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<TITLE>RES: [ForumCoordenadorias] Fotos!</TITLE>
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<BODY>
<P><FONT SIZE=2>Queridas Gestoras,</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Hoje estamos aqui nos despedindo antes do recesso de Natal. Vou tirar a primeira semana. Volto no dia 29/01.</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Aproveito para agradecer a colaboração , o companheirismo e o empenho de todas.</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Há aquelas que saem destes espaços da nossa convivência, mas certamente nos encontraremos em outros.</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Que 2009 traga muitas alegrias para todas nós!</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Um grande abraço,</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Nilcéa Freire</FONT>
</P>
<P><FONT SIZE=2>-----Mensagem original-----</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>De: forumcoordenadorias-bounces@listas.planalto.gov.br</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>[<A HREF="mailto:forumcoordenadorias-bounces@listas.planalto.gov.br">mailto:forumcoordenadorias-bounces@listas.planalto.gov.br</A>]Em nome de</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Maria Edite Dantas</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Enviada em: sexta-feira, 19 de dezembro de 2008 01:03</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Para: forumcoordenadorias@listas.planalto.gov.br</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Assunto: Re: [ForumCoordenadorias] Fotos!</FONT>
</P>
<BR>
<P><FONT SIZE=2>Parabéns Marisa, esse é um dos caminhos para quebrarmos as pedras que</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>estão tão presentes em nossos caminhos.Vamos em frente.Bjs Maria</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Edite2008/12/12 Marisa Chaves de Souza</FONT>
<BR><FONT SIZE=2><marisa.chaves@superig.com.br>:> Queridas amig@s> > Encaminho para</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>ciência de todas a reportagem publicada no jornal da ENSP> sobre o</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Seminário Direitos Humanos sob a Perspectiva de Gênero realizado no></FONT>
<BR><FONT SIZE=2>último dia 09.> Estamos tentando instituir o Comitê Pró Equidade de</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Gênero na FIOCRUZ.> Estamos avançando nos espaços de formação</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>acadêmica.> > Bjs> Marisa Chaves> Subsecretária de Políticas para</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Mulheres de São Gonçalo - RJ> > Informe ENSP - Eqüidade de gênero:</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Comitê da Fiocruz se reunirá em janeiro > Caixa de entrada></FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Responder > Responder a todos Encaminhar Imprimir Adicionar</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>ritacost@ensp.fiocruz.br à> lista de contatos Excluir esta mensagem</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Denunciar phishing Mostrar> original Texto de mensagem truncado?></FONT>
<BR><FONT SIZE=2>"ritacost@ensp.fiocruz.br" > para mim> mostrar detalhes> 11 dez (1</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>dia atrás) > Imagens não exibidas> Exibir imagens abaixo - Sempre</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>exibir imagens de ritacost@ensp.fiocruz.br>> Informe ENSP>> Matéria:</FONT>
<BR><FONT SIZE=2><A HREF="http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/noticia/index.php?id=14449" TARGET="_blank">http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/noticia/index.php?id=14449</A>>></FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Eqüidade de gênero: Comitê da Fiocruz se reunirá em janeiro -</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>11/12/008>> O quarto objetivo do desenvolvimento do milênio trata da</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>igualdade dos sexos> e, para fortalecer essa causa, a mesa de</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>encerramento do Seminário 'Direitos> Humanos sob a Perspectiva de</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Gênero', realizado pelo Grupo Direitos Humanos> e Saúde Helena</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Besserman (GDIHS) da ENSP, reuniu pesquisadores e> profissionais que</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>lutam pela eqüidade de gênero para definir a formação do> grupo de</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>trabalho que atuará no desenvolvimento do Comitê Pró-Eqüidade de></FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Gêneros da Fiocruz. A primeira reunião do grupo acontecerá no dia 12</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>de> janeiro de 2009 no Gdihs.>>> A segunda mesa desse Seminário foi</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>coordenada por Marisa Chaves,> pesquisadora do Gdihs/ENSP, e teve a</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>participação de Mariana Barcinski,> pesquisadora do Centro</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde> Jorge Carelli</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>(Claves/ENSP); Wanda D'Acri, pesquisadora do Centro de !> Estudos em</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP); o> pesquisador</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>do Instituto de Medicina Social da UERJ e diretor de Programas> do</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Instituto Pró-Mundo, Marcos Nascimento; e a assistente social do></FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Instituto Fernandes Figueira, Roseli Fonseca da Rocha.>> Marisa Chaves</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>apontou que a implementação de políticas públicas sociais em> nosso</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>país nessa área tem a preocupação de quebrar o ciclo silencioso e></FONT>
<BR><FONT SIZE=2>vicioso da violência de gênero. Pois, para ela, só assim será</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>possível> pensar e construir uma sociedade justa e democrática. "Este</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>ano comemoramos> importantes datas, dentre elas os 20 anos da</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Constituição Federal, os 20> anos da criação do SUS e o segundo ano de</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>implementação da Lei Maria da> Penha, que revoluciona o tratamento</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>penal e passa a considerar a violência> contra a mulher um crime. O</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>parágrafo oitavo do artigo 226 da Constituição> Federal determina que</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>não podemos conviver com a violência de gênero e que> isso é uma</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>violação contra os direitos humano! s", defendeu ela.>> Mulheres no</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>tráfico também ! sofrem c om machismo e preconceito>> A primeira</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>apresentação foi feita por Mariana Barcinski, pesquisadora do> Claves,</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>que apresentou uma pesquisa sobre a inserção das mulheres no tráfico></FONT>
<BR><FONT SIZE=2>de drogas. Segundo ela, a participação de mulheres em atividades não></FONT>
<BR><FONT SIZE=2>convencionais é um tema de reconhecida relevância social, e sua</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>ocorrência> está cada vez mais elevada em nossa sociedade. Ela também</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>comentou alguns> dados de uma nova pesquisa que está sendo realizada</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>com mulheres que estão> presas. "Essa pesquisa está sendo feita no</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Presídio Nelson Hungria, porta de> entrada de mulheres no sistema</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>carcerário. Das quase 500 mulheres presas> nessa unidade, 90% estão lá</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>pelo envolvimento com o tráfico de drogas",> apontou a pesquisadora.>></FONT>
<BR><FONT SIZE=2>"O tráfico é uma atividade subversiva, mas, diferente do que pensamos,</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>essa> rede têm características absolutamente conservadoras e</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>mantenedoras! de> relações de poder entre homens e mulheres, e também</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>as mantêm em uma posição> submissa. Essa mulher está transgredindo de</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>uma certa forma, mas, dentro> dessa rede, tem que seguir limites muito</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>rígidos de gênero. Na pesquisa,> feita com mulheres que nunca foram</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>presas, procurei saber quem eram essas> mulheres, o que as levava a</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>entrar nessa rede e o que as motivava a sair do> tráfico. Além disso,</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>procurei saber como elas lidavam com o duplo caráter> conflitante que</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>é o de ser mulher e ser traficante", contou Mariana.>> A pesquisadora</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>apontou que as três principais questões da pesquisa foram> identificar</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>por que elas entram para o tráfico, como essa inserção afeta> suas</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>vidas e qual é a principal motivação para sair dessa rede. O que a></FONT>
<BR><FONT SIZE=2>pesquisadora constatou foi que o processo de entrada e saída nessa</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>atividade> está diretamente relacionado à maternidade. "As mulheres</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>entram no tráfico> em busca de renda para suprir as necessidades</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>básicas de seus filhos. E a> saída acon! tece, quase sempre, após uma</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>experiência traumática. Quando a !> mulher s ente medo de morrer e</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>deixar seus filhos sozinhos no mundo",> analisou Mariana. Ela afirmou</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>ainda que questões como a classe social e raça> também estão</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>envolvidas nesse processo e perpassam pela questão do gênero.>> "Se os</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>homens são parte do problema, eles também dever ser considerados></FONT>
<BR><FONT SIZE=2>parte da solução">> "Em briga de marido e mulher a gente mete, sim, a</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>colher!", disse, Marcos> Nascimento, que trouxe para o debate a</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>questão da mobilização de homens pelo> fim da violência contra a</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>mulher. Ele apresentou a experiência de sucesso da> Campanha</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Brasileira do Laço Branco, que são homens pelo fim da violência></FONT>
<BR><FONT SIZE=2>contra a mulher e também a Rede de Homens pela eqüidade de gêneros</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>(Rheg).> De acordo com ele, em nossa sociedade a violência é uma</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>expressão> fundamentalmente masculina, e o significado de ser homem</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>ainda está muito> atrelado ! a essa questão de masculinidade e</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>violência. "Ninguém nasce> violento, mas o processo de socialização</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>masculina favorece essa expressão.> Precisamos hoje rever os modelos</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>que regem a sociedade para transformar essa> cruel realidade que</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>vivemos", indicou ele, que complementou: "se os homens> são parte do</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>problema, eles também devem ser considerados parte da> solução!".>> A</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Campanha do Laço Branco nasceu no Canadá, em 1989, depois da chacina</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>que> ficou conhecida como o Massacre de Montreal. Nesse episódio, 14</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>mulheres> estudantes de engenharia foram assassinadas por um homem</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>pela alegação de> que elas estavam ocupando um lugar pertencente aos</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>homens. O lema da> Campanha do Laço Branco é jamais cometer um ato</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>violento contra as mulheres> e não fechar os olhos frente à violência</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>que outros homens cometem contra as> mulheres'. No Brasil, as pessoas</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>envolvidas com a causa amarram uma fitinha> no pulso com dois nós</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>representando os dois compromissos da Campanha. "Nesa> área, também!</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>contamos com a Campanha 'Homens pelo fim da Violência', lança!> da</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>pela Secretaria Especial de Políticas para Mulheres. Por meio de sua></FONT>
<BR><FONT SIZE=2>página eletrônica, a campanha convida homens a se engajarem nessa</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>luta",> contou ele.>> A mulher e a violência no trabalho>> Wanda</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>D'Acri falou sobre a questão da violência no trabalho, com foco na></FONT>
<BR><FONT SIZE=2>questão do amianto. Ela apresentou dados de uma pesquisa realizada no</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Rio de> Janeiro sobre como o amianto é visto pelas empresas,</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>principalmente a> indústria têxtil. "Durante a pesquisa, cerca de 200</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>trabalhadores foram> entrevistados. Dentre eles, quase 25%</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>apresentaram doenças causadas pelas> fibras do amianto, e 15 óbitos</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>foram registrados. Esses dados mostram a> urgência de uma política</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>efetiva de saúde pública para esse setor, uma vez> que os dados</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>oficiais do Rio de Janeiro relativos a doenças ligadas à> contaminação</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>pelo amianto não são suficientes", alegou ela.> Rosely Fonseca da</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>Rocha falou sobre a constituição do grupo de trabalho para> a criação</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>do Comitê Pró-Eqüidade de Gêneros. "A Fiocruz está defendendo essa></FONT>
<BR><FONT SIZE=2>bandeira. Acho que devemos construir esse Comitê sobre a questão da></FONT>
<BR><FONT SIZE=2>violência de gêneros contemplando também outras variáveis como a</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>classe,> raça e etnia. Pois alguns indicadores mostram os diferentes</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>níveis de> desigualdade de gênero e de raça", apontou Rosely. Para</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>ela, outra questão> muito importante é a capacitação e sensibilização</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>dos profissionais de saúde> que atuam no atendimento a mulher. "Sem um</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>olhar atento, algumas questões> deixam de ser registradas, e sem o</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>registro os problemas ficam invisíveis> aos olhos do governo. Para</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>encerrar o evento, Rosely citou Martin Luther> King, afirmando que o</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>que mais incomoda não é o grito dos maus, mas o> silêncio dos bons. !</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>;>> > 2008/12/10, Márcia Helonice Herbertz</FONT>
<BR><FONT SIZE=2><mherbertz@hotmail.com>:>>>> Fotos 28/11 :>>>> Imagens anexadas:</FONT>
<BR><FONT SIZE=2>FOTO_4788.jpg - FOTO_4789.jpg - FOTO_4790.jpg>></FONT>
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