[Pactonacional] ENC: + SPM mídia: ministra Eleonora / posse secretária da Mulher de SP

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Terça Janeiro 15 21:35:18 BRST 2013



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De: Isabel Clavelin 
Enviada em: terça-feira, 15 de janeiro de 2013 08:59
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: + SPM mídia: ministra Eleonora / posse secretária da Mulher de SP


Colegas,

segue repercussão sobre a posse da secretária da Mulher de SP, Denise Dau,
que teve presença da ministra Eleonora.

DCI - SP | POLÍTICA 
SECRETARIA DE MULHERES | OUTROS 
Secretaria de Políticas para as Mulheres inicia atividades com diálogo com a
sociedade
Veja a matéria no site de origem
<http://www.dci.com.br/politica/secretaria-de-politicas-para-as-mulheres-ini
cia-atividades-com-dialogo-com-a-sociedade-id327575.html
<http://www.dci.com.br/politica/secretaria-de-politicas-para-as-mulheres-ini
cia-atividades-com-dialogo-com-a-sociedade-id327575.html> >
SÃO PAULO - O prefeito Fernando Haddad participou nesta segunda-feira (14)
do diálogo inaugural da Secretaria Municipal de Políticas para mulheres...
Panorama Brasil
SÃO PAULO - O prefeito Fernando Haddad participou nesta segunda-feira (14)
do diálogo inaugural da Secretaria Municipal de Políticas para mulheres com
a sociedade civil e movimentos sociais e reafirmou a intenção de enfrentar
as desigualdades de gênero e preconceito contra as mulheres.
A pasta, liderada por Denise Motta Dau, iniciou suas atividades apresentando
sua estrutura e seus objetivos a mais de 150 pessoas que atuam com as
questões de gênero, na sede da Prefeitura, na região central. Encontro
contou com a presença da Ministra Eleonora Menicucci, da secretaria federal
de Políticas para mulheres.
Segundo Haddad, as políticas públicas para o setor deverão ser realizadas
por meio da articulação entre as diversas secretarias da administração
municipal. "Há toda uma gama de políticas públicas que a nova secretaria vai
acompanhar. O importante é mobilizar as secretarias que cuidam de direitos
universais para este novo olhar", disse.
Durante o evento, Haddad reafirmou o objetivo de promover na cidade um
ambiente de paz e de tolerância. "Nós não estamos aqui tratando só da
violência contra a mulher. Esta questão normalmente preside os debates
porque é intolerável. Mas há muitas coisas intoleráveis na nossa cidade que
precisam mudar, como a ocupação dos espaços públicos. Teremos a preocupação
de organizar o espaço público no sentido de atender a todos e a todas",
afirmou Haddad.
As políticas públicas para as mulheres passam por ações de segurança
pública, como o reforço na iluminação das ruas, pelo aumento no número de
vagas em creches, por investimentos na promoção da saúde da mulher e pela
gestão de programas habitacionais, entre outras iniciativas. "A superação
das desigualdades e a promoção da justiça social a partir da perspectiva de
gênero será impulsionada a partir desta secretaria, que formulará,
coordenará e executará políticas para as mulheres, em diálogo com as demais
secretarias", afirmou Denise Motta Dau, secretária municipal de Políticas
para mulheres.
A nova secretaria também pretende retomar a posição de pioneirismo da cidade
na instituição de políticas de gênero, inspirando outras administrações
municipais. "Temos o objetivo de estabelecer este espaço institucional para
a mulher na maior prefeitura do país. A criação desta secretaria marca a
história da mulher em São Paulo", afirmou a vice-prefeita Nádia Campeão.
A Ministra Eleonora Menicucci, da secretaria federal de Políticas para
mulheres, ofereceu à Prefeitura a experiência e o apoio do governo federal.
"Acreditamos que 52% da população, e portanto 6 milhões de mulheres, são
protagonistas estruturantes da cidade. A criação desta secretaria reafirma a
igualdade de direitos no lugar onde as pessoas vivem, que é o município",
disse Eleonora. Durante o evento, houve ainda a leitura de uma saudação
enviada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por Marisa Letícia
Lula da Silva.

CORREIO24HORAS | NOTÍCIAS 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA 
Implantação da Lei Maria da Penha em todo o país será um desafio enorme, diz
ministra
Veja a matéria no site de origem
<http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/implan
tacao-da-lei-maria-da-penha-em-todo-o-pais-sera-um-desafio-enorme-diz-minist
ra/
<http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/implan
tacao-da-lei-maria-da-penha-em-todo-o-pais-sera-um-desafio-enorme-diz-minist
ra/> >
Na tarde desta segunda, em São Paulo, a ministra participou de um evento
promovido pela Secretaria Municipal de Políticas para as mulheres de São
Paulo
Agência Brasil 
Até o final do governo da presidente da República Dilma Rousseff, a
Secretaria de Políticas para as mulheres espera implantar com sucesso a Lei
Maria da Penha em todo o país. Isso é o que disse na noite desta
segunda-feira (14) a Ministra Eleonora Menicucci, após participar de um
evento na prefeitura de São Paulo.
"Seria uma irresponsabilidade dar uma data, mas quero que, no término da
gestão da presidente Dilma, a Lei Maria da Penha esteja implantada em todos
os municípios desse país. E, para isso, não estamos medindo esforços:
estamos fazendo as repactuações dos pactos de enfrentamento que agora tem
diretrizes nacionais e com cobranças, ou seja, se não implementou, não
recebe o recurso", disse a ministra. 
Segundo ela, a implantação da Lei Maria da Penha, que cria mecanismos para
coibir a violência contra as mulheres e aumentou o rigor das punições das
agressões contra a mulher quando ocorridas no âmbito doméstico ou familiar,
é um grande desafio para o atual governo. "A implantação da Lei Maria da
Penha implica na criação de uma rede forte de atendimento às mulheres.
[Hoje] são apenas cinco casas-abrigo [para mulheres] na cidade de São Paulo.
No mínimo [deveria] ter uma para cada subdistrito de prefeitura", disse a
ministra.
As dificuldades na implantação da lei, de acordo com a ministra, também
envolvem melhor qualificação dos profissionais que vão atender às
ocorrências de violência contra a mulher e uma mudança de mentalidade da
sociedade que, segundo ela, já vem ocorrendo no país.
"Precisamos, no enfrentamento à violência, do treinamento de todos os
profissionais da área de saúde e da segurança pública para atender às
mulheres. Hoje não acho que se fale que a mulher provoque a violência. Houve
uma mudança de mentalidade, tanto é que quando propusemos uma punição maior
para agressores e estupradores, a sociedade aceitou", disse. Outro desafio
que o governo federal pretende enfrentar, disse a ministra, é fazer com que
os equipamentos de saúde voltados para as mulheres estejam abertos todos os
dia, durante 24 horas. 
Sobre a violência contra as mulheres, a ministra disse é uma questão que
ocorre em todo o mundo e citou dois casos recentes de estupros ocorridos
dentro de um ônibus, na Índia. "Não é o fato de que é na Índia. Se pegarmos
São Paulo, outro dia me deparei com a notícia de uma menina de 12 anos,
confinada em uma casa no Morumbi para ser explorada sexualmente e ela fugiu.
E ela estava toda machucada. Qual a diferença disso para [o que ocorreu na]
a Índia?", questionou a ministra.
Segundo Eleonora, o governo brasileiro tem manifestado sua solidariedade às
famílias e às vítimas das violências ocorridas na Índia, mas não de maneira
formal. "Não existe formalidade. A formalidade só existiria em um termo em
torno de um sistema uno. E o sistema uno não se posicionou ainda, embora na
fala do secretário-geral Ban Ki-moon [da Organização das Nações Unidas], ele
tem prestado toda a solidariedade. Eu mesma e o governo federal temos
prestado solidariedade às mulheres indianas e à família das vítimas".
Na tarde desta segunda, em São Paulo, a ministra participou de um evento
promovido pela Secretaria Municipal de Políticas para as mulheres de São
Paulo e que propôs um primeiro diálogo da nova gestão com os movimentos
sociais. Durante o evento, várias lideranças femininas elogiaram a nomeação
de Denise Dau para ocupar a nova secretaria, que foi criada este ano e
precisa ser aprovada pela Câmara Municipal. As lideranças propuseram algumas
sugestões e ideias que devem ser trabalhadas no âmbito municipal com relação
aos direitos e políticas públicas voltadas para as mulheres.
"Eu fui mais do que entusiasta. Fui a promotora da criação dessa secretaria.
Não tenho a menor vergonha de dizer isso. Antes só tinha coordenadoria. E
qual a diferença? Coordenadoria não tem recursos próprios, nem humanos, nem
financeiros. E a secretaria tem recursos próprios e cargos. E discute de
igual para igual com todos os secretários", disse a ministra.

JORNAL DO BRASIL ONLINE - RJ | PAÍS 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA 
Ministra: implantar Lei Maria da Penha em todo o país será desafio enorme
Veja a matéria no site de origem
<http://www.jb.com.br/pais/noticias/2013/01/15/ministra-implantar-lei-maria-
da-penha-em-todo-o-pais-sera-desafio-enorme/
<http://www.jb.com.br/pais/noticias/2013/01/15/ministra-implantar-lei-maria-
da-penha-em-todo-o-pais-sera-desafio-enorme/> >
Até o final do governo da presidente Dilma Rousseff a Secretaria de
Políticas para as mulheres espera implantar com sucesso a  Lei Maria da
Penha em todo o país. Isso é o que disse na noite desta segunda-feira a
ministra Eleonora Menicucci, após participar de um evento na prefeitura de
São Paulo.
"Seria uma irresponsabilidade dar uma data, mas quero que, no término da
gestão da presidente Dilma, a Lei Maria da Penha esteja implantada em todos
os municípios desse país. E, para isso, não estamos medindo esforços:
estamos fazendo as repactuações dos pactos de enfrentamento que agora tem
diretrizes nacionais e com cobranças, ou seja, se não implementou, não
recebe o recurso", disse a ministra. 
Segundo ela, a implantação da Lei Maria da Penha, que cria mecanismos para
coibir a violência contra as mulheres e aumentou o rigor das punições das
agressões contra a mulher quando ocorridas no âmbito doméstico ou familiar,
é um grande desafio para o atual governo. "A implantação da Lei Maria da
Penha implica na criação de uma rede forte de atendimento às mulheres.
[Hoje] são apenas cinco casas-abrigo [para mulheres] na cidade de São Paulo.
No mínimo [deveria] ter uma para cada subdistrito de prefeitura", disse a
ministra.
As dificuldades na implantação da lei, de acordo com a ministra, também
envolvem melhor qualificação dos profissionais que vão atender às
ocorrências de violência contra a mulher e uma mudança de mentalidade da
sociedade que, segundo ela, já vem ocorrendo no País.
"Precisamos, no enfrentamento à violência, do treinamento de todos os
profissionais da área de saúde e da segurança pública para atender às
mulheres. Hoje não acho que se fale que a mulher provoque a violência. Houve
uma mudança de mentalidade, tanto é que, quando propusemos uma punição maior
para agressores e estupradores, a sociedade aceitou", disse. Outro desafio
que o governo federal pretende enfrentar, disse a ministra, é fazer com que
os equipamentos de saúde voltados para as mulheres estejam abertos todos os
dias, durante 24 horas. 
Sobre a violência contra as mulheres, a ministra disse é uma questão que
ocorre em todo o mundo e citou dois casos recentes de estupros ocorridos
dentro de um ônibus, na Índia. "Não é o fato de que é na Índia. Se pegarmos
São Paulo, outro dia me deparei com a notícia de uma menina de 12 anos,
confinada em uma casa no Morumbi para ser explorada sexualmente e ela fugiu.
E ela estava toda machucada. Qual a diferença disso para [o que ocorreu na]
a Índia?", questionou a ministra.
Segundo Eleonora, o governo brasileiro tem manifestado sua solidariedade às
famílias e às vítimas das violências ocorridas na Índia, mas não de maneira
formal. "Não existe formalidade. A formalidade só existiria em um termo em
torno de um sistema uno. E o sistema uno não se posicionou ainda, embora na
fala do secretário-geral Ban Ki-moon [da Organização das Nações Unidas], ele
tem prestado toda a solidariedade. Eu mesma e o governo federal temos
prestado solidariedade às mulheres indianas e à família das vítimas".
Na tarde de hoje, em São Paulo, a ministra participou de um evento promovido
pela Secretaria Municipal de Políticas para as mulheres de São Paulo que
propôs um primeiro diálogo da nova gestão com os movimentos sociais. Durante
o evento, várias lideranças femininas elogiaram a nomeação de Denise Dau
para ocupar a nova secretaria, que foi criada este ano e precisa ser
aprovada pela Câmara Municipal. As lideranças propuseram algumas sugestões e
ideias que devem ser trabalhadas no âmbito municipal com relação aos
direitos e políticas públicas voltadas para as mulheres.
"Eu fui mais do que entusiasta. Fui a promotora da criação dessa secretaria.
Não tenho a menor vergonha de dizer isso. Antes só tinha coordenadoria. E
qual a diferença? Coordenadoria não tem recursos próprios, nem humanos, nem
financeiros. E a secretaria tem recursos próprios e cargos. E discute de
igual para igual com todos os secretários", disse a ministra.
RÁDIO GAÚCHA | GAUCHA HOJE 
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA 
Lei Maria da Penha
Ouça o áudio da matéria <javascript:%20abreVideo(5070460)>
 
Ministra da Secretaria de Políticas para as mulheres admite que implantação
da Lei Maria da Penha em todo o Brasil é um desafio para o governo.



Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM
Presidência da República - PR
Via N1 Leste s/nº, Pavilhão das Metas, Praça dos Três Poderes
CEP 70150-908 | Brasília- DF 

61 3411 4228 / 9659 7975
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