[Pactonacional] ENC: Ipea diz que estatísticas sobre trabalho vão mudar

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Segunda Outubro 15 11:36:39 BRT 2012



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De: Nilza do Carmo Scotti 
Enviada em: segunda-feira, 15 de outubro de 2012 09:54
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: Ipea diz que estatísticas sobre trabalho vão mudar 

DCI - SP | OPINIÃO 
AUTONOMIA FEMININA 
Presidente do Ipea diz que estatísticas sobre trabalho vão mudar (Editorial)

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<http://www.dci.com.br/politica-economica/presidente-do-ipea-diz-que-estatis
ticas-sobre-trabalho-vao-mudar-id315620.html
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ticas-sobre-trabalho-vao-mudar-id315620.html> > 
Chamada de capa 
Agências 
SÃO PAULOEm sua primeira análise sobre o mercado de trabalho assinada pelo
economista Marcelo Nery na posição de presidente, o Instituto de Política
Econômica Aplicada (Ipea) admite mudanças nas estatísticas do emprego a
partir de 2011. O boletim que analisa a Pesquisa Nacional por Amostra de
Domicílios (Pnad), divulgada recentemente pelo Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), constata que, em relação a 2009, os números
do mercado de trabalho no ano passado são positivos, porém, "houve uma
mudança na intensidade de melhora de alguns indicadores em relação a
períodos anteriores". 
O relatório do Ipea revela uma queda da taxa de participação das mulheres no
período. De 2009 a 2011, a participação das mulheres no mercado de trabalho
foi 4,3% menor. Na mesma direção, o boletim mostra queda na oferta de vagas
para jovens com idades entre 15 e 24 anos, de 5,7%, e para pessoas com mais
de 50 anos, de 3,5%, considerando o mesmo período de comparação. 
Houve perda de ritmo também no acesso ao mercado de trabalho pelos moradores
da Região Nordeste do País. O boletim demonstra que a variação na oferta de
trabalho caiu 6,2% na região, de 2009 a 2011, enquanto a média do País
registrou queda de 2,3%. A explicação de Nery foi de que "a economiacriou
postos de trabalho em ritmo menor do que o crescimento da população em idade
de trabalhar, mas, assim mesmo, foi possível diminuir a proporção de
desempregados porque uma fração maior da população decidiu não oferecer sua
mão de obra no mercado", completou. 
A gravidez na adolescência já não é um problema tão grave no país, segundo o
Ipea. Em 1992, a cada mil jovens na faixa de 15 a 19 anos, 88 tinham filhos.
O número baixou para 58 em 2011. 
Segundo os dados, a redução da natalidade e a inserção maior da mulher no
mercado de trabalho mudaram o perfil dos arranjos familiares no País. O
grupo de casal sem filhos subiu de 11,7% das famílias em 1992 para 17,4% em
2011. Já o de casal com filhos declinou de 62,8% para 48,3% do total. As
mães com filhos que eram chefes do domicílio passaram a corresponder a 15%
em 2011, em 1992 o percentual era 12,3%. Também cresceu o peso de mulheres e
homens vivendo sozinhos no conjunto dos lares brasileiros, alcançando 9,5% e
7,9%, respectivamente, no último ano. 
A proporção de mulheres chefes de família (incluindo as casadas) subiu de
19,3% em 1992 para 36,6% em 2011. Nesse intervalo, a contribuição das
mulheres para a renda das famílias brasileiras cresceu de 30,1% para 41,5%.
Pelos dados 66,3% das mulheres casadas ajudavam a compor a renda familiar. 
Ficha técnica 
Pág.:  Tam.: 74cm	Editoria: OPINIÃO Data: 15/10/2012 07:11 Cadastro:
15/10/2012 07:29 Autoria:  Avaliação: 	



Nilza Scotti
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