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<div class="documentActions">Violência contra a mulher terá “tratamento decisivo”, afirmou a ministra Iriny Lopes</div>
<p class="documentDescription"><span>Data</span>: <span>03/01/2011</span></p>
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<h6 style="text-align: center;"><img src="http://www.sepm.gov.br/noticias/documentos-1/iriny%20lopes%204.jpg" alt="foto iriny" width="350" height="239" /><br />Foto: Empresa Brasil de Comunicação - EBC</h6>
<p style="text-align: justify;"><em>Durante a cerimônia de transmissão de cargo, ela elogiou o mandato da antecessora Nilcéa Freire e destacou a importância do engajamento do órgão com os movimentos sociais<br /><br /></em>A ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), Iriny Lopes, assumiu o cargo dizendo que vai continuar a dar “tratamento decisivo” ao enfrentamento à violência contra a mulher. “Não estamos começando nada novo, estamos dando continuidade, em um momento em que precisamos aprofundar e em um momento especial em que temos a primeira presidenta do Brasil”, disse.<br /><br />Iriny Lopes assumiu nesta segunda (3/1) a SPM aceitando o desafio da presidenta Dilma Roussef de erradicar a miséria no País. “É preciso acabar com a pobreza entre as mulheres, dando condições para que elas possam trabalhar, sem se preocupar com os cuidados com os filhos”, explicou. Segundo ela, o governo tem de criar creches para que as mães possam 
 ir atrás do sustento da família. “Que mãe pode trabalhar e constituir sua autonomia econômica sem essa retaguarda? Os filhos são responsabilidade da mãe, do pai e do Estado”, declarou.<br /><br />Durante a cerimônia de transmissão de cargo, ela elogiou o mandato da antecessora Nilcéa Freire e destacou a importância do engajamento do órgão com os movimentos sociais. Iriny ainda prometeu trabalhar lado a lado com a sociedade civil organizada.<br /><br />A transmissão do cargo foi marcada por muita emoção pelas. Depois de agradecer o apoio durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a ex-ocupante da pasta, Nilcéa Freire, desejou sorte à nova ministra. "Quero dizer para você, Iriny... que desejo um enorme sucesso". A ex-ministra Nilcéa Freire elogiou a atuação do Conselho Nacional de Direitos da Mulher e de organizações da sociedade civil que, segundo ela, sempre mantiveram uma relação de respeito e autonomia com o órgão.<br /><br />“Tivemos
 , nesses anos, uma relação fraterna de colaboração, que nos permitiu entrar na história com a Lei Maria da Penha, aprovada com o consenso e com a colaboração da ministra Iriny, que relatou a lei na Comissão de Constituição e Justiça”, destacou.<br /><br />Estavam presentes o presidente do PT, José Eduardo Dutra e a nova ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros, além de ex-ministros, parlamentares como Luiza Erundina, deputados estaduais, integrantes do governo e do movimento social.</p>
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