<div class="gmail_quote"><div class="HOEnZb"><div class="h5"><div class="gmail_quote"><div><div>Companheiras,<br><div class="gmail_quote"><div class="gmail_quote"><br><br>Segue para conhecimento matéria publicada no Vermelho sobre a 2ª Conferência Nacional do PCdoB sobre a Emancipação da Mulher.<br>
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Saudações<br><br>Liège Rocha<br>Secretária Nacional da Mulher/PCdoB<div><div><br>
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                                                        <h4><br></h4></div></div><var>
23 de Maio de 2012 - 15h59
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                                                                <h1>Liège: “Devemos perseguir a emancipação na perspectiva humana”</h1><br>
                                                <h2>Em entrevista ao <b>Vermelho</b>, a secretária nacional da
Questão das Mulheres do PCdoB, Liège Rocha, fez um balanço positivo da
2ª Conferência Nacional do Partido sobre a Emancipação da Mulher,
realizada entre os dias 18 e 20 de maio, em Brasília. Segundo dados
divulgados pela dirigente, o processo da conferência envolveu cerca de
15 mil participantes, em diversas plenárias realizadas nos 26 estados
brasileiros e no Distrito Federal. <br>
<br>
Da Redação, <br>
Mariana Viel</h2><br>
                                                                                                                                                                                                                                                <span>Segundo Liège durante os debates
foram abordados três aspectos do documento-base da conferência.
“Debatemos o aspecto teórico, sobre qual é o tipo de emancipação que
queremos; o aspecto político da realidade das mulheres brasileiras hoje e
as questões relacionadas ao Partido. A conferência traz novos ventos
para o enfrentamento da luta pela emancipação das mulheres”. <br>
<br>
“Do ponto de vista político, propriamente dito, foram levantados vários
dados sobre a realidade e os avanços que as mulheres têm conquistado no
Brasil. Por outro lado, esses dados também apontam para a necessidade de
avançarmos no enfrentamento à violência contra a mulher e da
mortalidade materna, na defesa do SUS (Sistema único de Saúde), da saúde
da mulher, dos direitos sexuais e reprodutivos. Isso não está descolado
da preocupação da participação das mulheres no Projeto Nacional de
Desenvolvimento.” <br>
<br>
A sensibilização do conjunto da militância partidária e o envolvimento
de homens e mulheres, assim como a presença marcante da direção
nacional, deixa um forte sentimento de responsabilidade para o avanço da
perspectiva da luta pela emancipação. <br>
<br>
Para Liège, os reflexos imediatos da conferência poderão ser observados
no próprio processo eleitoral deste ano. “Penso que as mulheres e o
próprio Partido também estarão mais alertas para essa necessidade da
promoção das mulheres e da garantia de candidaturas femininas do
Partido”. <br>
<br>
“Sabemos que nos marcos do capitalismo a emancipação política tem uma
importância muito grande na conquista dos direitos. Mas precisamos
também perseguir essa emancipação na perspectiva também da emancipação
humana. Esse é uma questão muito rica e que com certeza vai fortalecer a
nossa militância no debate de ideias e na sociedade como um todo.”<br>
<br>
Ela destacou ainda a importância das candidaturas de Manuela D'Ávila
(Porto Alegre), Ângela Albino (Florianópolis) e Alice Portugal
(Salvador) dentro da perspectiva da superação da sub-representação das
mulheres nos espaços de poder e decisão. <br>
<br>
“Do ponto de vista interno do Partido é muito importante a
sensibilização da parcela masculina em relação a essa questão. Com
certeza isso tem um reflexo na mudança de comportamento, de visão de
mundo, do entendimento de que temos que combater práticas
discriminatórias. Tudo isso também influencia a vida da militância
partidária.”<br>
<br>
<b>Instâncias diretivas</b><br>
<br>
A dirigente nacional relata que desde a primeira conferência, realizada
em 2007, o PCdoB obteve importantes avanços na questão da presença das
mulheres nas instâncias diretivas do Partido. Ela afirma que a grande
maioria das direções estaduais cumpre a meta de ter no mínimo 30% de
mulheres nos espaços internos de decisão. “Durante a abertura de nossa
conferência, o presidente do Partido, Renato Rabelo, disse que não basta
mais apenas os 30% e que temos que lutar agora pela paridade, ou seja,
50%. Essa é uma perspectiva que se abre.”<br>
<br>
Atualmente, cinco comitês estaduais do Partido (São Paulo, Minas Gerais,
Rio de Janeiro, Santa Catarina e Sergipe) são presididos por mulheres. O
PCdoB também é o partido com a maior bancada no Congresso,
proporcionalmente. “Essas coisas são questões importantes que também
mudam a visão de participação das mulheres nos espaços de poder e
decisão. Temos em nossa trajetória muita preocupação com a participação
das mulheres.”<br><br><a href="http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=184031&id_secao=8" target="_blank">http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=184031&id_secao=8</a><br></span>
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