[Pactonacional] ENC: Programas de prevenção e tratamento da aids devem focar nas mulheres, advertem especialistas

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Segunda Julho 30 11:29:26 BRT 2012


Para conhecinmento.

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De: Marina Melo Arruda Marinho 
Enviada em: segunda-feira, 30 de julho de 2012 09:48
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: Programas de prevenção e tratamento da aids devem focar nas
mulheres, advertem especialistas 


Programas de prevenção e tratamento da aids devem focar nas mulheres,
advertem especialistas 

http://www.feminismo.org.br/livre/index.php?option=com_content&view=article&
id=99993949:programas-de-prevencao-e-tratamento-da-aids-devem-focar-nas-mulh
eres-advertem-especialistas&catid=134:saude&Itemid=541
<http://www.feminismo.org.br/livre/index.php?option=com_content&view=article
&id=99993949:programas-de-prevencao-e-tratamento-da-aids-devem-focar-nas-mul
heres-advertem-especialistas&catid=134:saude&Itemid=541> 

Renata Giraldi* - Repórter da Agência Brasil
Brasília - Na 19ª Conferência Internacional sobre Aids, em Washington, nos
Estados Unidos, especialistas alertaram que as mulheres estão mais
vulneráveis à doença. Segundo eles, é necessário ampliar a rede de programas
para além das grávidas e lactantes. Só em 2011, 1,2 milhão de mulheres,
incluindo adolescentes e jovens, foram infectadas, a maioria nos países em
desenvolvimento.
A infeção pelo vírus HIV é a principal causa de mortalidade entre as
mulheres em idade fértil, dizem os especialistas. De acordo com os dados
apresentados na conferência, os casos de infecção entre as mulheres jovens,
de 15 a 24 anos, são duas vezes maiores aos dos homens da mesma faixa
etária. Pelo menos 63% das mulheres jovens contaminadas vivem com o vírus.
"Não podemos sequer começar a falar em pôr fim à aids enquanto uma parte tão
importante do impacto da epidemia continuar a afetar tão fortemente as
mulheres", disse a professora de medicina da Universidade da Califórnia, em
São Francisco, e copresidente da conferência de Washington, Diane Havlir. A
conferência reúne cerca de 20 mil delegados de 190 países.
Para a professora de medicina, é necessário adotar novas abordagens de
prevenção utilizando antirretrovirais e microbicidas (substâncias aplicadas
no órgão genital que diminuem infecções por doenças sexualmente
transmissíveis, como em forma de creme e gel, por exemplo). Diane Havlir
lembrou que o hábito de sexo sem preservativo ainda é frequente. Segundo
ela, em vários países, a cultura da relação sexual sem proteção é a comum,
assim como os abusos sexuais.
*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa
<http://www5.lusa.pt/lusaweb/subscriber/showitem?service=107&listid=NewsList
1912&listpage=2&docid=14713373
<http://www5.lusa.pt/lusaweb/subscriber/showitem?service=107&listid=NewsList
1912&listpage=2&docid=14713373> >
Edição: Carolina Pimentel

Marina Marinho 
Coordenação de Saúde 
Subsecretaria de Articulação Institucional e Ações Temáticas 
Secretaria de Políticas para as Mulheres/PR 
(61) 3411-5876 
marina.marinho em spmulheres.gov.br <mailto:marina.marinho em spmulheres.gov.br>  
www.presidencia.gov.br/spmulheres <http://www.presidencia.gov.br/spmulheres>



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