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<DIV><FONT face=Calibri>Parabéns Cristiane, estás certa nunca vi homem 
reclamando,deve ser algum babaca.</FONT></DIV>
<DIV style="FONT: 10pt Tahoma">
<DIV><BR></DIV>
<DIV style="BACKGROUND: #f5f5f5">
<DIV style="font-color: black"><B>From:</B> <A 
title="mailto:secmulhertracunhaem@bol.com.br&#10;CTRL + Clique para seguir o link" 
href="mailto:secmulhertracunhaem@bol.com.br">secmulhertracunhaem</A> </DIV>
<DIV><B>Sent:</B> Thursday, January 14, 2010 9:58 PM</DIV>
<DIV><B>To:</B> <A 
title="mailto:forumcoordenadorias@listas.planalto.gov.br&#10;CTRL + Clique para seguir o link" 
href="mailto:forumcoordenadorias@listas.planalto.gov.br">forumcoordenadorias@listas.planalto.gov.br</A> 
</DIV>
<DIV><B>Subject:</B> [ForumCoordenadorias] Re: Violência 
Doméstica???</DIV></DIV></DIV>
<DIV><BR></DIV>
<P>saudações feministas, cara cristiane.<BR><BR>estive lendo o conteudo do PL e 
fiquei boba,acho que o caro patriota está sendo precionado pelas mães dos 15 
filhos que tem.Dai sentiu nescessidade de inventar um josé da penha,sou a favor 
de haver um incentivo aos homes para que procure o serviço de saúde,mais não 
conheço nenhum homem reclamando de ter sido estuprado pela companheira,ou tenha 
levado alguma surra da companheira.<BR>Mais vou ligar pra ele e dizer que a 
ideia não foi nada boa.Abraços.Katia Marinho.<BR><BR><BR>Em 14/01/2010 18:30, 
<STRONG>cristianesantanna &lt; cristianesantanna@uol.com.br &gt;</STRONG> 
escreveu:</P>
<BLOCKQUOTE 
style="BORDER-LEFT: #6868cc 2px solid; MARGIN: 0pt 0pt 0pt 0.8ex; PADDING-LEFT: 1ex"><BR>
  <P>Prezadas Gestoras,<BR><BR><BR>segue artigo abaixo para 
  conhecimento.<BR><BR><BR>Cristiane<BR>Corumbá/MS<BR><BR><BR><BR><BR></P>
  <DIV class=gmail_quote>
  <H2>Estatuto prevê medidas para proteger homens de violência 
  doméstica</H2></DIV>
  <DIV class=gmail_quote>
  <DIV style="WIDTH: 229px">
  <DIV>J.Batista</DIV>
  <DIV><IMG class=" " border=0 alt="" 
  src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/20081108201154_DSC_0177MED.JPG"></DIV>
  <DIV>Gonzaga Patriota: homens têm sido negligenciados, no que diz respeito a 
  iniciativas públicas para resguardar seus direitos.</DIV></DIV>
  <DIV>Tramita na Câmara o Projeto de Lei 5685/09, do deputado Gonzaga Patriota 
  (PSB-PE), que cria o Estatuto de Saúde e Segurança Doméstica e Familiar do 
  Homem. O objetivo é incentivar a proteção da saúde da população masculina 
  entre 18 e 60 anos e proteger esse grupo social da violência doméstica e 
  social.</DIV>
  <DIV>A proposta atribui ao Poder Público a responsabilidade de desenvolver 
  ações de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação voltadas à garantia e 
  ao exercício do direito do homem à saúde integral com dignidade.</DIV>
  <DIV>Deverão ser realizadas periodicamente campanhas voltadas à prevenção de 
  doenças mais comuns na população masculina. O projeto prevê que as campanhas 
  deverão contribuir para desfazer o mito da invulnerabilidade masculina, 
  amplamente difundido e responsável pela pequena frequência de homens a 
  serviços de saúde.</DIV>
  <DIV><STRONG>Atendimento prioritário</STRONG><BR>A assistência à saúde do 
  homem pelo SUS deverá incluir, sem prejuízo de outras disposições, o 
  atendimento prioritário na rede pública de saúde, que inclua, entre outros, 
  realização regular do exame de próstata, no caso de homens com 45 anos ou 
  mais.</DIV>
  <DIV>Também deverá constar tratamento da impotência, com o devido 
  acompanhamento psicológico, e fornecimento gratuito dos medicamentos para 
  tratamento, realização de intervenções cirúrgicas ou outros procedimentos que 
  se revelem necessários; e tratamento de ejaculação precoce.</DIV>
  <DIV><STRONG>Vergonha e medo</STRONG><BR>De acordo com o autor, o comodismo, a 
  vergonha e até o medo de descobrir alguma doença faz com que os homens não 
  frequentem os ambulatórios de atendimentos como as mulheres.</DIV>
  <DIV>Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 2007, as mulheres se 
  submeteram a cerca de 17 milhões de consultas preventivas, enquanto 2,7 
  milhões de homens procuraram os médicos para exames regulares.</DIV>
  <DIV>"Esta proposição pretende pelo menos começar a corrigir essa falha, por 
  meio de ações que contribuam para que os homens mantenham em dia seus exames. 
  O parlamentar observa que a cultura dos homens brasileiros de procurar o 
  médico somente quando estão doentes faz com que cerca de 40% das mortes sejam 
  ocasionadas por doenças cardiovasculares.</DIV>
  <DIV>Tipos de violência<BR>A proposta também pune a violência doméstica, seja 
  ela física, moral, psicológica ou patrimonial relacionadas com especificidades 
  ou vulnerabilidades próprias do gênero masculino no âmbito da unidade 
  doméstica, da família, em qualquer relação íntima de afeto, na qual a pessoa 
  agressora conviva ou tenha convivido com o ofendido, independentemente de 
  coabitação.</DIV>
  <DIV>São consideradas como violência, além da violência física, o impedimento 
  de contato com os filhos; condutas que causem dano emocional e diminuição da 
  autoestima; condutas que atentem contra sua honra ou que configurem retenção, 
  subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de 
  trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos 
  econômicos.</DIV>
  <DIV>A violência doméstica e familiar contra o homem terá pena de detenção de 
  três meses a três anos. A pena será aumentada em 1/3 se o crime for cometido 
  contra homem portador de deficiência.</DIV>
  <DIV>É vedada a aplicação, nos casos de violência doméstica e familiar contra 
  o homem, de penas substitutivas, como a de pagamento de cesta básica ou outras 
  de prestação pecuniária, bem como a substituição de pena que implique o 
  pagamento isolado de multa.</DIV>
  <DIV><STRONG>Vitimas de agressão</STRONG><BR>De acordo com o parlamentar, 
  estudos revelam que é grande a proporção dos homens que já foram vítimas de 
  agressão de suas parceiras, pelo menos em algum momento da relação.</DIV>
  <DIV>Ele afirma que não é desprezível o percentual dos que sofreram ou sofrem, 
  calados, ao longo de vários anos, violência psicológica, moral, patrimonial e 
  corporal.</DIV>
  <DIV>"O gênero masculino tem sido negligenciado, no que diz respeito a 
  iniciativas públicas visando resguardar seus direitos, proteger sua saúde e 
  defender os interesses que lhe são típicos e peculiares", concluiu.</DIV>
  <DIV><STRONG>Tramitação</STRONG><BR>A proposta, que tramita em caráter 
  conclusivo, será analsiada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de 
  Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, que também 
  lhe analisará o mérito.</DIV></DIV>
  <DIV class=gmail_quote>
  <H4>Íntegra da proposta:</H4>
  <UL>
    <LI><A href="http://email.uol.com.br/ajuda/alerta-emails-falsos.jhtm">')" 
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    target="_blank"&gt;PL-5685/2009</A> </LI></UL></DIV>
  <P>&nbsp;</P><BR></BLOCKQUOTE>
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