<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN">
<HTML><HEAD>
<META http-equiv=Content-Type content="text/html; charset=windows-1252">
<STYLE>.hmmessage P {
        PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; PADDING-TOP: 0px
}
BODY.hmmessage {
        FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Verdana
}
</STYLE>
<META content="MSHTML 6.00.5730.11" name=GENERATOR></HEAD>
<BODY class=hmmessage bgColor=#ffffff>
<DIV><FONT face=Georgia>Leda, veja nova notícia sobre o tema no jornal de Minas
Gerais. Você não poderia nos informar sobre o andamento da consulta do PSDB ao
TSE?</FONT></DIV>
<DIV><FONT face=Georgia>Abraços,</FONT></DIV>
<DIV><FONT face=Georgia>Regina. PMDB MULHER</FONT></DIV><FONT
face=Georgia></FONT> <BR><FONT style="FONT-SIZE: 16pt"><FONT
style="FONT-SIZE: 20pt" size=5><FONT style="FONT-SIZE: 12pt"
color=#31859b><STRONG>ESTADO DE MINAS</STRONG></FONT><BR></FONT></FONT><BR>
<DIV align=left><FONT style="FONT-SIZE: 8pt" size=1>BELO HORIZONTE, 26 DE ABRIL
DE 2010</FONT>
<DIV class=tazul2 id=noticia_titulo>em dia com a política</DIV>
<DIV class=tazul2>
<DIV class=autor id=noticia_palavras
style="PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; PADDING-TOP: 5px"><I><FONT
size=3><STRONG>Elas ainda são meras coadjuvantes justamente na área em que
poderiam fazer valer seus direitos</STRONG></FONT></I></DIV>
<DIV class=autor
style="PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-BOTTOM: 0px; PADDING-TOP: 5px"><I><FONT
size=3><STRONG>e mudar leis patriarcais, como o combate à violência sexual e
doméstica</STRONG></FONT></I></DIV></DIV>
<DIV class=autor id=noticia_autor
style="PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-BOTTOM: 9px; PADDING-TOP: 5px">
<TABLE>
<TBODY>
<TR>
<TD class=autor><I><U><FONT style="FONT-SIZE: 10pt" size=2>Paulo
Nogueira</FONT></U></I> </TD></TR></TBODY></TABLE></DIV>
<TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width="100%" border=0>
<TBODY>
<TR>
<TD vAlign=top width=25><MAP name=botoes><AREA shape=RECT
coords=0,0,22,15 href="javascript:increase_font()"><AREA shape=RECT
coords=2,33,24,48 href="javascript:decrease_font()"><AREA shape=RECT
coords=1,57,24,76 href="javascript:getFriend()"><AREA shape=RECT
coords=2,83,24,106 href="javascript:printThis()"></MAP> </TD>
<TD class=txt style="BORDER-LEFT: #cccccc 1px solid" vAlign=top width=430>
<TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=439 border=0>
<TBODY>
<TR>
<TD
style="PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 5px; PADDING-BOTTOM: 0px; PADDING-TOP: 0px"
width=434 colSpan=2>
<DIV class=txt id=noticia_corpo
style="PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; FONT-SIZE: 12px; PADDING-BOTTOM: 0px; PADDING-TOP: 0px; p: 0">As
grandes conquistas profissionais das mulheres nas últimas décadas,
das mais variadas modalidades esportivas aos mais altos cargos
executivos na iniciativa privada e no poder público, até hoje não
chegaram ao mundo da política. Nesta praia de muitos holofotes e
poderes, a propalada igualdade entre os sexos ainda é uma longa
estrada a percorrer, mesmo com duas candidatas à Presidência da
República. As mulheres ainda são meras coadjuvantes justamente na
área em que poderiam fazer valer seus direitos e mudar leis
patriarcais e conservadoras, como o combate à violência sexual e
doméstica e a luta por oportunidades e salários iguais aos dos
homens, só para citar dois exemplos. <BR><BR>Por razões diversas,
estão excluídas do principal exercício de cidadania de uma nação:
fazer leis democráticas. Seria incrível e lamentável, mas <STRONG>as
eleições proporcionais deste ano podem simplesmente deixar as
mulheres de fora, dependendo de uma decisão que o Tribunal Superior
Eleitoral (TSE) vai tomar nos próximos dias. A má notícia, que
implica num grave problema de cerceamento à cidadania, poderá se
concretizar a partir da interpretação de uma mudança na Lei
12.034/2009, chamada de minirreforma eleitoral. Se assim entender o
TSE a partir de uma consulta feita pelo PSDB, <FONT
style="FONT-SIZE: 8pt" size=1>os partidos que não conseguirem
preencher o teto de 30% de vagas para o sexo feminino não poderão
lançar nenhuma, isso mesmo, nenhuma candidata a deputada.</FONT> O
alerta saiu de reunião na semana passada entre representantes do
Tribunal Regional Eleitoral de Minas e dos partidos para esclarecer
as regras sobre registro de candidaturas. <BR></STRONG><BR>A
participação feminina vem caindo gradativamente desde o início da
política de cotas em 1998. Em todos os estados, o máximo que os
partidos conseguem, com muito esforço, é chegar a 20% das cotas. Há
12 anos, os partidos lançaram, em média, 12%, de candidaturas a
deputadas estaduais. Quatro anos depois, as mulheres preencheram 14%
das chapas e, em 2006, 13%. Para a Câmara, a participação foi menor
ainda. Em 1998, era de 10% das candidaturas; em 2002, 11%, e, em
2006, 12%. Nas câmaras municiais, foi maior, mas ainda longe da cota
de 30%. Em 2000, as chapas proporcionais dos partidos e coligações
tiveram, em média, 19% de mulheres. Em 2004, elas participaram com
21,6% das candidaturas e, em 2008, 21,9%.<STRONG> É necessário bom
senso do TSE para garantir a participação feminina no pleito ou
então que a lei seja revista, se não para este ano, para as próximas
eleições. Como diminuir o percentual da cota, por exemplo.
<BR></STRONG><BR><STRONG>Os motivos todo mundo já conhece</STRONG>
<BR><BR>A origem do problema é cultural, principalmente patriarcal e
machista. As explicações mais plausíveis parecem ser mesmo o
preconceito masculino e a própria indiferença das mulheres, por
vários motivos. Na maioria das vezes, interessam aos partidos apenas
para compor chapa. Para achar os motivos, não é preciso pesquisar
muito, basta ouvir as mulheres nas ruas, quem já ocupou ou tentou
ocupar cargo eletivo ou quem é veterana na política. A comerciante
Meiry Campos, por exemplo, disse em recente entrevista ao EM que,
quando se candidatou a uma vaga na Assembleia, sequer tinha contato
com a cúpula do partido ao qual se filiara. “Eles usam as mulheres
mais para compor as chapas e depois largam para lá. Não recebem
apoio algum, não conseguiam um só santinho. Não concorro mais, tenho
mais o que fazer”, desabafou. <BR><BR>Mais grave ainda o caso da
cabeleireira Izabel Lina Alves. Concorreu a uma cadeira na
Assembleia. “Prometeram-me recursos para bancar a campanha e fui
dando cheques pré-datados. No fim, estava endividada e por isso não
pretendo voltar à política. A estrutura dos partidos está a serviço
da eleição de poucos e, em geral, de homens”, acrescenta <BR><BR>Nas
ruas, o sentimento é o mesmo. A dona de casa Vânia Ferreira diz que
as mulheres deveriam participar mais da política “para diminuir a
corrupção”, considerando que o sexo feminino teria uma atividade
parlamentar mais ética. “Acho que o problema maior é o machismo dos
homens, que consideram que fazer política é só para eles, não querem
abrir espaço para as mulheres”. <BR><BR><STRONG>A prefeita de Betim,
Maria do Carmo Lara (PT), mostra-se preocupada com um possível
retrocesso no impedimento legal da candidatura de mulheres. “É
preciso estimular as cotas para candidatas e não reduzi-las, criar
mecanismos para que mais mulheres sejam candidatas”. </STRONG>Para
ela, a dificuldade de financiamento de campanha e principalmente o
“mundo político masculino” são grandes empecilhos. “A mulher já
conquistou o mundo empresarial e outros segmentos importantes da
sociedade, mas na política, tudo ainda é muito masculino”. Com a
palavra, o TSE.<!--fim do corpo-->
</DIV></TD></TR></TBODY></TABLE></TD></TR></TBODY></TABLE> </DIV>
<DIV align=left>
<DIV align=left> </DIV>
<DIV align=left> </DIV>
<DIV align=left> </DIV>
<DIV align=left> </DIV>
<DIV align=left> </DIV>
<DIV align=left> </DIV>
<DIV align=left> </DIV>
<DIV align=left> </DIV>
<DIV align=left> <BR><BR><BR>
<HR>
Transforme-se em personagens engraçados e coloque no Messenger. <A
href="http://ilm.windowslive.com.br/?ocid=ILM:ILM:Hotmail:Tagline:1x1:Tagline"
target=_new>Clique e veja como.</A> </DIV></DIV></BODY></HTML>