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<div class=Section1>
<p class=MsoNormal><span style='font-size:11.0pt;font-family:"Calibri","sans-serif";
color:#1F497D'><o:p> </o:p></span></p>
<p class=MsoNormal style='margin-bottom:12.0pt'><span style='color:#1F497D'><o:p> </o:p></span></p>
<p class=MsoNormal style='margin-bottom:12.0pt'><span style='font-size:11.0pt;
font-family:"Calibri","sans-serif";color:#1F497D'><o:p> </o:p></span></p>
<p class=MsoNormal style='margin-bottom:12.0pt'>Notícias do Parlamento
britânico e da América Latina sobre as mulheres. Os atrasos só mudam
de geografia.<br>
<br>
Tereza<br>
___________________________________________________________________________<o:p></o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><b><span style='font-size:14.0pt'>Trinta
anos após eleições de Thatcher, conservadores criam cota feminina<o:p></o:p></span></b></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><b>Decisão para garantir mais mulheres no
Parlamento britânico gera polêmica<o:p></o:p></b></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'>Fernando Duarte /<i> Correspondente<o:p></o:p></i></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><o:p> </o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'>LONDRES. Em 1979, a eleição de Margareth
Thatcher como primeira-ministra do Reino Unido representou um momento histórico
não apenas na política do país. Trinta anos depois, porém a ascensão de
Thatcher ganha contornos ainda mais míticos quando se examina a atual
composição do Parlamento. Dos 656 deputados eleitos em 2005 para a Câmara dos
Comuns, 128 eram mulheres, o maior número da História. Mas a proporção de 19,5%
é uma mancha pra um país que prega ideais democráticos mundo afora. Por isso, o
Partido Conservador, de Thatcher, resolveu criar listas femininas pra as
próximas eleições ao Parlamento.<o:p></o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'>Segundo estatísticas da União
Interparlamentar Internacional (IPU), o Reino Unido ocupa um modesto 47º lugar
numa lista de 164 países em termos de representatividade feminina em suas
assembléias nacionais. Mesmo Estados conturbados como Ruanda e Afeganistão, ou
mesmo ditaduras como Cuba, têm mais mulheres deputadas. E em termos regionais,
há 27 países europeus à frente dos britânicos. Os números sugerem maiores
dificuldades de acesso para as súditas da rainha Elizabeth II buscando
ingressar na política.<o:p></o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'> – Uma coisa é certa: <strong>os 20 países
no mundo que hoje têm mais de 30% de mulheres em seus parlamentos têm algum
tipo de dispositivo de cotas, já a partir dos diretórios regionais partidários,
mesmo que em caráter temporário, para estimular um equilíbrio.</strong> É mais
democrático – afirma a pesquisadora e ativista feminista Lesley Addela.<o:p></o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'>Assim como em discussões sobre relações
raciais, cotas são um assunto polêmico nos debates sobre gênero no Reino Unido.
Semana passada, o anúncio feito pelo líder do Partido Conservador, David
Cameron, da criação de listas femininas para a escolha de candidatos já ganhos
pelos conservadores nas próximas eleições teve recepção mista. Entre os
críticos está justamente uma deputada conservadora, Ann Widdecombe:<o:p></o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'> – Imagino que qualquer mulher que busque
uma carreira política tem como ideal olhar para um colega masculino no
Parlamento com a consciência de que chegou lá por méritos próprios, não por
apadrinhamento.<o:p></o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'>Porém, foi com um sistema de cotas que a
representatividade feminina parlamentar no Reino Unido ganhou corpo. <strong>Se
em 1979 havia apenas Thatcher e outras 18, em 1997 o número de deputadas saltou
para 120, dobrando em relação ao pleito de 1992. Isso graças à iniciativa do
então líder da oposição, o trabalhista Tony Blair, de impor um sistema de cotas
para seu partido.<o:p></o:p></strong></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'>A popularidade do atual premier, Gordon
Brown, junto às colegas segue sua tendência de queda. Na onda de renúncias de
ministros, em junho, três entregaram o cargo. E uma delas, Caroline Flint,
acusou Brown publicamente de apenas usar a presença feminina no Gabinete para fins
decorativos.<o:p></o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><em><b>O Globo</b></em><b> – 25/10/09<o:p></o:p></b></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><b>_____________________________________________________________________<o:p></o:p></b></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><b><o:p> </o:p></b></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><b><span style='font-size:14.0pt'>America
Latina, um baluarte contra o aborto<o:p></o:p></span></b></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><b>Oposição de autoridades leva a 4
milhões de cirurgias clandestinas e 4 mil mortes por ano.<o:p></o:p></b></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'>Soledad Gallego-Diniz / Do <i>El País</i><o:p></o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><o:p> </o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'>BUENOS AIRES. Maria Silva e Maria Dias
tinham 22 e 21 anos, respectivamente, já eram mães e não queriam ter mais
filhos. Morreram em Santa Fé e em Córdoba (Argentina) vítimas de infecções
provocadas por abortos clandestinos. A única jornalista a relatar isso foi
Mariana Carvajal, na “Página 12”. Os demais meios argentinos ignoraram as duas
mortes.<o:p></o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><strong>A negação a debater os efeitos da
proibição do aborto, e o fato de ser um grave problema de saúde pública são uma
das maiores maldições que sofrem as mulheres na América do Sul. De nada serve
que haja quatro milhões de abortos clandestinos por ano, ou quatro mil
mulheres mortas. É impossível conseguir que os Parlamentos discutam a situação,
ou que políticos de peso se pronunciem a favor de legalizar a interrupção
voluntária da gravidez.</strong> Em alguns casos leis aprovadas nos anos 1930
para autorizar abortos terapêuticos (por risco de vida da mãe ou estupro) foram
endurecidas.<o:p></o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><strong>Em Bogotá, uma menina de 13 anos
estuprada por um vizinho, apesar de ter direito de abortar, foi recusada por
sete hospitais.</strong> No Peru, o debate para a legalização de abortos em
caso de estupro, má-formação do feto ou de risco para a mãe, que está no
Congresso, provocou a ameaça de demissão do ministro da Defesa. No Chile, a
ditadura mudou a lei para que a vida da mãe esteja subordinada à do feto, e a
presidente Michelle Bachelet nada pôde fazer.<o:p></o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><b><o:p> </o:p></b></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><b>No Uruguai, a lei aprovada é vetada por
Tabaré Vázquez.<o:p></o:p></b></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'>A posição da Igreja é combativa. Na
República Dominicana foi aprovada uma mudança da Constituição que institui “a
inviolabilidade da vida da concepção até a morte”, mesmo com 80% do povo a
favor da legalização do aborto terapêutico. O mesmo ocorreu na Nicarágua.<o:p></o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'>Os olhos se viraram pra o Uruguai. O
Congresso aprovou uma lei parecida com a da Europa. Mas a esperança acabou
porque o presidente, Tabaré Várquez, vetou a lei. Ele ignorou que 60% do povo
apoiavam a iniciativa, e respaldou a campanha de católicos e evangélicos. A
hierarquia católica uruguaia chegou a afirmar que as mulheres não têm livre
arbítrio sobre o próprio corpo.<o:p></o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><em><b>O Globo</b></em><b> – 25/10/09<o:p></o:p></b></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><o:p> </o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><o:p> </o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><o:p> </o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><o:p> </o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><o:p> </o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><o:p> </o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><o:p> </o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><o:p> </o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><o:p> </o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><o:p> </o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><o:p> </o:p></p>
<p class=semespaamento style='mso-margin-top-alt:6.0pt;margin-right:0cm;
margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm'><o:p> </o:p></p>
<p class=MsoNormal><o:p> </o:p></p>
<pre><o:p> </o:p></pre><pre>_________________________________<o:p></o:p></pre><pre>Somos a Rede Virtual de Mulheres do PPS.<o:p></o:p></pre><pre>Somos um grupo que segue<o:p></o:p></pre><pre>sua luta pela inclus<span
style='font-family:MingLiU'>㯠</span>da Mulher na Pol�ca.<o:p></o:p></pre><pre><o:p> </o:p></pre>
<p class=MsoNormal><img width=1 height=1 id="_x0000_i1026"
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<div align=center>
<table class=MsoNormalTable border=0 cellspacing=0 cellpadding=0 width="75%"
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<tr style='height:23.25pt'>
<td rowspan=3 valign=top style='padding:0cm 0cm 0cm 0cm;height:23.25pt'>
<p class=MsoNormal><a href="http://www.grupos.com.br"><span style='text-decoration:
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</td>
<td style='padding:0cm 0cm 0cm 0cm;height:23.25pt'></td>
</tr>
<tr style='height:4.5pt'>
<td width="100%" style='width:100.0%;background:#CECFCE;padding:0cm 0cm 0cm 0cm;
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<tr>
<td valign=top style='padding:0cm 0cm 0cm 0cm'>
<p class=MsoNormal align=right style='text-align:right'><a
href="mailto:cancelar-mulherespps@grupos.com.br"><span style='font-size:7.5pt;
font-family:"Tahoma\,Verdana\,Arial";color:#CECFCE;text-decoration:none'>cancelar
assinatura</span></a> <a href="http://www.grupos.com.br/grupos/mulherespps"><span
style='font-size:7.5pt;font-family:"Tahoma\,Verdana\,Arial";color:#CECFCE;
text-decoration:none'>- p</span><span style='font-size:7.5pt;color:#CECFCE;
text-decoration:none'>᧩na do grupo</span></a> <o:p></o:p></p>
</td>
</tr>
</table>
</div>
<p class=MsoNormal><br>
<br>
__________ Informa<span style='font-family:"MS Mincho"'>磯</span> do NOD32 IMON
4556 (20091029) __________<br>
<br>
Esta mensagem foi verificada pelo NOD32 sistema antiv�s<br>
<a href="http://www.eset.com.br">http://www.eset.com.br</a><o:p></o:p></p>
</div>
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