaria e do CEOM-Zuzu Angel
>> São Gonçalo - RJ
>> Tel (21) 9615-4166
>>
>>
>> 2008/12/19 <nilceaf em spmulheres.gov.br>
>>
>>>  Queridas Gestoras,
>>> Hoje estamos aqui nos despedindo antes do recesso de Natal. Vou tirar a
>>> primeira semana. Volto no dia 29/01.
>>> Aproveito para agradecer a colaboração , o companheirismo e o empenho de
>>> todas.
>>> Há aquelas que saem destes espaços da nossa convivência, mas certamente
>>> nos encontraremos em outros.
>>> Que 2009 traga muitas alegrias para todas nós!
>>> Um grande abraço,
>>> Nilcéa Freire
>>>
>>> -----Mensagem original-----
>>> De: forumcoordenadorias-bounces em listas.planalto.gov.br
>>> [mailto:forumcoordenadorias-bounces em listas.planalto.gov.br<forumcoordenadorias-bounces em listas.planalto.gov.br>]Em
>>> nome de
>>> Maria Edite Dantas
>>> Enviada em: sexta-feira, 19 de dezembro de 2008 01:03
>>> Para: forumcoordenadorias em listas.planalto.gov.br
>>> Assunto: Re: [ForumCoordenadorias] Fotos!
>>>
>>> Parabéns Marisa, esse é um dos caminhos para quebrarmos as pedras que
>>> estão tão presentes em nossos caminhos.Vamos em frente.Bjs Maria
>>> Edite2008/12/12 Marisa Chaves de Souza
>>> <marisa.chaves em superig.com.br>:> Queridas amig em s>  > Encaminho para
>>> ciência de todas a reportagem publicada no jornal da ENSP> sobre o
>>> Seminário Direitos Humanos sob a Perspectiva de Gênero realizado no>
>>> último dia 09.> Estamos tentando instituir o Comitê Pró Equidade de
>>> Gênero na FIOCRUZ.> Estamos avançando nos espaços de formação
>>> acadêmica.>  > Bjs> Marisa Chaves> Subsecretária de Políticas para
>>> Mulheres de São Gonçalo - RJ>  > Informe ENSP - Eqüidade de gênero:
>>> Comitê da Fiocruz se reunirá em janeiro  > Caixa de entrada>
>>> Responder >  Responder a todos Encaminhar Imprimir Adicionar
>>> ritacost em ensp.fiocruz.br à> lista de contatos Excluir esta mensagem
>>> Denunciar phishing Mostrar> original Texto de mensagem truncado?>
>>> "ritacost em ensp.fiocruz.br" > para mim> mostrar detalhes>  11 dez (1
>>> dia atrás) > Imagens não exibidas> Exibir imagens abaixo - Sempre
>>> exibir imagens de ritacost em ensp.fiocruz.br>> Informe ENSP>> Matéria:
>>> http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/noticia/index.php?id=14449>>
>>> Eqüidade de gênero: Comitê da Fiocruz se reunirá em janeiro -
>>> 11/12/008>> O quarto objetivo do desenvolvimento do milênio trata da
>>> igualdade dos sexos> e, para fortalecer essa causa, a mesa de
>>> encerramento do Seminário 'Direitos> Humanos sob a Perspectiva de
>>> Gênero', realizado pelo Grupo Direitos Humanos> e Saúde Helena
>>> Besserman (GDIHS) da ENSP, reuniu pesquisadores e> profissionais que
>>> lutam pela eqüidade de gênero para definir a formação do> grupo de
>>> trabalho que atuará no desenvolvimento do Comitê Pró-Eqüidade de>
>>> Gêneros da Fiocruz. A primeira reunião do grupo acontecerá no dia 12
>>> de> janeiro de 2009 no Gdihs.>>> A segunda mesa desse Seminário foi
>>> coordenada por Marisa Chaves,> pesquisadora do Gdihs/ENSP, e teve a
>>> participação de Mariana Barcinski,> pesquisadora do Centro
>>> Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde> Jorge Carelli
>>> (Claves/ENSP); Wanda D'Acri, pesquisadora do Centro de !> Estudos em
>>> Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP); o> pesquisador
>>> do Instituto de Medicina Social da UERJ e diretor de Programas> do
>>> Instituto Pró-Mundo, Marcos Nascimento; e a assistente social do>
>>> Instituto Fernandes Figueira, Roseli Fonseca da Rocha.>> Marisa Chaves
>>> apontou que a implementação de políticas públicas sociais em> nosso
>>> país nessa área tem a preocupação de quebrar o ciclo silencioso e>
>>> vicioso da violência de gênero. Pois, para ela, só assim será
>>> possível> pensar e construir uma sociedade justa e democrática. "Este
>>> ano comemoramos> importantes datas, dentre elas os 20 anos da
>>> Constituição Federal, os 20> anos da criação do SUS e o segundo ano de
>>> implementação da Lei Maria da> Penha, que revoluciona o tratamento
>>> penal e passa a considerar a violência> contra a mulher um crime. O
>>> parágrafo oitavo do artigo 226 da Constituição> Federal determina que
>>> não podemos conviver com a violência de gênero e que> isso é uma
>>> violação contra os direitos humano! s", defendeu ela.>> Mulheres no
>>> tráfico também ! sofrem c om machismo e preconceito>> A primeira
>>> apresentação foi feita por Mariana Barcinski, pesquisadora do> Claves,
>>> que apresentou uma pesquisa sobre a inserção das mulheres no tráfico>
>>> de drogas. Segundo ela, a participação de mulheres em atividades não>
>>> convencionais é um tema de reconhecida relevância social, e sua
>>> ocorrência> está cada vez mais elevada em nossa sociedade. Ela também
>>> comentou alguns> dados de uma nova pesquisa que está sendo realizada
>>> com mulheres que estão> presas. "Essa pesquisa está sendo feita no
>>> Presídio Nelson Hungria, porta de> entrada de mulheres no sistema
>>> carcerário. Das quase 500 mulheres presas> nessa unidade, 90% estão lá
>>> pelo envolvimento com o tráfico de drogas",> apontou a pesquisadora.>>
>>> "O tráfico é uma atividade subversiva, mas, diferente do que pensamos,
>>> essa> rede têm características absolutamente conservadoras e
>>> mantenedoras! de> relações de poder entre homens e mulheres, e também
>>> as mantêm em uma posição> submissa. Essa mulher está transgredindo de
>>> uma certa forma, mas, dentro> dessa rede, tem que seguir limites muito
>>> rígidos de gênero. Na pesquisa,> feita com mulheres que nunca foram
>>> presas, procurei saber quem eram essas> mulheres, o que as levava a
>>> entrar nessa rede e o que as motivava a sair do> tráfico. Além disso,
>>> procurei saber como elas lidavam com o duplo caráter> conflitante que
>>> é o de ser mulher e ser traficante", contou Mariana.>> A pesquisadora
>>> apontou que as três principais questões da pesquisa foram> identificar
>>> por que elas entram para o tráfico, como essa inserção afeta> suas
>>> vidas e qual é a principal motivação para sair dessa rede. O que a>
>>> pesquisadora constatou foi que o processo de entrada e saída nessa
>>> atividade> está diretamente relacionado à maternidade. "As mulheres
>>> entram no tráfico> em busca de renda para suprir as necessidades
>>> básicas de seus filhos. E a> saída acon! tece, quase sempre, após uma
>>> experiência traumática. Quando a !> mulher s ente medo de morrer e
>>> deixar seus filhos sozinhos no mundo",> analisou Mariana. Ela afirmou
>>> ainda que questões como a classe social e raça> também estão
>>> envolvidas nesse processo e perpassam pela questão do gênero.>> "Se os
>>> homens são parte do problema, eles também dever ser considerados>
>>> parte da solução">> "Em briga de marido e mulher a gente mete, sim, a
>>> colher!", disse, Marcos> Nascimento, que trouxe para o debate a
>>> questão da mobilização de homens pelo> fim da violência contra a
>>> mulher. Ele apresentou a experiência de sucesso da> Campanha
>>> Brasileira do Laço Branco, que são homens pelo fim da violência>
>>> contra a mulher e também a Rede de Homens pela eqüidade de gêneros
>>> (Rheg).> De acordo com ele, em nossa sociedade a violência é uma
>>> expressão> fundamentalmente masculina, e o significado de ser homem
>>> ainda está muito> atrelado ! a essa questão de masculinidade e
>>> violência. "Ninguém nasce> violento, mas o processo de socialização
>>> masculina favorece essa expressão.> Precisamos hoje rever os modelos
>>> que regem a sociedade para transformar essa> cruel realidade que
>>> vivemos", indicou ele, que complementou: "se os homens> são parte do
>>> problema, eles também devem ser considerados parte da> solução!".>> A
>>> Campanha do Laço Branco nasceu no Canadá, em 1989, depois da chacina
>>> que> ficou conhecida como o Massacre de Montreal. Nesse episódio, 14
>>> mulheres> estudantes de engenharia foram assassinadas por um homem
>>> pela alegação de> que elas estavam ocupando um lugar pertencente aos
>>> homens. O lema da> Campanha do Laço Branco é jamais cometer um ato
>>> violento contra as mulheres> e não fechar os olhos frente à violência
>>> que outros homens cometem contra as> mulheres'. No Brasil, as pessoas
>>> envolvidas com a causa amarram uma fitinha> no pulso com dois nós
>>> representando os dois compromissos da Campanha. "Nesa> área, também!
>>> contamos com a Campanha 'Homens pelo fim da Violência', lança!> da
>>> pela Secretaria Especial de Políticas para Mulheres. Por meio de sua>
>>> página eletrônica, a campanha convida homens a se engajarem nessa
>>> luta",> contou ele.>> A mulher e a violência no trabalho>> Wanda
>>> D'Acri falou sobre a questão da violência no trabalho, com foco na>
>>> questão do amianto. Ela apresentou dados de uma pesquisa realizada no
>>> Rio de> Janeiro sobre como o amianto é visto pelas empresas,
>>> principalmente a> indústria têxtil. "Durante a pesquisa, cerca de 200
>>> trabalhadores foram> entrevistados. Dentre eles, quase 25%
>>> apresentaram doenças causadas pelas> fibras do amianto, e 15 óbitos
>>> foram registrados. Esses dados mostram a> urgência de uma política
>>> efetiva de saúde pública para esse setor, uma vez> que os dados
>>> oficiais do Rio de Janeiro relativos a doenças ligadas à> contaminação
>>> pelo amianto não são suficientes", alegou ela.> Rosely Fonseca da
>>> Rocha falou sobre a constituição do grupo de trabalho para> a criação
>>> do Comitê Pró-Eqüidade de Gêneros. "A Fiocruz está defendendo essa>
>>> bandeira. Acho que devemos construir esse Comitê sobre a questão da>
>>> violência de gêneros contemplando também outras variáveis como a
>>> classe,> raça e etnia. Pois alguns indicadores mostram os diferentes
>>> níveis de> desigualdade de gênero e de raça", apontou Rosely. Para
>>> ela, outra questão> muito importante é a capacitação e sensibilização
>>> dos profissionais de saúde> que atuam no atendimento a mulher. "Sem um
>>> olhar atento, algumas questões> deixam de ser registradas, e sem o
>>> registro os problemas ficam invisíveis> aos olhos do governo. Para
>>> encerrar o evento, Rosely citou Martin Luther> King, afirmando que o
>>> que mais incomoda não é o grito dos maus, mas o> silêncio dos bons. !
>>> ;>>  > 2008/12/10, Márcia Helonice Herbertz
>>> <mherbertz em hotmail.com>:>>>> Fotos 28/11 :>>>> Imagens anexadas:
>>> FOTO_4788.jpg - FOTO_4789.jpg - FOTO_4790.jpg>>
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>> Marisa Chaves de Souza Subsecretária de Políticas para as Mulheres
>> Rua Uriscina Vargas, 36 Mutondo- SG Prédio Anexo Prefeitura Tel.:
>> 3262-3580 / 3262-3647 / Fax: 3262-3649
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