[Pactonacional] ENC: SPM mídia: entrevista Hildete Pereira ao Correio Braziliense - relatótrio poder econômico das mulheres

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Quinta Agosto 30 11:57:40 BRT 2012



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De: Isabel Clavelin 
Enviada em: quinta-feira, 30 de agosto de 2012 08:11
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: SPM mídia: entrevista Hildete Pereira ao Correio Braziliense -
relatótrio poder econômico das mulheres


Colegas,

segue entrevista da colega Hildete Pereira ao jornal Correio Braziliense
sobre relatório o Banco Mundial "O efeito do poder econômico das mulheres",
com repercurssão no Jornal do Commércio do Rio de Janeiro.

CORREIO BRAZILIENSE - DF | ECONOMIA 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA 
Mulher reduz pobreza
» Mariana Mainenti
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3972493
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3972493> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
972493
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
972493> >
Chamada de capa
O aumento da participação das mulheres no mercado de trabalho foi
fundamental para reduzir a extrema pobreza na América Latina. A conclusão é
do estudo "O efeito do poder econômico das mulheres", divulgado ontem, em
Washington, pelo Banco Mundial (Bird). O trabalho mostra ainda que as
famílias que contam com a renda delas sobreviveram melhor à crise econômica
iniciada em 2008. 
De 2003 a 2010, a pobreza considerada moderada - correspondente a famílias
em que a renda por pessoa é de US$ 2,50 a US$ 4 por dia - caiu de 45% para
29% da população latino-americana. Já a extrema (equivalente a ganhos
inferiores a US$ 2,50 per capita) foi reduzida de 28% para 15%. Um terço
dessa queda é atribuída ao aumento do número de postos de trabalho ocupados
por mulheres. 
A contribuição dos homens para a melhora nos índices, no entanto, é maior,
de 39%, uma vez que a desigualdade ainda é grande. Cerca de 80% dos homens
na América Latina estão trabalhando, ao passo que apenas 45% das mulheres
possuem atividade remunerada. O Brasil vem avançando nessa questão. "Nos
anos 1970, as mulheres eram 11% da População Economicamente Ativa. Hoje, são
44%", comparou a coordenadora da área de educação da Secretaria de Políticas
para as mulheres, Ildete Pereira de Melo. 
Ainda assim, o país ainda tem muitos problemas nesse campo, como índices
altos de violência doméstica e gravidez na adolescência. Por isso, o Bird
está destinando US$ 1,5 bilhão a projetos que incluam políticas de redução
das desigualdades entre os sexos. O valor é metade do orçamento de que
dispõe a instituição no país de julho de 2012 a junho de 2013. "Estamos
exigindo, como condição de empréstimos aos estados, que sejam criados
instrumentos para o combate à violência doméstica", disse o coordenador de
operações do Bird no Brasil, Boris Utria. 
Outro efeito positivo da maior participação feminina na força produtiva foi
o aumento da proporção de filhos n a escola. "Com um papel econômico maios
importante na família, a mulher tem mais voz nas decisões. Ela se preocupa
mais com a educação, o que está levando os casais a priorizarem esse
investimento", disse, ao Correio  João Pedro Wagner de Azevedo, um dos
autores do relatório. 
  
JORNAL DO COMMERCIO - RJ | ECONOMIA 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA 
Mulher no trabalho reduz pobreza na AL
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3974075
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3974075> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
974075
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
974075> >
Chamada de capa
O aumento da participação das mulheres no mercado de trabalho foi
fundamental para reduzir a extrema pobreza na América Latina. A conclusão é
do estudo O Efeito do Poder Econômico das mulheres, divulgado ontem, em
Washington, pelo Banco Mundial (Bird). O trabalho mostra ainda que as
famílias que contam com a renda delas sobreviveram melhor à crise econômica
iniciada em 2008. 
De 2003 a 2010, a pobreza considerada moderada - correspondente a famílias
em que a renda por pessoa é de US$ 2,50 a US$ 4 por dia - caiu de 45% para
29% da população latino-americana. Já a extrema (equivalente a ganhos
inferiores a US$ 2,50 per capita) foi reduzida de 28% para 15%. Um terço
dessa queda é atribuída ao aumento do número de postos de trabalho ocupados
por mulheres. 
A contribuição dos homens para a melhora nos índices, no entanto, é maior,
de 39%, uma vez que a desigualdade ainda é grande. Cerca de 80% dos homens
na América Latina estão trabalhando, ao passo que apenas 45% das mulheres
possuem atividade remunerada. O Brasil vem avançando nessa questão. "Nos
anos 1970, as mulheres eram 11% da População Economicamente Ativa. Hoje, são
44%", comparou a coordenadora da área de educação da Secretaria de Políticas
para as mulheres, Ildete Pereira de Melo. 
Ainda assim, o País ainda tem muitos problemas nesse campo, como índices
altos de violência doméstica e gravidez na adolescência. Por isso, o Bird
está destinando US$ 1,5 bilhão a projetos que incluam políticas de redução
das desigualdades entre os sexos. O valor é metade do orçamento de que
dispõe a instituição no país de julho de 2012 a junho de 2013. "Estamos
exigindo, como condição de empréstimos aos estados, que sejam criados
instrumentos para o combate à violência doméstica", disse o coordenador de
operações do Bird no Brasil, Boris Utria. 
Outro efeito positivo da maior participação feminina na força produtiva foi
o aumento da proporção de filhos n a escola. "Com um papel econômico maios
importante na família, a mulher tem mais voz nas decisões. Ela se preocupa
mais com a educação, o que está levando os casais a priorizarem esse
investimento", disse João Pedro de Azevedo, um dos autores do relatório.


Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Presidência da República
61 3411 4228 / 9659 7975
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