RES: [Mulheresdepartidos] Mulheres e Paz - Ban Ki-moon, S-G da ONU

Tereza t.vitale em terra.com.br
Terça Junho 8 04:02:26 BRT 2010


Lêda, super obrigada por este importante texto, nesta noite de insônia
criativa já detonei para nossas listas do PPS.

 

Abração, Tereza Vitale (PPS)

 

De: mulheresdepartidos-bounces em listas.planalto.gov.br
[mailto:mulheresdepartidos-bounces em listas.planalto.gov.br] Em nome de Leda
Tamega Ribeiro
Enviada em: terça-feira, 8 de junho de 2010 00:15
Para: Fórum Nacional de Mulheres Partidos Políticos
Assunto: [Mulheresdepartidos] Mulheres e Paz - Ban Ki-moon, S-G da ONU

 




 
Caras Amigas,

 Hoje, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, fez um pronunciamento para
marcar a "Abertura Global do Dia de Mulheres e Paz". Foi como se abrisse as
comemorações dos 10 anos de vigência da Resolução 1325 do Conselho de
Segurança das Nações Unidas sobre Mulheres, Paz e Segurança.

   A adoção da Resolução 1325  significou um grande avanço no que concerne
às preocupações e aos papéis das mulheres em ambientes de conflito, pois
estabelece o mais importante mandato para incorporar perspectivas de gênero
às operações de manutenção da paz. Reconhece a contribuição das mulheres
para a promoção e a manutenção da paz e da segurança, enquanto admite a
existência de necessidades e preocupações específicas das mulheres em
conflitos armados e suas conseqüências. A Resolução 1325 também ressalta a
visão das mulheres na prevenção e resolução de conflitos e na construção da
paz, assinala a importância de sua igual participação e envolvimento em
todos os esforços para manter e promover a paz e a segurança, reafirmando a
necessidade de aumentar seu papel nas  tomadas de decisões concernentes à
prevenção e resolução de conflitos. 

No centro da Resolução está o reconhecimento do impacto de conflitos armados
sobre mulheres e meninas, juntamente com a concordância de que negociações
institucionais para garantir sua proteção e total participação no processo
de paz podem contribuir significativamente para a manutenção e promoção da
paz e da segurança internacionais. 

 Retransmito, abaixo, apenas a título ilustrativo, numa tradução
despretensiosa, as palavras do Secretário-Geral Ban Ki-moon, que nos lembra
dos avanços conseguidos nesses dez anos, mas chama a atenção para as árduas
batalhas que ainda é preciso enfrentar para conseguirmos implantar realmente
as disposições da Resolução 1325. 




Segunda-feira, 7 de junho de 2010

Abertura Global do Dia de Mulheres e Paz

Promunciamento do Secretário-Geral da ONU - Ban Ki-moon

  No próximo mês de outubro, celebraremos o décimo aniversário da inovadora
Resolução 1325 sobre mulheres, paz e segurança, que clamou por um maior
envolvimento das mulheres nas negociações e na construção da paz. Este
aniversário é uma oportunidade de reafirmar a  mensagem central daquele
emblemático texto: a paz sustentável só é possível com a plena participação
das mulheres - suas perspectivas, sua liderança, sua presença diária e igual
em qualquer parte em que busquemos promover e manter a paz.

 Progressos foram alcançados. Muitos processos de paz hoje incluem
regularmente consultas a grupos de paz formados por mulheres. Em muitos
países em situação de pós-conflito, o número de mulheres no governo tem
aumentado enormemente,  e elas têm usado seu papel de autoras de decisões
públicas para fazer avançar os direitos das mulheres. No quadro da própria
Organização das Nações Unidas há hoje oito mulheres Representantes Especiais
e Representantes Especiais Adjuntas; Bangladesh e Índia implantaram a
política das Nações Unidas de unidades só de mulheres para operações de
manutenção da paz; e a Política das Nações Unidas tem desenvolvido
estratégias e medidas para melhor proteger as mulheres da violência. Mas as
lacunas continuam significativas: muito poucas mulheres participam das
negociações e da construção da paz, e temos visto uma impressionante
escalada nos níveis de violência sexual durante e após os conflitos.

A "Abertura Global do Dia de Mulheres e Paz" tem por finalidade revigorar
nossos esforços para realizar a visão exposta na Resolução 1325. Conto com
todos os nossos parceiros para apoiar as Nações Unidas na tarefa de traduzir
as prioridades das mulheres em real e profícua ação. 


  O Brasil é um desses parceiros a que se refere Ban  Ki-moon, e cabe a
todos nós, cidadãs e cidadãos deste país, cobrar dos governantes e
pressionar nossos representantes nos órgãos legislativos para que se amplie
mais celeremente a inclusão das mulheres nos centros de decisão, elaboração
e execução das políticas  públicas, acatando as recomendações da Resolução
1325 e dando às mulheres a oportunidade de contribuírem com enfrentamento da
violência, a construção da paz social e a consolidação da democracia.

  Um afetuoso abraço,

     Lêda











---------- Forwarded message ----------
From: LEDA RIBEIRO <leda.ribeiro em gmail.com>
Date: Mon, Jun 7, 2010 at 5:40 PM
Subject: Mulheres e Paz - Ban Ki-moon
To: leda Ribeiro <leda.ribeiro em gmail.com>


By Ban Ki-moon , UN Secretary-General
Date: 7 June 2010
This October we will mark the tenth anniversary of the Security Council’s
groundbreaking resolution 1325 on women, peace and security, which called
for higher levels of women’s involvement in peacemaking and peace-building.
This anniversary is an opportunity to reaffirm the core message of that
landmark text: sustainable peace is possible only with women’s full
participation — their perspectives, their leadership, their daily, equal
presence wherever we seek to make and keep the peace.
Progress has indeed been achieved. Many peace processes now regularly
include consultations with women’s peace groups. In many post-conflict
countries, the number of women in government has increased dramatically, and
they have used their public decision-making roles to advance women’s rights.
Within the United Nations itself, there are now eight women Special
Representatives and Deputy Special Representatives; Bangladesh and India
have deployed all-female UN police units to peacekeeping operations; and UN
Police have developed strategies and measures to better protect women from
violence. But the gaps remain significant: too few women participate in
peacemaking and peace-building, and we have seen a disturbing escalation in
levels of sexual violence during and after conflict.
The “Global Open Day for Women and Peace” is meant to reinvigorate our
efforts to realize the vision set out in resolution 1325. I count on all
partners to support the United Nations in translating women’s priorities
into real and meaningful action.

 

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