[Pactonacional] ENC: +SPM na Mídia: A cada hora, dez mulheres foram vítimas de violência em 2012
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Sexta Março 8 14:58:50 BRT 2013
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De: Juliana Camelo da Silva
Enviada em: sexta-feira, 8 de março de 2013 14:54
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: +SPM na Mídia: A cada hora, dez mulheres foram vítimas de violência
em 2012
A cada hora, dez mulheres foram vítimas de violência em 2012
08/03/2013 - 14h46
Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil
Brasília - De janeiro a dezembro de 2012, a Central de Atendimento à Mulher
(Ligue 180) contabilizou 732.468 registros, sendo 88.685 relatos de
violência. Isso significa que, a cada hora, dez mulheres foram vítimas de
maus tratos ao longo do ano passado.
Entre os tipos de violência relatados, a física permanece a mais frequente,
totalizando 50.236 registros (56%), seguida pela psicológica, com 24.477
(28%); moral, com 10.372 (12%); sexual, com 1.686 (2%); e patrimonial, com
1.426 (2%). Dados indicam ainda que, em 2012, foram computados 430 casos de
cárcere privado - mais de um por dia.
Em 70% dos registros, o agressor é o companheiro ou o cônjuge da vítima.
Acrescentando os demais vínculos afetivos, como ex-marido, namorado e
ex-namorado, o número sobe para 89%. Cerca de 10% das denúncias mostram
agressões cometidas por parentes, vizinhos, amigos e desconhecidos.
O Distrito Federal lidera o ranking anual do Ligue 180, com uma taxa de
1.473 registros para cada 100 mil mulheres. Em seguida, aparecem Pará e
Bahia, com taxas de 1.032 e 931, respectivamente.
Municípios com média de 5 mil habitantes, como Santa Rosa da Serra (MG),
Borá (SP), Sagrada Família (RS), Salvador das Missões (RS) e Amapá (AP),
encabeçam o ranking das 50 cidades que registraram o maior número de
ligações (proporcionalmente à população).
Para a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora
Menicucci, os números demonstram que, nessas localidades, os serviços da
pasta dificilmente chegam. "Isso mostra a necessidade de interiorização dos
serviços especializados de atendimento a mulheres."
"É importante perceber, entretanto, que as mulheres estão confiantes. E, ao
confiar, estão perdendo o medo. Elas permanecem com a vergonha de terem sido
humilhadas, maltratadas e violentadas, mas acreditam", destacou.
Juliana Camelo
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República - SPM/PR
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