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<p>Colegas Gestoras,</p>
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<p>aplausos para as delegadas Joilce (da Mulher) e Priscila (da infância e juventude) pela coragem, determinação e firmeza na apuração do Tráfico de Mulheres no município de Corumbá, fronteira com a Bolivia.</p>
<p>Mulheres assim, nos orgulham e alimentam nossa indignação na busca de justiça!</p>
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<p>Cristiane Sant' Anna de Oliveira</p>
<p>Prefeitura de Corumbá/MS</p>
<p>Gerência de Políticas para a Mulher</p>
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<p>sábado, 26 de outubro de 2013 às 4h30<br /> </p>
<p align="center"><strong>Ação policial prende dona do bar “Bagdá” por exploração sexual de mulheres</strong></p>
<p><strong>Por: Sylma Lima</strong></p>
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<p>Prisão foi fruto de um trabalho de investigação conjunta entre a Daiji e Deam</p>
<p>Corumbá (MS)- Adriana Aguilar Iunes de Barros de 38 anos, proprietária do bar “Bagdá”, situado na Rua América , centro da cidade, foi presa em fllagrante na noite desta sexta-feira,24, acusada de exploração sexual, trafico interno e internacional de mulheres. A.I já vinha sendo investigada pela Delegacia Das Mulheres e da Infância e Juventude desde Abril deste ano quando prenderam o antigo proprietário do estabelecimento. Segundo a delegada Priscila Quarti Vieira (DAIJI) no local havia cerca de onze mulheres, que já foram ouvidas como testemunha do crime e nenhum sinal de que funcionava um restaurante ou que vendia qualquer tipo de petisco ou tira gosto.</p>
<p>Um hotel também esta sendo investigado porque poderia ter ligações com a prostituição uma vez que recebia “chache”dos turistas pata entrarem no quarto com acompanhantes. O crime é inafiançável na delegacia e somente o juiz poderá decidir sobre a prisão provisória. O inquérito investiga outros pontos de prostituição no centro da cidade. Segundo Priscila Vieira, “as reclamações de que a cidade tinha como ponto alto o turismo sexual tem que acabar”. A delegada disse também que a acusada mantinha um imóvel onde alojava as mulheres (brasileiras e bolivianas) e cobrava R$ 150,00 por semana pela permanência no local, além de agendar programas e receber porcentagens</p>
<p>A pena prevista para a pratica de exploração sexual em estabelecimento comercial é de 2 a 5 anos de prisão, por trafico nacional de mulheres a pena é de 3 a 8 anos e internacional de 2 a 6 anos de prisão. explicou ao Capital do Pantanal as delegadas responsáveis pela investigação que contou com escutas telefônicas com autorização da justiça.</p>
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