[Pactonacional] ENC: ++ SPM mídia: Ligue 180 / MS

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Sexta Novembro 23 09:54:58 BRST 2012



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De: Isabel Clavelin 
Enviada em: quarta-feira, 21 de novembro de 2012 10:01
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: ++ SPM mídia: Ligue 180 / MS

Colegas,

segue matéria com citação da Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180, da
SPM.


MS NOTÍCIAS ONLINE | NOTÍCIAS 
LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180 
MS é destaque no atendimento à mulher vítima de violência
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4604258
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4604258> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
604258
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
604258> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.msnoticias.com.br/?p=ler&id=96862
<http://www.msnoticias.com.br/?p=ler&id=96862> >
Chamada de capa
A abertura da Campanha "16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as
mulheres", no auditório da Governadoria, reuniu hoje (20) entidades que
compõem a rede de enfrentamento e que trabalham para amparar e dar
orientação necessária à mulher vítima de violência. Este esforço conjunto e
a implantação da Lei Maria da Penha têm garantido não só na Capital, mas em
todo o Estado, um atendimento de qualidade e desta forma, contribuído para
que mais mulheres possam denunciar seus agressores.
Por meio da Subsecretaria da Mulher e da Promoção da Cidadania, a rede de
enfrentamento é composta por delegacias especializadas (Deam) e centros de
referência de atendimento à mulher na Capital e interior, além de contar com
inúmeros parceiros. A Deam de Campo Grande, por exemplo, atende por dia
cerca de 70 mulheres vítimas de agressão. Conforme a titular da delegacia,
Rosely Aparecida Molina, o mês de outubro fechou com quase cinco mil
ocorrências em Campo Grande. "E no Estado foram cerca de 10 mil ocorrências.
Isso significa que as mulheres estão confiando em todo o trabalho que está
sendo realizado. Essa divulgação deste trabalho é a grande responsável por
isso", justificou.
De acordo com Rosely Molina, a mulher pode contar com uma delegacia pronta
para recepcionar estas mulheres e dar um atendimento para orientá-las. "Lá
temos um ambiente acolhedor com pessoas especializadas. Antes a preocupação
era como a mulher ia ser recebida e elas achavam que a policia era de
difícil acesso. Hoje temos um aparato estatal pronto para isso onde ela
[mulher] sabe que o primeiro passo é procurar ajuda e buscar os seus
direitos", comentou.
Na Deam o perfil da mulher vítima de violência é diversificado, sem
diferença de raças ou escolaridade e de várias faixas etárias. A delegada
informa ainda que com o advento da Lei Maria da Penha e do fortalecimento da
rede de enfrentamento, a mulher está mais disposta a denunciar o agressor.
"Eu acredito no encorajamento da mulher não para o aumento da violência, mas
da procura. A gente vê que depois da Lei Maria da Penha as mulheres estão
cientes dos seus direitos e têm nos procurado ainda mais", disse. 
Com a Lei Maria da Penha, as mulheres passaram a denunciar mais a violência
doméstica. Do total de 388.953 ligações efetuadas para o ligue 180, no
período de janeiro a junho deste ano, Campo Grande foi a capital que mais
acessou o serviço. A Deam está localizada na rua 7 de setembro, 2421.
Acolhimento
Encaminhadas pelas Deams, Cras, Creas, postos de saúde ou outros órgãos, as
mulheres têm no Centro de Atendimento Cuña Mbarete - que significa mulher
forte, na região central de Campo Grande, por exemplo, o acolhimento e o
amparo que precisam. A coordenadora, Ariza Catarina de Albuquerque explica
que somente o Centro atende pelo menos 20 mulheres por dia. "Ela [mulher]
tem o suporte psicossocial com assistentes sociais e psicólogas. É feito
todo o estudo de caso dela com a psicoterapia onde esta mulher vai ser
tratada", informa.
A equipe entra em contato com os familiares e quando a mulher não tem para
onde ir ou não quer voltar para casa, ela é amparada na Casa Abrigo. Este
local fechado funciona 24 horas e conta também com uma equipe especializada
para prestar todo o atendimento psicossocial. "A gente vai levar esta mulher
ao médico e temos psicólogo e assistente social. Temos também pedagogas para
ajudar os filhos desta mulher que vão continuar estudando", comenta.
Esta iniciativa do governo do Estado para o enfrentamento à violência contra
a mulher é para a coordenadora do Centro e da Casa Abrigo um grande suporte.
"No momento que a mulher acordou para a vida e pode mudar sua história, o
governo neste sentido é parceiro. É um trabalho lindo que valoriza a mulher.
Lembro que minha mãe foi vitima de violência, mas ela não teve um centro de
atendimento ou uma casa abrigo que pudessem acolhê-la na época, senão
teríamos uma vida melhor", recordou. Centro de Atendimento Cuña Mbarete
funciona das 7h30 às 17h30 e está localizado na rua 7 de setembro, 1628.
Mais informações pelos telefones 3361-7519 e 6191.
A desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, juíza Maria
Isabel de Matos Rocha, ressaltou a importância do fortalecimento da rede de
enfrentamento para amparar as mulheres vítimas de agressão. "Se não houver
essa rede não adianta uma atuação isolada quando não é reforçada por outro
elo. O Estado está bem posicionado à medida que tem uma infraestrutura,
então isso ajuda a ter um atendimento às vitimas dando um suporte para que
tenham estrutura e se ver livres da situação de violência", salientou.
Conforme a desembargadora, o Tribunal de Justiça criou há pouco tempo, por
conta do grande volume de trabalho, a 2ª Vara de Violência Doméstica que faz
a aplicação da Lei Maria da Penha. Maria Isabel também explica que a própria
aplicação da Lei vem melhorando já que no início havia questionamentos sobre
a constitucionalidade dela. "Quando vem uma lei nova e radical todos querem
apontar as criticas e isso é saudável. Depois vem a calmaria onde a
sociedade já vai aceitando como uma coisa boa que vem para ficar", explica.
De acordo com Maria Isabel, com muitos casos de violência doméstica os
juízes estão olhando a questão com muita cautela e aplicando as medidas de
proteção, como, por exemplo, o afastamento do lar e posicionando que é um
crime sério podendo aumentar com o tempo de convivência. "A mulher fica
alerta com as pequenas ofensas e que isso pode evoluir. Antes elas não
denunciavam e hoje se sentem mais amparadas pela Lei", finaliza.
Os serviços especializados no atendimento às mulheres estão na Capital e no
interior. Mais informações na Coordenadoria Especial de Políticas Públicas
para a Mulher pelos telefones 3318-1003/1101 ou no endereço eletrônico -
ceppm em ms.gov.br <mailto:ceppm em ms.gov.br>  .



Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Presidência da República
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