<div dir="ltr">Obrigada pelas informações; Eliane Vilar-Secretaria da Mulher de Garanhuns-Pernambuco</div><div class="gmail_extra"><br><br><div class="gmail_quote">No dia 7 de Agosto de 2014 às 18:47, Luana Mesa <span dir="ltr">&lt;<a href="mailto:luanamesa.spm@gmail.com" target="_blank">luanamesa.spm@gmail.com</a>&gt;</span> escreveu:<br>
<blockquote class="gmail_quote" style="margin:0 0 0 .8ex;border-left:1px #ccc solid;padding-left:1ex"><div dir="ltr"><div><br></div><div><br></div><div><br></div><h1 style="margin:6px 0px 0px;padding:0px 6px 6px 0px;width:724px;color:rgb(51,51,51);clear:both;font-family:Humnst;font-size:22px;font-weight:400">
Seminário aborda os 8 anos da Lei Maria da Penha</h1>
<div><br></div><div><p style="margin:0px;padding:3px 6px 5px 0px;color:rgb(51,51,51);line-height:17pt;font-family:Arial;font-size:12px">Nesta quinta-feira (7) aconteceu a abertura do “Seminário Estadual 8 anos da Lei Maria da Penha: Protagonismos e Experiências na garantia dos Direitos Humanos das Mulheres”. O evento, promovido pela Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres, lotou o auditório do Tribunal de Contas, na Capital, e segue até às 17h. O seminário propõe reflexões sobre a lei criada em 2006 para defender os direitos da mulher.</p>

<p style="margin:0px;padding:3px 6px 5px 0px;color:rgb(51,51,51);line-height:17pt;font-family:Arial;font-size:12px">O primeiro painel do Seminário Estadual 8 anos da Lei Maria da Penha teve como tema &quot;Cumprindo a Lei Maria da Penha: Políticas Públicas na Perspectiva da Vida sem Violência&quot; com mediação da coordenadora do Centro Estadual de Referência da Mulher &quot;Vânia Araújo Machado&quot;, Maria do Carmo Bittencourt.</p>

<p style="margin:0px;padding:3px 6px 5px 0px;color:rgb(51,51,51);line-height:17pt;font-family:Arial;font-size:12px">Para a secretária de Políticas para as Mulheres do Rio Grande do Sul, Ariane Leitão, &quot;a Lei Maria da Penha é uma das maiores conquistas das mulheres brasileiras&quot;. A titular da SPM falou sobre os avanços obtidos com os investimentos feitos. “No ano passado, nessa mesma data, nós estávamos entregando carros para fortalecer a nossa açãoem rede. Nofinal do ano, instituímos oficialmente a Rede Lilás no Rio Grande do Sul através de um decreto do governador e de um termo de cooperação, assinado por todos os poderes do Estado. A idéia é que a gente comprove que um ano depois deste investimento que foi feito, e dos investimentos que continuam sendo feitos, o Rio Grande do Sul, coordena uma rede conforme a Lei Maria da Penha prevê - ou seja, o Estado cumpre a lei”.<br>

<br>A Coordenadora Estadual de Mulheres da Federação dos Trabalhadores da Agricultura (Fetag), Inque Schneider, abordou a situação em que vivem as mulheres do campo em relação à violência e à dificuldade de assistência que enfrentam em seus municípios. Sobre as políticas públicas executadas pela SPM, Inque  destacou o trabalho dos ônibus lilás, as unidades móveis cedidas pela SPM Nacional para levar atendimento e orientação às mulheres e meninas gaúchas que moram nas zonas rurais do Estado e que vêm fortalecendo cada vez mais as políticas de proteção para essas mulheres.  </p>

<p style="margin:0px;padding:3px 6px 5px 0px;color:rgb(51,51,51);line-height:17pt;font-family:Arial;font-size:12px">“As medidas protetivas que foram implementadas com a lei transformaram radicalmente o nosso serviço em prol das mulheres vítimas da violência”, afirmou a delegada Anita Klein, coordenadora das delegacias especializadas de atendimento à mulher do Rio Grande do Sul. “Eu estava à frente da Delegacia da Mulher de Porto Alegre quando foi implementada a lei. A gente sabia como era difícil naquela época fazer os registros da ocorrência, quando se fazia simplesmente um termo circunstancial, a mulher dirigia-se ao fórum e o máximo que o juiz podia fazer era determinar que o agressor pagasse uma cesta básica e era liberado. A partir do implemento da lei Maria da Penha é que o crime de violência doméstica familiar passou a ser tratado com a seriedade que é tratado hoje em dia”, explicou a delegada.</p>

<p style="margin:0px;padding:3px 6px 5px 0px;color:rgb(51,51,51);line-height:17pt;font-family:Arial;font-size:12px">Atualmente, são 20 delegacias instaladas no Estado do Rio Grande do Sul. “Temos em média mil registros de ocorrências por mês nas delegacias de Porto Alegre; desses mil registros, quase metade pede medidas protetivas de urgência e sabemos que isso ocorre em razão da eficácia da lei e da eficácia das medidas. Toda essa rede que existe hoje trouxe esses resultados positivos. Hoje as mulheres se sentem mais seguras para fazer denúncias”, complementou Anita Klein.<br>

<br>Também compuseram o painel a representante do Tribunal de Justiça, juíza Ivortiz Marques, a coordenadora nacional do Comitê Latino Americano e Caribenho em Defesa dos Direitos da Mulher (Cladem), Rubia Abs da Cruz, o coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal (Caocrim) do Ministério Público Estadual, promotor João Pedro Xavier, a coordenadora do Centro de Referência em Direitos Humanos da Defensoria Pública, Miriane Tagliari e a coordenadora das DEAM&#39;s do Rio Grande do Sul, delegada Anita Klein. </p>

<p style="margin:0px;padding:3px 6px 5px 0px;color:rgb(51,51,51);line-height:17pt;font-family:Arial;font-size:12px"><em><strong style="clear:both"><br><strong style="clear:both">Mais visibilidade para as mulheres <br></strong></strong></em>Na parte da tarde, durante o painel &quot;Uso Não Sexista da Linguagem - o que bem se diz, bem se entende&quot;, o secretário de Administração e Recursos Humanos do Estado, Alessandro Barcellos, destacou a importância da pasta ter contribuído para a criação do manual que leva o mesmo nome do painel e que pretende ampliar a visibilidade das mulheres a partir do do discurso. &quot;Estamos no contribuindo para um processo de ressignificação social, com as mulheres tomando consciência de seu papel na sociedade. Só assim teremos uma sociedade equânime, com lugares ocupados a partir das capacidades das pessoas, sem defini-las a partir da distinção de gênero&quot;. </p>

<p style="margin:0px;padding:3px 6px 5px 0px;color:rgb(51,51,51);line-height:17pt;font-family:Arial;font-size:12px">Ex-assessora da SPM e coordenadora do grupo de trabalho que elaborou o manual, Anita Kieling destacou que, com a edição desta obra, o Rio Grande do Sul está mudando a história. &quot;Somos o primeiro estado a apresentar um material como este, que contribui para mudar um cenário feito pelo homem e para o homem e que está diretamente ligado à questão da linguagem e da escrita&quot;.</p>

<p style="margin:0px;padding:3px 6px 5px 0px;color:rgb(51,51,51);line-height:17pt;font-family:Arial;font-size:12px">Leslie Campaner de Toledo, uma das especialistas responsáveis pela organização, pesquisa e revisão do Manual para Uso Não Sexista da Linguagem, destacou que este é um projeto que precisa de continuidade fora das páginas. Segundo a painelista, para que a linguagem não sexista seja aplicada, é preciso investir em formação e capacitação em todos os espaços. “Não será do dia para a noite que mudaremos isso”, enfatizou. </p>

<p style="margin:0px;padding:3px 6px 5px 0px;color:rgb(51,51,51);line-height:17pt;font-family:Arial;font-size:12px">Também responsável pela organização do material, a jornalista Télia Negrão afirmou que a publicação é um trabalho que terá grande repercussão no Brasil e em países vizinhos. A especialista também fez um paralelo entre o manual e a discriminação com as mulheres. “As mulheres convivem com a discriminação desde o nascimento, o que nunca deve ser aceito. E a linguagem sexista é uma violência simbólica contra as mulheres”, enfatizou.</p>

<p style="margin:0px;padding:3px 6px 5px 0px;color:rgb(51,51,51);line-height:17pt;font-family:Arial;font-size:12px"><strong style="clear:both;font-size:14px">Sobre a Lei 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha - </strong>Dispositivo legal desenvolvido para conferir maior rigor às punições das agressões contra as mulheres. A lei alterou o Código Penal e possibilitou que agressores de mulheres em âmbito doméstico ou familiar sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada. Os agressores não poderão mais ser punidos com penas alternativas. A legislação aumenta o tempo máximo de detenção previsto de um para três anos. O nome da lei foi uma alusão à brasileira Maria da Penha Maia Fernandes, que sofria com a violência doméstica e lutou para que seu agressor fosse condenado, o que acabou ocorrendo. Maria da Penha, então, virou um símbolo no combate à violência contra a mulher.</p>

<p style="margin:0px;padding:3px 6px 5px 0px;color:rgb(51,51,51);line-height:17pt;font-family:Arial;font-size:12px"><em><strong style="clear:both">Texto: Luciana Alcover e Luana Mesa</strong></em></p><p style="margin:0px;padding:3px 6px 5px 0px;color:rgb(51,51,51);line-height:17pt;font-family:Arial;font-size:12px">

<em><strong style="clear:both">Foto: Alina Souza</strong></em></p></div><div>mais fotos em: <a href="https://www.flickr.com/photos/governo_rs" target="_blank">https://www.flickr.com/photos/governo_rs</a></div><span class="HOEnZb"><font color="#888888">-- <br>
<div dir="ltr"><div><font color="#674ea7">Luana Mesa<br>
 Assessora de Imprensa<br> Secretaria de Políticas para as Mulheres </font></div><div><font color="#674ea7">(51) 8431-9849 / 9198-1984</font></div></div>
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