[Pactonacional] ENC: Grupos denunciam sexismo e preconceito em trote na Faculdade de Direito

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Quarta Março 20 16:37:11 BRT 2013



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De: Isabel Clavelin 
Enviada em: quarta-feira, 20 de março de 2013 09:21
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: Grupos denunciam sexismo e preconceito em trote na Faculdade de
Direito


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Grupos denunciam sexismo e preconceito em trote na Faculdade de Direito
Veja a matéria no site de origem
<http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2013/03/20/interna_gerais,359874/gr
upos-denunciam-sexismo-e-preconceito-em-trote-na-faculdade-de-direito.shtml
<http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2013/03/20/interna_gerais,359874/gr
upos-denunciam-sexismo-e-preconceito-em-trote-na-faculdade-de-direito.shtml>
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Um dia depois das denúncias de trote ofensivo praticado por alunos da
Faculdade de Direito da UFMG na sexta-feira, quando calouros foram vítimas
de atos racistas e de apologia ao nazismo, novas acusações de práticas
preconceituosas atribuídas a alunos da mais tradicional faculdade de direito
de Minas Gerais foram publicadas nas redes sociais. No Facebook, entidades
de defesa da diversidade sexual, de combate ao racismo e da defesa dos
direitos das mulheres afirmaram que ações preconceituosas são frequentes na
instituição de ensino. Também foi divulgado que um dos estudantes
fotografados ao fazer a tradicional saudação nazista com o braço direito
estendido, ao lado de um calouro amarrado a uma pilastra, é fundador de uma
organização de ultradireita. Tudo isso em meio ao clima pesado vivido na
faculdade, onde os estudantes fizeram uma assembleia ontem para discutir o
que fazer para impedir novas manifestações de racismo, intolerância e
preconceito. 
Saiba mais... Faculdade de Direito dividida sobre trote preconceituoso
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Direito Mesmo proibidos, trotes são frequentes na UFMG Uma das denúncias de
preconceito contra as mulheres foi feita pelo Grupo Universitário em Defesa
da Diversidade Sexual (Gudds), um coletivo que reúne militantes dos direitos
humanos de diversas faculdades. O Gudds acusa a charanga da Faculdade de
Direito de entoar músicas sexistas e de palavreado impublicável em todos os
eventos, atacando alunas de outras faculdades de direito de Belo Horizonte.
"Vestibular que abre as pernas, Nova Lima é a casa dela, é casa , é casa, é
casa da cadela" , essa é uma das estrofes de uma das músicas executadas pela
charanga. Batizada de "Casa da Cadela", a música é uma referência pejorativa
e preconceituosa às alunas do curso da Faculdade de Direito Milton Campos,
localizada em Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte. O
preconceito contra as mulheres é recorrente nas letras da charanga. Uma
delas, de conteúdo impublicável, por causa das palavras de baixo calão,
ataca mulheres negras e gordas e menospreza estudantes das faculdades de
direito pagas, exaltando uma suposta superioridade dos alunos da UFMG. A
reportagem tentou contato com integrantes da charanga, mas nenhum deles quis
falar. Um integrante do Centro Acadêmico Afonso Pena (CAAP), que representa
os alunos do direito da UFMG, e que não quis se identificar, confirmou a
execução de músicas consideradas preconceituosas e disse que todos na
faculdade conhecem as letras da charanga. Ano passado, essa e outras letras
da banda foram alvo de  nota de repúdio do Centro Acadêmico da Psicologia,
que denunciou o teor preconceituoso e até agressivo das músicas. "Essa sua
burrice não vai da pra exorcizar, paga, PUC, PUC, paga", diz uma música,
enquanto outra ataca moralmente as mulheres: "cadela da Milton campos, late,
late, late que eu to passando". Integrante do Gudds, Thiago Coacci,
mestrando em ciência política da UFMG, disse que trotes preconceituosos,
racistas e homofóbicos são frequentes e que a reitoria já foi alertada pelo
grupo. "O que a gente quer não é uma punição pontual. O problema é mais
grave, queremos que a UFMG adote uma política  ampla de combate ao
preconceito", defende Thiago.  Intolerância "Eu sou um cara estranho com uma
arma, eu gosto de atirar em pessoas e matar é divertido". Esta frase,
escrita em inglês, foi postada no Twitter por estudante que participou do
trote na Faculdade de Direito da UFMG, apontado como fundador de um grupo de
ultradireita. Também foram divulgadas outros posts do universitário, que
revelam um perfil com tendências totalitárias e de intolerância contra
minorias. Integrante do CAAP confirmou que o aluno é conhecido por suas
posições radicais.Em uma das denúncias publicadas no Facebook, o
universitário aparece em uma rede social como integrante do Movimento Pátria
Nossa, definido por ele como "um movimento nacionalista para brasileiros que
amam o Brasil e defendem a tradição, a família, a pátria e os bons
costumes". O grupo é ligado à organização italiana de extrema direita
Tuttadestra. Até anteontem, o estudante e o Pátria Nossa tinham páginas no
Facebook, removidas depois que as denúncias de prática de racismo e de
referências ao nazismo no trote de sexta-feira foram publicadas.Em outro
post, o jovem volta a falar sobre mortes. "A espécie humana é indigna de
vida. Se eu pudesse, escolheria cinco pessoas e deixaria o resto morrer de
fome". Há ainda textos contra homossexuais, feministas e manifestações como
a Marcha das Vadias. Imigrantes também não escaparam de comentários. 


Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
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