[Pactonacional] ENC: artigo sobre 180 - Todo órgão público deve expor número da Central de Atendimento à Mulher?

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Terça Julho 24 14:17:24 BRT 2012


Para conhecimento.

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De: Isabel Clavelin 
Enviada em: segunda-feira, 23 de julho de 2012 14:52
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: artigo sobre 180 - Todo órgão público deve expor número da Central
de Atendimento à Mulher?


Colegas,

segue para conhecimento, artigos em que são discutidas a divulgação ou não
do Ligue 180 em todo órgão público. 

JORNAL DE BRASILIA - DF | OPINIÃO 
LEI MARIA DA PENHA | OUTROS | LIGUE 180 
Todo órgão público deve expor número da Central de Atendimento à Mulher?
(Artigo)
Veja a matéria original <http://www.linearclipping.com.br/PDFs/3604773.pdf
<http://www.linearclipping.com.br/PDFs/3604773.pdf> >
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3604773
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3604773> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
604773
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
604773> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.jornaldebrasilia.com.br/edicaodigital/pages/20120722-jornal/pdf/
03.pdf
<http://www.jornaldebrasilia.com.br/edicaodigital/pages/20120722-jornal/pdf/
03.pdf> >
Chamada de capa
SIM 

Romero Rodrigues - Deputado federal pela Paraíba 

Secretaria de Política para as mulheres (SPM) disponibiliza, 24 horas por
dia e sete dias por semana, a Central de Atendimento à Mulher - ligue 180.
Essa central recebe ligações gratuitas, e o atendimento ocorre em qualquer
local do País. Dentre diversas funções, o 180 exerce o importante papel de
receber denúncias de atos de violência contra mulheres e de fornecer
informações àquelas que precisam de apoio do Estado para enfrentarem
situações adversas. Trata-se de um serviço relativamente novo e que,
portanto, ainda não é de conhecimento de boa parte da população brasileira.
Dados da SPM indicam que, no ano de 2011, o ligue 180 recebeu
aproximadamente 600 mil ligações, sendo mais de 60 mil relatos de violência.
Trata-se sem dúvida de um número considerável, mas acreditamos que essa
estatística poderia ser muito mais positiva - com um número bastante maior
de casos de violência denunciados - se o serviço ofertado pela Central de
Atendimento à Mulher fosse divulgado de forma mais intensa. 

O que nos leva a realizar esse diagnóstico são os dados levantados por
pesquisas como a realizada pelo Ibope e pelo Instituto Avon. O documento
Percepções e Reações da Sociedade Sobre a Violência Contra a Mulher,
publicado por essas entidades, revela que 55% da população brasileira
conhecem casos de agressões a mulheres. O mesmo estudo indica, contudo, que
só 39% daqueles que conhecem mulher vítima de violência to-maram alguma
atitude de colaboração com a pessoa agredida. 

NÃO 

Rubens Machado Ceratti Filho - Arquiteto e urbanista 

Brasil já sofre demais com a proliferação de faixas e cartazes de todo tipo.
Entra-se em um simples elevador e lá estão afixadas quatro ou cinco placas,
a começar pelo infame "verifique se o mesmo encontra-se nesse andar" e mais
avisos anti-discriminação, anti-isso, anti-aquilo. O problema não está nas
intenções, sempre boas, mas na poluição visual, um excesso de elementos
ligados à comunicação visual (como cartazes, anúncios, propagandas, banners,
totens, placas, etc) dispostos em ambientes urbanos, especialmente em
centros comerciais/shoppings centers e de serviços. Além de promover o
desconforto espacial e visual daqueles que transitam por estes locais, este
excesso enfeia as cidades modernas, desvalorizando-as e tornando-as apenas
um espaço de promoção. 

A poluição visual degrada os centros urbanos pela não coerência com a
fachada das edificações, pela falta de harmonia de anúncios, logotipos e
propagandas que concorrem pela atenção do espectador, causando prejuízo a
outros, etc. O indivíduo perde, em um certo sentido, a sua cidadania (no
sentido de que ele é um agente que participa ativamente da dinâmica da
cidade) para se tornar apenas um espectador e consumidor, envolvido na
efemeridade dos fenômenos de massas. A profusão da propaganda na paisagem
urbana pode ser considerada uma característica da cultura de massas
pós-moderna.



Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Presidência da República
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