[Pactonacional] ENC: Dois milhões são mortas a cada ano

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Terça Janeiro 15 08:33:23 BRST 2013



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De: Isabel Clavelin 
Enviada em: segunda-feira, 14 de janeiro de 2013 10:13
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: Dois milhões são mortas a cada ano


O GLOBO - RJ | MUNDO 
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Dois milhões são mortas a cada ano
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Gardiner Harris

Do New York Times

Ameaçada durante anos por seu marido e os parentes dele, uma indiana foi,
finalmente, sequestrada, estuprada, estrangulada e jogada numa vala. Por
mais de um ano o pai da mulher tentou, sem sucesso, que a polícia prendesse
os acusados do crime, entre eles o marido. O pai, Subedar Akhileshar Kumar
Singh, um oficial do Exército, acredita que a filha foi morta porque seus
sogros ficaram insatisfeitos com o dote recebido, conforme artigo publicado
quinta-feira no "The Indian Express".

Crimes assim são rotineiros na Índia, onde pesquisadores estimam que de 25
mil a cem mil mulheres sejam mortas anualmente devido a questões
relacionadas ao dote. Muitas são queimadas vivas.

Embora o estupro (e posterior morte) de uma jovem em Nova Délhi tenha
mobilizado a Índia e chamado a atenção para a epidemia de violência, este
tipo de crime é apenas uma faceta dentre as diversas formas de violência e
discriminação que levam à morte quase dois milhões de mulheres por ano,
segundo analistas. Entre as causas, não apenas a violência sexual, mas
também as agressões domésticas, as disputas familiares, o infanticídio
feminino e ainda a negligência às crianças e os maus-tratos aos idosos, que
afetam muito mais mulheres do que homens.

As mulheres tiveram grandes conquistas na Índia nas últimas décadas. Sua
escolaridade, hoje, é comparável à dos homens, e elas conseguiram muitos
empregos na indústria, embora sua participação na força de trabalho ainda
seja inferior à masculina. E muitas mulheres se tornaram líderes políticas
no país.

Mas as mulheres por todo o país dizem que seu gênero as torna vulneráveis ao
ataque de uma crescente população de jovens desempregados e sem perspectivas
que veem o sucesso feminino como uma razão para o seu fracasso.

- As mulheres estão avançando muito, mas, numa sociedade que continua a ser
patriarcal, isso aumenta as tensões - afirmou a presidente da Fundação de
Saúde Pública da Índia, Srinath Reddy. - E uma das manifestações dessa
tensão é a crescente violência contra a mulher.


Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM
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