[Pactonacional] ENC: conhecimento

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Quarta Outubro 10 16:45:57 BRT 2012



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De: Nilza do Carmo Scotti 
Enviada em: quarta-feira, 10 de outubro de 2012 08:55
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: conhecimento


CORREIO BRAZILIENSE - DF | CIDADES 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA 
Professora achada morta em hotel
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4277731
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4277731> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
277731
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
277731> >
Chamada de capa
» LUIZ CALCAGNO 
Uma mulher morreu, em circunstâncias misteriosas, em um hotel de Águas
Claras. O corpo da professora da rede pública Vanesca Augusta Rodrigues, 36
anos, foi encontrado após ela visitar o ex-marido, o administrador Alan
Laureano de Araújo, 41, que estava hospedado no estabelecimento. 
Segundo investigadores, a vítima tinha um machucado na boca, mas nenhuma
marca de violência aparente. Alan não foi encontrado pela polícia. Segundo a
21ªDP(Taguatinga Sul), ele teria desaparecido com o próprio carro, mas
também com o automóvel e uma bolsa da vítima. Por isso, o delegado chefe,
Alexandre Nogueira, considera o administrador suspeito de homicídio e pediu
autorização à Justiça para prendê-lo. Em outro caso apurado pela mesma DP,
uma garota de programa foi assassinada com uma faca dano abdômen. 
De acordo com Nogueira, Alan teria ligado para uma irmã da vítima, no início
da tarde de segunda-feira, e avisado que a mulher morrera em um quarto do
Hotel Europa, na QS 5 de Águas Claras, após cair e bater com a cabeça. Ele
ainda teria dito que não sabia como Vanesca caíra. A parente da professora
ligou imediatamente para a DP e relatou o caso. Quando os investigadores
chegaram ao local, às 15h, segundo o delegado, Alan já havia desaparecido."O
carro estava com Vanesca, mas pertencia à mãe dela. Eles ficaram juntos por
seis anos e estavam separados há três meses", relatou o titular. 
A polícia interrogou a irmã da vítima, que pediu para não ter o nome
divulgado, e funcionários do hotel. Agora, Nogueira espera ouvir Alan. Em
cerca de 20 dias, peritos apresentarão o laudo do Instituto de
Criminalística (IC) da Polícia Civil, que dirá a causa da morte e se Vanesca
realmente foi vítima de violência. Se ficar comprovado que o administrador
matou a ex-mulher, ele poderá responder por homicídio doloso (com intenção
de matar) qualificado por motivo fútil, com pena de 8 a 30 anos de prisão.
"Ainda não podemos afirmar ao certo se foi um homicídio. Nem todos os
ferimentos aparecem, e os peritos têm como mostrar esse tipo de marca
oculta. Eles sabem como e onde procurar. E ele (Alan) vai ter que explicar
direitinho o que ocorreu", disse. A professora havia denunciado o ex-marido
à polícia semanas antes. Alan foi enquadrado na Lei Maria da Penha e o
processo corria na Justiça (vejaO que diz a lei). 
"Morreu do coração" A reportagem do Correio esteve no Hotel Europa. No
local, um funcionário, que não quis se identificar, disse que Alan estava
hospedado no local havia 18 dias e que Vanesca o visitava com frequência.
Além disso, o empregado contou que, após a suposta queda, o Corpo de
Bombeiros foi chamado para socorrê-la, bem como médicos do Hospital da
Universidade Católica de Brasília (HUCB). 
Ele acrescentou ainda que, aparentemente, "ela teria morrido do coração". No
hospital, administradores informaram, porém, que não havia nenhum registro
de atendimento da ocorrência e que, se algum médico do estabelecimento de
saúde socorreu Vanesca, o atendimento foi informal. 
Familiares e amigos enterraram o corpo da professora às 18h de ontem, no
Cemitério Campo da Esperança. Um parente que também preferiu o anonimato
contou que não entende por que Alan teria desaparecido com a bolsa e o carro
da ex-mulher, e a abandonado morta em um hotel. "Estamos incrédulos. Ainda
na segunda, saímos à noite para procurar e encontramos o carro no Centro de
Taguatinga. Ele (Alan) não a deixava em paz. A perseguia, ligava toda hora,
dizia que ia enlouquecer e a esperava embaixo do prédio. Algumas vezes,
Vanesca ia até ele para ajudá-lo", relatou. 
Briga 
No segundo caso a cargo da 21ª DP, Cleidenir Carlos Nascimento, 27 anos,
morreu após levar uma facada no abdômen. Ela bebia e usava drogas com um
grupo de pessoas em um barraco na CSG 16,em Taguatinga Sul, próximo ao Motel
Playtime, por volta das 3h de segunda-feira, quando discutiu com o suspeito
e acabou ferida. Conhecidos a levaram para o Hospital Regional de Samambaia.

Por volta das 11h do mesmo dia, ela morreu em decorrência do ferimento. A
polícia já identificou o autor do assassinato. Ele seguia foragido até o
fechamento desta edição. 
O que diz a lei 
Popularmente conhecida como Maria da Penha, a Lei n° 11.340 prevê punição
para crimes contra mulheres. Nascida a partir da proposta de ONGs,
coordenada pela Secretaria de Políticas para as mulheres e aprovada por
unanimidade no Congresso Nacional em 2006, a legislação determinou a criação
de juizados especializados, alterou os códigos Civil e Penal e previu
medidas protetivas de urgência, que devem ser concedidas em até 48 horas. Ao
mesmo tempo em que reduziu a pena mínima de lesão corporal, de seis para
três meses, ela aumentou a máxima de um para três anos. Outra mudança é que,
com a nova lei, a mulher só pode desistir da investigação em juízo, depois
da primeira audiência, e não mais na delegacia. Após cinco anos de
existência, sete em cada 10 brasileiros afirmam conhecer a lei. As mulheres
podem fazer denúncias pelo número 180. 
  


Nilza Scotti
Assessora de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
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