[Pactonacional] ENC: + SPM mídia: entrevistas ministra Eleonora à Rádio ONU
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Sexta Julho 13 14:31:29 BRT 2012
Para conhecimento.
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De: Isabel Clavelin
Enviada em: sexta-feira, 13 de julho de 2012 12:16
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: + SPM mídia: entrevistas ministra Eleonora à Rádio ONU
Microsoft adere a programa brasileiro de igualdade de gênero e raça
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Informação foi dada pela ministra das Mulheres, Eleonora Menicucci, durante
visita a Nova York; após oficializar parceria ainda este ano, empresa deverá
realizar seminário sobre resultados no Brasil.
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Seminários serão feitos no ano que vem
Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.
A empresa de tecnologia da informação, Microsoft, aderiu, informalmente, ao
Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, do Brasil.
A informação foi dada à Rádio ONU pela ministra das Mulheres, Eleonora
Menicucci, durante uma entrevista, realizada na segunda-feira, em Nova York.
Novidade
"Estamos fazendo uma parceria com a Microsoft. Esta é a novidade. A
Microsoft já aderiu, oralmente, ao programa. Em abril ou maio de 2013, a
Microsoft fará um seminário no Brasil para mostrar como está a sua adesão
(já depois de ter aderido), estamos em tratativas", explicou.
O Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, do Governo Brasileiro, promove
ações voltadas à diversidade no serviço público.
Ainda de acordo com a ministra Eleonora Menicucci, a Microsoft deve
oficializar a parceria com o Brasil já neste segundo semestre.
*Apresentação: Leda Letra.
Ministra diz que partidos não facilitam candidaturas de mulheres no Brasil
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Para Eleonora Menicucci, recursos para as políticas são menores, e a cota de
30%, destinada às candidatas, não é respeitada; Brasil tem apenas 8% de
congressistas femininas.
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Brasília
Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.
Os partidos precisam se empenhar para garantir maior participação das
mulheres na política. A opinião é da ministra das Mulheres, Eleonora
Menicucci.
Nesta entrevista à Rádio ONU, concedida na segunda-feira, durante uma visita
a Nova York, a ministra disse que os partidos não estão cumprindo a cota
obrigatória destinada às candidaturas femininas.
Mundo Atrás
"Os partidos políticos não têm interesse em cumprir a legislação. A
legislação é a seguinte seja qual partido for: tem que ter no mínimo 30% de
cada sexo. Então se tem 70% de homens, tem que ter 30% de mulher, mas os
partidos não respeitam. Nenhum. O recurso dos partidos para as mulheres
candidatas é muito pequeno. As mulheres vão para a política, mas tem um
mundo que fica atrás delas: casa, filho... Então elas vão para a política ou
quando elas são solteiras, ou quando elas já têm os filhos fora de casa",
afirmou.
A ministra disse acreditar que com a ajuda das autoridades e da própria
sociedade, deverá haver mais mulheres na política já no fim das eleições
deste ano para prefeitos e vereadores.
América Latina
Eleonora Menicucci afirmou que para haver uma mudança real, a mulher tem que
estar sentada nos parlamentos redigindo as leis.
"É fundamental que a mulher esteja no Parlamento seja ele municipal,
estadual ou federal, porque é lá que se votam as leis. E a mulher tendo um
lugar, uma cadeira no Parlamento, ela tem definitivamente garantido o seu
voto. E eu tenho certeza que a mulher vota para as mulheres. Então,
candidatem-se. O século é nosso e já começou."
Segundo dados oficiais, o Brasil tem apenas 8% de congressistas mulheres. É
uma das menores cotas da América Latina e fica atrás também de países
africanos, como, por exemplo, a Guiné-Bissau, a nação de língua portuguesa
no oeste da África.
Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Presidência da República
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