[Pactonacional] ENC: Por ano, Uberlândia, MG, recebe 1200 denúncias de violência à mulher

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Segunda Agosto 20 12:10:27 BRT 2012


Para conhecimento.

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De: Isabel Clavelin 
Enviada em: segunda-feira, 20 de agosto de 2012 08:53
Para: Aparecida Goncalves; 'cidagmulher em gmail.com';
'cidagmulher em hotmail.com'; Ana Teresa Iamarino
Cc: Susan Sousa Alves
Assunto: Por ano, Uberlândia, MG, recebe 1200 denúncias de violência à
mulher


G1 | TRIANGULO MINEIRO 
LEI MARIA DA PENHA 
Por ano, Uberlândia, MG, recebe 1200 denúncias de violência à mulher
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3871938
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3871938> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
871938
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
871938> >
Veja a matéria no site de origem
<http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2012/08/por-ano-
uberlandia-mg-recebe-1200-denuncias-de-violencia-mulher.html
<http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2012/08/por-ano-
uberlandia-mg-recebe-1200-denuncias-de-violencia-mulher.html> >
Chamada de capa
Faixa etária das mulheres agredidas varia dos 14 aos 49 anos, diz
ONG.Araguari registrou seis ocorrências deste tipo de janeiro até agosto.
Faixa etária das mulheres agredidas varia dos 14 aos 49 anos, diz
ONG.Araguari registrou seis ocorrências deste tipo de janeiro até agosto. 

Em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, 1200 novas denúncias de agressão à
mulher são registradas por ano. Segundo a ONG Mulher Família, além do número
significativo de registros, a faixa etária das mulheres vítima de agressão
também é extensa: varia dos 14 aos 49 anos. 

As agressões físicas e psicológicas estão presentes em grande parte dos
casos, mas não há um estudo que aponte o número exato. A voluntária da ONG
Mulher Família, Cláudia Guerra, considera a situação preocupante. "Nós não
temos juizado especial criminal e cível para fazer operacionalizar a Lei
Maria da Penha. Precisamos de mais gente e de mais recursos para atender a
demanda de Uberlândia com mais qualidade", ressaltou. 

Há 15 anos ela é voluntária da ONG, que presta apoio a mulheres vítimas de
agressão. Neste período ela ouviu de centenas de pessoas diversas histórias.
Uma mulher que preferiu não se identificar foi uma das vítimas, mas resolveu
a situação por causa das filhas. "A situação era viver ou morrer. Resolvi
dar um basta nas humilhações", disse. 

Dados atualizados envolvendo a agressão contra a mulher foram divulgados
neste mês pela Comissão Especial da Assembleia Legislativa, que estuda o
assunto. Segundo o levantamento, em 68% dos casos a agressão é praticada
pelo marido ou companheiro e após a primeira denúncia, 67% das mulheres
passam a não viver mais com os agressores. 

Número baixo

Enquanto Uberlândia apresenta um número significativo, Araguari, também no
Triângulo Mineiro, apresenta uma situação que pode estar camuflada. De
janeiro deste ano até agosto, a Secretaria de Assistência Social do
município registrou seis ocorrências. A secretária Ludmila Penna acredita
que o número seja alto, mas que as mulheres não denunciam. "A mulher é
agredida e, mesmo assim, ela que sai da casa com os filhos. Mas a secretaria
é a porta de entrada para tentar resolver o problema da família", concluiu. 


Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Presidência da República
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