[Pactonacional] ENC: Ex-namorado e dois amigos são presos suspeitos de estuprar jovem

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Quinta Abril 18 11:37:26 BRT 2013



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De: Nilza do Carmo Scotti 
Enviada em: quinta-feira, 18 de abril de 2013 11:10
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: Ex-namorado e dois amigos são presos suspeitos de estuprar jovem




G1 | GOIÁS
LEI MARIA DA PENHA


Data: 18/04/2013 07:26	

Imagem 1 <http://www.linearclipping.com.br/IMGs/2013/4/18/v539_6038897.jpg
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Ex-namorado e dois amigos são presos suspeitos de estuprar jovem

Veja a matéria no site de origem
<http://g1.globo.com/goias/noticia/2013/04/ex-namorado-e-dois-amigos-sao-pre
sos-suspeitos-de-estuprar-jovem.html
<http://g1.globo.com/goias/noticia/2013/04/ex-namorado-e-dois-amigos-sao-pre
sos-suspeitos-de-estuprar-jovem.html> >
Menina de 16 anos foi violentada no dia 9 de outubro de 2012, em
Goiânia.Vítima disse que eles estavam armados e ameaçaram matar seu irmão.
Menina de 16 anos foi violentada no dia 9 de outubro de 2012, em
Goiânia.Vítima disse que eles estavam armados e ameaçaram matar seu irmão.

A polícia prendeu na quarta-feira (17) três homens suspeitos de terem
estuprado uma garota de 16 anos, no Setor Recanto das Garças, em Goiânia. O
crime aconteceu no dia 9 de outubro do ano passado. Um dos envolvidos, de 18
anos, era ex-namorado da vítima. Os outros dois homens, um de 24, e outro de
42, seriam amigos dele.

À polícia, a vítima teria dito que manteve um curto relacionamento com um
dos suspeitos. Ela informou que, no dia do crime, o ex-namorado e o amigo
mais jovem passaram de carro perto dela. Armados, eles a fizeram entrar no
veículo alegando que matariam o irmão dela, que brincava em uma praça
próxima, caso ela não obedecesse.

"Ele foram para a casa do ex-namorado dela e lá a vítima foi estuprada pelos
dois. Algum tempo depois, o homem mais velho chegou a residência e também
abusou sexualmente da garota", contou ao G1 a delegada Renata Vieira,
responsável pelo caso e titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao
Adolescente (DPCA).

Renata Vieira informou que na época em que o crime aconteceu, a menor
registrou um boletim de ocorrência e foi submetida a um exame de corpo de
delito que comprovou o abuso sexual.

O jovem que namorou com a menina foi preso na noite de terça-feira (16), em
uma feira livre do Setor Escalada, no município de Trindade, Região
Metropolitana da capital. Os outros dois suspeitos foram detidos em Goiânia.
O mais velho estava trabalhando, no Setor São José, e o mais nova, em casa,
no Setor Recanto das Garças.

Os três homens estão presos temporariamente e responderão pelo crime de
estupro. Se condenados, podem pegar de oito a 12 anos de prisão.

A delegada informou que a garota está grávida do atual namorado e que deve
se casar nos próximos meses.

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Data: 18/04/2013 03:00

Ministério da Justiça quer padronizar atendimento e identificação de vítimas
de tráfico de pessoas | Agência Brasil

Veja a matéria no site de origem
<http://noticias.br.msn.com/minist%c3%a9rio-da-justi%c3%a7a-quer-padronizar-
atendimento-e-identifica%c3%a7%c3%a3o-de-v%c3%adtimas-de-tr%c3%a1fico-de-pes
soas-ag%c3%aancia-brasil
<http://noticias.br.msn.com/minist%c3%a9rio-da-justi%c3%a7a-quer-padronizar-
atendimento-e-identifica%c3%a7%c3%a3o-de-v%c3%adtimas-de-tr%c3%a1fico-de-pes
soas-ag%c3%aancia-brasil> >
Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O Ministério da Justiça quer padronizar o atendimento e a
identificação de vitimas do tráfico de pessoas que são encaminhadas para
acolhimento por meio das redes locais dos Núcleos de Enfrentamento ao
Tráfico de Pessoas e Postos Avançados, espalhados por todo o país.

A iniciativa é um dos principais temas em discussão na Reunião Técnica dos
Núcleos de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Postos Avançados, da
Secretaria Nacional de Justiça, que ocorre pela primeira vez no Rio de
Janeiro. A reunião, em sua sétima edição, vai até esta sexta-feira (19), e
debate, além da padronização dos fluxos de atendimentos dos núcleos e
postos, as várias formas de análises de casos e propostas que serão
implementados no programa.

As informações foram dadas à Agência Brasil pelo coordenador do Posto de
Atendimento Humanizado do Ministério da Justiça no Rio de Janeiro, Augusto
Valentim. Sob a responsabilidade da Guarda Municipal, o posto funciona no
Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.

Valentim disse que, no encontro, está se discutindo a escolha do
representante das unidades no Comitê Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de
Pessoas (Conatrap), criado por decreto da presidenta Dilma Rousseff no
início de fevereiro deste ano.

"O Conatrap já tem a representação de vários órgãos governamentais nos
níveis federal, estaduais e municipais e uma das pautas que estão sendo
discutidas no encontro é exatamente decidir quem vai representar no comitê
os núcleos de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e postos avançados da
Secretaria Nacional de Justiça", disse.

O posto da Guarda Municipal no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro,
uma das parceiras do governo federal na política de enfrentamento, foi
inaugurado em novembro de 2010 e tem guardas capacitados para fazer a
recepção a brasileiros não admitidos ou deportados do exterior e
estrangeiros com problemas de entrada no Brasil ou no exterior.

No local também são atendidas e identificadas possíveis vítimas do tráfico
de pessoas, que são encaminhadas para acolhimento por meio de uma rede
local. Em pouco mais de dois anos de funcionamento, a unidade carioca
atendeu aos mais variados tipos de casos, incluindo imigrantes e brasileiros
vítimas de trabalho escravo ou de falsas promessas de trabalho. "O posto é
destinado ao atendimento aos imigrantes, mas atendemos também as pessoas
vítimas de tráfico, nacionais ou estrangeiras", disse Valentim.

Edição: Fábio Massalli

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Data: 18/04/2013 03:00

Audiência discute políticas públicas voltadas às mães de jovens em conflito
com a lei | Agência Brasil

Veja a matéria no site de origem
<http://noticias.br.msn.com/audi%c3%aancia-discute-pol%c3%adticas-p%c3%babli
cas-voltadas-%c3%a0s-m%c3%a3es-de-jovens-em-conflito-com-a-lei-ag%c3%aancia-
brasil
<http://noticias.br.msn.com/audi%c3%aancia-discute-pol%c3%adticas-p%c3%babli
cas-voltadas-%c3%a0s-m%c3%a3es-de-jovens-em-conflito-com-a-lei-ag%c3%aancia-
brasil> >
Da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Pela primeira vez, mães de jovens em conflito com a lei
foram tema de audiência pública promovida pela Comissão de Defesa dos
Direitos Humanos da Mulher da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). A
sessão, ocorrida hoje (17), discutiu a promoção de políticas públicas de
assistência a essas mulheres. Foram apontados ainda os problemas que elas
enfrentam no cumprimento de medidas socioeducativas pelos filhos.

Segundo a comissão, as mães são frequentemente culpabilizadas e acusadas de
permissivas pelo comportamento transgressor dos filhos. Para a deputada
estadual Inês Pandeló (PT), presidenta do colegiado, embora tenham sido
vítimas e ainda sofram com o preconceito, e muitas tenham perdido seus
filhos pela violência, elas ainda têm força para continuar lutando.

"O sistema penitenciário, em geral, dificilmente resgata a cidadania e
recupera as pessoas para a sociedade, especialmente na questão dos jovens.
Todas as denúncias colocadas aqui [na sessão] foram nesse sentindo, de que
essa forma de atendimento não está ajudando na socialização", disse.

Sobre a proposta de redução da maioridade penal, a parlamentar disse que "em
todas as falas da audiência, houve unanimidade em que essa não é uma questão
que resolve o problema. A defensora pública chegou a dizer que esta é uma
medida inconstitucional". O assunto foi levantado em função da morte de um
estudante de 19 anos de idade durante um assalto em São Paulo. O agressor
completou a maioridade três dias após cometer o crime.

A artesã Elza Santiago, de 52 anos, disse que a sua história de vida,
marcada pela tristeza, é muito semelhante a de outras mães ali reunidas. "Eu
sou mulher, preta e favelada. Nossos filhos não são mais que uma
estatística. Muitas vezes a mulher não tem dinheiro para visitar o filho que
está preso e, chegando lá, passa por todo aquele constrangimento. O que
existe hoje é uma política de segurança de extermínio, e ninguém faz nada.
Nós servimos para lavar e faxinar as casas dos ricos, mas quando a questão é
nossos filhos, todos estão se lixando", declarou.

A fundadora da organização não governamental (ONG) Movimento Moleque, Ruth
Sales, disse que se tivesse contado apenas com o Poder Público, seu filho
estaria morto ou teria se tornado um bandido. O filho de Ruth também passou
por instituições socioeducativas, mas não foi assistido por nenhum programa
social. "Cheguei a ir com ele procurar emprego, com o currículo debaixo do
braço, mas o preconceito era grande pelo seu passado. Chorei muito, e devido
a minha luta ao lado de outras mães, hoje meu filho é pai de família, tem um
bom emprego", disse.

De acordo com a comissão, outra audiência pública sobre o tema deverá
ocorrer em breve. Desta vez com a participação das secretarias de Educação,
Assistência Social e Direitos Humanos e Segurança Pública.

Edição: Aécio Amado

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