[Pactonacional] ENC: ++SPM mídia: matérias divulgação Ligue 180, Compromisso e Atituide e encontro das DEAMs
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Segunda Agosto 13 12:26:03 BRT 2012
Para conhecimento.
_____________________________________________
De: Isabel Clavelin
Enviada em: quarta-feira, 8 de agosto de 2012 09:56
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: ++SPM mídia: matérias divulgação Ligue 180, Compromisso e Atituide
e encontro das DEAMs
Colegas,
seguem matérias sobre a divulgação do Ligue 180, Compromisso e Atitude e
Encontro das DEAMs.
FOLHA DE S. PAULO - SP | COTIDIANO
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
59% das mulheres agredidas sofrem violência diária
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3770491
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3770491> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
770491
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
770491> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/59555-59-das-mulheres-agredidas-
sofrem-violencia-diaria.shtml
<http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/59555-59-das-mulheres-agredidas-
sofrem-violencia-diaria.shtml> >
Chamada de capa
Levantamento
DE BRASÍLIA - Mais da metade (59,57%) das mulheres que sofrem violência são
agredidas todos os dias, segundo a Secretaria de Políticas para as mulheres.
O dado faz parte de um balanço da Central de Atendimento à Mulher - ligue
180.
Conforme o levantamento, em 70% dos casos de violência doméstica o agressor
é o marido ou companheiro da vítima.
Em 66% dos casos de agressão os filhos presenciam a mulher sendo agredida.
Dos mais de 2 milhões de atendimentos da central desde 2006, 329.256 foram
enquadrados na Lei Maria da Penha.
CORREIO BRAZILIENSE - DF | BRASIL
LEI MARIA DA PENHA
Mulheres com mais coragem de denunciar
GRASIELLE CASTRO
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3770139
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3770139> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
770139
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
770139> >
Chamada de capa
Em vigor desde 2006, a Lei Maria da Penha conseguiu estimular o registro de
agressões domésticas, segundo especialistas. Quase metade das ligações
relatam situações diárias. Entretanto, o número de homicídios cresceu e
chegou a 4.465 casos em 2010
Mais de 329 mil mulheres que procuraram o serviço de denúncia de violência
contra o gênero - o Disque 180 -, nos últimos seis anos, sofreram algum tipo
de agressão. A maioria delas, cerca de 47%, relatou ainda que a situação era
diária. Os dados são do canal de atendimento da Secretaria de Política para
as mulheres, divulgados ontem. No mesmo dia, a Lei Maria da Penha, fonte de
mais rigor para a punição de crimes de violência doméstica, completou seis
anos. Os números vêm acompanhados da atualização do Mapa da Violência 2012 -
homicídio de mulheres no Brasil, com base em dados de 2010, que mostram
crescimento na taxa de homicídios. Em 2010, foram 4.465 assassinatos,
aumento de 20% comparado a 2007 e de 230% em relação ao ano 2000.
A secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as mulheres,
Aparecida Gonçalves, explica que os dois levantamentos refletem lados
diferentes do mesmo drama. Enquanto os números da secretaria indicam o
crescimento de denúncias - chegando a 2,7 milhões de atendimentos nos
últimos seis anos, com aumento de 30% nas ligações se comparado o primeiro
semestre do ano passado com o mesmo período deste ano -, os crimes contra as
mulheres ganharam requintes de crueldade. Para Aparecida, é como se as
mulheres estivessem mais decididas a denunciar e a dar um basta na situação,
só que os homens têm reagido mal. "É o sentimento de posse. Temos vistos
casos de cárcere privado, de mulheres que ficam mais de 36 horas com uma
arma apontada para cabeça delas", exemplifica.
Entretanto, Aparecida destaca que a lei surtiu efeito no pensamento
feminino. "Aumentou a coragem de não querer mais sofrer por saber que ela
não está sozinha. O Estado, o mesmo que antes não tinha nenhuma postura, tem
dado apoio", relatou. A farmacêutica Maria da Penha, que dá nome à lei por
ter sido agredida pelo marido, inclusive tendo sofrido duas tentativas de
homicídio, concorda que a regra promoveu a igualdade de gênero, mas ressalta
que ainda faltam políticas públicas de acolhimento e mais delegacias e
órgãos especializados. "A população se apropriou do seu direito, mas ainda é
preciso que se repense a reestruturação do Poder Judiciário, já que as varas
especiais foram esvaziadas. Poderiam ser criados mais juizados, que estão
cheios", sugere.
Maria da Penha lembra que a legislação mudou porque, depois de mais de 15
anos lutando pela punição do seu agressor, ela enviou o caso para a Comissão
Interamericana de Direitos Humanos (OEA), que condenou o Brasil por
negligência e omissão em relação a violência doméstica e exigiu uma mudança
na legislação. "Nunca quis ficar famosa pelas páginas policiais. Eu tinha
vergonha, mas, em todos os momentos que os movimentos pelas mulheres me
procuravam, eu estava lá para lutar".
Ranking
Mesmo com mais rigor na punição contra a violência, o Brasil ainda está
entre os 10 piores países no ranking da Organização Mundial da Saúde, que
calcula mortes para cada 100 mil mulheres. Em sétimo lugar, o país registra
taxa de 4,4 mortes para cada 100 mil mulheres, ficando atrás apenas de El
Salvador, Trinidad e Tobago, Guatemala, Rússia, Colômbia e Belize. Autor do
Mapa da Violência, o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, frisa que, com a
atualização dos dados do primeiro semestre deste ano, o Brasil se consolidou
entre as nações que mais maltratam as mulheres.
Junto à divulgação dos dados, o Ministério da Saúde anunciou a destinação
neste ano de R$ 31 milhões às secretarias estaduais e municipais de saúde
para incentivar a notificação e promover o desenvolvimento de ações de
vigilância e prevenção de violência.
ÚLTIMO SEGUNDO | BRASIL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | REFORMA ELEITORAL
70% das denúncias de agressão à mulher são contra companheiro e cônjuge
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772184
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772184> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772184
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772184> >
Veja a matéria no site de origem
<http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2012-08-07/70-das-denuncias-de-agress
ao-a-mulher-sao-contra-companheiro-e-conjuge.html
<http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2012-08-07/70-das-denuncias-de-agress
ao-a-mulher-sao-contra-companheiro-e-conjuge.html> >
Chamada de capa
Secretaria de Políticas para as mulheres divulga um balanço do Disque 180 no
dia em que a Lei Maria da Penha completa seis anos
Agência Brasil
No dia em que a Lei Maria da Penha completa seis anos de existência, a
Secretaria de Políticas para as mulheres divulga um balanço do Disque 180.
Foram 2,7 milhões de atendimentos de 2006 a 2012. Desse total, 329,5 mil
(14%) eram relatos de violência contra a mulher enquadrados na lei. A
maioria (60%) foi pedidos de informação.
Agência Brasil
Maria da Penha
No primeiro semestre de 2012, foram registrados 388,9 mil atendimentos, dos
quais 56,6% foram relatos de violência física. A violência psicológica
aparece em 27,2% das ocorrências no período. Foram 5,7 mil chamadas
relacionadas à violência moral (12%), 915 sexual (2%) e 750 patrimonial
(1%). Os dados revelam ainda que em 66% dos casos os filhos presenciam as
agressões contra as mães.
Os companheiros e cônjuges continuam sendo os principais agressores (70% das
denúncias neste ano). Se forem considerados outros tipos de relacionamento
afetivo (ex-marido, ex-namorado e ex-companheiro), o percentual sobe para
89%. Os parentes, vizinhos, amigos e desconhecidos aparecem como agressores
em 11%.
Das unidades federativas, o Distrito Federal registrou o maior número de
denúncias de violência contra a mulher no primeiro semestre do ano - 625
para cada 100 mil mulheres - seguido pelo Pará (515) e pela Bahia (512). Os
que menos receberam ligações, no mesmo período, foram Amazonas (93), Santa
Catarina (156) e Rondônia (173). Em 2011, os estados que lideravam o ranking
eram Bahia, Sergipe e Pará.
A secretária da Mulher do Distrito Federal (DF), Olgamir Amância Ferreira,
justificou a grande quantidade de denúncias por elas procurando mais o
serviço de atendimento. No DF, são recebidas 15 denúncias por dia. "Elas têm
acesso à informação e sabem da existência de suporte como casa abrigo,
centro de referência e núcleo de atendimento, o que faz com que se sintam
mais fortalecidas e empoderadas e denunciem", disse.
O governo distrital inaugurou hoje um Centro de Referência de Atendimento à
Mulher (CRAM) na 102 sul, próximo à estação do metrô. A localização foi
escolhida pela grande circulação de pessoas e para facilitar o acesso das
mulheres à rede de proteção.
Participam do evento as ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos), Luiza
Bairros (Políticas de Pormoção da Igualdade Racial), Eleonora Menicucci
(Políticas para as mulheres) e o ministro Gilberto Carvalho
(Secretaria-Geral da Presidência da República), além de juízas, promotores e
delegados.
INDÚSTRIA & COMÉRCIO - PR | BRASIL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA
Disque 180 recebeu mais de 329 mil denúncias em seis anos
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3773113
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3773113> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
773113
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
773113> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.icnews.com.br/2012.08.07/brasil/disque-180-recebeu-mais-de-329-m
il-denuncias-em-seis-anos/
<http://www.icnews.com.br/2012.08.07/brasil/disque-180-recebeu-mais-de-329-m
il-denuncias-em-seis-anos/> >
Chamada de capa
No dia em que a Lei Maria da Penha completa seis anos de existência, o
Disque 180 registrou 2,7 milhões de atendimentos de2006 a2012. Desse total,
329,5 mil (14%) eram relatos de violência contra a mulher enquadrados na
lei. A maioria (60%) foi pedidos de informação. Os dados são da Secretaria
de Políticas para as mulheres, responsável pelo disque-denúncia, divulgados
ontem na abertura do Encontro Nacional sobre o Papel das Delegacias no
Enfrentamento da Violência contra as mulheres.
No primeiro semestre de 2012, foram registrados 388,9 mil atendimentos, dos
quais 56,6% (47,5 mil) foram relatos de violência física. A violência
psicológica aparece em 27,2% (12,9 mil) dos registros no período. Foram 5,7
mil chamadas relacionadas à violência moral (12%), 915 sexual (2%) e 750
patrimonial (1%). Os dados revelam ainda que em 66% dos casos os filhos
presenciam as agressões contra as mães.
Os companheiros e cônjuges continuam sendo os principais agressores (70% das
denúncias neste ano). Se forem considerados outros tipos de relacionamento
afetivo (ex-marido, ex-namorado e ex-companheiro), o percentual sobe para
89%. Os parentes, vizinhos, amigos e desconhecidos aparecem como agressores
em 11%.
Das unidades federativas, o Distrito Federal registrou o maior número de
denúncias de violência contra a mulher no primeiro semestre do ano - 625
para cada 100 mil mulheres - seguido pelo Pará (515) e pela Bahia (512). Os
que menos receberam ligações, no mesmo período, foram Amazonas (93), Santa
Catarina (156) e Rondônia (173).
INDÚSTRIA & COMÉRCIO - PR | BRASIL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA
Disque 180 recebeu mais de 329 mil denúncias em seis anos
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3773113
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3773113> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
773113
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
773113> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.icnews.com.br/2012.08.07/brasil/disque-180-recebeu-mais-de-329-m
il-denuncias-em-seis-anos/
<http://www.icnews.com.br/2012.08.07/brasil/disque-180-recebeu-mais-de-329-m
il-denuncias-em-seis-anos/> >
Chamada de capa
No dia em que a Lei Maria da Penha completa seis anos de existência, o
Disque 180 registrou 2,7 milhões de atendimentos de2006 a2012. Desse total,
329,5 mil (14%) eram relatos de violência contra a mulher enquadrados na
lei. A maioria (60%) foi pedidos de informação. Os dados são da Secretaria
de Políticas para as mulheres, responsável pelo disque-denúncia, divulgados
ontem na abertura do Encontro Nacional sobre o Papel das Delegacias no
Enfrentamento da Violência contra as mulheres.
No primeiro semestre de 2012, foram registrados 388,9 mil atendimentos, dos
quais 56,6% (47,5 mil) foram relatos de violência física. A violência
psicológica aparece em 27,2% (12,9 mil) dos registros no período. Foram 5,7
mil chamadas relacionadas à violência moral (12%), 915 sexual (2%) e 750
patrimonial (1%). Os dados revelam ainda que em 66% dos casos os filhos
presenciam as agressões contra as mães.
Os companheiros e cônjuges continuam sendo os principais agressores (70% das
denúncias neste ano). Se forem considerados outros tipos de relacionamento
afetivo (ex-marido, ex-namorado e ex-companheiro), o percentual sobe para
89%. Os parentes, vizinhos, amigos e desconhecidos aparecem como agressores
em 11%.
Das unidades federativas, o Distrito Federal registrou o maior número de
denúncias de violência contra a mulher no primeiro semestre do ano - 625
para cada 100 mil mulheres - seguido pelo Pará (515) e pela Bahia (512). Os
que menos receberam ligações, no mesmo período, foram Amazonas (93), Santa
Catarina (156) e Rondônia (173).
METRO | BRASIL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
6 em cada 10 são agredidas todos os dias
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3773069
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3773069> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
773069
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
773069> >
Chamada de capa
Em 70% dos casos, os companheiros são os autores Disquedenúncia já recebeu
2,7 milhões de ligações
Levantamento da Secretaria Nacional de Políticas para as mulheres aponta que
mais da metade (59,57%) das mulheres vítimas de violência são agredidas
diariamente.
O dado faz parte do balanço da Central de Atendimento à Mulher, ligue 180,
divulgado ontem, quando a Lei Maria da Penha completou seis anos. Com base
nos 388.953 mil atendimentos feitos entre janeiro e junho deste ano, a
secretaria fez um raio-x da violência doméstica.
O estudo mostra que quem deveria proteger a mulher acaba sendo seu principal
algoz. Em 70% dos casos, o agressor é o companheiro da vítima. Eles estão
juntos há 10 anos ou mais em 42% dos relatos. E a violência nem sempre
acontece quando o casal está sozinho. Em 66,8% das denúncias, os filhos
presenciaram
a agressão.
Desde a criação do ligue 180, 2,7 milhões de atendimentos foram realizados.
A violência física é o tipo de agressão mais comum, com 196.610 mil relatos.
Em 52% dos casos, há risco de morte. As ameaças de espancamento representam
45% dos atendimentos. Ontem, a União lançou uma campanha para tentar reduzir
os índices.
O POVO - CE | BRASIL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
59% das mulheres vítimas de violência são agredidas diariamente.
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772570
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772570> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772570
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772570> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.opovo.com.br/app/opovo/brasil/2012/08/08/noticiasjornalbrasil,28
94779/59-das-mulheres-vitimas-de-violencia-sao-agredidas-diariamente.shtml
<http://www.opovo.com.br/app/opovo/brasil/2012/08/08/noticiasjornalbrasil,28
94779/59-das-mulheres-vitimas-de-violencia-sao-agredidas-diariamente.shtml>
>
Chamada de capa
Dados divulgados hoje pela Secretaria de Políticas para as mulheres apontam
que mais da metade (59,57%) das mulheres que sofrem violência são agredidas
todos os dias. Os números fazem parte de um balanço da Central de
Atendimento à Mulher - ligue 180.
Conforme o levantamento, em 70% dos casos de violência doméstica o agressor
é o marido ou companheiro da vítima. O estudo aponta que se forem
considerados demais vínculos afetivos - como ex-marido, namorado e
ex-namorado - o percentual sobre para 89%.
Ainda de acordo com os números, em 66% dos casos de agressão os filhos e
filhas presenciam a cena da mulher sendo agredida.
Conforme a secretaria, dos mais de 2 milhões de atendimentos registrados
pela Central de Atendimento desde 2006 (data de início do funcionamento),
329.256 casos foram enquadrados na Lei Maria da Penha.
"O número ainda é muito alarmante, no entanto, quero reforçar que a Lei
Maria da Penha possibilitou uma visibilidade maior dos crimes, que até 6
anos atrás eles não eram tão visíveis, apareciam só nas páginas policias e
agora estão bastante divulgados. Então há os dois lados", afirmou a Ministra
Eleonora Menicucci.
Ceará
Tanto Ceará quanto a capital, Fortaleza, estão nas últimas colocações em
número de denúncias, proporcionalmente à população feminina.
Segundo os dados da "Central de Atendimento à Mulher - ligue 180", o Estado
é o 24º, entre as 27 unidades da federação, em número de denúncias de
agressões contra a mulher. Os primeiros colocados são Distrito Federal, Pará
e Bahia. Já Fortaleza é a penúltima em número de notificações, entre as
capitais.
Os dados foram apresentados ontem, no encontro "O Papel das Delegacias no
Enfrentamento à Violência contra as mulheres". A Central de Atendimento à
Mulher - ligue 180 é um serviço que presta "escuta e acolhida" às mulheres
em situação de violência.
DIÁRIO DO NORDESTE - CE | POLÍTICA
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
Fortaleza é 2ª capital que menos denuncia.
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772358
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772358> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772358
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772358> >
Veja a matéria no site de origem
<http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1168047
<http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1168047> >
Chamada de capa
Apenas Manaus ficou na frente da cidade no ranking feito pela Secretaria de
Políticas para as mulheres
Fortaleza é a capital com o segundo menor número de denúncias para a Central
de Atendimento à Mulher - ligue 180, da Secretaria de Políticas para as
mulheres da Presidência da República (SPM-PR). De acordo com o ranking,
divulgado ontem devido aos seis anos da Lei Maria da Penha, a procura pelo
ligue 180 foi feita por 11,65 mulheres a cada dez mil de Fortaleza.
A cidade cearense ganha, em acessos ao serviço, apenas de Manaus, no
Amazonas, que tem 7,27 denúncias feitas a cada dez mil mulheres. O município
que teve o maior número de pessoas realizando as ligações foi Campo Grande,
no Mato Grosso do Sul, com 65,67. No Nordeste, Salvador, na Bahia, teve a
maior procura pelo serviço com 44,16 mulheres a cada dez mil.
Já o Ceará teve um aumento de 19,68% no número de denúncias em relação ao
primeiro semestre do ano passado. A procura pelo serviço foi feita por
173,58 mulheres a cada 100 mil em todo o Estado. Já no ano passado, eram
145,04. Com isso, o Estado passou do 23º no ranking para o 24º, de acordo
com a SPM-PR.
A coordenadora do Núcleo de Estudos de Gênero, Idade e Família (Negif), da
Universidade Federal do Ceará (UFC), Maria Dolores de Brito Mota, acredita
que o resultado do ranking demonstra que a assistência às mulheres que
sofrem com a violência, em Fortaleza, atende à demanda.
"Na Capital, a violência contra a mulher é muito grande, mas o trabalho dos
centros de referência e também da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) tem
credibilidade. Desta forma, as pessoas acabam não tendo que denunciar para o
180. Quem faz isso é porque falta apoio no local onde mora", explicou Maria
Dolores.
Conscientização
Para a coordenadora do Negif, um importante fator nesses números é a Lei
Maria da Penha, que criou na sociedade uma conscientização maior em relação
à violência contra as mulheres e isso dá forças para que elas possam ir até
a delegacia e fazer a denúncia.
Dolores ressaltou que a norma ainda precisa avançar em alguns aspectos, como
tipificar o assassinato por questão de gênero, para que tenha uma penalidade
diferenciada. Além disso, a coordenadora ressalta a importância de abrir
dispositivos para apoiar os filhos de mulheres assassinadas, pois muitos
deles presenciam a morte da mãe e, depois, não têm um lugar onde possa
morar.
Segundo a coordenadora da Casa Abrigo de Fortaleza, Daniella Alencar, a
Capital tem uma rede bem estruturada, com políticas públicas, que dá uma
segurança maior para as mulheres que precisam de ajuda. Ela ressalta que é
preciso investir mais na prevenção e educação para que seja aberta uma nova
visão da sociedade com a igualdade entre homens e mulheres.
Ainda segundo os dados da SPM-PR, em todo o Brasil, 59,57% das mulheres que
sofrem violência são agredidas todos os dias. Conforme o levantamento, em
70% dos casos, o agressor é o marido ou companheiro da vítima. Se forem
considerados demais vínculos afetivos - como ex-marido, namorado e
ex-namorado - este percentual sobe para 89%.
TRIBUNA DO PARANÁ - PR | SEGURANÇA
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
59% das mulheres violentadas são agredidas todos os dias
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772252
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772252> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772252
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772252> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.parana-online.com.br/editoria/policia/news/621804/?noticia=59+DA
S+MULHERES+VIOLENTADAS+SAO+AGREDIDAS+TODOS+OS+DIAS
<http://www.parana-online.com.br/editoria/policia/news/621804/?noticia=59+DA
S+MULHERES+VIOLENTADAS+SAO+AGREDIDAS+TODOS+OS+DIAS> >
Chamada de capa
Dados divulgados hoje (07) pela Secretaria de Políticas para as mulheres
apontam que mais da metade (59,57%) das mulheres que sofrem violência são
agredidas todos os dias. Os números fazem parte de um balanço da Central de
Atendimento à Mulher - ligue 180.
Conforme o levantamento, em 70% dos casos de violência doméstica o agressor
é o marido ou companheiro da vítima. O estudo aponta que se forem
considerados demais vínculos afetivos - como ex-marido, namorado e
ex-namorado - o percentual sobre para 89%.
Ainda de acordo com os números, em 66% dos casos de agressão os filhos e
filhas presenciam a cena da mulher sendo agredida.
Conforme a secretaria, dos mais de 2 milhões de atendimentos registrados
pela Central de Atendimento desde 2006 (data de início do funcionamento),
329.256 casos foram enquadrados na Lei Maria da Penha.
"O número ainda é muito alarmante, no entanto, quero reforçar que a Lei
Maria da Penha possibilitou uma visibilidade maior dos crimes, que até 6
anos atrás eles não eram tão visíveis, apareciam só nas páginas policias e
agora estão bastante divulgados. Então há os dois lados", afirmou a Ministra
Eleonora Menicucci.
Os dados foram apresentados durante a abertura do encontro "O Papel das
Delegacias no Enfrentamento à Violência contra às mulheres".
Central de atendimento
Criada em 2005 pela Secretaria de Política para as mulheres, a Central de
Atendimento à Mulher - ligue 180 é um serviço que presta "escuta" e
"acolhida" às mulheres em situação de violência.
De acordo com a Secretaria, somente em 2012, o serviço registrou 388.953
atendimentos. A média diária é de 2.150 registros por dia. Em seis anos de
vigência da Lei Maria da Penha, a central registrou 2.714.877 atendimentos.
A violência física esteve presente em 196.610 casos relatados.
Dos atendimentos registrados neste ano, 25.232 mulheres registraram qual foi
o "risco sofrido". Do total, 52% apresentaram risco de morte e 45,6% risco
de espancamento.
DIÁRIO DO NORDESTE - CE | POLÍTICA
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
Fortaleza é 2ª capital que menos denuncia.
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772358
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772358> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772358
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772358> >
Veja a matéria no site de origem
<http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1168047
<http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1168047> >
Chamada de capa
Apenas Manaus ficou na frente da cidade no ranking feito pela Secretaria de
Políticas para as mulheres
Fortaleza é a capital com o segundo menor número de denúncias para a Central
de Atendimento à Mulher - ligue 180, da Secretaria de Políticas para as
mulheres da Presidência da República (SPM-PR). De acordo com o ranking,
divulgado ontem devido aos seis anos da Lei Maria da Penha, a procura pelo
ligue 180 foi feita por 11,65 mulheres a cada dez mil de Fortaleza.
A cidade cearense ganha, em acessos ao serviço, apenas de Manaus, no
Amazonas, que tem 7,27 denúncias feitas a cada dez mil mulheres. O município
que teve o maior número de pessoas realizando as ligações foi Campo Grande,
no Mato Grosso do Sul, com 65,67. No Nordeste, Salvador, na Bahia, teve a
maior procura pelo serviço com 44,16 mulheres a cada dez mil.
Já o Ceará teve um aumento de 19,68% no número de denúncias em relação ao
primeiro semestre do ano passado. A procura pelo serviço foi feita por
173,58 mulheres a cada 100 mil em todo o Estado. Já no ano passado, eram
145,04. Com isso, o Estado passou do 23º no ranking para o 24º, de acordo
com a SPM-PR.
A coordenadora do Núcleo de Estudos de Gênero, Idade e Família (Negif), da
Universidade Federal do Ceará (UFC), Maria Dolores de Brito Mota, acredita
que o resultado do ranking demonstra que a assistência às mulheres que
sofrem com a violência, em Fortaleza, atende à demanda.
"Na Capital, a violência contra a mulher é muito grande, mas o trabalho dos
centros de referência e também da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) tem
credibilidade. Desta forma, as pessoas acabam não tendo que denunciar para o
180. Quem faz isso é porque falta apoio no local onde mora", explicou Maria
Dolores.
Conscientização
Para a coordenadora do Negif, um importante fator nesses números é a Lei
Maria da Penha, que criou na sociedade uma conscientização maior em relação
à violência contra as mulheres e isso dá forças para que elas possam ir até
a delegacia e fazer a denúncia.
Dolores ressaltou que a norma ainda precisa avançar em alguns aspectos, como
tipificar o assassinato por questão de gênero, para que tenha uma penalidade
diferenciada. Além disso, a coordenadora ressalta a importância de abrir
dispositivos para apoiar os filhos de mulheres assassinadas, pois muitos
deles presenciam a morte da mãe e, depois, não têm um lugar onde possa
morar.
Segundo a coordenadora da Casa Abrigo de Fortaleza, Daniella Alencar, a
Capital tem uma rede bem estruturada, com políticas públicas, que dá uma
segurança maior para as mulheres que precisam de ajuda. Ela ressalta que é
preciso investir mais na prevenção e educação para que seja aberta uma nova
visão da sociedade com a igualdade entre homens e mulheres.
TRIBUNA DO PARANÁ - PR | SEGURANÇA
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
59% das mulheres violentadas são agredidas todos os dias
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772252
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772252> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772252
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772252> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.parana-online.com.br/editoria/policia/news/621804/?noticia=59+DA
S+MULHERES+VIOLENTADAS+SAO+AGREDIDAS+TODOS+OS+DIAS
<http://www.parana-online.com.br/editoria/policia/news/621804/?noticia=59+DA
S+MULHERES+VIOLENTADAS+SAO+AGREDIDAS+TODOS+OS+DIAS> >
Chamada de capa
Dados divulgados hoje (07) pela Secretaria de Políticas para as mulheres
apontam que mais da metade (59,57%) das mulheres que sofrem violência são
agredidas todos os dias. Os números fazem parte de um balanço da Central de
Atendimento à Mulher - ligue 180.
Conforme o levantamento, em 70% dos casos de violência doméstica o agressor
é o marido ou companheiro da vítima. O estudo aponta que se forem
considerados demais vínculos afetivos - como ex-marido, namorado e
ex-namorado - o percentual sobre para 89%.
Ainda de acordo com os números, em 66% dos casos de agressão os filhos e
filhas presenciam a cena da mulher sendo agredida.
Conforme a secretaria, dos mais de 2 milhões de atendimentos registrados
pela Central de Atendimento desde 2006 (data de início do funcionamento),
329.256 casos foram enquadrados na Lei Maria da Penha.
"O número ainda é muito alarmante, no entanto, quero reforçar que a Lei
Maria da Penha possibilitou uma visibilidade maior dos crimes, que até 6
anos atrás eles não eram tão visíveis, apareciam só nas páginas policias e
agora estão bastante divulgados. Então há os dois lados", afirmou a Ministra
Eleonora Menicucci.
Os dados foram apresentados durante a abertura do encontro "O Papel das
Delegacias no Enfrentamento à Violência contra às mulheres".
Central de atendimento
Criada em 2005 pela Secretaria de Política para as mulheres, a Central de
Atendimento à Mulher - ligue 180 é um serviço que presta "escuta" e
"acolhida" às mulheres em situação de violência.
De acordo com a Secretaria, somente em 2012, o serviço registrou 388.953
atendimentos. A média diária é de 2.150 registros por dia. Em seis anos de
vigência da Lei Maria da Penha, a central registrou 2.714.877 atendimentos.
A violência física esteve presente em 196.610 casos relatados.
Dos atendimentos registrados neste ano, 25.232 mulheres registraram qual foi
o "risco sofrido". Do total, 52% apresentaram risco de morte e 45,6% risco
de espancamento.
Ainda segundo os dados da SPM-PR, em todo o Brasil, 59,57% das mulheres que
sofrem violência são agredidas todos os dias. Conforme o levantamento, em
70% dos casos, o agressor é o marido ou companheiro da vítima. Se forem
considerados demais vínculos afetivos - como ex-marido, namorado e
ex-namorado - este percentual sobe para 89%.
JORNAL FLORIPA - SC | BRASIL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
59% das mulheres vítimas de violência são agredidas diariamente
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772198
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ia=3772198> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772198
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
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Veja a matéria no site de origem
<http://www.jornalfloripa.com.br/brasil/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=24
937
<http://www.jornalfloripa.com.br/brasil/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=24
937> >
Chamada de capa
Dados divulgados nesta terça-feira pela Secretaria de Políticas para as
mulheres apontam que mais da metade (59,57%) das mulheres que sofrem
violência são agredidas todos os dias. Os números fazem parte de um balanço
da Central de Atendimento à Mulher - ligue 180.
Conforme o levantamento, em 70% dos casos de violência doméstica o agressor
é o marido ou companheiro da vítima. O estudo aponta que se forem
considerados demais vínculos afetivos --como ex-marido, namorado e
ex-namorado-- o percentual sobre para 89%.
Ainda de acordo com os números, em 66% dos casos de agressão os filhos e
filhas presenciam a cena da mulher sendo agredida.
Conforme a secretaria, dos mais de 2 milhões de atendimentos registrados
pela Central de Atendimento desde 2006 (data de início do funcionamento),
329.256 casos foram enquadrados na Lei Maria da Penha.
"O número ainda é muito alarmante, no entanto, quero reforçar que a Lei
Maria da Penha possibilitou uma visibilidade maior dos crimes, que até 6
anos atrás eles não eram tão visíveis, apareciam só nas páginas policias e
agora estão bastante divulgados. Então há os dois lados", afirmou a Ministra
Eleonora Menicucci.
Os dados foram apresentados durante a abertura do encontro "O Papel das
Delegacias no Enfrentamento à Violência contra às mulheres".
CENTRAL DE ATENDIMENTO
Criada em 2005 pela Secretaria de Política para as mulheres, a Central de
Atendimento à Mulher - ligue 180 é um serviço que presta "escuta" e
"acolhida" às mulheres em situação de violência.
De acordo com a Secretaria, somente em 2012, o serviço registrou 388.953
atendimentos. A média diária é de 2.150 registros por dia. Em seis anos de
vigência da Lei Maria da Penha, a central registrou 2.714.877 atendimentos.
A violência física esteve presente em 196.610 casos relatados.
Dos atendimentos registrados neste ano, 25.232 mulheres registraram qual foi
o "risco sofrido". Do total, 52% apresentaram risco de morte e 45,6% risco
de espancamento.
JORNAL PEQUENO - MA | PLANTÃO
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
70% das denúncias de agressão à mulher são contra o companheiro
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772154
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772154> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772154
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772154> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.jornalpequeno.com.br/2012/8/7/70-das-denuncias-de-agressao-a-mul
her-sao-contra-o-companheiro-208481.htm
<http://www.jornalpequeno.com.br/2012/8/7/70-das-denuncias-de-agressao-a-mul
her-sao-contra-o-companheiro-208481.htm> >
Chamada de capa
Priscilla Mendes Do G1, em Brasília
Levantamento feito pela Secretaria de Políticas para as mulheres, da
Presidência da República, mostra que em 70% das denúncias feitas ao ligue
180, a Central de Atendimento à Mulher, o companheiro é identificado como o
agressor da violência doméstica.
O balanço das ligações foi divulgado nesta terça-feira (7), dia em que a Lei
Maria da Penha completa seis anos de vigência.
De acordo com a secretaria, se somados os demais tipos de relacionamento
afetivo (como ex-marido, namorado e ex-namorado), o índice sobe para 89%. Os
11% restantes se referem à violência cometida por familiares, vizinhos,
amigos e até desconhecidos.
Foram registrados durante os últimos seis anos 2,7 milhões de atendimentos.
O risco de morte foi detectado em 52% das ligações e ameaças de
espancamento, em 45%.
Além da violência física, há outros tipos registrados pela central. A
violência psicológica foi percebida em 27% dos atendimentos; a moral, em
12%; a sexual, em 2%, e a patrimonial, em 1%. Houve ainda 211 casos no
primeiro semestre de 2012 de cárcere privado, com média de 1,15 por dia.
De acordo com a secretaria, a violência é diária em 60% dos relatos. O
levantamento mostra que, nos primeiros seis meses deste ano, o agressor e a
vítima tinham dez ou mais anos de relacionamento em 42% dos casos relatados;
entre cinco e dez anos de relação em 19%; e entre um e dois anos em 10% dos
casos.
A Lei Maria da Penha protege as mulheres contra a violência doméstica.
Sancionada em 2006, ela aumentou o rigor nas punições ao impedir, por
exemplo, a aplicação de penas alternativas, além de possibilitar a prisão em
flagrante dos agressores. Desde o início deste ano, o Supremo Tribunal
Federal (STF) decidiu ainda que o Ministério Público pode denunciar o
agressor nos casos de violência doméstica contra a mulher mesmo que ela não
apresente queixa contra quem a agrediu.
Pelo país
Somente nos primeiros seis meses deste ano, o ligue 180 fez mais de 388 mil
atendimentos. Neste período, Distrito Federal, Pará, Bahia, Espírito Santo e
Mato Grosso do Sul tiveram proporcionalmente os maiores índices de procura,
segundo o levantamento.
No Distrito Federal, a procura pela central de atendimento foi feita por 625
mulheres a cada 100 mil; no Pará, por 515; na Bahia, por 512; no Espírito
Santo, 490 e no Mato Grosso do Sul, 473.
Entre as capitais dos estados, encabeçam o ranking de maior número de
atendimentos registrados Campo Grande (65,6 mulheres em cada 100 mil),
Brasília (62,5), Vitória (51,7), Salvador (44,1) e São Luis (42,4).
O ligue 180 foi criado em 2005 pela Secretaria de Políticas para as mulheres
e presta informações e orientações às mulheres sobre o que fazer caso sofram
algum tipo de violência. A central funciona 24 horas, todos os dias da
semana. Durante o atendimento, é preservado o anonimato.
Campanha
Nesta terça, o governo federal lança também a campanha "Compromisso e
Atitude pela Lei Maria da Penha - A Lei é mais forte", cujo objetivo é
acelerar os julgamentos dos casos e mobilizar a sociedade por meio de uma
campanha veiculada na TV, em portais de notícias na internet e em redes
sociais.
JORNAL DO COMÉRCIO - RS | GERAL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA
Lei faz seis anos com alto número de denúncias
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3771761
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3771761> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
771761
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
771761> >
Veja a matéria no site de origem
<http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=100486
<http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=100486> >
Chamada de capa
Cláudia Rodrigues Barbosa
A Delegacia da Mulher de Porto Alegre registrou 11.730 ocorrências no ano
passado. Em 2012, até o início deste mês, já foram contabilizadas 7.500
denúncias de agressão. A estimativa do órgão é de que o ano termine com 13
mil queixas. Segundo a delegada Shana Luft Hartz, os números não indicam um
aumento da violência, mas uma mudança de comportamento, a ser comemorada
exatamente no mês em que a Lei Maria da Penha completa seis anos.
"O crescimento gradual demonstra a diminuição da 'cifra negra', dos
maus-tratos que não ficávamos sabendo", explica. Para ela, os índices são
resultado do trabalho da instituição junto à comunidade. Edith Puhl,
presidente da Federação das mulheres Gaúchas, concorda com a opinião da
delegada, mas salienta que, desde que a lei entrou em vigor, vários fatores
não se desenvolveram de forma equivalente com a demanda. "Em Porto Alegre,
só temos uma delegacia e um único abrigo, com capacidade para acolher apenas
17 mulheres", diz Edith.
Na Capital, o Juizado da violência doméstica e Familiar contra a Mulher
aprovou uma nova configuração de regime de exceção para dar vazão aos 19.797
processos em consequência da Lei Maria da Penha. Desses, 10.373 são ações
criminais. O desembargador Voltaire de Lima Moraes ressalta que a judicância
especial oferecerá juízes para as tutelas de emergência e processos
criminais com o objetivo de agilizar as audiências e alcançar a
responsabilização penal.
Na análise do desembargador, o colapso que está vivendo o juizado tem um
ponto positivo. "A cada queixa na delegacia, é gerado um expediente ou
inquérito que revela o despertar da cidadania da mulher. Precisamos ter mais
rapidez para evitar os homicídios." Em dezembro de 2011, as audiências
estavam sendo marcadas para setembro deste ano.
Ontem, dentro da programação dos seis anos da Lei Maria da Penha, a deputada
Ana Affonso (PT-RS) apresentou na Assembleia Legislativa gaúcha três
projetos de lei que buscam uma maior aplicabilidade da norma. O PL 179/2012,
por exemplo, visa a instituir um sistema integrado de informações de
violência contra a mulher no Estado, que deverá ser chamado de Observa
Mulher-RS.
Baseada em estudos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Ana alega que
falta uma força-tarefa em formato de rede para acolher e atender às mulheres
que sofreram algum tipo de violência, suprindo, assim, uma lacuna na troca
de informações entre os órgãos que atendem a esse público. A deputada fala
que não há previsão de quando será votada a iniciativa, mas salienta que é
preciso urgência na pauta.
"Uma mulher que sofre estupro precisa fazer nas primeiras horas um exame com
perito para coletar prova contra o agressor. No entanto, não temos
delegacias 24 horas à disposição delas." As gaúchas têm 16 delegacias (só a
da Capital funciona em regime 24 horas) e 29 postos.
No Estado, de julho de 2010 a novembro de 2011, o CNJ teve 49.923
ocorrências, sendo que 35.500 foram registros de lesões corporais. No
período, foram 763 mortes e 1.087 estupros. Em 2012, em Porto Alegre, 45
mulheres morreram em decorrência da violência, conforme dados da Delegacia
da Mulher. Pesquisas da instituição mostram que, em 70% dos casos, os
agressores estão sob efeito de álcool ou de outras drogas. Apesar de a Lei
Maria da Penha não permitir mais que em situações de lesão corporal a vítima
retire a queixa, nas outras isso pode acontecer. A delegacia tem em suas
anotações o percentual de 80% de mulheres que acabam desistindo do processo.
Ainda em comemoração aos seis anos da lei, foi assinado na semana passada um
acordo entre o Instituto Maria da Penha e o Instituto Nacional de Seguro
Social (INSS) que passa a obrigar agressores a ressarcir as vítimas pelos
gastos com benefícios previdenciários na recuperação das agredidas.
Para marcar a data ontem, a Secretaria de Política para as mulheres, a
Trensurb, os Correios e o Ministério Público gaúcho, entre outras entidades,
participaram de um ato no largo Glênio Peres, na Capital, e de uma campanha
de divulgação da Lei Maria da Penha.
Na sexta-feira, a Federação das mulheres Gaúchas promoverá, em parceria com
a Secretaria de Políticas para as mulheres do governo do Estado, um debate
sobre o tema. O evento será realizado na Câmara Municipal de Porto Alegre, e
será gratuito e aberto ao público.
Ministério da Saúde libera R$ 31 milhões para incentivar notificação de
casos de agressão
O Ministério da Saúde vai destinar R$ 31 milhões às secretarias estaduais e
municipais de todo o País na tentativa de incentivar a notificação de casos
de agressão contra mulheres e promover ações de vigilância e prevenção.
Dados do Sistema de Informações de Agravos de Notificação indicam que, no
ano passado, 37.717 mulheres, entre 20 e 59 anos, foram vítimas de algum
tipo de violência no Brasil. O número representa aumento de 38,7% em relação
ao ano anterior, quando foram registrados 27.176 casos. Em 2010, entretanto,
a notificação não era obrigatória.
De acordo com o levantamento, a agressão física chega a representar 78,2%
dos casos de violência sofridos por mulheres nessa faixa etária, seguida
pela violência psicológica (32,2%) e pela sexual (7,5%). Em 38,4% dos casos,
não era a primeira vez que a agressão acontecia. Ao todo, 5.496 mulheres
foram internadas em 2011 em decorrência de violência.
O Disque 180 registrou 2,7 milhões de atendimentos de 2006 a 2012. Desse
total, 329,5 mil (14%) eram relatos de violência contra a mulher enquadrados
na lei. A maioria (60%) foi pedidos de informação. Os dados são da
Secretaria de Políticas para as mulheres, responsável pelo disque-denúncia,
divulgados na abertura do Encontro Nacional sobre o Papel das Delegacias no
Enfrentamento da Violência contra as mulheres.
No primeiro semestre de 2012, foram registrados 388,9 mil atendimentos, dos
quais 56,6% foram relatos de violência física. A violência psicológica
aparece em 27,2% das ocorrências no período. Foram 5,7 mil chamadas
relacionadas a violência moral (12%), 915 sexual (2%) e 750 patrimonial
(1%). Os dados revelam ainda que, em 66% dos casos, os filhos presenciam as
agressões contra as mães.
Os companheiros e cônjuges continuam sendo os principais agressores (70% das
denúncias neste ano). Se forem considerados outros tipos de relacionamento
afetivo (ex-marido, ex-namorado e ex-companheiro), o percentual sobe para
89%. Os parentes, vizinhos, amigos e desconhecidos aparecem como agressores
em 11% dos casos.
Das unidades federativas, o Distrito Federal registrou o maior número de
denúncias no primeiro semestre do ano - 625 para cada 100 mil mulheres -,
seguido pelo Pará (515) e pela Bahia (512). O estado que menos recebeu
ligações foi o Amazonas (93).
JORNAL DO COMMERCIO - RJ | PAÍS
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
R$ 31 milhões contra a violência doméstica
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3771733
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3771733> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
771733
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771733> >
Chamada de capa
Ministério da Saúde vai destinar recursos às secretarias estaduais e
municipais de todo o País na tentativa de incentivar a notificação de casos
e reforçar prevenção
O Ministério da Saúde vai destinar R$ 31 milhões às secretarias estaduais e
municipais de todo o País na tentativa de incentivar a notificação de casos
de violência contra mulheres e promover ações de vigilância e prevenção.
Dados do Sistema de Informações de Agravos de Notificação indicam que, no
ano passado, 37.717 mulheres, entre 20 e 59 anos, foram vítimas de algum
tipo de violência no Brasil. O número representa aumento de 38,7% em relação
ao ano anterior, quando foram registrados 27.176 casos. Em 2010, entretanto,
a notificação não era obrigatória.
De acordo com o levantamento, a agressão física chega a representar 78,2%
dos casos de violência sofridas por mulheres nessa faixa etária, seguida
pela violência psicológica (32,2%) e pela violência sexual (7,5%). Em 38,4%
dos casos, não era a primeira vez que a agressão acontecia. Ao todo, 5.496
mulheres foram internadas em 2011 em decorrência de violência.
Ainda segundo o ministério, a maioria das agressões sofridas por mulheres
acontece dentro da própria residência (60,4%). Os homens com os quais elas
se relacionam ou se relacionaram respondem por 41,2% dos casos, enquanto
amigos e conhecidos representam 8,1% e desconhecidos, 9,2%. Nas ocorrências
que envolvem agressões sexuais, 51% dos principais agressores são
desconhecidos; 13,5% são os próprios cônjuges e 13,4%, amigos ou conhecidos.
Lei Maria da Penha
A Lei Maria da Penha (11.340/06) completou ontem seis anos. Desde sua
edição, aumentou o número de denúncias contra a violência doméstica, mas os
índices de agressão contra a mulher brasileira continuam entre os mais altos
do mundo.
Números da Central de Atendimento à Mulher, o ligue 180, mostram que nos
primeiros meses deste ano mais de 2 mil mulheres ligaram, por dia, para
denunciar algum tipo de violência. Dessas, 53% denunciaram risco de morte, e
outras 20% reclamaram de ameaças de espancamento dentro de casa.
No entanto, a coordenadora geral de Acesso à Justiça e Combate à Violência
da Secretaria da Mulher, Ana Teresa Iamarino, acredita que a violência não
aumentou. Segundo ela, o que vem crescendo é o número de atendimentos
prestados nas delegacias. "Na medida em que as mulheres têm mais acesso à
informação, elas buscam uma resposta do Estado para essa situação, que
sempre existiu. Agora temos mais formas de lidar com essa mulher para que
ela consiga romper esse ciclo de violência", avalia Ana Teresa.
Ela explica que as mulheres vítimas de violência podem ser encaminhadas a
delegacias especializadas, centros de referência ou casas-abrigo, dependendo
da situação. "Elas são encaminhadas para as delegacias de atendimento à
mulher quando desejam que o crime seja investigado. Elas podem ainda ser
encaminhadas aos centros de referência especializados no atendimento às
mulheres, onde terão acompanhamento psíquico-social para tentar resgatar a
auto-estima, a autonomia e buscar inserção no mercado de trabalho", explica.
No caso de mulheres que estejam correndo risco iminente de morte, Ana Teresa
explica que elas são encaminhadas às casas-abrigo. "(Essas casas) são locais
seguros e sigilosos em que elas podem ficar enquanto não se resolve a
situação do agressor."
Campanha
Os dados foram apresentados ontem, durante lançamento da campanha
Compromisso e Atitude: Lei Maria da Penha - A lei é mais forte, que a
Secretaria de Políticas para as mulheres (SPM). em parceria com o Conselho
Nacional de Justiça (CNJ), o Judiciário e o Ministério da Justiça, inicia
este ano. "A campanha foi pensada para fortalecer a implementação da Lei no
Judiciário, assim como no sistema policial", afirmou o Juiz Auxiliar da
Presidência do CNJ Álvaro Kalix.
O magistrado citou avanços importantes observados desde a vigência da lei -
como a criação de varas e delegacias exclusivas para o atendimento às
vítimas e a tramitação dos processos ligados aos crimes de gênero - mas
reforçou que é preciso fazer mais. "Nosso desafio é fazer a lei funcionar,
desde o atendimento a essa vítima até a punição desse agressor", completou.
A juíza auxiliar da Comissão de Acesso à Justiça e à Cidadania do CNJ -
instância do Conselho Nacional de Justiça responsável pelas ações na área do
combate à violência contra a mulher -, Luciane Bortoleto, também reforçou a
importância do envolvimento do Judiciário em relação ao tema e lembrou que a
campanha contará com um portal específico, com dados voltados aos operadores
do direito. "É preciso capacitar e sensibilizar os juízes para as questões
de gênero. A verdade é que essa questão não existe na tradicional formação
dos operadores do direito", afirmou a juíza, que citou durante o lançamento
da campanha o engajamento do presidente do CNJ, ministro Carlos Ayres
Britto, na causa. "Ele já comunicou sua intenção de fazer constar a Lei
Maria da Penha no chamado Pacto Republicano", lembrou.
Durante a cerimônia, a Ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de
Políticas para mulheres (SPM), assumiu o compromisso de fortalecer as
Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher e reafirmou que a redução
da violência é uma das prioridades do governo de Dilma Rousseff . "Essa
vergonha que perpassa por todas as classes sociais, etnias e raças precisa
de um combate amplo e rigoroso", afirmou. Além da ministra, outros ministros
e secretários de Estado prestigiaram a cerimônia, entre eles a ministra da
Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros; a
secretária de Direitos Humanos, Maria do Rosário Nunes; a ministra da
Cultura, Ana de Holanda; a secretária nacional de Segurança Pública do
Ministério da Justiça, Regina Miki, e o secretário nacional de Reforma do
Judiciário do Ministério da Justiça, Flávio Caetano.
CORREIO DO POVO - RS | OPINIÃO
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA
Mulheres mais fortes contra agressões (Editorial)
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3771403
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3771403> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
771403
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
771403> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=117&Numero=313&Caderno=0&Edit
oria=107&Noticia=452001
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oria=107&Noticia=452001> >
Chamada de capa
As mulheres estão cada vez mais adquirindo força e coragem para denunciar
seus agressores, que costumam ser, na maioria, companheiros e cônjuges, mas
também envolvem namorados, ex-namorados, ex-maridos e até mesmo parentes,
vizinhos e amigos. As conclusões sobre essa disposição de enfrentar as
agressões estão consubstanciadas nos números do Disque 180, que em seis anos
recebeu mais de 329 mil ligações com relatos de violência. Esse total
representa 14% dos 2,7 milhões de ligações de atendimentos realizados, sendo
que, majoritariamente, os contatos se referem a pedidos de informações e de
orientação em situações diversas. Os dados são da Secretaria de Políticas
para as mulheres, responsável pelo disque-denúncia, e foram tornados
públicos nesta terça-feira, durante a abertura do Encontro Nacional sobre o
Papel das Delegacias no Enfrentamento da Violência contra as mulheres.
No levantamento por estados, o Distrito Federal apresenta o maior número de
denúncias de violência relativo ao primeiro semestre deste ano, de 625 para
cada mil mulheres. A seguir vem o Pará, seguido pela Bahia. Com menos
ligações, estão Amazonas, com 93, Santa Catarina, com 156, e Rondônia, com
173. No ano passado, o topo desse ranking tinha, pela ordem, Bahia, Sergipe
e Pará. Para a secretária da Mulher do Distrito Federal (DF), Olgamir
Amância Ferreira, o incremento no número de ligações no seu estado se deve
ao fato de as mulheres estarem cada vez mais tomando consciência de seus
direitos, sabendo que há uma estrutura protetiva disponível, com
casas-abrigos, centros de referência e núcleos de atendimento.
O fato de as mulheres estarem cada vez mais dispostas a enfrentar a
violência doméstica é algo bastante relevante. Para isso, precisam que as
políticas públicas voltadas para elas estejam sendo efetivamente aplicadas.
Já são seis anos de existência da Lei Maria da Penha, um símbolo de luta
contra uma impunidade que se quer ver totalmente erradicada.
O POPULAR - GO | CIDADES
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
Denúncias crescem 17% em Goiás no 1º semestre
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3771382> WEB
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771382>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.opopular.com.br/cmlink/o-popular/editorias/cidades/den%C3%BAncia
s-crescem-17-em-goi%C3%A1s-no-1%C2%BA-semestre-1.187231>
Chamada de capa
Dados são da Central de Atendimento à Mulher - ligue 180 da Presidência da
República. Lei completou seis anos ontem
Carla Borges
Solange foi vítima de violência doméstica
O número de denúncias originárias de Goiás à Central de Atendimento à Mulher
- Disque 180, da Secretaria de Políticas para as mulheres da Presidência da
República, cresceu 17,07% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo
período do ano passado. O Estado é o 15º no ranking dos que mais apresentam
denúncias de violência contra a mulher. O Distrito Federal lidera a lista.
Os dados foram divulgados ontem, quando se completaram seis anos de vigência
da Lei Maria da Penha, que pune com mais rigor os crimes contra a mulher.
Os números foram apresentados em Brasília (DF), no encontro nacional que
reuniu cerca de 300 delegados de polícia de delegacias especializadas no
atendimento à mulher. Em Goiás, a delegada-geral da Polícia Civil, Adriana
Accorsi, anunciou medidas como a criação de grupo especial para investigação
de estupros contra mulheres. A delegada-geral informou que está formando a
equipe desse grupo, que atuará na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam)
de Goiânia. "Esse é um crime muito difícil de elucidar, que exige
investigação minuciosa e que vem aumentando", justifica.
A delegada-geral explica que a intenção é realizar uma grande mobilização e
ela quer que a Polícia Civil seja a catalisadora disso. Na semana passada,
em reunião com as delegadas da mulher de Goiânia e cidades da região
metropolitana, elas expuseram as principais deficiências, dificuldades e
propostas para melhorar o atendimento, especialmente diante do avanço de
crimes como os homicídios envolvendo mulheres. A falta de juizados
especializados é um entrave, especialmente para a obtenção de medidas de
proteção.
A delegada de Atendimento à Mulher de Aparecida de Goiânia, Tatiane
Gonçalves Cruvinel Costa, relatou que a falta de um juizado especializado na
cidade faz com que os pedidos de medidas de proteção, como a determinação de
que o companheiro deixe a casa e mantenha distância da mulher, demorem
muito. "Esses são casos que não podem esperar. Além disso, às vezes, não
sendo um juizado especializado, o magistrado não tem a leitura sobre a
importância desses crimes e de medidas rápidas. Muitas vezes são vistos como
crimes menores", explica a delegada. "Ficamos sem referência quando temos de
solicitar uma medida de proteção."
A dona de casa Solange, de 21 anos, ficou sabendo, da pior forma possível,
que agilidade nesses casos pode significar a garantia da própria vida. Ela
foi brutalmente espancada pelo companheiro na semana passada. Além da surra,
com socos, chutes e tapas, ela ainda foi ameaçada de morte por ele. Solange
passou dias se escondendo em casas de amigos e parentes até ser encaminhada
para o abrigo do Centro de Valorização da Mulher (Cevam), o único de
Goiânia. Por causa da greve dos policiais civis, não conseguiu registrar
ocorrência na Deam nem foi submetida a exame de corpo de delito.
"Ele é muito ciumento. Por causa disso, eu falava em me separar, mas ele
dizia que me mataria se fizesse isso. Na semana passada, ele partiu para a
agressão", conta a jovem. Foi a primeira vez que ela apanhou do marido.
Depois da surra, em um momento de distração, ela pegou um celular e ligou
para uma amiga, a quem pediu para avisar a polícia. "A Polícia Militar
chegou em menos de dois minutos", relatou. Solange está no abrigo com o
filho, um bebê, e ainda não sabe como ficará sua situação.
JUIZADO
A delegada-geral Adriana Accorsi informou ao POPULAR que apresentará ao
presidente do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), desembargador Leobino
Valente Chaves, a criação de juizados especializados em cidades da região
metropolitana, como Aparecida de Goiânia e Senador Canedo, onde há maior
demanda. Na semana passada, o TJ-GO instalou o 2º Juizado de violência
doméstica Familiar contra a Mulher em Goiânia.
JORNAL DE BRASILIA - DF | SEGURANÇA
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
Acolhimento à mulher
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<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3771183> WEB
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771183>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.jornaldebrasilia.com.br/edicaodigital/pages/20120808-jornal/pdf/
13.pdf>
Chamada de capa
Centro de Referência no metrô da 102 Sul auxilia vítimas de violência
Da Redação, com agências
Em alusão aos sete anos da Lei Maria da Penha, foi inaugurado o Centro de
Referência de Atendimento à Mulher (Cram) Ieda Santos Delgado, na estação do
metrô da 102 Sul. A lei representa um dos mais importantes instrumentos de
defesa dos direitos das mulheres e do enfrentamento à violência doméstica e
familiar.
O Cram exerce papel articulador dos serviços que integram a rede de
atendimento às mulheres, garantindo o acesso aos serviços para aquelas que
se encontram em situação de vulnerabilidade social, em função da violência
de gênero.
Os centros oferecem atendimento psicológico, social, jurídico, orientação e
informação às mulheres em situação de violência, além de auxiliar na
obtenção do apoio jurídico. Segundo a Secretaria da Mulher, o novo espaço
recebe o nome de uma militante negra. Militante da Ação Libertadora Nacional
(ALN), a carioca Ieda Santos Delgado (1945-1974) foi presa em São Paulo em
11 de abril de 1974. Seu nome está na lista de desaparecidos políticos.
ATENDIMENTO
De janeiro a junho deste ano, os Crams já prestaram 924 atendimentos, sendo
290 pedagógicos, 66 jurídicos, 102 atendimentos sociais, 112 abrigamentos,
341 atendimentos pelo telefone 156, além de outros 13 atendimentos diversos.
O novo Cram dispõe de um técnico administrativo, um agente social, uma
psicóloga, dois assistentes sociais e dois especialistas em Direito. Os
atendimentos podem ser individuais ou com mais de um profissional. A mulher
será acolhida pela equipe de atendimento inicial e, depois, encaminhada para
o atendimento psicológico, social ou jurídico. O acolhimento pode ser
agendado previamente por contato telefônico, pelo 156.
"A estrutura permite que sejam atendidas até 20 mulheres por dia.
Considerando os dois centros, nossa expectativa é atender mais de duas mil
mulheres por ano'', conjectura a secretária Olgamir Amancia.
SAIBA +
A Lei Maria da Penha alterou o Código Penal e possibilitou que agressores de
mulheres no âmbito doméstico ou familiar fossem presos em flagrante ou
tenham prisão preventiva decretada.
A legislação também aumenta o tempo máximo de detenção previsto de um para
três anos e prevê medidas que vão desde a saída do agressor do domicílio e a
proibição de sua aproximação da mulher agredida .
Criada em 2005 pela Secretaria de Política para as mulheres, a Central de
Atendimento à Mulher -ligue 180 é um serviço que presta "escuta" e
"acolhida" às mulheres em situação de violência.
Agressões todos os dias
Dados da Secretaria de Políticas para as mulheres apontam que mais da metade
(59,57%) das mulheres que sofrem violência são agredidas todos os dias. Os
números fazem parte de um balanço da Central de Atendimento à Mulher - ligue
180. O DF é o primeiro no ranking nacional de atendimentos.
Conforme o levantamento, em 70% dos casos de violência doméstica, o agressor
é o marido ou companheiro da vítima. O estudo aponta que se forem
considerados demais vínculos afetivos - como ex-marido, namorado e
ex-namorado - o percentual sobre para 89%.
Ainda de acordo com os números, em 66% dos casos de agressão os filhos e
filhas presenciam a cena da mulher sendo agredida. Conforme a secretaria,
dos mais de dois milhões de atendimentos registrados pela Central de
Atendimento desde 2006 (data de início do funcionamento), 329.256 casos
foram enquadrados na Lei Maria da Penha.
"O número ainda é muito alarmante, no entanto, quero reforçar que a Lei
Maria da Penha possibilitou uma visibilidade maior dos crimes, que até seis
anos atrás eles não eram tão visíveis, apareciam só nas páginas policiais e
agora estão bastante divulgados", afirmou a Ministra Eleonora Menicucci.
INSS
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começou a cobrar de agressores,
na Justiça, o valor das indenizações pagas a mulheres vítimas de violência.
Ainda não há previsão de quantas ações serão protocoladas, mas já estão em
análise oito mil casos enviados pela Delegacia da Mulher do DF, que foram os
primeiros a enviar os processos. Ontem, procuradores do INSS ajuizam no
Tribunal Regional Federal as duas primeiras ações da capital.
O GLOBO - RJ | O PAÍS
LEI MARIA DA PENHA
Dilma aposta em agenda positiva de governo
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3770939> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
770939>
Chamada de capa
BRASÍLIA-. Enquanto as atenções se concentram no julgamento do mensalão, a
presidente Dilma Rousseff dá ênfase em fatos positivos do seu governo. Hoje,
lançará o Plano de Prevenção de Acidentes Naturais, um pacote esperado por
estados que sofreram com enchentes e secas.
Governadores irão a Brasília para o evento.
Depois, no Palácio do Planalto, haverá o balanço do Plano Brasil sem
Miséria, comandado pelos ministros Gilberto Carvalho (Secretaria Geral da
Presidência) e Tereza Campello (Desenvolvimento Social).
Para este evento, o Planalto convidou representantes de 150 movimentos
sociais, ONGs, centrais sindicais e confederações patronais, além de
comunidades religiosas.
Ontem, Dilma mandou Carvalho participar do lançamento da campanha
"Compromisso e atitude pela Lei Maria da Penha", promovido pela Secretaria
de Políticas para mulheres.
Para amanhã, está prevista uma reunião com oito governadores, para discutir
a ampliação do limite de endividamento dos estados e assinar novos programas
de ajuste fiscal (PAF). Sexta-feira, Dilma vai a Minas Gerais, onde vai
inaugurar unidades de tratamento do programa Brasil Sorridente.
O GLOBO - RJ | O PAÍS
LEI MARIA DA PENHA | REFORMA ELEITORAL
Carvalho diz não crer em desgaste eleitoral
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3770933> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
770933>
Chamada de capa
Secretário-geral afirma que quem aposta no enfraquecimento do projeto
político vai se decepcionar
Ao ataque. Carvalho: "A ordem da presidenta é que ninguém perca um minuto do
seu trabalho"
Gustavo Miranda
um julgamento para a história
BRASÍLIA Mesmo sob ordens da presidente Dilma Rousseff de evitar
manifestações a respeito do julgamento do mensalão no Supremo Tribunal
Federal (STF) e não perder tempo com o assunto, o ministro da Secretaria
Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, afirmou ontem que aqueles que
apostam no desgaste do "projeto político" iniciado no governo Lula, por
causa do mensalão, "se decepcionarão". Ele disse esperar que o julgamento
seja, "de fato, feito a partir dos autos".
- Aqueles que em 2005 apostaram que aquele processo das CPIs ia provocar uma
desconstrução do governo Lula viram o resultado porque, quando baixou a
espuma do debate político, ficou a realidade dos fatos, que era um país que
estava mudando, crescendo, distribuindo renda e fazendo um processo que foi
apoiado pela grande maioria da população, já em 2006, e, depois, em 2010.
O ministro disse que a decisão do STF será respeitada:
- Da mesma forma agora, o julgamento ocorre, nós respeitaremos as decisões,
seguiremos trabalhando e temos a convicção de que aqueles que apostam neste
processo para um desgaste desse projeto político se decepcionarão por que o
povo avalia sua vida, sua realidade, a justiça, tem sabedoria para colocar
cada coisa no seu lugar.
As afirmações do ministro foram feitas na saída do lançamento da campanha
"Compromisso e atitude pela Lei Maria da Penha", promovido pela Secretaria
de Políticas para mulheres. Gilberto Carvalho fez uma defesa do governo Lula
e defendeu a continuidade do projeto político:
- Nós esperamos que, de fato, seja um julgamento a partir dos autos, com a
atitude madura e justa que todos nós esperamos dos julgadores. Nós seguimos
trabalhando porque temos certeza de que o que interessa ao povo brasileiro
neste momento, o que ele espera do governo, é justamente a continuidade
desse processo que o povo brasileiro testemunha desde 2003.
O secretário-geral da Presidência criticou os que, segundo ele, pretendem
tirar proveito eleitoral do julgamento:
- Continuaremos à frente com nosso projeto, e se decepcionarão muito aqueles
que apostam em tirar um proveito e que parcializam os julgamentos e as
opiniões, pensando que isso poderá causar um grande prejuízo inclusive
eleitoral - afirmou.
O ministro afirmou ainda que os assessores da presidente estão acompanhando
o julgamento do mensalão "nas horas vagas":
- A ordem da presidenta Dilma é que ninguém perca um minuto do seu trabalho,
vendo ou acompanhando o processo, que se informe naturalmente nas horas
vagas, mas que siga trabalhando com o maior rigor.
JORNAL DA CÂMARA - DF | GERAL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
Denúncias aumentaram depois da criação da Lei Maria da Penha
Beto Seabra
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3770774> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
770774>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.camara.gov.br/internet/jornalcamara/default.asp?selecao=materia&
codMat=74107&codjor=>
Chamada de capa
Beto Seabra
A Lei Maria da Penha (11.340/06) completou ontem seis anos. Desde sua edição
aumentou o número de denúncias de violência doméstica, mas os índices de
agressão contra a mulher brasileira continuam entre os mais altos do mundo.
Números da Central de Atendimento à Mulher, o ligue 180, mostram que, nos
primeiros meses deste ano, mais de 2 mil mulheres ligaram, por dia, para
denunciar algum tipo de violência. Dessas, 53% denunciaram risco de morte, e
outras 20% reclamaram de ameaças de espancamento dentro de casa.
No entanto, a coordenadora-geral de Acesso à Justiça e Combate à Violência
da Secretaria da Mulher, Ana Teresa Iamarino, acredita que a violência não
aumentou. Segundo ela, o que vem crescendo é o número de atendimentos
prestados nas delegacias. "Na medida em que as mulheres têm mais acesso à
informação, elas buscam uma resposta do Estado para essa situação, que
sempre existiu. Agora, no entanto, temos mais formas de lidar com essa
mulher para que ela consiga romper esse ciclo de violência", avalia Ana
Teresa.
Ela explica que as vítimas de violência podem ser encaminhadas a delegacias
especializadas, centros de referência ou casas-abrigo, dependendo da
situação. "Elas são encaminhadas para as delegacias de atendimento à mulher
quando desejam que o crime seja investigado. Elas podem ainda seguir para os
centros de referência especializadas no atendimento às mulheres onde terão
acompanhamento psicossocial para tentar resgatar a autoestima, a autonomia e
buscar inserção no mercado de trabalho", explica Ana Teresa.
E, no caso de mulheres que estejam correndo risco iminente de morte, Ana
Teresa explica que elas são encaminhadas às casas-abrigo. "[Essas casas] são
locais seguros e sigilosos em que elas podem ficar enquanto não se resolve a
situação do agressor."
LEI MARIA DA PENHA | OUTROS
País tem aumento de 38,7% no número de registros
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3770730> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
770730>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a3
846515.xml&template=3898.dwt&edition=20157§ion=1003>
Chamada de capa
Dados do Sistema de Informações de Agravos de Notificação indicam que, no
ano passado, 37.717 mulheres, entre 20 e 59 anos, foram vítimas de algum
tipo de violência no Brasil.
O número representa aumento de 38,7% em relação ao ano anterior, quando
foram registrados 27.176 casos. Em 2010, entretanto, a notificação não era
obrigatória.
De acordo com o levantamento, a agressão física chega a representar 78,2%
dos casos de violência sofridas por mulheres na faixa etária, seguida pela
violência psicológica (32,2%) e pela violência sexual (7,5%). Em 38,4% dos
casos, não era a primeira vez que a agressão acontecia.
A maioria das agressões sofridas por mulheres acontece dentro da própria
residência (60,4%).
ZERO HORA - RS | GERAL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
Verba contra a violência dentro de casa
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3770727> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
770727>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a3
846514.xml&template=3898.dwt&edition=20157§ion=1003>
Chamada de capa
Quase 60% das mulheres que sofrem agressões no Brasil enfrentam o problema
todos os dias
Dados divulgados ontem pela Secretaria de Políticas para as mulheres apontam
que mais da metade das mulheres que sofrem violência são agredidas todos os
dias. O índice de casos chega a 59,57%. Os números fazem parte de um balanço
da Central de Atendimento à Mulher - ligue 180.
Para tentar incentivar a notificação de casos e promover ações de vigilância
e prevenção, o Ministério da Saúde anunciou que irá destinar R$ 31 milhões
às secretarias estaduais e municipais de todo o país. Conforme o
levantamento, em 70% dos casos de violência doméstica o agressor é o marido
ou companheiro da vítima. O estudo aponta que se forem considerados demais
vínculos afetivos, como ex-marido, namorado e ex-namorado, o percentual sobe
para 89%.
Os números mostram, ainda, que em 66% dos casos de agressão os filhos
presenciam a cena da mulher sendo agredida.
De acordo com a secretaria, dos mais de 2 milhões de atendimentos
registrados desde 2006 (data de início do funcionamento da central de
atendimento), 329.256 casos foram enquadrados na Lei Maria da Penha.
- O número ainda é muito alarmante, no entanto, quero reforçar que a Lei
Maria da Penha possibilitou uma visibilidade maior dos crimes, que até seis
anos atrás não eram tão visíveis. Apareciam só nas páginas policias e,
agora, estão bastante divulgados. Então, há os dois lados - afirmou a
ministra da Secretaria de Políticas para as mulheres, Eleonora Menicucci.
Os dados foram apresentados ontem durante a abertura do encontro nacional O
Papel das Delegacias no Enfrentamento à Violência contra às mulheres.
COLETIVO - DF | CIDADES
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
Capital é a primeira no ranking de denúncias
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3770691> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
770691>
Veja a matéria no site de origem
<http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2012-08-07/cidades/6960/CAPITAL
-E-A-PRIMEIRA-NO-RANKING-DE-DENUNCIAS.pnhtml>
Chamada de capa
O Distrito Federal lidera o ranking nacional de registro na Central de
Atendimento à Mulher da Secretaria de Políticas para as mulheres. De janeiro
a março deste ano, foram 303,14 ligações a cada 100 mil mulheres do DF. Em
seguida estão os Estados do Espírito Santo (275,15), Pará (270,54), Mato
Grosso do Sul (264,74) e Bahia (264,03).
Já os Centros de Referência de Atendimento às mulheres (Crams) realizaram,
de janeiro a junho de 2012, 924 atendimentos. De acordo com dados da
Secretaria de Mulher, foram 290 atendimentos pedagógicos, 66 jurídicos, 102
sociais, 112 abrigamentos, 341 atendimentos pelo Disque Buriti, além de
outros 13 atendimentos diversos. Para denunciar violências contra a mulher,
ligue 180 para a Central e Atendimento à Mulher, e 156 (opção 6) - Disque
Direitos Humanos.
CENÁRIO MT | MUNDO
LEI MARIA DA PENHA
60,4% das agressões à mulher ocorrem dentro de casa
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3773414> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
773414>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.cenariomt.com.br/noticia.asp?cod=222217&codDep=1>
Chamada de capa
Segundo Ministério da Saúde, em 38,4% dos casos, a violência não aconteceu
pela primeira vez. Agora, agressores deverão custear tratamento em hospital
Em 2011, 37.717 brasileiras entre 20 e 59 anos sofreram algum tipo de
violência - um aumento de 38,7% em relação a 2010, quando a notificação
ainda não era obrigatória no país. Em 60,4% dos casos, as agressões
aconteceram dentro da residência da mulher.
Os dados foram divulgados nesta terça-feira, data em que a Lei Maria da
Penha completa seis anos, e resultam de um levantamento do Sistema de
Informações de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde.
Do total de casos notificados pelo Sinan, 78,2% das mulheres foram agredidas
fisicamente, 32,2% sofreram agressão psicológica e 7,5%, sexual. De acordo
com a pesquisa, em 38,4% dos casos registrados, a violência contra a mulher
não acontecia pela primeira vez. Entre os principais agressores, estão
namorados, companheiros, maridos e ex. Eles respondem por 41,2% de todos os
casos. Já amigos e conhecidos representam 8,1%, enquanto os desconhecidos
somam 9,2%.
Nas ocorrências que envolvem agressões sexuais, 51% dos principais
agressores são desconhecidos, 13,5% são os próprios cônjuges e 13,4%, amigos
ou conhecidos. Em 2011, 5.496 mulheres tiveram de ser internadas em
decorrência da violência sofrida. De todas as notificações, suspeita-se, de
acordo com o Ministério da Saúde, que o uso de álcool estava presente em
31,7% delas.
Denúncia - Segundo o Ministério da Saúde, existem hoje no país 552 serviços
de atendimento à mulher que sofre violência sexual ou doméstica. Em janeiro
de 2011, o governo federal universalizou a notificação de violências
doméstica, sexual e outras agressões para todos os serviços de saúde,
incluindo todas elas na relação de doenças e agravos, que são registradas no
SINAN.
Punições - Agressores deixarão de responder apenas criminalmente em casos de
violência doméstica e passarão a ser punidos também no bolso. A partir desta
terça-feira, a Advocacia-Geral da União (AGU), em nome do Instituto Nacional
do Seguro Social (INSS), vai pôr em prática uma iniciativa pioneira: ajuizar
ações regressivas para cobrar o ressarcimento de gastos da União com
auxílio-doença, aposentadoria por invalidez e pensão por morte para os
dependentes.
Ações regressivas já são ajuizadas pela União em maior escala contra
empresas responsáveis por acidentes de trabalho - 2.000 processos em 21
anos, que somam mais de 360 milhões de reais. No ano passado, começaram os
processos contra causadores de acidentes de trânsito. Agora, uma
força-tarefa federal cuidará também de ações de violência doméstica.
Lei Maria da Penha - A escolha da data para início das ações não foi
aleatória: a Lei Maria da Penha, que pune praticantes de violência
doméstica, completa hoje seis anos. No último semestre, a quantidade de
denúncias feitas à Central de Atendimento à Mulher, destinada a casos de
agressão, praticamente dobrou.
Mais do que representar aumento dos casos, o crescimento de denúncias
demonstra conscientização. "mulheres vão ganhando conhecimento e
informação", diz a secretária de Enfrentamento à Violência Contra mulheres,
Aparecida Gonçalves.
O DIA ONLINE - RJ | BRASIL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | OUTROS
INSS entra com ações para que agressores de mulheres paguem por prejuízos
causados ao órgão
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3773179> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
773179>
Veja a matéria no site de origem
<http://odia.ig.com.br/portal/brasil/inss-entra-com-a%C3%A7%C3%B5es-para-que
-agressores-de-mulheres-paguem-por-preju%C3%ADzos-causados-ao-%C3%B3rg%C3%A3
o-1.473258>
Chamada de capa
Brasília - Os agressores poderão ter de ressarcir os cofres públicos os
benefícios, como auxílio-doença, pensão por morte ou por invalidez, pagos a
mulheres vítimas de violência doméstica seguradas pelo Instituto Nacional do
Seguro Social (INSS). As primeiras ações regressivas (cobrança do agente
causador o valor pago por algum tipo de indenização) foram ajuizadas nesta
terça-feira pelo instituto, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU). O
INSS não tem dados sobre o quanto é gasto com esses benefícios.
Duas das ações ajuizadas são de moradoras no Distrito Federal, unidade da
federação que registrou o maior número de denúncias de agressões no primeiro
semestre de 2012. Elas foram feitas por meio do Disque 180, Central de
Atendimento à Mulher da Secretaria de Políticas para as mulheres (SPM). Um
dos benefícios chega a R$ 156 mil, que será concedido até 2030. O valor das
ações regressivas será pago pelos agressores, segundo determinação e trâmite
judiciais.
De acordo com o presidente do INSS, Mauro Hauschild, o objetivo das ações é,
além de ressarcir o gasto feito pelo Estado, desestimular esse tipo de
agressão. "O efeito mais importante, mais do que a reparação, é a prevenção.
As pessoas começarem a avaliar que estão sofrendo outra ação também [além da
penal]", disse Hauschild.
"Vai ser devolvido aos cofres o que o Estado gasta com a violência [contra a
mulher], mostrando que o ato de agressão não deve ser impune na esfera
penal, mas também em outras. Se podemos lamentar o que ocorre na penal,
podemos buscar reparação em outras", ressaltou o vice-advogado-geral da
União, Fernando Albuquerque.
Atualmente, alguns casos são levados ao INSS para ressarcimento por meio da
articulação entre órgãos do Judiciário. O objetivo, de agora em diante, é
fazer que, no ato da concessão do benefício, conste que foi resultante de
ato de agressão, o que facilitará a identificação dos casos passíveis de
ressarcimento. A partir de setembro deste ano, funcionários e médicos
peritos das agências da Previdência Social (APSs) serão capacitados para
identificar com mais facilidade mulheres vítimas de agressão.
Hoje, com o aniversário de seis anos da Lei Maria da Penha (Lei
11.340/2006), no âmbito da Campanha Compromisso e Atitude pela Lei Maria da
Penha - A Lei é a Mais Forte, ainda foi lançada a cartilha Quanto Custa o
machismo?
Feita pelo INSS em parceria com a SPM, a cartilha traz informações sobre
direitos e garantias e orientações sobre como deve proceder a mulher vítima
de agressão. As cartilhas estarão disponíveis nas cerca de 1,3 mil APSs, em
todo o país.
As informações são da Agência Brasil
CORREIO BRAZILIENSE ONLINE | BRASIL / ECONOMIA / POLÍTICA
LEI MARIA DA PENHA
Mulheres fazem mais denúncias de violência, mas número de homicídios cresce
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3773164> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
773164>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/3
3,65,33,12/2012/08/08/interna_brasil,315648/mulheres-fazem-mais-denuncias-de
-violencia-mas-numero-de-homicidios-cresce.shtml>
Chamada de capa
Mais de 329 mil mulheres que procuraram o serviço de denúncia de violência
contra o gênero - o Disque 180 -, nos últimos seis anos, sofreram algum tipo
de agressão. A maioria delas, cerca de 47%, relatou ainda que a situação era
diária. Os dados são do canal de atendimento da Secretaria de Política para
as mulheres, divulgados ontem. No mesmo dia, a Lei Maria da Penha, fonte de
mais rigor para a punição de crimes de violência doméstica, completou seis
anos. Os números vêm acompanhados da atualização do Mapa da Violência 2012 -
homicídio de mulheres no Brasil, com base em dados de 2010, que mostram
crescimento na taxa de homicídios. Em 2010, foram 4.465 assassinatos,
aumento de 20% comparado a 2007 e de 230% em relação ao ano 2000.
A secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as mulheres,
Aparecida Gonçalves, explica que os dois levantamentos refletem lados
diferentes do mesmo drama. Enquanto os números da secretaria indicam o
crescimento de denúncias - chegando a 2,7 milhões de atendimentos nos
últimos seis anos, com aumento de 30% nas ligações se comparado o primeiro
semestre do ano passado com o mesmo período deste ano -, os crimes contra as
mulheres ganharam requintes de crueldade. Para Aparecida, é como se as
mulheres estivessem mais decididas a denunciar e a dar um basta na situação,
só que os homens têm reagido mal. "É o sentimento de posse. Temos vistos
casos de cárcere privado, de mulheres que ficam mais de 36 horas com uma
arma apontada para cabeça delas", exemplifica.
ESTADO DE MINAS ONLINE |
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
Vinte mil mulheres apanham todo dia no Brasil (Mundo)
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772450> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772450>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2012/08/08/interna_nacional,31065
7/vinte-mil-mulheres-apanham-todo-dia-no-brasil.shtml>
Chamada de capa
Quase todos os agressores têm vínculo afetivo com as vítimas, segundo
denúncias ao serviço 180 da central de atendimento
Quase todos os agressores têm vínculo afetivo com as vítimas, segundo
denúncias ao serviço 180 da central de atendimento
Mais de 25 mil processos sobre a Lei Maria da Penha tramitam na 13ª Vara
Criminal de BHQuase 20 mil mulheres (59% das 32 mil que relataram casos de
violência no primeiro semestre deste ano) são agredidas diariamente em casa.
Os números fazem parte de um balanço da Central de Atendimento à Mulher -
ligue 180, vinculada à Secretaria de Políticas para as mulheres da
Presidência da República. Em 70% dos casos, o agressor é o marido ou
companheiro da vítima. E se forem considerados os demais vínculos afetivos -
como ex-marido, namorado e ex-namorado - o percentual vai a 89%.Ainda de
acordo com os números, em 66% dos casos de agressão os filhos e filhas
presenciam a cena. Dos mais de 2 milhões de atendimentos registrados desde
2006, 329.256 foram enquadrados na Lei Maria da Penha."O número é alarmante,
no entanto quero reforçar que a Lei Maria da Penha possibilitou visibilidade
maior dos crimes, que até seis anos atrás eles não eram tão visíveis,
apareciam só nas páginas policiais e agora estão bastante divulgados,
afirmou a Ministra Eleonora Menicucci. Os dados foram apresentados durante a
abertura do encontro "O papel das delegacias no enfrentamento à violência
contra às mulheres".Criado em 2005, o serviço oferece "escuta" e "acolhida"
às mulheres em situação de violência. De acordo com a secretaria, somente em
2012, foram 388.953 atendimentos. A média diária é de 2.150 por dia. Em seis
anos de vigência da Lei Maria da Penha, houve 2.714.877 atendimentos. A
violência física ocorreu em 196.610 casos relatados. Dos atendimentos
realizados neste ano, 25.232 mulheres registraram qual foi o "risco
sofrido". Do total, 52% apresentaram risco de morte e 45,6% de
espancamento."MINAS O estado registra uma média de 280 denúncias a cada 100
mil habitantes neste ano, ficando em 14º lugar no país. "Na esfera penal, a
Lei Maria da Penha passou a prescrever penas mais severas. E houve um avanço
também nas medidas protetivas", avalia o juiz Elexander Camargos Diniz, da
15ª Vara Criminal de BH. Ele considera que a lei trouxe mais publicidade e
incentivou as mulheres a denunciar.Em BH, 43.258 processos relativos à lei
transitam em três varas especializadas. No restante do estado esse tipo de
ação corre nas varas criminais comuns. Na 15ª Vara, uma das três no estado
que contam com um centro integrado de atendimento à mulher, uma vítima, de
49 anos, esperou na tarde de ontem enquanto a advogada protocolava um
documento. Ela revelou uma história antiga de ameaças e medo.
Recém-divorciada, ela contou que obteve em abril uma medida protetiva que
estabelece que seu ex-marido permaneça a 500 metros de distância dela."O
problema é que ele mora no andar de baixo. Se por algum motivo chamo a
polícia, como fui orientada, ele corre para dentro de casa", informou.
Quando ela propôs que o marido saísse da casa, que é uma herança de família,
ele ameaçou matá-la. "Tenho duas filhas, elas eram pequenas na época. Eu
fiquei com medo", contou. (Com agências) Anúncios Google
PORTAL FATOR BRASIL - SP | NOTÍCIAS
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | REFORMA ELEITORAL
Lei Maria da Penha é instrumento para diminuir diferenças entre homens e
mulheres, diz presidenta
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<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772281> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772281>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=212819>
Chamada de capa
Brasília - A presidenta Dilma Rousseff disse no dia 07 de agosto
(terça-feira), que a Lei Maria da Penha, que está completando seis anos, é
um marco na luta das mulheres brasileiras e um passo importante para reduzir
as diferenças entre homens e mulheres.
"Hoje a Lei Maria da Penha completa seis anos. É uma data para se reafirmar
o compromisso do Brasil com o combate a todas as formas de violência contra
a mulher e com o fortalecimento dos instrumentos e ações que visam ao fim da
impunidade dos agressores", disse a presidenta, em mensagem divulgada por
ocasião do aniversário da lei.
Segundo Dilma, é preciso aperfeiçoar os mecanismos de responsabilização dos
agressores. Para mobilizar a sociedade e os agentes responsáveis pela
aplicação da lei, o governo lançou hoje a campanha Compromisso e Atitude
pela Lei da Maria da Penha - A Lei é Mais Forte.
"A Lei Maria da Penha, ao tipificar criminalmente a violência doméstica,
tornou-se um marco legal em uma luta histórica das mulheres e consolidou um
caminho que precisa ser aprofundado, especialmente na responsabilização dos
agressores", diz o texto assinado pela presidenta.
De acordo com balanço apresentado hoje pela Secretaria de Políticas para as
mulheres, em seis anos, o Disque Mulher registrou 329 mil denúncias de
violência.| Luana Lourenço/ABr
JORNAL DE LUZILÂNDIA | NOTICIA
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
59% das mulheres vítimas de violência são agredidas diariamente
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772275> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772275>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.jornaldeluzilandia.com.br/txt.php?id=20460>
Chamada de capa
Os dados foram apresentados durante a abertura do encontro "O Papel das
Delegacias no Enfrentamento à Violência contra às mulheres"
Dados divulgados nesta terça-feira pela Secretaria de Políticas para as
mulheres apontam que mais da metade (59,57%) das mulheres que sofrem
violência são agredidas todos os dias. Os números fazem parte de um balanço
da Central de Atendimento à Mulher - ligue 180.
Conforme o levantamento, em 70% dos casos de violência doméstica o agressor
é o marido ou companheiro da vítima. O estudo aponta que se forem
considerados demais vínculos afetivos --como ex-marido, namorado e
ex-namorado-- o percentual sobre para 89%.
Ainda de acordo com os números, em 66% dos casos de agressão os filhos e
filhas presenciam a cena da mulher sendo agredida.
Conforme a secretaria, dos mais de 2 milhões de atendimentos registrados
pela Central de Atendimento desde 2006 (data de início do funcionamento),
329.256 casos foram enquadrados na Lei Maria da Penha.
"O número ainda é muito alarmante, no entanto, quero reforçar que a Lei
Maria da Penha possibilitou uma visibilidade maior dos crimes, que até 6
anos atrás eles não eram tão visíveis, apareciam só nas páginas policias e
agora estão bastante divulgados. Então há os dois lados", afirmou a Ministra
Eleonora Menicucci.
Os dados foram apresentados durante a abertura do encontro "O Papel das
Delegacias no Enfrentamento à Violência contra às mulheres".
CENTRAL DE ATENDIMENTO
Criada em 2005 pela Secretaria de Política para as mulheres, a Central de
Atendimento à Mulher - ligue 180 é um serviço que presta "escuta" e
"acolhida" às mulheres em situação de violência.
De acordo com a Secretaria, somente em 2012, o serviço registrou 388.953
atendimentos. A média diária é de 2.150 registros por dia. Em seis anos de
vigência da Lei Maria da Penha, a central registrou 2.714.877 atendimentos.
A violência física esteve presente em 196.610 casos relatados.
Dos atendimentos registrados neste ano, 25.232 mulheres registraram qual foi
o "risco sofrido". Do total, 52% apresentaram risco de morte e 45,6% risco
de espancamento.
180 GRAUS | GERAL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
59% das mulheres vítimas de violência são agredidas diariamente
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772263> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772263>
Veja a matéria no site de origem
<http://180graus.com/geral/59-das-mulheres-vitimas-de-violencia-sao-agredida
s-diariamente-550216.html>
Chamada de capa
Conforme a secretaria, dos mais de 2 milhões de atendimentos registrados
pela Central
Dados divulgados nesta terça-feira pela Secretaria de Políticas para as
mulheres apontam que mais da metade (59,57%) das mulheres que sofrem
violência são agredidas todos os dias. Os números fazem parte de um balanço
da Central de Atendimento à Mulher - ligue 180.
Conforme o levantamento, em 70% dos casos de violência doméstica o agressor
é o marido ou companheiro da vítima. O estudo aponta que se forem
considerados demais vínculos afetivos --como ex-marido, namorado e
ex-namorado-- o percentual sobre para 89%.
Ainda de acordo com os números, em 66% dos casos de agressão os filhos e
filhas presenciam a cena da mulher sendo agredida.
Conforme a secretaria, dos mais de 2 milhões de atendimentos registrados
pela Central de Atendimento desde 2006 (data de início do funcionamento),
329.256 casos foram enquadrados na Lei Maria da Penha.
"O número ainda é muito alarmante, no entanto, quero reforçar que a Lei
Maria da Penha possibilitou uma visibilidade maior dos crimes, que até 6
anos atrás eles não eram tão visíveis, apareciam só nas páginas policias e
agora estão bastante divulgados. Então há os dois lados", afirmou a Ministra
Eleonora Menicucci.
Os dados foram apresentados durante a abertura do encontro "O Papel das
Delegacias no Enfrentamento à Violência contra às mulheres".
PORTAL R3 | NOTÍCIAS
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | REFORMA ELEITORAL
Disque 180 já recebeu mais de 329 mil denúncias de violência contra mulher
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772246> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772246>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.portalr3.com.br/2012/08/disque-180-ja-recebeu-mais-de-329-mil-de
nuncias-de-violencia-contra-mulher/>
Chamada de capa
No dia em que a Lei Maria da Penha completa seis anos de existência, o
Disque 180 contabiliza 2,7 milhões de atendimentos no período de 2006 a
2012. Desse total, 329,5 mil (14%) são relatos de violência contra a mulher.
A maioria (60%) é pedido de informação. Os dados são da Secretaria de
Políticas para as mulheres, responsável pelo serviço
No dia em que a Lei Maria da Penha completa seis anos de existência, o
Disque 180 registrou 2,7 milhões de atendimentos de 2006 a 2012. Desse
total, 329,5 mil (14%) eram relatos de violência contra a mulher enquadrados
na lei. A maioria (60%) foi pedidos de informação. Os dados são da
Secretaria de Políticas para as mulheres, responsável pelo disque-denúncia,
divulgados hoje (9) na abertura do Encontro Nacional sobre o Papel das
Delegacias no Enfrentamento da Violência contra as mulheres.
No primeiro semestre de 2012, foram registrados 388,9 mil atendimentos, dos
quais 56,6% (47,5 mil) foram relatos de violência física. A violência
psicológica aparece em 27,2% (12,9 mil) dos registros no período. Foram 5,7
mil chamadas relacionadas à violência moral (12%), 915 sexual (2%) e 750
patrimonial (1%). Os dados revelam ainda que em 66% dos casos os filhos
presenciam as agressões contra as mães.
Os companheiros e cônjuges continuam sendo os principais agressores (70% das
denúncias neste ano). Se forem considerados outros tipos de relacionamento
afetivo (ex-marido, ex-namorado e ex-companheiro), o percentual sobe para
89%. Os parentes, vizinhos, amigos e desconhecidos aparecem como agressores
em 11%.
Das unidades federativas, o Distrito Federal registrou o maior número de
denúncias de violência contra a mulher no primeiro semestre do ano - 625
para cada 100 mil mulheres - seguido pelo Pará (515) e pela Bahia (512). Os
que menos receberam ligações, no mesmo período, foram Amazonas (93), Santa
Catarina (156) e Rondônia (173). Em 2011, os estados que lideravam o ranking
eram Bahia, Sergipe e Pará.
A secretária da Mulher do Distrito Federal (DF), Olgamir Amância Ferreira,
justificou a grande quantidade de denúncias por elas procurando mais o
serviço de atendimento. No DF, são recebidas 15 denúncias por dia. "Elas têm
acesso à informação e sabem da existência de suporte como casa abrigo,
centro de referência e núcleo de atendimento, o que faz com que se sintam
mais fortalecidas e empoderadas e denunciem", disse.
O governo distrital inaugurou hoje um Centro de Referência de Atendimento à
Mulher (Cram) na 102 Sul, próximo à estação do metrô. A localização foi
escolhida pela grande circulação de pessoas e para facilitar o acesso das
mulheres à rede de proteção.
Participam do evento as ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos), Luiza
Bairros (Políticas de Pormoção da Igualdade Racial), Eleonora Menicucci
(Políticas para as mulheres) e o ministro Gilberto Carvalho
(Secretaria-Geral da Presidência da República), além de juízas, promotores e
delegados.
TRIBUNA HOJE - AL | BRASIL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
70% das denúncias de agressão à mulher são contra o companheiro
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772237> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772237>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.tribunahoje.com/noticia/35870/brasil/2012/08/07/70-das-denuncias
-de-agresso-a-mulher-so-contra-o-companheiro.html>
Chamada de capa
Balanço é da Presidência; Lei Maria da Penha completa seis anos
Levantamento feito pela Secretaria de Políticas para as mulheres, da
Presidência da República, mostra que em 70% das denúncias feitas ao ligue
180, a Central de Atendimento à Mulher, o companheiro é identificado como o
agressor do ato de violência.
O balanço das ligações foi divulgado nesta terça-feira (7), dia em que a Lei
Maria da Penha completa seis anos de vigência.
De acordo com a secretaria, se somados os demais tipos de relacionamento
afetivo (como ex-marido, namorado e ex-namorado), o índice sobe para 89%. Os
11% restantes se referem à violência cometida por familiares, vizinhos,
amigos e até desconhecidos.
Foram registrados durante os últimos seis anos 2,7 milhões de atendimentos.
O risco de morte foi detectado em 52% das ligações e ameaças de
espancamento, em 45%.
Além da violência física, há outros tipos registrados pela central. A
violência psicológica foi percebida em 27% dos atendimentos; a moral, em
12%; a sexual, em 2%, e a patrimonial, em 1%. Houve ainda 211 casos no
primeiro semestre de 2012 de cárcere privado, com média de 1,15 por dia.
De acordo com a secretaria, a violência é diária em 60% dos relatos. O
levantamento mostra que, nos primeiros seis meses deste ano, o agressor e a
vítima tinham dez ou mais anos de relacionamento em 42% dos casos relatados;
entre cinco e dez anos de relação em 19%; e entre um e dois anos em 10% dos
casos.
A Lei Maria da Penha protege as mulheres contra a violência doméstica.
Sancionada em 2006, ela aumentou o rigor nas punições ao impedir, por
exemplo, a aplicação de penas alternativas, além de possibilitar a prisão em
flagrante dos agressores. Desde o início deste ano, o Supremo Tribunal
Federal (STF) decidiu ainda que o Ministério Público pode denunciar o
agressor nos casos de violência doméstica contra a mulher mesmo que ela não
apresente queixa contra quem a agrediu.
Pelo país
Somente nos primeiros seis meses deste ano, o ligue 180 fez mais de 388 mil
atendimentos. Neste período, Distrito Federal, Pará, Bahia, Espírito Santo e
Mato Grosso do Sul tiveram proporcionalmente os maiores índices de procura,
segundo o levantamento.
No Distrito Federal, a procura pela central de atendimento foi feita por 625
mulheres a cada 100 mil; no Pará, por 515; na Bahia, por 512; no Espírito
Santo, 490 e no Mato Grosso do Sul, 473.
Entre as capitais dos estados, encabeçam o ranking de maior número de
atendimentos registrados Campo Grande (65,6 mulheres em cada 100 mil),
Brasília (62,5), Vitória (51,7), Salvador (44,1) e São Luis (42,4).
Para a ministra da Secretaria de Políticas para as mulheres, Eleonora
Menicucci, o número de casos de violência relatados no ligue 180 é
"alarmante". Ela pondera, contudo, que "as mulheres acreditam no serviço que
está sendo prestado a elas".
"O número ainda é muito alarmante. No entanto, quero reforçar que a Lei
Maria da Penha possibilitou uma visibilidade maior dos crimes, que até seis
anos atrás eles não eram tão visíveis, apareciam só nas páginas policias e
agora estão bastante divulgados. Então há os dois lados", diz a ministra.
O ligue 180 foi criado em 2005 pela Secretaria de Políticas para as mulheres
e presta informações e orientações às mulheres sobre o que fazer caso sofram
algum tipo de violência. A central funciona 24 horas, todos os dias da
semana. Durante o atendimento, é preservado o anonimato.
Campanha
Nesta terça, o governo federal lança também a campanha "Compromisso e
Atitude pela Lei Maria da Penha - A Lei é mais forte", cujo objetivo é
acelerar os julgamentos dos casos e mobilizar a sociedade por meio de uma
campanha veiculada na TV, em portais de notícias na internet e em redes
sociais.
PORTAL AZ | LOCAL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
70% das denúncias de agressão à mulher são contra o companheiro
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772227> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772227>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.portalaz.com.br/noticia/geral/248729_70_das_denuncias_de_agressa
o_a_mulher_sao_contra_o_companheiro.html>
Chamada de capa
Levantamento feito pela Secretaria de Políticas para as mulheres, da
Presidência da República, mostra que em 70% das denúncias feitas ao ligue
180, a Central de Atendimento à Mulher, o companheiro é identificado como o
agressor do ato de violência.
O balanço das ligações foi divulgado nesta terça-feira (7), dia em que a Lei
Maria da Penha completa seis anos de vigência.
De acordo com a secretaria, se somados os demais tipos de relacionamento
afetivo (como ex-marido, namorado e ex-namorado), o índice sobe para 89%. Os
11% restantes se referem à violência cometida por familiares, vizinhos,
amigos e até desconhecidos.
Foram registrados durante os últimos seis anos 2,7 milhões de atendimentos.
O risco de morte foi detectado em 52% das ligações e ameaças de
espancamento, em 45%.
Além da violência física, há outros tipos registrados pela central. A
violência psicológica foi percebida em 27% dos atendimentos; a moral, em
12%; a sexual, em 2%, e a patrimonial, em 1%. Houve ainda 211 casos no
primeiro semestre de 2012 de cárcere privado, com média de 1,15 por dia.
De acordo com a secretaria, a violência é diária em 60% dos relatos. O
levantamento mostra que, nos primeiros seis meses deste ano, o agressor e a
vítima tinham dez ou mais anos de relacionamento em 42% dos casos relatados;
entre cinco e dez anos de relação em 19%; e entre um e dois anos em 10% dos
casos.
A Lei Maria da Penha protege as mulheres contra a violência doméstica.
Sancionada em 2006, ela aumentou o rigor nas punições ao impedir, por
exemplo, a aplicação de penas alternativas, além de possibilitar a prisão em
flagrante dos agressores. Desde o início deste ano, o Supremo Tribunal
Federal (STF) decidiu ainda que o Ministério Público pode denunciar o
agressor nos casos de violência doméstica contra a mulher mesmo que ela não
apresente queixa contra quem a agrediu.
Pelo país
Somente nos primeiros seis meses deste ano, o ligue 180 fez mais de 388 mil
atendimentos. Neste período, Distrito Federal, Pará, Bahia, Espírito Santo e
Mato Grosso do Sul tiveram proporcionalmente os maiores índices de procura,
segundo o levantamento.
No Distrito Federal, a procura pela central de atendimento foi feita por 625
mulheres a cada 100 mil; no Pará, por 515; na Bahia, por 512; no Espírito
Santo, 490 e no Mato Grosso do Sul, 473.
Entre as capitais dos estados, encabeçam o ranking de maior número de
atendimentos registrados Campo Grande (65,6 mulheres em cada 100 mil),
Brasília (62,5), Vitória (51,7), Salvador (44,1) e São Luis (42,4).
Para a ministra da Secretaria de Políticas para as mulheres, Eleonora
Menicucci, o número de casos de violência relatados no ligue 180 é
"alarmante". Ela pondera, contudo, que "as mulheres acreditam no serviço que
está sendo prestado a elas".
"O número ainda é muito alarmante. No entanto, quero reforçar que a Lei
Maria da Penha possibilitou uma visibilidade maior dos crimes, que até seis
anos atrás eles não eram tão visíveis, apareciam só nas páginas policias e
agora estão bastante divulgados. Então há os dois lados", diz a ministra.
O ligue 180 foi criado em 2005 pela Secretaria de Políticas para as mulheres
e presta informações e orientações às mulheres sobre o que fazer caso sofram
algum tipo de violência. A central funciona 24 horas, todos os dias da
semana. Durante o atendimento, é preservado o anonimato.
Campanha
Nesta terça, o governo federal lança também a campanha "Compromisso e
Atitude pela Lei Maria da Penha - A Lei é mais forte", cujo objetivo é
acelerar os julgamentos dos casos e mobilizar a sociedade por meio de uma
campanha veiculada na TV, em portais de notícias na internet e em redes
sociais.
G1
FÁTIMA NEWS | ECONOMIA
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
70% das denúncias de agressão à mulher são contra o companheiro
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772205> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772205>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.fatimanews.com.br/noticias/70-das-denuncias-de-agressao-a-mulher
-sao-contra-o-companheiro_136906/>
Chamada de capa
Levantamento feito pela Secretaria de Políticas para as mulheres, da
Presidência da República, mostra que em 70% das denúncias feitas ao ligue
180, a Central de Atendimento à Mulher, o companheiro é identificado como o
agressor da violência doméstica.
O balanço das ligações foi divulgado nesta terça-feira (7), dia em que a Lei
Maria da Penha completa seis anos de vigência.
De acordo com a secretaria, se somados os demais tipos de relacionamento
afetivo (como ex-marido, namorado e ex-namorado), o índice sobe para 89%. Os
11% restantes se referem à violência cometida por familiares, vizinhos,
amigos e até desconhecidos.
Foram registrados durante os últimos seis anos 2,7 milhões de atendimentos.
O risco de morte foi detectado em 52% das ligações e ameaças de
espancamento, em 45%.
Além da violência física, há outros tipos registrados pela central. A
violência psicológica foi percebida em 27% dos atendimentos; a moral, em
12%; a sexual, em 2%, e a patrimonial, em 1%. Houve ainda 211 casos no
primeiro semestre de 2012 de cárcere privado, com média de 1,15 por dia.
De acordo com a secretaria, a violência é diária em 60% dos relatos. O
levantamento mostra que, nos primeiros seis meses deste ano, o agressor e a
vítima tinham dez ou mais anos de relacionamento em 42% dos casos relatados;
entre cinco e dez anos de relação em 19%; e entre um e dois anos em 10% dos
casos.
A Lei Maria da Penha protege as mulheres contra a violência doméstica.
Sancionada em 2006, ela aumentou o rigor nas punições ao impedir, por
exemplo, a aplicação de penas alternativas, além de possibilitar a prisão em
flagrante dos agressores. Desde o início deste ano, o Supremo Tribunal
Federal (STF) decidiu ainda que o Ministério Público pode denunciar o
agressor nos casos de violência doméstica contra a mulher mesmo que ela não
apresente queixa contra quem a agrediu.
Pelo país
Somente nos primeiros seis meses deste ano, o ligue 180 fez mais de 388 mil
atendimentos. Neste período, Distrito Federal, Pará, Bahia, Espírito Santo e
Mato Grosso do Sul tiveram proporcionalmente os maiores índices de procura,
segundo o levantamento.
No Distrito Federal, a procura pela central de atendimento foi feita por 625
mulheres a cada 100 mil; no Pará, por 515; na Bahia, por 512; no Espírito
Santo, 490 e no Mato Grosso do Sul, 473.
Entre as capitais dos estados, encabeçam o ranking de maior número de
atendimentos registrados Campo Grande (65,6 mulheres em cada 100 mil),
Brasília (62,5), Vitória (51,7), Salvador (44,1) e São Luis (42,4).
O ligue 180 foi criado em 2005 pela Secretaria de Políticas para as mulheres
e presta informações e orientações às mulheres sobre o que fazer caso sofram
algum tipo de violência. A central funciona 24 horas, todos os dias da
semana. Durante o atendimento, é preservado o anonimato.
Campanha
Nesta terça, o governo federal lança também a campanha "Compromisso e
Atitude pela Lei Maria da Penha - A Lei é mais forte", cujo objetivo é
acelerar os julgamentos dos casos e mobilizar a sociedade por meio de uma
campanha veiculada na TV, em portais de notícias na internet e em redes
sociais.
MIDIACON - SP | MULHER
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
70% das denúncias de agressão à mulher são contra o companheiro
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772203> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772203>
Veja a matéria no site de origem
<http://midiacon.com.br/materia.asp?id_canal=9&id=49013>
Chamada de capa
No período, foram feitos 2,7 milhões de atendimentos pelo ligue 180.
Levantamento feito pela Secretaria de Políticas para as mulheres, da
Presidência da República, mostra que em 70% das denúncias feitas ao ligue
180, a Central de Atendimento à Mulher, o companheiro é identificado como o
agressor do ato de violência.
O balanço das ligações foi divulgado nesta terça-feira (7), dia em que a Lei
Maria da Penha completa seis anos de vigência.
De acordo com a secretaria, se somados os demais tipos de relacionamento
afetivo (como ex-marido, namorado e ex-namorado), o índice sobe para 89%. Os
11% restantes se referem à violência cometida por familiares, vizinhos,
amigos e até desconhecidos.
Foram registrados durante os últimos seis anos 2,7 milhões de atendimentos.
O risco de morte foi detectado em 52% das ligações e ameaças de
espancamento, em 45%.
Além da violência física, há outros tipos registrados pela central. A
violência psicológica foi percebida em 27% dos atendimentos; a moral, em
12%; a sexual, em 2%, e a patrimonial, em 1%. Houve ainda 211 casos no
primeiro semestre de 2012 de cárcere privado, com média de 1,15 por dia.
De acordo com a secretaria, a violência é diária em 60% dos relatos. O
levantamento mostra que, nos primeiros seis meses deste ano, o agressor e a
vítima tinham dez ou mais anos de relacionamento em 42% dos casos relatados;
entre cinco e dez anos de relação em 19%; e entre um e dois anos em 10% dos
casos.
A Lei Maria da Penha protege as mulheres contra a violência doméstica.
Sancionada em 2006, ela aumentou o rigor nas punições ao impedir, por
exemplo, a aplicação de penas alternativas, além de possibilitar a prisão em
flagrante dos agressores. Desde o início deste ano, o Supremo Tribunal
Federal (STF) decidiu ainda que o Ministério Público pode denunciar o
agressor nos casos de violência doméstica contra a mulher mesmo que eela não
apresente queixa contra quem a agrediu.
Pelo país
Somente nos primeiros seis meses deste ano, o ligue 180 fez mais de 388 mil
atendimentos. Neste período, Distrito Federal, Pará, Bahia, Espírito Santo e
Mato Grosso do Sul tiveram proporcionalmente os maiores índices de procura,
segundo o levantamento.
No Distrito Federal, a procura pela central de atendimento foi feita por 625
mulheres a cada 100 mil; no Pará, por 515; na Bahia, por 512; no Espírito
Santo, 490 e no Mato Grosso do Sul, 473.
Entre as capitais dos estados, encabeçam o ranking de maior número de
atendimentos registrados Campo Grande (65,6 mulheres em cada 100 mil),
Brasília (62,5), Vitória (51,7), Salvador (44,1) e São Luis (42,4).
Para a ministra da Secretaria de Políticas para as mulheres, Eleonora
Menicucci, o número de casos de violência relatados no ligue 180 é
"alarmante". Ela pondera, contudo, que "as mulheres acreditam no serviço que
está sendo prestado a elas".
"O número ainda é muito alarmante. No entanto, quero reforçar que a Lei
Maria da Penha possibilitou uma visibilidade maior dos crimes, que até seis
anos atrás eles não eram tão visíveis, apareciam só nas páginas policias e
agora estão bastante divulgados. Então há os dois lados", diz a ministra.
O ligue 180 foi criado em 2005 pela Secretaria de Políticas para as mulheres
e presta informações e orientações às mulheres sobre o que fazer caso sofram
algum tipo de violência. A central funciona 24 horas, todos os dias da
semana. Durante o atendimento, é preservado o anonimato.
Campanha
Nesta terça, o governo federal lança também a campanha "Compromisso e
Atitude pela Lei Maria da Penha - A Lei é mais forte", cujo objetivo é
acelerar os julgamentos dos casos e mobilizar a sociedade por meio de uma
campanha veiculada na TV, em portais de notícias na internet e em redes
sociais.
Assista ao vídeo no Portal G1
MÍDIA NEWS | BRASIL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
70% das denúncias de agressão à mulher são contra o companheiro
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772192> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772192>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=8&cid=129362>
Chamada de capa
No período, foram feitos 2,7 milhões de atendimentos pelo ligue 180
DO G1
Levantamento feito pela Secretaria de Políticas para as mulheres, da
Presidência da República, mostra que em 70% das denúncias feitas ao ligue
180, a Central de Atendimento à Mulher, o companheiro é identificado como o
agressor da violência doméstica.
O balanço das ligações foi divulgado nesta terça-feira (7), dia em que a Lei
Maria da Penha completa seis anos de vigência.
De acordo com a secretaria, se somados os demais tipos de relacionamento
afetivo (como ex-marido, namorado e ex-namorado), o índice sobe para 89%. Os
11% restantes se referem à violência cometida por familiares, vizinhos,
amigos e até desconhecidos.
Foram registrados durante os últimos seis anos 2,7 milhões de atendimentos.
O risco de morte foi detectado em 52% das ligações e ameaças de
espancamento, em 45%.
Além da violência física, há outros tipos registrados pela central. A
violência psicológica foi percebida em 27% dos atendimentos; a moral, em
12%; a sexual, em 2%, e a patrimonial, em 1%. Houve ainda 211 casos no
primeiro semestre de 2012 de cárcere privado, com média de 1,15 por dia.
De acordo com a secretaria, a violência é diária em 60% dos relatos. O
levantamento mostra que, nos primeiros seis meses deste ano, o agressor e a
vítima tinham dez ou mais anos de relacionamento em 42% dos casos relatados;
entre cinco e dez anos de relação em 19%; e entre um e dois anos em 10% dos
casos.
A Lei Maria da Penha protege as mulheres contra a violência doméstica.
Sancionada em 2006, ela aumentou o rigor nas punições ao impedir, por
exemplo, a aplicação de penas alternativas, além de possibilitar a prisão em
flagrante dos agressores. Desde o início deste ano, o Supremo Tribunal
Federal (STF) decidiu ainda que o Ministério Público pode denunciar o
agressor nos casos de violência doméstica contra a mulher mesmo que ela não
apresente queixa contra quem a agrediu.
Pelo país
Somente nos primeiros seis meses deste ano, o ligue 180 fez mais de 388 mil
atendimentos. Neste período, Distrito Federal, Pará, Bahia, Espírito Santo e
Mato Grosso do Sul tiveram proporcionalmente os maiores índices de procura,
segundo o levantamento.
No Distrito Federal, a procura pela central de atendimento foi feita por 625
mulheres a cada 100 mil; no Pará, por 515; na Bahia, por 512; no Espírito
Santo, 490 e no Mato Grosso do Sul, 473.
Entre as capitais dos estados, encabeçam o ranking de maior número de
atendimentos registrados Campo Grande (65,6 mulheres em cada 100 mil),
Brasília (62,5), Vitória (51,7), Salvador (44,1) e São Luis (42,4).
Para a ministra da Secretaria de Políticas para as mulheres, Eleonora
Menicucci, o número de casos de violência relatados no ligue 180 é
"alarmante". Ela pondera, contudo, que "as mulheres acreditam no serviço que
está sendo prestado a elas".
"O número ainda é muito alarmante. No entanto, quero reforçar que a Lei
Maria da Penha possibilitou uma visibilidade maior dos crimes, que até seis
anos atrás eles não eram tão visíveis, apareciam só nas páginas policias e
agora estão bastante divulgados. Então há os dois lados", diz a ministra.
O ligue 180 foi criado em 2005 pela Secretaria de Políticas para as mulheres
e presta informações e orientações às mulheres sobre o que fazer caso sofram
algum tipo de violência. A central funciona 24 horas, todos os dias da
semana. Durante o atendimento, é preservado o anonimato.
Campanha
Nesta terça, o governo federal lança também a campanha "Compromisso e
Atitude pela Lei Maria da Penha - A Lei é mais forte", cujo objetivo é
acelerar os julgamentos dos casos e mobilizar a sociedade por meio de uma
campanha veiculada na TV, em portais de notícias na internet e em redes
sociais.
RONDÔNIA DINÂMICA | GERAL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
Lei Maria da Penha: 70% das denúncias de agressão à mulher são contra
parceiros
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772176> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772176>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.rondoniadinamica.com/arquivo/lei-maria-da-penha-70-das-denuncias
-de-agressao-a-mulher-sao-contra-parceiros,38451.shtml>
Chamada de capa
Balanço é da Presidência e se refere aos seis anos da Lei Maria da Penha. No
período, foram feitos 2,7 milhões de atendimentos pelo ligue 180.
Levantamento feito pela Secretaria de Políticas para as mulheres, da
Presidência da República, mostra que em 70% das denúncias feitas ao ligue
180, a Central de Atendimento à Mulher, o companheiro é identificado como o
agressor da violência doméstica.
O balanço das ligações foi divulgado nesta terça-feira (7), dia em que a Lei
Maria da Penha completa seis anos de vigência.
De acordo com a secretaria, se somados os demais tipos de relacionamento
afetivo (como ex-marido, namorado e ex-namorado), o índice sobe para 89%. Os
11% restantes se referem à violência cometida por familiares, vizinhos,
amigos e até desconhecidos.
Foram registrados durante os últimos seis anos 2,7 milhões de atendimentos.
O risco de morte foi detectado em 52% das ligações e ameaças de
espancamento, em 45%.
Além da violência física, há outros tipos registrados pela central. A
violência psicológica foi percebida em 27% dos atendimentos; a moral, em
12%; a sexual, em 2%, e a patrimonial, em 1%. Houve ainda 211 casos no
primeiro semestre de 2012 de cárcere privado, com média de 1,15 por dia.
De acordo com a secretaria, a violência é diária em 60% dos relatos. O
levantamento mostra que, nos primeiros seis meses deste ano, o agressor e a
vítima tinham dez ou mais anos de relacionamento em 42% dos casos relatados;
entre cinco e dez anos de relação em 19%; e entre um e dois anos em 10% dos
casos.
A Lei Maria da Penha protege as mulheres contra a violência doméstica.
Sancionada em 2006, ela aumentou o rigor nas punições ao impedir, por
exemplo, a aplicação de penas alternativas, além de possibilitar a prisão em
flagrante dos agressores. Desde o início deste ano, o Supremo Tribunal
Federal (STF) decidiu ainda que o Ministério Público pode denunciar o
agressor nos casos de violência doméstica contra a mulher mesmo que ela não
apresente queixa contra quem a agrediu.
Pelo país
Somente nos primeiros seis meses deste ano, o ligue 180 fez mais de 388 mil
atendimentos. Neste período, Distrito Federal, Pará, Bahia, Espírito Santo e
Mato Grosso do Sul tiveram proporcionalmente os maiores índices de procura,
segundo o levantamento.
No Distrito Federal, a procura pela central de atendimento foi feita por 625
mulheres a cada 100 mil; no Pará, por 515; na Bahia, por 512; no Espírito
Santo, 490 e no Mato Grosso do Sul, 473.
Entre as capitais dos estados, encabeçam o ranking de maior número de
atendimentos registrados Campo Grande (65,6 mulheres em cada 100 mil),
Brasília (62,5), Vitória (51,7), Salvador (44,1) e São Luis (42,4).
O ligue 180 foi criado em 2005 pela Secretaria de Políticas para as mulheres
e presta informações e orientações às mulheres sobre o que fazer caso sofram
algum tipo de violência. A central funciona 24 horas, todos os dias da
semana. Durante o atendimento, é preservado o anonimato.
Campanha
Nesta terça, o governo federal lança também a campanha "Compromisso e
Atitude pela Lei Maria da Penha - A Lei é mais forte", cujo objetivo é
acelerar os julgamentos dos casos e mobilizar a sociedade por meio de uma
campanha veiculada na TV, em portais de notícias na internet e em redes
sociais.
AGORA MS | POLICIA II
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180
70% das denúncias de agressão à mulher são contra o companheiro
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3772167> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
772167>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.agorams.com.br/jornal/2012/08/70-das-denuncias-de-agressao-a-mul
her-sao-contra-o-companheiro/>
Chamada de capa
Balanço é da Presidência e se refere aos seis anos da Lei Maria da Penha. No
período, foram feitos 2,7 milhões de atendimentos pelo ligue 180.
Levantamento feito pela Secretaria de Políticas para as mulheres, da
Presidência da República, mostra que em 70% das denúncias feitas ao ligue
180, a Central de Atendimento à Mulher, o companheiro é identificado como o
agressor da violência doméstica.
O balanço das ligações foi divulgado nesta terça-feira (7), dia em que a Lei
Maria da Penha completa seis anos de vigência.
De acordo com a secretaria, se somados os demais tipos de relacionamento
afetivo (como ex-marido, namorado e ex-namorado), o índice sobe para 89%. Os
11% restantes se referem à violência cometida por familiares, vizinhos,
amigos e até desconhecidos.
Foram registrados durante os últimos seis anos 2,7 milhões de atendimentos.
O risco de morte foi detectado em 52% das ligações e ameaças de
espancamento, em 45%.
Além da violência física, há outros tipos registrados pela central. A
violência psicológica foi percebida em 27% dos atendimentos; a moral, em
12%; a sexual, em 2%, e a patrimonial, em 1%. Houve ainda 211 casos no
primeiro semestre de 2012 de cárcere privado, com média de 1,15 por dia.
De acordo com a secretaria, a violência é diária em 60% dos relatos. O
levantamento mostra que, nos primeiros seis meses deste ano, o agressor e a
vítima tinham dez ou mais anos de relacionamento em 42% dos casos relatados;
entre cinco e dez anos de relação em 19%; e entre um e dois anos em 10% dos
casos.
A Lei Maria da Penha protege as mulheres contra a violência doméstica.
Sancionada em 2006, ela aumentou o rigor nas punições ao impedir, por
exemplo, a aplicação de penas alternativas, além de possibilitar a prisão em
flagrante dos agressores. Desde o início deste ano, o Supremo Tribunal
Federal (STF) decidiu ainda que o Ministério Público pode denunciar o
agressor nos casos de violência doméstica contra a mulher mesmo que ela não
apresente queixa contra quem a agrediu.
Pelo país
Somente nos primeiros seis meses deste ano, o ligue 180 fez mais de 388 mil
atendimentos. Neste período, Distrito Federal, Pará, Bahia, Espírito Santo e
Mato Grosso do Sul tiveram proporcionalmente os maiores índices de procura,
segundo o levantamento.
No Distrito Federal, a procura pela central de atendimento foi feita por 625
mulheres a cada 100 mil; no Pará, por 515; na Bahia, por 512; no Espírito
Santo, 490 e no Mato Grosso do Sul, 473.
Entre as capitais dos estados, encabeçam o ranking de maior número de
atendimentos registrados Campo Grande (65,6 mulheres em cada 100 mil),
Brasília (62,5), Vitória (51,7), Salvador (44,1) e São Luis (42,4).
O ligue 180 foi criado em 2005 pela Secretaria de Políticas para as mulheres
e presta informações e orientações às mulheres sobre o que fazer caso sofram
algum tipo de violência. A central funciona 24 horas, todos os dias da
semana. Durante o atendimento, é preservado o anonimato.
Campanha
Nesta terça, o governo federal lança também a campanha "Compromisso e
Atitude pela Lei Maria da Penha - A Lei é mais forte", cujo objetivo é
acelerar os julgamentos dos casos e mobilizar a sociedade por meio de uma
campanha veiculada na TV, em portais de notícias na internet e em redes
sociais.
DIÁRIO DE PERNAMBUCO.COM | BRASIL
LEI MARIA DA PENHA
Violência com mais crueldade
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3771475> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
771475>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.impresso.diariodepernambuco.com.br/cadernos/brasil/capa_brasil/>
Chamada de capa
Pesquisa mostra que 329 mil mulheres procuraram o Disque Denúncia 180 nos
últimos seis anos
Brasília - Mais de 329 mil mulheres que procuraram o serviço de denúncia de
violência contra o gênero, o disque 180, sofreram algum tipo de violência
nos últimos seis anos. A maioria delas, cerca de 47%, relataram que essa
situação ocorrera diariamente. Os dados são do balanço da Secretaria de
Política para as mulheres, divulgados ontem, dia em que a Lei Maria da
Penha, fonte de mais rigor para a punição de crimes de violência doméstica,
completou seis anos de vigor. Os números vieram acompanhados da atualização
do Mapa da Violência 2012 - homicídio de mulheres no Brasil, com base nos
dados de 2010, que mostra que a taxa de homicídios de mulheres só caiu no
ano seguinte ao da promulgação da lei, em seguida continuou a aumentar,
chegando à marca de 4.465 em 2010, um aumento de 20% comparado a 2007, e de
230% comparado ao ano 2000.
A secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra as mulheres,
Aparecida Gonçalves, explica que os dois dados refletem lados diferentes da
mesma história. Enquanto os números da secretária indicam o crescimento de
ligações, chegando ao total de 2,7 milhões de atendimentos nos últimos seis
anos, com um aumento de 30% nas ligações comparando os seis primeiros meses
do ano passado com o mesmo período deste ano, os crimes contra as mulheres
ganharam mais requintes de crueldade. Na opinião dela, é como se as mulheres
estivessem mais decididas a denunciar e dar um basta na situação, só que os
homens têm reagido mal. "É o sentimento de posse. Temos vistos casos de
cárcere privado, de mulheres que ficam mais de 36 horas com uma arma
apontada para cabeça delas. São tiros na vagina, rostos desconfigurados".
Para Aparecida, entretanto, a lei surtiu efeito no pensamento feminino.
"Aumentou a coragem de não querer mais sofrer também por saber que ela não
está sozinha, que o estado, o mesmo que antes não tinha nenhuma postura, tem
dado apoio". A farmacêutica Maria da Penha, que dá nome à lei, concorda que
a regra promoveu a igualdade de gênero, mas ressalta que ainda faltam
políticas públicas de acolhimento e mais delegacias e órgãos especializados.
"A população se apropriou do seu direito, mas ainda é preciso que se repense
a reestruturação do poder Judiciário".
Maria da Penha lembra que a legislação mudou porque, depois de mais de 15
anos lutando pela punição do seu agressor, ela conseguiu enviar o caso para
a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (OEA), que condenou o Brasil
por negligência e omissão em relação à violência doméstica e exigiu que se
mudasse a lei. Mesmo com a nova norma em vigor, o país está entre os dez
piores no ranking mundial mais recente da Organização Mundial da Saúde, que
calcula mortes para cada 100 mil mulheres. Nesta lista, o Brasil figura em
sétimo lugar, com taxa de 4,4 morte para cada 100 mil mulheres.
AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA AIDS | NOTÍCIAS
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | REFORMA ELEITORAL
Em seis anos, Disque 180 recebe mais de 329 mil denúncias de violência
contra a mulher
Formato A4: PDF
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ia=3771258> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
771258>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=19478>
Chamada de capa
A Lei Maria da Penha completa, nesta terça-feira, 6 anos de existência.
Nesse tempo, foram recebidos 329,5 mil relatos de violência contra a mulher
enquadrados na lei, que já sofreu alterações desde que entrou em vigor. As
informações são da Revista Época.
Leia a matéria na íntegra:
No dia em que a Lei Maria da Penha completa seis anos de existência, o
Disque 180 registrou 2,7 milhões de atendimentos de 2006 a 2012. Desse
total, 329,5 mil (14%) eram relatos de violência contra a mulher enquadrados
na lei. A maioria (60%) foi pedidos de informação. Os dados são da
Secretaria de Políticas para as mulheres, responsável pelo disque-denúncia,
divulgados nesta terça-feira (7) na abertura do Encontro Nacional sobre o
Papel das Delegacias no Enfrentamento da Violência contra as mulheres.
No primeiro semestre de 2012, foram registrados 388,9 mil atendimentos, dos
quais 56,6% (47,5 mil) foram relatos de violência física. A violência
psicológica aparece em 27,2% (12,9 mil) dos registros no período. Foram 5,7
mil chamadas relacionadas à violência moral (12%), 915 sexual (2%) e 750
patrimonial (1%). Os dados revelam ainda que em 66% dos casos os filhos
presenciam as agressões contra as mães.
Os companheiros e cônjuges continuam sendo os principais agressores (70% das
denúncias neste ano). Se forem considerados outros tipos de relacionamento
afetivo (ex-marido, ex-namorado e ex-companheiro), o percentual sobe para
89%. Os parentes, vizinhos, amigos e desconhecidos aparecem como agressores
em 11%.
Das unidades federativas, o Distrito Federal registrou o maior número de
denúncias de violência contra a mulher no primeiro semestre do ano - 625
para cada 100 mil mulheres - seguido pelo Pará (515) e pela Bahia (512). Os
que menos receberam ligações, no mesmo período, foram Amazonas (93), Santa
Catarina (156) e Rondônia (173). Em 2011, os estados que lideravam o ranking
eram Bahia, Sergipe e Pará.
A secretária da Mulher do Distrito Federal (DF), Olgamir Amância Ferreira,
justificou a grande quantidade de denúncias por elas procurando mais o
serviço de atendimento. No DF, são recebidas 15 denúncias por dia. "Elas têm
acesso à informação e sabem da existência de suporte como casa abrigo,
centro de referência e núcleo de atendimento, o que faz com que se sintam
mais fortalecidas e empoderadas e denunciem", disse.
O governo distrital inaugurou hoje um Centro de Referência de Atendimento à
Mulher (Cram) na 102 Sul, próximo à estação do metrô. A localização foi
escolhida pela grande circulação de pessoas e para facilitar o acesso das
mulheres à rede de proteção.
Participam do evento as ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos), Luiza
Bairros (Políticas de Pormoção da Igualdade Racial), Eleonora Menicucci
(Políticas para as mulheres) e o ministro Gilberto Carvalho
(Secretaria-Geral da Presidência da República), além de juízas, promotores e
delegados.
Fonte: Revista Época
Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
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