[Pactonacional] ENC: Meninas discutem em seminário internacional formas de alcançar a igualdade de gêneros | Agência Brasil
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Quinta Abril 4 11:23:22 BRT 2013
_____________________________________________
De: Nilza do Carmo Scotti
Enviada em: quinta-feira, 4 de abril de 2013 10:04
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: Meninas discutem em seminário internacional formas de alcançar a
igualdade de gêneros | Agência Brasil
MSN BRASIL |
OUTROS
Meninas discutem em seminário internacional formas de alcançar a igualdade
de gêneros | Agência Brasil
Formato A4: PDF <exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_noticia=5887861> WEB
<exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=5887861>
Veja a matéria no site de origem
<http://noticias.br.msn.com/meninas-discutem-em-semin%c3%a1rio-internacional
-formas-de-alcan%c3%a7ar-a-igualdade-de-g%c3%aaneros-ag%c3%aancia-brasil
<http://noticias.br.msn.com/meninas-discutem-em-semin%c3%a1rio-internacional
-formas-de-alcan%c3%a7ar-a-igualdade-de-g%c3%aaneros-ag%c3%aancia-brasil> >
Chamada de capa
Akemi Nitahara
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O fim da diferença de oportunidades oferecidas a homens e a
mulheres e o combate à violência de gênero são alguns dos temas que estarão
em discussão durante o Seminário Internacional Brasil-Estados Unidos sobre o
empoderamento de Meninas. O evento conta com a participação de cerca de 80
adolescentes de 13 a 17 anos de várias partes do Brasil, além dos Estados
Unidos, do Chile, México e Uruguai.
Nos três dias do evento, elas vão discutir entre si e com representantes do
governo, políticas públicas com recorte de gênero, para compreender quais os
principais desafios e oportunidades na vida das meninas, além de promover o
direito de participação de crianças e adolescentes em todos os espaços da
vida pública.
A estudante norte-americana Samantha Lockwood, de 17 anos, que há sete mora
no Brasil, considera que o problema ocorre tanto nos dois países, mas de
forma diferente. "Nos Estados Unidos parece que acontece mais no trabalho,
gerentes, diretores que não querem dar empregos para mulheres ou querem
pagar menos, e não acontece tanto isso no Brasil, pelo menos pelo que eu
percebi. No Brasil é mais no esporte, na igualdade de importância dos
pensamentos: o que elas acham parece que é menos escutado. É mais ou menos a
mesma coisa, mas em diferentes áreas. No Brasil é mais no social, na vida.
No total, parece que somos menos escutadas".
Moradora de Campo Grande (MS), Letícia Catellan, de 16 anos, que participa
dos projetos Escola do Legislativo e Parlamento Juvenil do Mercosul,
considera o seminário muito importante, pois discute um problema que ocorre
em todo o mundo. "Aqui tem adolescentes de todo o Continente Americano, são
garotas que observam e estão prontas para falar, serem ouvidas, contar quais
são as suas experiências", disse.
A ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, declarou que
o seminário é uma porta que se abre entre as gerações para que as meninas
possam entrar e ocupar os espaços de poder. "O nosso objetivo é realmente
marcar, nesta nova geração, a participação igualitária como um dos caminhos
para consolidar a democracia. A democracia não existe se não tiver 52% da
população ativamente participando".
Maria do Rosário lembrou que o Brasil tem avançado na questão da igualdade
de gêneros, com as mulheres ocupando mais espaço de desenvolvimento. "As
mulheres já são maioria em todos os níveis de ensino, têm conquistado
importantes espaços em concursos públicos e ocupam cada vez mais profissões
mais renovadas em possibilidades, que antes eram ocupadas apenas por
homens", disse.
A ministra ressaltou ainda que todas as políticas públicas pensadas nos
últimos anos pelo governo valorizam as mulheres. "Nós podemos dizer que
todas as políticas no Brasil, como o Programa Minha Casa, Minha Vida,
priorizam a mulher chefe de família, a chave é da mulher, o Pronaf [Programa
Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar], há condição de
financiamento e renda para as mulheres. Cada uma das políticas públicas que
nós pensamos no Brasil, o Bolsa Família, o Brasil sem Miséria, o Brasil
Carinhoso, tem um olhar de gênero hoje".
De acordo com ela, o seminário é o princípio de uma mudança no paradigma da
igualdade de gêneros. "Nós avaliamos aqui a conjunção de ser jovem, ser
adolescente e ser mulher. E o que nós buscamos com essas adolescentes é o
protagonismo delas na superação dessa violência, para que essa geração possa
ser uma geração que não se naturalize mais a violência de nenhuma forma. A
violência de gênero e nenhum tipo de violência", declarou.
Edição: Aécio Amado
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons
Atribuição 3.0 Brasil. É necessário apenas dar crédito à Agência Brasil
Agência Brasil - Todos os direitos reservados.
Nilza Scotti
Assessora de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República
(61)3411.4229
nilza.scotti em spmulheres.gov.br <mailto:nilza.scotti em spmulheres.gov.br>
www.spm.gov.br <http://www.spm.gov.br>
facebook.com/spmulheres
twitter.com/spmulheres
-------------- Próxima Parte ----------
Um anexo em HTML foi limpo...
URL: http://www1.planalto.gov.br/pipermail/pactonacional/attachments/20130404/ef2aacbc/attachment-0001.html
Mais detalhes sobre a lista de discussão Pactonacional