[Pactonacional] ENC: + SPM mídia: Compromisso e Atitude + Ligue 180
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Terça Setembro 4 12:03:35 BRT 2012
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De: Isabel Clavelin
Enviada em: segunda-feira, 3 de setembro de 2012 09:07
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: + SPM mídia: Compromisso e Atitude + Ligue 180
Colegas,
segue matéria em que há citação da campanha "Compromisso e Atitude" em
agenda feita pelo Fórum de Mulheres do RJ. abaixo segue citação do Ligue 180
em ação no RS contra a violência de gênero.
A VOZ DA CIDADE - RJ | POLÍTICA
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA
Fórum de Políticas para Mulheres lota Plenário da Câmara Municipal
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3991519
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3991519> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
991519
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
991519> >
Chamada de capa
Debate realizou balanço sobre os seis anos da Lei Maria da Penha e
apresentou propostas
Com o slogan 'Compromisso e Atitude - Lei Maria da Penha. A Lei é mais
forte', o Fórum de Políticas Públicas para mulheres do Médio Para-íba, que
abrange os municípios de Itatiaia, Barra Mansa, Barra do Piraí, Pinheiral,
Piraí, Por-to Real, Quatis, Resende, Rio Claro, Rio das Flores, Valença e
Volta Redonda - abraçou mais uma vez a causa. A campanha foi lançada este
mês, pela Ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas Pública
para as mulheres da Presidência da República. O Fórum, promovido pela
Prefeitura de Itatiaia, em parceria com as 11 cidades, lotou o Plenário da
Câmara Municipal, tendo a participação de autoridades e convidados na
quinta-feira à tarde.
A diretora da Divisão de Polícia de Atendimento à Mulher (Dpam), Márcia
Noeli, representou a chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha, que não
pôde comparecer ao evento devido a uma viagem oficial de emergência.
Ainda marcaram presença na mesa de debate: o presidente da 6ª Seção Regional
da Associação de Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj), Marvin
Ramos Rodrigues Moreira, que atua na 1ª Vara Cível da Comarca de Resende; a
secretária de Políticas Públicas para mulheres de Itatiaia, Regiane Adelaide
de Souza
Alves; a defensora pública do Estado do Rio, Arlanza Rebello; a
primeira-dama de Itatiaia, Maria Luiza Machado Bastos; a superintendente dos
Direitos das mulheres do Estado, Ângela Fontes; a coordenadora de Políticas
Públicas para mulheres de Volta Redonda, Glória Amorim; Bibiana Laura dos
Santos, representante da Sociedade Civil do Fórum; a titular Gisele do
Espírito Santo, da Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) de
Volta Redonda; e a advogada Leila Linhares, coordenadora executiva da Cepia
(Organização Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação). A mediadora do
encontro, que começou às 15 horas, foi Marcele Lira.
Também prestigiaram o evento: o presidente da Câmara, Eduardo Guedes da
Silva, o 'Dudu' (PSDB); os delegados Nei José Ramos Loureiro (100ª Delegacia
Legal de Porto Real), João Dias (89ª DP de Resende), Marcelo Haddad (94ª DP
de Piraí), Vicente Maximiliano (99ª DP de Itatiaia) e Alberto de Oliveira
Leite (101ª DP de Pinheiral), além de Ricardo Martins, diretor do 5º
Departamento de Polícia de Área (DPA); e o primeiro-tenente Manasses,
comandante da 2ª Companhia de Itatiaia, ligada ao 37º Batalhão de Polícia
Militar, e representantes da corporação, entre outros.
EM PAUTA
O Fórum focalizou a discussão sobre a segurança pública e o balanço dos seis
anos da Lei Maria da Penha criada no dia 7 de agosto de 2006. Na abertura do
evento, a coordenadora Glória Amorim, destacou que a lei é uma das
conquistas das mulheres. Todos os convocados para compor a mesa reforçaram
que o encontro é fundamental para fortalecer a união dos segmentos na luta
pelo fim da violência contra a mulher. "Se nós não nos unirmos cada vez
mais, o movimento perde a força. Temos que ter fé e promover sempre
encontros que discutam propostas de políticas para as mulheres! Sinto-me
honrada por fazer parte deste propósito", frisou a primeira-dama Maria
Luiza.
A diretora da Dpam, Márcia
Noeli, frisou que a Polícia Civil está empenhada para cumprir com rigor a
Lei Maria da Penha. "Estamos atentos em todos os casos de violência
doméstica e sexual e desempenhando o nosso papel. A população deve estar
unida e fazer a diferença! O trabalho de conscientização é importante para
reduzir o nú-mero de casos. A chefe Martha Rocha se preocupa com a questão e
exige atenção em todos os fatos apresentados em cada unidade do Rio,
recomendando que a representação pelas medidas protetivas seja bem
fundamentada com o intuito de agilizar o processo. Além das delegacias
especializadas, existe o ônibus itinerante da Deam que já passou por Barra
Mansa e Resende, por exemplo", enfatizou.
O juiz Marvin Ramos, que atuou como titular da Vara Única da Comarca de
Itatiaia, entre o período de 2004 e 2011, lembrou que as Polícias Civil e
Militar estão na linha de frente no que diz respeito ao combate à violência
contra a mulher. "A confiança no trabalho dos policiais é primordial para
que as mulheres tenham seus direitos assegurados. Ainda devemos ressaltar
que a educação e os atendimentos sociais podem evitar a evolução de qualquer
tipo de violência em uma sociedade mais igualitária, uma vez que a questão
em pauta envolve outros fatores. Vivemos um momento de reflexão e não
podemos deixar de cobrar das autoridades políticas um maior comprometimento
com o assunto", salientou.
A secretária Regiane Adelaide apresentou dados quantitativos e qualitativos
referentes ao problema para o público. "Somente nos municípios de Barra do
Piraí, Itatiaia, Porto Real, Quatis, Resende, Valença e Volta Redonda, foram
registrados
4.267 atendimentos às mulheres nos serviços especializados, de 2011 a julho
deste ano. Foram contabilizados
5.487 registros de ocorrências baseados na Lei Maria da Penha nas delegacias
que compreendem as cidades de Itatiaia, Porto Real, Quatis, Resende, Valença
e Volta Redonda. Reivindicamos a implantação de mais duas unidades da Deam:
em Resende e Barra do Piraí. Gostaríamos que os juízes dedicassem um dia da
semana apenas para julgar casos de violência contra a mulher, visando dar
mais celeridade aos processos", explanou.
O evento se estendeu até o início da noite, e promoveu a discussão das
dificuldades e soluções em relação à temática.
AGORA - RS | GERAL
LEI MARIA DA PENHA | OUTROS | LIGUE 180
Domingo teve manifestação pelo fim da violência contra a mulher na Capital
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4000937
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4000937> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
000937
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
000937> >
Veja a matéria no site de origem
<http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=3&n=33076
<http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=3&n=33076
> >
Chamada de capa
Marcha reuniu secretárias e secretários de Estado, integrantes do Conselhão
e feministas na Redenção
Centenas de pessoas participaram na manhã de domingo (2) de uma caminhada no
Brique da Redenção, em Porto Alegre, com o objetivo de alertar a população
para o aumento dos casos de violência contra as mulheres. Com o lema "Basta
de Violência contra a Mulher", o ato foi promovido pelo Conselho de
Desenvolvimento Econômico e Social do Estado (Cdes-RS), em parceria com a
Secretaria Estadual de Políticas para as mulheres (SPM) e diversas outras
entidades e organizações sociais.
A atividade foi proposta durante reunião extraordinária realizada pelo
Conselhão na semana passada e recebeu a adesão de vários segmentos ligados
ao tema. Segundo o secretário executivo do Conselhão, Marcelo Danéris, a
marcha é uma reação à sequência de femicídios (crimes de homicídio contra a
mulher) ocorridos neste ano, que já superam os índices de 2011. "Queremos
chamar a sociedade para um movimento de conscientização a fim de darmos um
basta na violência contra a mulher. Não existe essa história de que 'em
briga de marido e mulher não se mete a colher". Se mete, sim. A família tem
que se envolver e nós temos que denunciar a violência doméstica", afirmou
Danéris.
Carta
Os manifestantes entregaram à primeira-dama, Sandra Genro, uma carta de
recomendação com um conjunto de propostas que serão encaminhadas ao
governador para potencializar o enfrentamento da violência. Entre elas,
foram sugeridas a promoção de debates, o fortalecimento da rede de
atendimento e a inclusão do tema na programação de rádio e TV da Fundação
Cultural Piratini.
O documento também sugere ações ao Poder Judiciário Nacional, como a adesão
ao Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra a Mulher, e às
empresas de rádio e televisão, como a divulgação de práticas e ações
exitosas. "Essa é uma questão cultural. À medida que a sociedade cresce
culturamente, ela também vai ficando menos violenta. É assim que, aos
poucos, mudamos a consciência de todos nós", disse a primeira-dama, que
representou o governador Tarso Genro no ato.
De janeiro a agosto deste ano, 50 mulheres foram assassinadas no Rio Grande
do Sul, segundo dados das Delegacias de Atendimento à Mulher. O número já é
superior ao registrado em todo o ano de 2011, quando ocorreram 46 casos.
Diagnóstico realizado pela Secretaria de Segurança Pública nos primeiros
cinco anos da Lei Maria da Penha (agosto de 2006 a agosto de 2011) apontou o
assassinato de 327 mulheres.
Para a secretária adjunta de Políticas para mulheres (SPM), Catherine
Topper, os números são alarmantes. "As campanhas de conscientização, a
qualificação da rede de atendimento e o diálogo com outros poderes são os
principais caminhos para combater o problema".
Rede de Auxílio O Governo do Estado possui um serviço dedicado
exclusivamente às mulheres que sofrem ameaças ou são vítimas de violência.
Através do Escuta Lilás, pelo telefone 0800 5410803, essas mulheres são
atendidas pela equipe do Centro de Referência da Mulher (CRM/RS), ligado à
SPM. Por telefone ou presencialmente, assistentes sociais, psicólogos e
advogados orientam sobre direitos e serviços disponíveis para o atendimento
de suas demandas.
A rede é composta ainda por delegacias, casas-abrigo, Defensoria Pública,
Ministério Público, juizados, postos de saúde, centros de perícia, centros
de educação, reabilitação e responsabilização dos agressores, organismos de
políticas para as mulheres, Núcleos de enfrentamento ao Tráfico de Pessoas,
movimento de mulheres e Centrais de Atendimento à Mulher, como o "ligue
180".
Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Presidência da República
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