[Pactonacional] NOTÍCIAS DO DIA

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Quarta Abril 17 17:21:29 BRT 2013



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De: Nilza do Carmo Scotti 
Enviada em: quarta-feira, 17 de abril de 2013 09:18
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: Em Florianópolis, 30% dos cargos comissionados devem ser femininos



G1 | SANTA CATARINA
REFORMA ELEITORAL
Imagem 1 <http://www.linearclipping.com.br/IMGs/2013/4/17/v539_6023510.jpg
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Em Florianópolis, 30% dos cargos comissionados devem ser femininos

Veja a matéria no site de origem
<http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2013/04/em-florianopolis-30-d
os-cargos-comissionados-devem-ser-femininos.html
<http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2013/04/em-florianopolis-30-d
os-cargos-comissionados-devem-ser-femininos.html> >
Emenda foi criada por Tiago Silva e aprovada nesta segunda-feira (14).Maria
Claudia Evangelista representa a mulher na atual gestão.


A partir da aprovação da emenda à Lei Orgânica do Município de
Florianópolis, proposta pelo vereador Tiago Silva, na Sessão Ordinária da
Câmara Municipal desta segunda-feira (15), 30% dos cargos comissionados
deverão ser ocupados por mulheres na capital. De acordo com o vereador, a
alteração irá valorizar a mulher no mercado de trabalho no serviço público.

Tiago explica que acha justo a porcentagem de 30%, já que para as eleições o
TSE cobra dos partidos políticos uma cota mínima de 30% nas legendas
partidárias. "Quando é eleito um homem, ele sempre escolhe as pessoas mais
próximas a ele, que geralmente também são homens", falou o vereador.

Na atual gestão, apenas uma secretaria é ocupada pelo sexo feminino em
Florianópolis. Trata-se de  Maria Cláudia Evangelista, que ocupa a cadeira
do turismo. Segundo o vereador Tiago Silva não há uma data estipulada para
que 30% dos cargos sejam ocupados por mulheres, porém, ressaltou que membros
do Conselho da Mulher estavam presentes na sessão que aprovou a emenda e por
isso, acredita que a mudança seja rápida.
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FOLHA DE S. PAULO - SP | COTIDIANO
DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS
Data: 17/04/2013

Ministério facilita acesso à pílula do dia seguinte

JOHANNA NUBLAT
Veja a matéria no site de origem
<http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/104339-ministerio-facilita-acess
o-a-pilula-do-dia-seguinte.shtml
<http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/104339-ministerio-facilita-acess
o-a-pilula-do-dia-seguinte.shtml> >

Medicação gratuita pode ser entregue na rede pública sem receita médica
Cartilhas orientam profissionais de saúde sobre a distribuição do
contraceptivo; entidades apoiam
JOHANNA NUBLAT

DE BRASÍLIA

O governo federal distribuiu cerca de 175 mil cartilhas na rede pública de
saúde com o objetivo de facilitar o acesso das mulheres à chamada pílula do
dia seguinte.

É a primeira vez que o Ministério da Saúde dá orientações claras a médicos e
enfermeiros de postos de saúde e hospitais sobre a distribuição do
contraceptivo emergencial.

No livreto, o governo reforça que os comprimidos podem ser entregues por
enfermeiros sem exigência de receita médica. A prescrição continua sendo
obrigatória para venda nas farmácias, apesar de, na prática, a prescrição
não ser exigida.

A Folha revelou em março de 2012 que o acesso à pílula era precário no SUS.
A prática, muitas vezes, era exigir a receita médica, mas consultas com
ginecologistas podiam demorar até dois meses.

A pílula do dia seguinte tem efeito contraceptivo até o quinto dia após uma
relação sexual desprotegida.

"O benefício é tão absurdamente vantajoso que vale a pena. É uma forma de
evitar aborto, porque evita uma gravidez indesejada", disse Helvécio
Magalhães, secretário de Atenção à Saúde.

O Conselho Federal de Medicina diz que não foi informado oficialmente.
Resolução da entidade diz que "cabe ao médico a responsabilidade pela
prescrição [da pílula] como medida de prevenção" à gravidez indesejada. É
possível, porém, que a norma seja reavaliada agora.

APOIO

A medida é apoiada pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia
e Obstetrícia.

"No Brasil, muitas informações que chegam à população não são científicas,
passam pelo crivo religioso. Muitos dizem que a pílula do dia seguinte é
abortiva, mesmo entre profissionais da saúde", declarou Olímpio Barbosa
Moraes Filho, dirigente da entidade.

"EMERGÊNCIA"

A previsão é que neste ano sejam entregues cerca de 1 milhão de cartelas do
levonorgestrel (pílula comprada e distribuída pelo ministério).

O governo alerta que o remédio não deve ser usado para substituir o método
contraceptivo de rotina. E destaca ainda que as usuárias que receberem o
medicamento devem receber também orientação sobre planejamento reprodutivo.

"O próprio nome já diz: é de emergência". A pílula não deve ser entregue
mecanicamente, tem que ser acompanhada de um processo educativo", afirma Ana
Costa, presidente do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde.

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