[Pactonacional] ENC: + SPM Mídia: repercussão entrevista ministra Eleonora Menicucci - Ministra Eleonora Menicucci foi torturada em MG durante a ditadura

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Terça Junho 26 10:23:54 BRT 2012


Prezadas,

Para conhecimento.

Att,
Susan Alves

_____________________________________________
De: Isabel Clavelin 
Enviada em: terça-feira, 26 de junho de 2012 10:13
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: + SPM Mídia: repercussão entrevista ministra Eleonora Menicucci -
Ministra Eleonora Menicucci foi torturada em MG durante a ditadura

Colegas,

segue repercussão da entrevista da ministra Eleonora Menicucci sobre
torturas vividas na ditadura.


O ESTADO DE S. PAULO - SP | NACIONAL 
SECRETARIA DE MULHERES 
Ministra também foi presa em MG
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3378243
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3378243> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
378243
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
378243> >
Veja a matéria no site de origem <http://digital.estadao.com.br/home.asp
<http://digital.estadao.com.br/home.asp> >
Chamada de capa
Marcelo Portela 

BELO HORIZONTE 

A Ministra Eleonora Menicucci (Secretaria de Política para mulheres) foi
torturada em Minas durante a ditadura, como a presidente Dilma Rousseff, de
quem é amiga desde aquela época. A revelação foi feita por escrito em 2001
ao Conselho Estadual de Direitos Humanos (Conedh-MG), mesmo órgão que
recolheu o depoimento de Dilma, afim de buscar indenização do Estado como
vítima do regime militar. O depoimento foi revelado ontem pelo jornal Estado
de Minas. 

Eleonora disse ter sofrido choques elétricos, socos, chutes e ameaças contra
a filha Maria de Oliveira Soares, entãocom1 ano, em um quartel em Juiz de
Fora, em 1971, ano em que ela foi presa em São Paulo, quando militava no
Partido Operário Comunista. Foi torturada já em São Paulo, na Operação
Bandeirantes, e em Minas. 

Segundo ela, os torturadores ameaçaram prender a filha de novo. Num local
que Eleonora acredita ser a sede do Exército, no Ibirapuera, ela encontrou
Maria só de fraldas. 

Ela foi levada para a mãe da ministra, em Minas, e só voltou a viver com a
mãe quando ela foi solta,três anos depois.


O GLOBO | O PAÍS 
SECRETARIA DE MULHERES 
"Fui torturada com tapas e ameça psicológica"
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3378164
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3378164> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
378164
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
378164> >
Veja pagina da matéria
<http://www.linearclipping.com.br/Capa/20126266176.jpg
<http://www.linearclipping.com.br/Capa/20126266176.jpg> >
Chamada de capa
Ministra Eleonora Menicucci relatou, em 2001, o que sofreu ao ser levada
para Minas pelos militares

Amanda Almeida

opais em oglobo.com.br <mailto:opais em oglobo.com.br> 

BELO HORIZONTE . Em depoimento sobre a época em que esteve presa, durante a
ditadura militar, a Ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas
para as mulheres, disse que, além de lhe darem choques elétricos e socos,
torturadores ameaçaram prender sua filha, na época com pouco mais de um ano.
A série de torturas físicas e psicológicas ocorreu em 1971, em Juiz de Fora
(MG). Trechos do relato da ministra ao Conselho dos Direitos Humanos de
Minas Gerais (Conedh-MG), entregue como carta ao órgão em 2001, foram
publicados ontem pelo jornal "Estado de Minas".

Assim como a presidente Dilma Rousseff, a ministra foi indenizada pelo
governo de Minas por ter sido vítima de tortura por agentes do Estado nos
anos 70. Para requerer a indenização, Eleonora, diferentemente de Dilma, não
foi ouvida pelo órgão; só mandou uma carta com o relato, documento
considerado suficiente para caracterizar a tortura, junto a outras provas,
segundo a lei que prevê a reparação. Ela recebeu R$ 30 mil.

"Fui torturada no próprio quartel com choques elétricos, tapas, socos e
muita ameaça psicológica de que não voltaria viva para São Paulo, que
voltaria separada de Ricardo (Prata Soares, seu marido), que eles me
matariam durante a viagem e depois diriam que foi um acidente, que
prenderiam novamente a minha filha", registrou Eleonora na carta, enviada ao
Conedh-MG em 7 de maio de 2001.

Presa em São Paulo, ela foi levada em novembro de 1971 ao quartel de Juiz de
Fora, segundo ela, depois de viajar "brutalmente algemada". Disse que não se
lembrava dos nomes dos torturadores. Eleonora contou também que pediu a um
carcereiro uma revista para ler e que recebeu um catálogo telefônico.

"Se quiser ler, leia isto, que lhe fará muito bem. É divertido. É uma
leitura leve e vocês, terroristas, não necessitam mais que isso, sobretudo
as mulheres que têm filhas como você", disse o carcereiro, segundo Eleonora.

VEJA ONLINE | POLÍTICA
SECRETARIA DE MULHERES 
Ministra Eleonora Menicucci foi torturada na ditadura
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3381365
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3381365> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
381365
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
381365> >
Veja a matéria no site de origem
<http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/ministra-eleonora-menicucci-foi-tor
turada-na-ditadura
<http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/ministra-eleonora-menicucci-foi-tor
turada-na-ditadura> >
Chamada de capa
Por Marcelo Portela 

Belo Horizonte - A Ministra Eleonora Menicucci (Secretaria de Política para
mulheres) foi torturada em Minas Gerais durante a ditadura, como a
presidente Dilma Rousseff, de quem é amiga desde aquela época. A revelação
foi feita por escrito em 2001 ao Conselho Estadual de Direitos Humanos
(Conedh-MG), mesmo órgão que recolheu o depoimento de Dilma, a fim de buscar
indenização do Estado como vítima do regime militar. O depoimento foi
revelado ontem pelo jornal Estado de Minas. 

Eleonora disse ter sofrido choques elétricos, socos, chutes e ameaças contra
a filha Maria de Oliveira Soares, então com 1 ano, em um quartel em Juiz de
Fora, em 1971, ano em que ela foi presa em São Paulo, quando militava no
Partido Operário Comunista. Foi torturada já em São Paulo, na Operação
Bandeirantes, e em Minas. 

Segundo ela, os torturadores ameaçaram prender a filha de novo. Num local
que Eleonora acredita ser a sede do Exército, no Ibirapuera, ela encontrou
Maria só de fraldas. Ela foi levada para a mãe da ministra, em Minas, e só
voltou a viver com a mãe quando ela foi solta, três anos depois. As
informações são do jornal. 

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<http://www.linearclipping.com.br/imagens/ic_voltar.gif> >Voltar
<http://www.linearclipping.com.br/imagens/ic_imprimir.gif
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YAHOO NOTÍCIAS | 
SECRETARIA DE MULHERES 
Ministra Eleonora Menicucci foi torturada na ditadura
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3381329
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3381329> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
381329
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
381329> >
Veja a matéria no site de origem
<http://br.noticias.yahoo.com/ministra-eleonora-menicucci-foi-torturada-dita
dura-122100419.html
<http://br.noticias.yahoo.com/ministra-eleonora-menicucci-foi-torturada-dita
dura-122100419.html> >
Chamada de capa
A Ministra Eleonora Menicucci (Secretaria de Política para mulheres) foi
torturada em Minas Gerais durante a ditadura, como a presidente Dilma
Rousseff, de quem é amiga desde aquela época. A revelação foi feita por
escrito em 2001 ao Conselho Estadual de Direitos Humanos (Conedh-MG), mesmo
órgão que recolheu o depoimento de Dilma, a fim de buscar indenização do
Estado como vítima do regime militar. O depoimento foi revelado ontem pelo
jornal Estado de Minas. 

Eleonora disse ter sofrido choques elétricos, socos, chutes e ameaças contra
a filha Maria de Oliveira Soares, então com 1 ano, em um quartel em Juiz de
Fora, em 1971, ano em que ela foi presa em São Paulo, quando militava no
Partido Operário Comunista. Foi torturada já em São Paulo, na Operação
Bandeirantes, e em Minas. 

Segundo ela, os torturadores ameaçaram prender a filha de novo. Num local
que Eleonora acredita ser a sede do Exército, no Ibirapuera, ela encontrou
Maria só de fraldas. Ela foi levada para a mãe da ministra, em Minas, e só
voltou a viver com a mãe quando ela foi solta, três anos depois. As
informações são do jornal. 


 
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ALÔ BRASÍLIA ONLINE - DF | 
SECRETARIA DE MULHERES 
Ministra Eleonora Menicucci foi torturada na ditadura (Poder & Poder)
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3381317
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3381317> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
381317
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
381317> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.alo.com.br/xml/_noticiaxml.class.php?veiculo=noticias&IdNoticia=
171593
<http://www.alo.com.br/xml/_noticiaxml.class.php?veiculo=noticias&IdNoticia=
171593> >
Chamada de capa
A Ministra Eleonora Menicucci (Secretaria de Política para mulheres) foi
torturada em Minas Gerais durante a ditadura, como a presidente Dilma
Rousseff, de quem é amiga desde aquela época. A revelação foi feita por
escrito em 2001 ao Conselho Estadual de Direitos Humanos (Conedh-MG), mesmo
órgão que recolheu o depoimento de Dilma, a fim de buscar indenização do
Estado como vítima do regime militar. O depoimento foi revelado ontem pelo
jornal Estado de Minas.

Eleonora disse ter sofrido choques elétricos, socos, chutes e ameaças contra
a filha Maria de Oliveira Soares, então com 1 ano, em um quartel em Juiz de
Fora, em 1971, ano em que ela foi presa em São Paulo, quando militava no
Partido Operário Comunista. Foi torturada já em São Paulo, na Operação
Bandeirantes, e em Minas. 

Segundo ela, os torturadores ameaçaram prender a filha de novo. Num local
que Eleonora acredita ser a sede do Exército, no Ibirapuera, ela encontrou
Maria só de fraldas. Ela foi levada para a mãe da ministra, em Minas, e só
voltou a viver com a mãe quando ela foi solta, três anos depois. As
informações são do jornal 



JB ONLINE - RJ | PAÍS
SECRETARIA DE MULHERES 
Ministra Eleonora Menicucci foi torturada em MG durante a ditadura
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3381131
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3381131> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
381131
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
381131> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.jb.com.br/pais/noticias/2012/06/26/ministra-eleonora-menicucci-f
oi-torturada-em-mg-durante-a-ditadura/
<http://www.jb.com.br/pais/noticias/2012/06/26/ministra-eleonora-menicucci-f
oi-torturada-em-mg-durante-a-ditadura/> >
Chamada de capa
Assim como a presidente Dilma Rousseff, a Ministra Eleonora Menicucci, da
Secretaria de Política para mulheres, foi torturada em Minas Gerais durante
a ditadura. 

O Conselho Estadual de Direitos Humanos (Conedh-MG), mesmo órgão que colheu
o depoimento de Dilma para buscar indenização do Estado como vítima do
regime militar, recebeu a revelação por escrito em 2001. 

A informação foi publicada no jornal 

que repercutiu nesta terça-feira a reportagem do jornal 

A ministra contou ter sofrido choques elétricos, socos, chutes e ameaças
contra a filha Maria de Oliveira Soares, então com 1 ano, em um quartel em
Juiz de Fora, para onde foi levada depois de ter sido presa em São Paulo, em
1971. Militante do Partido Operário Comunista, Eleonora foi solta três anos
depois. 




CORREIO BRAZILIENSE - DF | POLÍTICA 
SECRETARIA DE MULHERES 
Comissão da Verdade prioriza documentos
PAULA FILIZOLA
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3377482
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3377482> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
377482
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
377482> >
Chamada de capa
Colegiado analisa material sobre a ditadura antes de definir o cronograma
com os próximos depoimentos

O próximo passo da Comissão da Verdade será a criação de duas subcomissões
de pesquisa, documentação e sistematização, além de uma específica para
ajudar a promover audiências públicas. De acordo com o coordenador da
Comissão da Verdade, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson
Dipp, o grupo está debruçado sobre documentos e correspondências. Ainda
assim, os integrantes, reunidos ontem durante todo o dia em Brasília, não
têm cronograma definido sobre os próximos depoimentos que devem ser
realizados. "Há uma gama muito grande de pessoas que poderão ser ouvidas,
mas ainda não definimos nomes. No entanto, estamos redigindo um esboço do
relatório final para não perder nada do que já temos até agora", relatou. 

Na manhã de ontem, o ex-delegado do Departamento de Ordem Política e Social
(Dops) Cláudio Antônio Nogueira Guerra foi ouvido na Comissão da Verdade.
Durante cerca de duas horas, ele confirmou todos os casos de tortura e
assassinatos políticos ocorridos durante a ditadura militar que detalhou em
Memórias de uma guerra suja. No livro, o ex-delegado conta, por exemplo, que
foi o responsável por incinerar os corpos de 10 presos políticos na fornalha
de uma usina na cidade de Campos (RJ). 

Na avaliação do advogado e ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, também
integrante da Comissão da Verdade, o depoimento do ex-delegado do Dops se
mostrou muito proveitoso. Segundo Dipp, entre as próximas providências está
a busca de corpos e esclarecimentos com alguns agentes citados por Guerra.
Após o lançamento do livro de Guerra, o Ministério Público Federal (MPF)
abriu investigação para apurar as informações, em paralelo com o trabalho da
Comissão da Verdade. No entanto, o ministro reafirmou que os dados colhidos
pelo grupo não chegam ao MPF. "A comissão não tem papel de julgar e nem é
perseguitiva", reiterou Dipp. 

Resgate histórico 

Ao falar do trabalho da Comissão da Verdade, Dipp voltou a elogiar a série
de reportagens publicadas pelo Correio/Estado de Minas. Segundo ele, as
reportagens evidenciam um resgate do jornalismo investigativo. O material
trouxe confissões da presidente Dilma Rousseff e da Ministra Eleonora
Menicucci, da Secretaria de Políticas para mulheres, durante o período da
ditadura. Ainda assim, os integrantes da Comissão da Verdade descartam
chamar a presidente para depor. "Já temos tudo o que precisamos. Não temos
um direcionamento para convocá-la", disse Dipp. 

Apesar de o cronograma continuar indefinido, os integrantes da comissão
pretendem ouvir o depoimento do tenente-coronel reformado Paulo Malhães, que
relatou em recente entrevista torturas ocorridas na época da ditadura
militar em uma casa em Petropólis, Região Serrana do Rio de Janeiro. O
local, apelidado de Casa da Morte, era usado pelos militares como centro de
detenção e tortura clandestino. Por lá passaram, e acabaram torturados e
executados, pelo menos 22 presos políticos nos anos 1970. Dipp afirmou que o
grupo quer ouvi-lo, mas isso depende das condições de saúde de Malhães. "A
reboque dos acontecimentos, podemos mudar definições", disse o ministro do
STJ. 

"A comissão não tem papel de julgar e nem é perseguitiva" 

Gilson Dipp, ministro do STJ e coordenador da Comissão da Verdade





Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Presidência da República
61 3411 4228 / 9659 7975
isabel.clavelin em spmulheres.gov.br <mailto:isabel.clavelin em spmulheres.gov.br>
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