[Pactonacional] ENC: SPM mídia: secretária-executiva no Correio Braziliense
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Segunda Outubro 8 09:31:57 BRT 2012
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De: Isabel Clavelin
Enviada em: segunda-feira, 8 de outubro de 2012 09:20
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: SPM mídia: secretária-executiva no Correio Braziliense
Colegas,
segue matéria no Correio Braziliense, com entrevista da secretária-executiva
da SPM, Lourdes Bandeira.
CORREIO BRAZILIENSE - DF | CIDADES
SECRETARIA DE MULHERES | AUTONOMIA FEMININA
DF lidera ranking nacional
» DIEGO AMORIM
Formato A4: PDF
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Chamada de capa
Segundo o IBGE, 437 mil lares são comandados por mulheres no Distrito
Federal. O número quase dobrou em uma década. A capital do país é o lugar
com maior percentual de residências comandadas por elas
No Distrito Federal, as mulheres dominaram os lares mais rapidamente do que
no restante do país. O número de domicílios no DF tendo elas como a pessoa
de referência da casa avançou 90,8% na última década - de 229 mil para 437
mil -, enquanto no Brasil esse total cresceu 73,4%, segundo a mais recente
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Entre 2001 e 2011, o DF só não liderou o ranking de mulheres no comando da
casa em três anos, cedendo neste intervalo o posto para Roraima, que, no ano
passado, ficou em segundo lugar, com 42,78% das residências lideradas por
pessoas do sexo feminino. Em seguida, aparecem Pernambuco (41,38%), Amapá
(40,68%), Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul
(empatados com 39,57%). Mato Grosso é o estado onde elas menos chefiam as
famílias (30,39%) (veja quadro).
A capital do país também se diferencia por ter, em geral, uma faixa etária
menor à frente dos lares. No Brasil, 23,41% dos chefes da casa têm 60 anos
ou mais. No DF, essa proporção não chega a 17%. Já quando se leva em conta o
grupo de pessoas entre 30 e 39 anos, a relação se inverte e Brasília se
destaca com 25,25%, contra 21,63% na média nacional. Na faixa entre 20 e 29
anos, a comparação é a seguinte: DF com 16,6%, e Brasil, 13,49%.
O Correio ouviu a história de duas mulheres chefes de família: uma de 34
anos, moradora do Recanto das Emas, e outra de 39 anos, que vive na
Samambaia. O relato de Rosimere Pereira Lima mostra que a conquista feminina
em casa reflete avanço importante, mas ainda esconde uma tradição que
atribui fardo pesado à mulher. "Mesmo que ela fique só ou mesmo que seja
abandonada, é cobrada dela a responsabilidade pelos filhos e pela manutenção
do lar", observa a secretária executiva da Secretaria de Políticas para as
mulheres da Presidência da República, Lourdes Bandeira.
Deuzimar Freitas virou chefe de família a duras penas. O companheiro sofreu
um acidente vascular cerebral (AVC) e, impossibilitado de trabalhar, a fez
assumir todas as funções da casa. A trajetória dela, assim como a de boa
parte das mulheres que ilustram os números da Pnad, permeia momentos de
sofrimento, luta e superação (leia histórias abaixo).
att,
Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Presidência da República
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