[Pactonacional] NOTÍCIAS DO DIA
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Sexta Abril 19 09:33:26 BRT 2013
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De: Nilza do Carmo Scotti
Enviada em: sexta-feira, 19 de abril de 2013 09:03
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: Marido agride esposa e a mantém trancada em casa, no Centro de
Criciúma
ENGEPLUS TELECOM | SEGURANÇA
LEI MARIA DA PENHA
Marido agride esposa e a mantém trancada em casa, no Centro de Criciúma
Formato A4: PDF <exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_noticia=6054283> WEB
<exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=6054283>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.engeplus.com.br/0,,60318,Maridagride-espa-e-a-mantem-trancada-em
-casa-nCentrde-Criciuma.html
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-casa-nCentrde-Criciuma.html> >
Chamada de capa
PM precisou de um chaveiro para entrar no apartamento, onde também estava a
filha de um ano do casal. Os dois são usuários de drogas
Ampliar imagem
Fotos: Vanessa Amando
Uma briga de casal chamou atenção de populares na tarde desta quinta-feira
no Centro de Criciúma. A Polícia Militar foi acionada para acalmar os ânimos
e controlar a situação, pois um homem de 36 anos, além de agredir
fisicamente a companheira, de 28 anos, também a manteve trancada dentro de
seu próprio apartamento. Uma das filhas do casal, com um ano de vida, também
esteve envolvida.
De acordo com policiais militares que atenderam a ocorrência, o homem estava
sob efeito de drogas, provavelmente crack, pois foi encontrado um cachimbo
dentro do apartamento, localizado no quinto andar de um edifício na rua
Coronel Marcos Rovaris. A mulher também é usuária de drogas e gritou por
socorro, o que alarmou os vizinhos. Os policiais precisaram da ajuda de um
chaveiro para conseguir entrar no apartamento, já que o homem se recusava a
abrir a porta.
Ele já possui antecedentes criminais e foi levado para a Delegacia da Mulher
da cidade, onde foi enquadrado pela Lei Maria da Penha e encaminhado ao
Presídio Santa Augusta. A mulher também foi levada à delegacia para prestar
esclarecimentos. Uma conselheira tutelar foi chamada para tomar as devidas
providências em relação à criança de um ano. Ela ficará sob os cuidados da
avó paterna.
A avó, que preferiu não se identificar, contou que o filho usa drogas desde
os 18 anos. Segundo ela, a esposa de seu filho não costuma usar drogas com
frequência, mas é dependente de álcool. A avó lamentou o ocorrido, porém,
espera que o filho seja punido pelos seus erros. "Acompanhei a primeira
agressão dele contra sua mulher e alertei os dois. Orientei para que ela
registrasse um Boletim de Ocorrência antes que algo pior acontecesse, mas
ela preferiu poupar o marido. Agora deu nisso. Eles estão juntos há dez anos
e tem três filhas, quero ficar com a bebê de um ano para evitar que lhe
aconteça algo ruim", afirmou a avó.
Ficha técnica
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FOLHA ONLINE | MUNDO
OUTROS
Imagem 1 </IMGs/2013\4\19\v390_6051631_13108885.jpg>
Depoimento: Tunisiana atrai a ira de conservadores após mostrar os seios
Formato A4: PDF <exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_noticia=6051631> WEB
<exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=6051631>
Veja a matéria no site de origem
<http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/04/1265194-depoimento-tunisiana-atr
ai-a-ira-de-conservadores-apos-mostrar-os-seios.shtml
<http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/04/1265194-depoimento-tunisiana-atr
ai-a-ira-de-conservadores-apos-mostrar-os-seios.shtml> >
Chamada de capa
A tunisiana Amina Tyler, 19, divulgou em março imagens suas com os seios
desnudos. Em seu corpo, a garota escreveu "Foda-se sua moralidade" e "Meu
corpo é minha propriedade, e não é a honra de ninguém".
Ameaçada de morte por conservadores no seu país, ela diz ter sido
sequestrada pela própria família --e fugiu na semana passada.
No meio tempo, mobilizou as feministas do grupo Femen em vários países por
sua causa. Ela pode ser sentenciada a seis meses de prisão.
*
Quando era mais nova, meu sonho era o mesmo das outras garotas. Queria me
casar com o homem certo, comprar uma casa, ter família.
As coisas começaram a mudar há três anos. Passei a ler sobre feminismo, na
internet. Meu sonho é convencer as mulheres de que são livres.
Na escola, descobriram que sou agnóstica e feminista. Todos ficaram contra
mim. Não era diferente do que eu vivia dentro da minha família. Tentavam me
convencer a mudar minhas convicções.
Foi duro para uma parte de mim. Mas a outra parte não ligava. Você ouve e
joga no lixo. Minhas opiniões são a única coisa certa para mim.
O melhor exemplo de feminismo é o Femen [grupo de origem ucraniana que
realiza protestos topless pelo mundo]. Tudo o que é radical me serve.
Fizemos manifestações pacíficas na Tunísia e nada mudou. Agora os islamitas
[que controlam o governo do país árabe] pensam que estamos assustadas, que
não somos fortes.
Os extremistas não querem ver o corpo da mulher. Dizem que é pornografia.
Eles têm medo de que uma garota abra um livro. Mostrar meus seios é horrível
para eles, e eu quero provocá-los. Quero mostrar o que não querem ver.
Um dia, espero que alguma coisa mude. As mulheres vão estar convencidas de
que são livres. Vão poder fumar seus cigarros, fazer o que quiserem e ser
felizes.
A história das fotos que tirei é bem engraçada, por isso estou rindo
[enquanto conto]. Eu estava hesitante quando escrevi Foda-se sua moralidade.
Não esperava que fosse ter esse impacto.
Então, conversando com meus amigos, tive a ideia de fazer as outras fotos.
Pensei por duas semanas até chegar ao slogan Meu corpo é minha propriedade,
e não é a honra de ninguém.
Muitas pessoas ficaram contra mim. Disseram que eu merecia ser apedrejada.
Minha família não se importava com o fato de que eu não uso o hijab [véu].
Isso não era um problema. O problema, para eles, foram as minhas fotos na
internet. Ver meu topless foi inaceitável.
Minha tia me ligou um dia pela manhã e perguntou: É você nessas
fotografias?. Depois disso, todo o mundo começou a me telefonar.
Fugi da minha família e fui para a casa de amigos, mas eles me encontraram
em um café. Meu primo me pegou. Eles foram tão violentos. Alguns me bateram.
Em casa, tentaram me exorcizar mais de cinco vezes, mesmo sabendo que não
sou muçulmana. Também me fizeram repetir trechos do Corão todos os dias.
Quebraram meu celular. Tomaram meu laptop. Fizeram de tudo para me esconder
do mundo por um mês.
Fiquei primeiro na casa da minha avó. Depois, na casa dos meus pais. Então
fomos para a casa de parentes, em um vilarejo no interior.
Nesse tempo, fizeram um teste de virgindade em mim. Não sei o porquê. Foi
horrível. Minha família também me deu remédios para eu dormir o dia todo.
Mas fui forte.
Nunca em toda a minha vida tomei remédios. Só durante esse mês. Agora querem
dizer que sou louca.
Eles estão pensando apenas na própria reputação. Eu esperava que minha
família se voltasse contra mim, mas não desse modo.
Não fiquei assustada, porque não tinha dúvidas de que muitas pessoas ao
redor do mundo me apoiavam. Vi fotos de brasileiras de topless segurando
cartazes com os dizeres:Liberte Amina. É isso que me fortalece.
Fugi da minha família há uma semana. Todos estavam ocupados fazendo alguma
outra coisa, então aproveitei a oportunidade e corri, de pijama. Mesmo se
estivesse pelada, teria fugido.
Mudei meu cabelo para ninguém me reconhecer, especialmente os islamitas.
Na época do Ben Ali [ditador tunisiano derrubado do poder em 2011], as
mulheres estavam melhores que agora.
Ele era um ditador na política, mas não impunha uma ditadura sobre as
mulheres. A situação está horrível. As mulheres usam burca, coisa que não
usavam antes.
Estou tentando organizar um protesto topless. Queremos, o Femen e eu, algo
que envolva outras mulheres tunisianas. Depois, vou direto para o aeroporto.
Quero ir para a França. A polícia já está me procurando aqui.
Tenho de partir porque nenhuma escola na Tunísia vai me aceitar. Estou
reunindo os documentos. Minha família queimou meu passaporte.
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VERMELHO ONLINE | BRASIL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA
Subcomissão vai continuar trabalho sobre violência contra mulher
Formato A4: PDF <exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_noticia=6054235> WEB
<exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=6054235>
Veja a matéria no site de origem
<www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=1&id_noticia=211387
<www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=1&id_noticia=211387> >
Chamada de capa
A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara instalou nesta
quarta-feira (17) uma subcomissão especial sobre violência contra a mulher.
O deputado Dr. Rosinha (PT-PR) sugeriu a criação do grupo para complementar
os trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência
contra a Mulher no Brasil.
O objetivo da CPMI é diagnosticar as lacunas existentes na prestação de
segurança pública e jurídica às mulheres vítimas de violência, além de
apresentar propostas de aperfeiçoamento das políticas de combate à
violência.
"A realidade revelada pelas audiências públicas e pelas diligências nos
estados tem demonstrado, de maneira inequívoca, que o trabalho da CPMI não
pode acabar quando o prazo, mesmo prorrogado, se completar. A situação é
grave e merece um acompanhamento constante do Poder Legislativo", disse o
deputado.
Dr. Rosinha lembra que o assassinato de mulheres no Brasil é bem superior à
média mundial. Ele afirma que, segundo dados do Instituto Sangari/Ministério
da Justiça, mais de 42 mil mulheres foram assassinadas no País entre os anos
de 1998 e 2008.
"Em um ranking composto por 73 países, o Brasil é o 12º com maior taxa de
homicídios de mulheres. Além disso, quatro em cada 10 mulheres brasileiras
já foram vítimas de violência doméstica", afirmou o parlamentar, citando
dados da Secretaria de Políticas para as mulheres (SPM) e do Departamento
Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Da Redação em Brasília
Com Agência Câmara
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JORNAL DA CÂMARA - DF | NOTÍCIAS
LEI MARIA DA PENHA
Carmen Zanotto analisa violência contra a mulher, jornada da enfermagem e
SUS
Formato A4: PDF <exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_noticia=6052430> WEB
<exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=6052430>
Chamada de capa
Carmen Zanotto (PPS-SC) analisou o andamento das ações de combate à
violência contra a muGUSTAVO LIMA / ACERVO CÂMARA DOS DEPUTADOS GUSTAVO LIMA
/ ACERVO CÂMARA DOS DEPUTADOS lher e afirmou que o número de homicídios
voltou a crescer no ano seguinte ao da edição da Lei Maria da Penha. "As
demandas que recebemos nas audiências públicas realizadas pela CPMI da
Violência Contra a Mulher justificam a sua prorrogação. Enquanto uma mulher
estiver morrendo, vítima de violência, nem um de nós poderá parar de
trabalhar", defendeu.A deputada também destacou a reivindicação de 30 horas
semanais para os técnicos em enfermagem. Segundo ela, a matéria é um
compromisso de campanha da presidente Dilma Rousseff e deve ser aprovada
pela Câ- mara e implementada pelo Executivo. "Continuar protelando vai
apenas gerar dúvida do compromisso assumido", relatou.
A parlamentar lembrou o início dos trabalhos da comissão especial destinada
a analisar o financiamento da saúde pública no País. "A revisão da tabela do
Sistema Único de Saúde é urgente. Os hospitais filantrópicos de pequeno e
médio porte já não sabem mais como manter suas portas abertas" alertou. Ela
destacou ainda a aprovação do Projeto de Lei 277/05, que reduz o tempo de
contribuição e a idade mínima para a aposentadoria da pessoa com
deficiência. A parlamentar manifestou satisfação com a aprovação do projeto
e afirmou que ele irá atender a uma parcela da população que aguardava há
anos a regulamentação desse dispositivo constitucional.
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JB ONLINE - RJ | SOCIEDADE ABERTA
REFORMA ELEITORAL
Pré-escola obrigatória, direito das famílias ou das crianças?
Formato A4: PDF <exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_noticia=6054300> WEB
<exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=6054300>
Veja a matéria no site de origem
<http://www.jb.com.br/sociedade-aberta/noticias/2013/04/19/pre-escola-obriga
toria-direito-das-familias-ou-das-criancas/
<http://www.jb.com.br/sociedade-aberta/noticias/2013/04/19/pre-escola-obriga
toria-direito-das-familias-ou-das-criancas/> >
Chamada de capa
Artigo 4o: Educação básica obrigatória e gratuita dos quatro aos dezessete
anos de idade, organizada da seguinte forma: pré-escola, ensino fundamental
e ensino médio (Diário da União, 04/04/2013).
A lei sancionada pela presidenta Dilma Rousseff, publicada no Diário da
União no último dia 4, exigirá a matrícula de crianças no ensino infantil a
partir dos 4 anos de idade.A notícia foi recebida com alegria por muitas
famílias que anseiam ter um lugar seguro para deixar seus filhos no momento
de saírem para trabalhar. Contudo, há alguns pontos que precisam ser
considerados, pois, muito mais do que terem obrigação de matricularem suas
crianças na pré-escola, continua também sendo previsto que os pais ou
responsáveis sejam os principais responsáveis pela educação delas.
É indispensável que os pais ou responsáveis tenham a perfeita compreensão de
que a ideia primordial da obrigatoriedade da educação infantil é tratar a
infância com o respeito e os cuidados necessários.Diante das características
atuais, as quais dizem respeito aos trabalhosrealizados fora do lar por
todos os familiares, sempre existiu grande interesse de famílias no que se
refere ao período de atendimento de crianças pelas pré-escolas. Já faz
bastante tempo, inclusive, que alguns setores buscam conseguir
obrigatoriedade para uma educação infantil que atenda a crianças durante a
noite, nos finais de semana e no período de férias.
Diante desse pensamento, não se considera apenas a educação das crianças
mas, também, a necessidade que os entes delas têm de se ausentarem de casa
para trabalhar, vendo-se em grandes apertos para administrar o período que
passam trabalhando longe de casa e o período que os filhos ficam na escola.
Toda essa realidade não pode, de modo algum, ser desconsiderada, mas a
escola de educação infantil (seja pré-escola, creche ou outra) não pode ter
caráter assistencialista. Tem que se assumir como escola, fornecendo à
criança a educação de que ela realmente precisa, não eximindo a família de
sua grande e indispensável responsabilidade em seu relacionamento com os
próprios filhos e a escola.
Sendo assim, existem muitos pontos que ainda precisam ser pensados, que
precisam de abordagens em várias frentes sociais, pois do mesmo modo que as
crianças têm necessidades educacionais a ser contempladas pela escola, o
país também precisa de mão de obra disponível para a continuidade de seu
desenvolvimento.
É, enfim, necessário envolver nessas discussões outros setores (não apenas
os educacionais), da mesma forma que é indispensável o comprometimento de
todos com a educação infantil estendida à criança, pois um percurso
educativo que impactará toda a sua vida é um direito que não lhe pode ser
negado.
*Erika de Souza Bueno, ediitora do Portal Planeta Educação
(www.planetaeducacao.com.br <www.planetaeducacao.com.br> ) e coordenadora
educacional da empresa Planeta Educação, é professora e consultora de língua
portuguesa, educação e família.
Nilza Scotti
Assessora de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República
(61)3411.4229
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