RES: [Pactonacional] ENC: SPM mídia: artigo da ministra Eleonora - Mulheres no mundo digital (Artigo)
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Terça Maio 21 11:39:23 BRT 2013
Prezada Mônica,
Assim obtiver as informações sobre essa Conferência respondo sua pergunta.
Att,
Susan Alves
_____
De: Monica Barroso [mailto:monica.barroso em gabgov.ce.gov.br]
Enviada em: terça-feira, 21 de maio de 2013 06:30
Para: pactonacional em listas.planalto.gov.br
Assunto: Re: [Pactonacional] ENC: SPM mídia: artigo da ministra Eleonora -
Mulheres no mundo digital (Artigo)
Isabel,se eu quiser ir pra Conferencia,como faço?
Mônica Barroso
Enviado via iPad
Em 20/05/2013, às 11:12, Susan Sousa Alves <susan.alves em spmulheres.gov.br
<mailto:susan.alves em spmulheres.gov.br> > escreveu:
_____
De: Isabel Clavelin [mailto:isabel.clavelin em spm.gov.br
<mailto:isabel.clavelin em spm.gov.br> ]
Enviada em: segunda-feira, 20 de maio de 2013 08:46
Para: geral em spmulheres.gov.br <mailto:geral em spmulheres.gov.br>
Assunto: SPM mídia: artigo da ministra Eleonora - Mulheres no mundo digital
(Artigo)
Colegas,
Segue artigo da ministra Eleonora, publicado no domingo (19/05) no jornal
Correio Braziliense.
CORREIO BRAZILIENSE - DF | OPINIÃO
SECRETARIA DE MULHERES | OUTROS
Mulheres no mundo digital (Artigo)
ELEONORA MENICUCCIMinistra da Secretaria de Políticas para as Mulheres
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=6377149> WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=6
377149>
Alguns efeitos das tecnologias da informação e da comunicação (TICs) vêm
provocando aumento simultâneo de esperança e de preocupação. Pela sua
característica de recriação radical do mundo contemporâneo, as TICs, de um
lado, são cada vez mais percebidas como fontes de transformações sociais,
econômicas e políticas que sinalizam inequívoca arrancada para o
desenvolvimento - inclusive para as mulheres.
De outro lado, está claro que as oportunidades geradas por essas tecnologias
no mundo do trabalho não têm automaticamente garantida a democratização de
acesso. Por isso, as TICs precisam ser acompanhadas de políticas afirmativas
para segmentos discriminados da população. Como as mulheres.
É nesse contexto que temos duas informações alentadoras. A primeira: a
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, a Pnad/IBGE 2011, aponta que as
mulheres na faixa dos 25 aos 49 anos igualam-se ou superam os homens no uso
da internet. Nas demais faixas etárias dessa Pnad, elas e eles praticamente
se igualam. (A pesquisa abrangeu usuários de internet em desktops e laptops,
excluindo acessos móveis, por tevê e outros.) Como se sabe, a internet é uma
ferramenta-ambiente tida como um dos principais, se não o principal
componente das TICs, por força de sua característica aglutinante, graças à
qual as outras tecnologias a orbitam.
A segunda informação nos reporta que as brasileiras, além de serem maioria
nos cursos superiores presenciais no país, com 55,23% (Mec/Inep 2011), o são
com margem ainda maior na graduação a distância, o e-learning: representam
66,77% do total, ante 33,23% dos homens.
A se notar que o e-learning atesta a disposição intelectual de quem nele se
aplica: a mediação tecnológica exige da (ou do) estudante que efetivamente
converta informação em conhecimento. Já se sabe que essa interação
tecnologicamente mediada demanda um empenho de elaboração para além do
esforço dos cursos presenciais. Ou seja, a estudante a distância, talvez
mais do que outros, abandona de vez a passividade do presencial clássico
para se converter definitivamente em agente de criação de conhecimento.
Esse cenário de possibilidades de avanço para as mulheres reforça-se com a
postulação de Paul Pierre Levy: "A maior parte dos programas computacionais
desempenha um papel de tecnologia intelectual, ou seja, eles reorganizam, de
uma forma ou de outra, a visão de mundo de seus usuários e modifica seus
reflexos mentais".
Ver como esse contexto se aplica no mundo do trabalho, com suas enormes
disparidades de acesso ou de mobilidade quando se trata das mulheres, é o
que suscita esperanças e interrogações. Sabe-se que as mulheres têm sua
inserção ou ascensão no mercado de trabalho dificultada pela dupla jornada,
que inclui desde a responsabilidade pelas tarefas domésticas desigualmente
repartidas, até o cuidado com as pessoas da família.
É aqui que as mulheres empreendedoras das pequenas e médias empresas -
importantíssimas para a economia dos países em geral - podem apostar no uso
das TICs. Desde que, como dito, essas se façam acompanhar de algumas
condicionantes.
As dificuldades de locomoção, a superposição de compromissos causada pela
obrigação de buscar filhos na escola e outras agendas familiares, a escassez
de recursos, tudo isso pode ser atenuado pelas TICs. Essas proporcionam a
criação de pequenos negócios virtuais, a sua viabilização logística por meio
da facilidade da busca on-line de fornecedores e de clientes, a obtenção de
informações e cursos rápidos de negócios e até mesmo sua propaganda básica
via o boca a boca da viralização nas redes sociais.
Uma loja on-line, pela simplicidade e baixo custo que hoje representa a sua
montagem, economiza enormemente em recursos que seriam gastos em aluguel,
pessoal e outros itens de custeio.
Entretanto, tudo isso somente estará ao alcance da mulher que houver obtido
a informação primal, aquela que a despertará do acanhado universo doméstico
em direção à sua transformação - para o que são fundamentais a educação e a
qualificação profissional. É por isso que o governo brasileiro reforça tanto
os cursos profissionalizantes do Pronatec. Em outra esfera, programas como o
Ciência Sem Fronteiras estimulam universitárias à pós-graduação, numa ação
exitosa do governo federal.
É esse composto de possibilidades e interrogações que o governo brasileiro,
por meio da Secretaria de Políticas para as mulheres (SPM), discutirá na XII
Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e do Caribe, em
outubro, em Santo Domingo. A discussão é particularmente valiosa para o
Brasil e para a SPM, porque temos boas notícias a apresentar -, mas elas são
apenas o início do muito que queremos fazer.
Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM
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