[Pactonacional] Enc: Clipping 29/07/14: Cristo iluminado de azul contra o trfico de pessoas no mundo
Susan Sousa Alves
susan.alves em spm.gov.br
Quarta Julho 30 12:14:28 BRT 2014
-----Mensagem original-----
Assunto: Clipping 29/07/14: Cristo é iluminado de azul contra o tráfico de pessoas no mundo
Remetente: "Cilene Alves Menezes de Freitas Pinheiro" <cilene.pinheiro em spm.gov.br>
Para: geral em spm.gov.br
Data: 29/07/2014 10:22:06
SPM
ESTADÃO - ON LINE |
Cristo é iluminado de azul
contra o tráfico de pessoas no mundo
Veja a matéria no site de origem
RIO - O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, participou na noite
desta segunda-feira, 28, do lançamento da campanha "Coração Azul" no
monumento do Cristo Redentor, no morro do Corcovado, na zona sul do Rio. A
campanha é uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para divulgar
o combate ao tráfico de pessoas no mundo. O Cristo foi iluminado de azul e
ficará assim, de noite, até quarta-feira, quando se comemora o Dia Mundial
contra o Tráfico de Pessoas.
Nesta segunda-feira também foi lançado pelo Ministério da Justiça o
Relatório Nacional de Dados de Tráfico de Pessoas, com estatísticas referentes
ao ano de 2012 colhidas em sete órgãos do governo federal. A Polícia Rodoviária Federal
identificou 547 vítimas de tráfico de pessoas, a Secretaria de Direitos Humanos
contabilizou 141 casos, a Secretaria de Políticas para mulheres relatou
58 vítimas e o Ministério do Desenvolvimento Social registrou 292 vítimas.
A maioria das vítimas é mulher e negra com até 29 anos de
idade. Como a metodologia ainda não foi unificada, o mesmo caso pode ter sido
registrado em vários órgãos.
UOL |
Cristo fica azul em campanha
contra o tráfico de pessoas
Veja a matéria no site de origem
Rio - O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, participou na noite
desta segunda-feira (28) do lançamento da campanha Coração Azul no monumento do
Cristo Redentor, no morro do Corcovado, na zona sul do Rio. A campanha é uma
iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para divulgar o combate ao
tráfico de pessoas no mundo. O Cristo foi iluminado de azul e ficará assim, de
noite, até quarta-feira, 30, quando se comemora o Dia Mundial contra o Tráfico
de Pessoas.
Nesta segunda-feira também foi lançado pelo Ministério da Justiça o
Relatório Nacional de Dados de Tráfico de Pessoas, com estatísticas referentes
ao ano de 2012 colhidas em sete órgãos do governo federal.
A Polícia Rodoviária Federal
identificou 547 vítimas de tráfico de pessoas, a Secretaria de Direitos Humanos
contabilizou 141 casos, a Secretaria de Políticas para mulheres relatou
58 vítimas e o Ministério do Desenvolvimento Social registrou 292 vítimas. A maioria das
vítimas é mulher e negra com até 29 anos de idade. Como a
metodologia ainda não foi unificada, o mesmo caso pode ter sido registrado em
vários órgãos.
Há dois aspectos importantes: primeiro, divulgar a necessidade de que os
casos de tráfico sejam denunciados. Não basta só a polícia investigar, é
preciso que a sociedade denuncie, quando houver qualquer suspeita. Outro
aspecto é que o número de crianças e adolescentes vítimas desse tipo de crime
está caindo: eram 60% dos casos em 2010, agora são cerca de 40%. Claro que
ainda há muito a fazer, mas os passos estão sendo dados , disse Cardozo.
MSN BRASIL |
EBC lança Programa
Pró-Equidade de Gênero e Raça no Rio
Veja a matéria no site de origem
A diretora de Programas da Secretaria de Ações Afirmativas da Secretaria
de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Mônica Oliveira, lançou
hoje (28), no Rio de Janeiro, o programa Pró-Equidade de Gênero e
Raça da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Na ocasião, ela disse que o
problema não é que sejamos diferentes, o problema é quando as diferenças se
convertem em desigualdades. "É contra isso que estamos batalhando. Não é
para todos sermos iguais, com coisas completamente homogenizadas. Não é isso. É
que as diferenças sejam entendidas como valores", explicou.
Na avaliação da ex-ministra da Secretaria de Políticas para as mulheres da
Presidência da República, e representante da Fundação Ford no Brasil, Nilcéa
Freire, é impossível pensar em desigualdade de gênero, sem pensar em
desigualdade racial. Ela lembrou que no início do Programa Pró-Equidade
de Gênero e Raça, que já atingiu a quinta edição, somente as empresas
públicas participaram, mas hoje companhias privadas também aderiram e
desenvolvem ações entre os seus empregados. A ex-ministra disse que o próximo
passo é aprovar, no Congresso, um projeto de lei, ora em discussão pelos
parlamentares, para garantir os mesmos espaços para homens e mulheres nas
empresas do país.
"Uma das questões era a criação das comissões de gênero e raça das
empresas. Ela anão teriam um papel meramente aconselhador, mas de fiscalização
se os princípios que definem a igualdade entre homens e mulheres no
âmbito do trabalho estavam efetivamente executados e atingidos", explicou.
A proposta prevê ainda que ao ser transformado em lei, as empresas que
não cumprirem as premissas podem ser excluídas do cadastro de compras públicas.
"O que é um enorme prejuízo para as empresas. E a gente sabe que o povo se
mexe quando dói no bolso", disse, acrescentando que acredita na aprovação
do projeto de lei no ano que vem.
Para Mônica Oliveira, a questão de gênero e as ações pró-mulheres ,
no Brasil, estão melhor absorvidas do que a questão racial e, portanto, é
preciso ter uma atenção diferenciada. A diretora destacou que a EBC dará um
passo importante neste sentido quando começar a exibir a novela Windeck - O
Preço da Ambição, gravada em Angola e Portugal, dentro de um acordo entre a EBC
e a Seppir. Ela lembrou que a produção com cerca de 90% dos profissionais
negros, concorreu em 2013 com novelas brasileiras ao prêmio Emmy Internacional
de Melhor Telenovela. De acordo com a superintendente Regional Sudeste da EBC,
Joice Pacheco, a novela vai entrar no ar até o final do ano.
A diretora de Jornalismo da EBC, Nereide Beirão, disse que a empresa
atualmente já tem preocupação com a discussão do tema de discriminação e
preconceito em todas as áreas, mas é importante que todos os profissionais
entendam que isso é uma política da empresa. "Essa determinação já existe
no Manual de Jornalismo. A gente sente tanto na Agência Brasil e na TV Brasil,
como nas rádios. Mas o fato de a EBC ter aderido ao programa reforça isso para
todos os funcionários. Na pauta, no dia a dia do trabalho, no respeito na
relação de trabalho e na vivência. Acho que é fundamental", analisou.
A coordenadora-geral de
Autonomia Econômica das mulheres, da Secretaria de Política para as
mulheres (SPM), Simone Schäffer, disse que na primeira
edição havia 15 empresas participantes, todas públicas, e nesta versão do
programa são 83, entre públicas e privadas. Ela destacou que algumas das
integrantes desde o começo da iniciativa resolveram continuar, participando e
se aprimorando. Entre os resultados positivos, ela deu como exemplo o aumento
da participação das mulheres em cargos de direção, o
crescimento de campanhas de enfrentamento da violência, a licença maternidade
ampliada e adaptações necessárias para a convivência dos empregados. "Nós
temos empresas que antes, quase que exclusivamente, eram de homens, e fizeram
adaptação no vestuário e equipamentos de proteção. Nos seus ambientes, onde
antes não tinha vestuário feminino, hoje têm banheiros masculinos e femininos.
Houve discussão e tudo teve que ser implementado. Nas empresas que participam
já existe uma mudança nesta cultura", comentou.
Simone Schäffer revelou que
até agora, a EBC é a única empresa de comunicação a aderir ao programa. Por isso, é uma
satisfação grande para a secretaria, porque a mídia tem papel importante na
formação da opinião. Segundo Norma Lambertucci, coordenadora do Comitê Nacional
do Programa na EBC, a adesão foi em março e a empresa terá 24 meses para
executar o plano de ação. Já foram eleitos os cinco comitês regionais [Rio,
Brasília, São Paulo, Maranhão e Tabatinga] e levantadas as metas de trabalho.
Em setembro haverá uma auditoria da Secretaria de Políticas para as mulheres,
e se 70% das metas do plano de ação forem cumpridas no ano que vem, a empresa
ganhará um selo de certificação. "Ao assinar a adesão ao programa nos
comprometemos a fazer as ações, então temos que seguir. É um trabalho
coletivo", explicou.
A coordenadora do Comitê do Rio, Priscila do Espírito Santo, disse que a
implementação do programa é um grande desafio para a empresa, e estão presentes
nas discussões representantes de diversos setores. A gente está aberto a
participações , contou.
A representante da Comissão dos Empregados da EBC no Rio de Janeiro,
Carolina Barreto, lembrou que a adesão da empresa ao programa era uma
reivindicação antiga dos empregados. O programa já está mudando a gestão na
empresa, que foi a ampliação da licença-parternidade de cinco para sete dias ,
destacou, completando que na própria comissão a presença de mulheres aumentou
de uma para sete.
AGÊNCIA BRASIL |
EBC lança Programa
Pró-Equidade de Gênero e Raça no Rio
Veja a matéria no site de origem
A diretora de Programas da Secretaria de Ações Afirmativas da Secretaria
de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Mônica Oliveira, lançou
hoje (28), no Rio de Janeiro, o programa Pró-Equidade de Gênero e
Raça da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Na ocasião, ela disse que o
problema não é que sejamos diferentes, o problema é quando as diferenças se
convertem em desigualdades. "É contra isso que estamos batalhando. Não é
para todos sermos iguais, com coisas completamente homogenizadas. Não é isso. É
que as diferenças sejam entendidas como valores", explicou.
Na avaliação da ex-ministra da Secretaria de Políticas para as mulheres da
Presidência da República, e representante da Fundação Ford no Brasil, Nilcéa
Freire, é impossível pensar em desigualdade de gênero, sem pensar em
desigualdade racial. Ela lembrou que no início do Programa Pró-Equidade
de Gênero e Raça, que já atingiu a quinta edição, somente as empresas
públicas participaram, mas hoje companhias privadas também aderiram e
desenvolvem ações entre os seus empregados. A ex-ministra disse que o próximo
passo é aprovar, no Congresso, um projeto de lei, ora em discussão pelos
parlamentares, para garantir os mesmos espaços para homens e mulheres nas
empresas do país.
"Uma das questões era a criação das comissões de gênero e raça das
empresas. Ela anão teriam um papel meramente aconselhador, mas de fiscalização
se os princípios que definem a igualdade entre homens e mulheres no
âmbito do trabalho estavam efetivamente executados e atingidos", explicou.
A proposta prevê ainda que ao ser transformado em lei, as empresas que
não cumprirem as premissas podem ser excluídas do cadastro de compras públicas.
"O que é um enorme prejuízo para as empresas. E a gente sabe que o povo se
mexe quando dói no bolso", disse, acrescentando que acredita na aprovação
do projeto de lei no ano que vem.
Para Mônica Oliveira, a questão de gênero e as ações pró-mulheres ,
no Brasil, estão melhor absorvidas do que a questão racial e, portanto, é
preciso ter uma atenção diferenciada. A diretora destacou que a EBC dará um
passo importante neste sentido quando começar a exibir a novela Windeck - O
Preço da Ambição, gravada em Angola e Portugal, dentro de um acordo entre a EBC
e a Seppir. Ela lembrou que a produção com cerca de 90% dos profissionais
negros, concorreu em 2013 com novelas brasileiras ao prêmio Emmy Internacional
de Melhor Telenovela. De acordo com a superintendente Regional Sudeste da EBC,
Joice Pacheco, a novela vai entrar no ar até o final do ano.
A diretora de Jornalismo da EBC, Nereide Beirão, disse que a empresa
atualmente já tem preocupação com a discussão do tema de discriminação e
preconceito em todas as áreas, mas é importante que todos os profissionais
entendam que isso é uma política da empresa. "Essa determinação já existe
no Manual de Jornalismo. A gente sente tanto na Agência Brasil e na TV Brasil,
como nas rádios. Mas o fato de a EBC ter aderido ao programa reforça isso para
todos os funcionários. Na pauta, no dia a dia do trabalho, no respeito na relação
de trabalho e na vivência. Acho que é fundamental", analisou.
A coordenadora-geral de
Autonomia Econômica das mulheres, da Secretaria de Política para as
mulheres (SPM), Simone Schäffer, disse que na primeira
edição havia 15 empresas participantes, todas públicas, e nesta versão do
programa são 83, entre públicas e privadas. Ela destacou que algumas das
integrantes desde o começo da iniciativa resolveram continuar, participando e
se aprimorando. Entre os resultados positivos, ela deu como exemplo o aumento
da participação das mulheres em cargos de direção, o
crescimento de campanhas de enfrentamento da violência, a licença maternidade
ampliada e adaptações necessárias para a convivência dos empregados. "Nós
temos empresas que antes, quase que exclusivamente, eram de homens, e fizeram
adaptação no vestuário e equipamentos de proteção. Nos seus ambientes, onde
antes não tinha vestuário feminino, hoje têm banheiros masculinos e femininos.
Houve discussão e tudo teve que ser implementado. Nas empresas que participam
já existe uma mudança nesta cultura", comentou.
Simone Schäffer revelou que
até agora, a EBC é a única empresa de comunicação a aderir ao programa. Por isso, é uma
satisfação grande para a secretaria, porque a mídia tem papel importante na
formação da opinião. Segundo Norma Lambertucci, coordenadora do Comitê Nacional
do Programa na EBC, a adesão foi em março e a empresa terá 24 meses para
executar o plano de ação. Já foram eleitos os cinco comitês regionais [Rio,
Brasília, São Paulo, Maranhão e Tabatinga] e levantadas as metas de trabalho.
Em setembro haverá uma auditoria da Secretaria de Políticas para as mulheres,
e se 70% das metas do plano de ação forem cumpridas no ano que vem, a empresa
ganhará um selo de certificação. "Ao assinar a adesão ao programa nos
comprometemos a fazer as ações, então temos que seguir. É um trabalho
coletivo", explicou.
A coordenadora do Comitê do Rio, Priscila do Espírito Santo, disse que a
implementação do programa é um grande desafio para a empresa, e estão presentes
nas discussões representantes de diversos setores. A gente está aberto a
participações , contou.
A representante da Comissão dos Empregados da EBC no Rio de Janeiro,
Carolina Barreto, lembrou que a adesão da empresa ao programa era uma
reivindicação antiga dos empregados. O programa já está mudando a gestão na
empresa, que foi a ampliação da licença-parternidade de cinco para sete dias ,
destacou, completando que na própria comissão a presença de mulheres aumentou
de uma para sete.
RADIO MEC AM | NOTÍCIAS
O Programa Pró-Equidade de
Gênero E raça
Ouça
o áudio da matéria
O Programa Pró-Equidade de
Gênero é uma iniciativa do Governo Federal, implementado pela Secretaria
Especial de Políticas para as mulheres da Presidência da
República (SPM/PR) que visa alcançar a equidade de gênero no mundo do
trabalho através da adoção de novas concepções na gestão de pessoas e na
organização das empresas.
VIOLÊNCIA CONTRA A
MULHER
RECORD | JORNAL DA
RECORD
Série de crimes contra a
mulher em Goiânia
Goiânia vive uma série de crimes ainda
sem resposta e todos contra mulheres. Só neste final de semana,
três mulheres foram mortas por criminosos em motos.
EXTRA DE ALAGOAS - AL |
Seminário irá debater a Lei
Maria da Penha
Veja a matéria no site de origem
O poder judiciário de Alagoas em
conjunto com a Secretaria da mulher, Cidadania e Direitos
Humanos (SEMCDH), o Ministério Público Estadual de Alagoas (MP-AL) e a
Defensoria Pública realiza o 1° Seminário de Enfrentamento à violência
de gênero. O evento contará com mesas redondas e s objetivo é refletir
sobre a Lei Maria da Penha. Acontece entre os dias 7 e 8 na Escola
de Magistratura de Alagoas (Esmal). O seminário ocorre em referência ao oitavo
aniversário da Lei N° 11.340, conhecida como Maria da Penha e que entrou em
vigor no dia 7 de agosto de 2006. O seu público é direcionado preferencialmente
para operadores de Direito, entidades em defesa dos diretos das mulheres e
aos profissionais que atuam no enfrentamento à violência doméstica em
Alagoas.
HOJE EM DIA - ON LINE -
MG |
Idosa encontrada morta dentro
de casa pode ter sido assassinada
Veja a matéria no site de origem
Uma mulher de 66 anos foi encontrada morta dentro
de casa na madrugada desta terça-feira (29), no bairro Icaivera, em Contagem,
na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Militar, as
circunstâncias da morte não foram esclarecidas, mas há a possibilidade de ela
ter sido vítima de homicídio, pois espumava pela boca, o que pode
indicar várias causas.
O marido da vítima relatou que chegou em casa por volta
de 19h e pediu a esposa, Judite Pires Gonçalves, 66, para abrir o portão.
Quando ela descia a escada, teria sofrido um mau súbito e faleceu.
No entanto, vizinhos relataram à PM que o homem chegou em casa mais
tarde e ele não soube explicar a diferença. O marido apresentava
um machucado no punho esquerdo, mas relatou que se feriu ao cair na rua. Ele
ainda tinha feito uso de bebidas alcoólicas. O homem prestou depoimento e foi
liberado. A ocorrência foi encerrada na Delegacia de Homicídios de Contagem e a
unidade ficará responsável por investigar o caso.
TERRA |
Familiares aguardam fim da
revista íntima em prisões de SP
Veja a matéria no site de origem
Projeto está nas mãos de Alckmin;
entidades de direitos humanos, OAB e Sindicato dos Agentes Penitenciários são a
favor da proposta
Depois de dez anos visitando o marido preso todos os
meses, a recepcionista V., 36 anos, tem esperança de que o governador Geraldo
Alckmin (PSDB) sancione o projeto que acaba com a revista íntima nas unidades
prisionais do Estado de São Paulo. "Sei que existem normas a seguir, mas
dá para fazer isso sem deixar de respeitar o visitante", diz sobre o que
ficou conhecido como revista vexatória.
"Você tem que tirar toda a roupa e agachar três vezes de frente,
três vezes de costas. Um dia a funcionária me fez agachar quase 15 vezes. Ela
disse que não estava conseguindo me ver. E falava: 'faz força, abre essa perna
direito'", conta a vendedora Priscila Oliveira, 27 anos, que durante dois
anos visitou o irmão preso todos os finais de semana. "Sem contar quando
pedem para você abrir seus órgãos genitais. Tem lugar que tem até espelho. É
tudo para humilhar, para constranger", afirma Priscila.
A revista íntima é o meio que o Estado encontrou para coibir a entrada
de armas, drogas e celulares nas prisões. As estatísticas, contudo, mostram que
a maior parte dos itens proibidos apreendidos não entra com as visitas. Segundo
dados da Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo (SAP), em 2013,
foram encontrados 10.371 celulares nas prisões, dos quais 394 (3,7%) foram
levados por visitantes. Quanto às drogas, do total de 3.485 apreensões, 396
eram de visitas (10,2%). Sobre armas de fogo, "não há ocorrências de
apreensões de armas nas unidades prisionais da SAP há vários anos", diz a
pasta.
DIÁRIO DA MANHÃ - GO |
CIDADES
Delegacias especializadas
serão inauguradas, hoje, em Luziânia
Veja a matéria no site de origem
Quinta maior cidade do Estado de Goiás, Luziânia, terá inaugurado hoje,
às 10h, na Avenida Neylor Rolim, no Parque JK, a sede dos grupos de delegacias
especializadas. Além disso, será inaugurada a nova sede da Delegacia da mulher.
As instalações funcionarão em dois prédios, sendo que, em um dos
prédios, funcionará o Grupo de Repressão a Narcóticos (Genarc), Grupo de
Investigação de Homicídios (GIH), a Delegacia de Apuração de Atos Infracionais
(Depai) e a seção de Cadastro da 5ª Delegacia Regional de Polícia e no outro a
Delegacia da mulher. Informou o delegado regional da 5ª Delegacia
Regional de Polícia (DRP), Rodrigo Mendes de Araújo.
POLÍTICA
CORREIO POPULAR - SP |
OPINIÃO
Política ainda faz exclusão de
mulheres (Editorial)
As desigualdades medidas na sociedade são motivação para que sempre se
repense o papel de cada indivíduo, seus direitos e obrigações, de forma a se
articular a convivência com a maior harmonia possível. Uma comunidade se
mostrará mais evoluída e civilizada quanto menores forem as diferenças e mais
os direitos forem respeitados.
A pobreza é sempre uma evidência do desequilíbrio social, uma chaga a
ser combatida através de sistema de distribuição de renda, igualdade de
oportunidades e trabalho, oferecimento de serviços e garantias essenciais a
todos.
O Brasil é um país que esteve sempre mergulhado nas diferenças sociais,
fruto de um pacto que sempre privilegiou as elites econômicas e coronelistas -
não as novas "elites" concebidas pelo atual governo federal -
perpetuando um sistema de exploração do povo através do apadrinhamento, do jugo
de um falso paternalismo, que oprimiu as classes menos favorecidas por séculos
até que se instituísse a desigualdade de hoje.
Em meio a tantas carências e injustiças, a situação da mulher na
sociedade brasileira é preocupante. Poucos foram os avanços significativos,
haja vista a lei que as protege da violência doméstica ser tão
recente. É verificável também o preconceito no ambiente de trabalho, a divisão
de tarefas domésticas e responsabilidades, em flagrante desrespeito a uma
igualdade sempre perseguida.
Um dos parâmetros que mostra a desigualdade é a participação pífia das mulheres na
políticanacional. Segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano de 2014,
divulgado na semana passada pelo Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento (Pnud), apenas 9,6% dos assentos no Congresso Nacional são
ocupados por parlamentares femininas (Correio Popular, 27/7, B4), em contraste
mesmo quando comparado com os demais países latino-americanos.
SAÚDE
JORNAL O HOJE - GO |
ESSÊNCIA
Prevenção contra o HPV pode
diminuir câncer do útero
Veja a matéria no site de origem
A contaminação não apresenta sinais ou sintomas e ocorre,
principalmente, pela relação sexual
"Os HPVs podem ser de baixo e de alto risco de desenvolver
câncer", diz Ana Cristina (Selma Cândida)
Na maioria das pessoas, a infecção pelo papilomavírus humano (HPV)
desaparece sem tratamento e não apresenta sintomas. Mas, infelizmente, para uma
parte delas o HPV ainda é o principal responsável por um quantitativo
significativo dos casos de câncer genital, em especial o do colo do útero, que
mata milhares de mulheres todos os anos. Nos homens,
desenvolve o câncer peniano com a mesma agressividade. A ginecologista e
obstetra Ana Cristina de Castro Cavalcante, consultora do Ministério da Saúde,
alerta para a importância do uso do preservativo e a imunização pela vacina,
duas formas de diminuir os casos de contaminação.
Em Goiás, segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, 137.068 doses
da vacina contra o HPV dos tipos 6, 11, 16 e 18 foram aplicadas em meninas com
idade entre 11 e 13 anos em março. A segunda dose da vacina será aplicada
durante todo o mês de setembro e estará disponível nos postos de saúde e nas
escolas da rede pública e privada. Uma terceira dose está programada para março
de 2019. Os tipos 6 e 11 provocam as verrugas genitais em homens e mulheres,
enquanto os tipos 16 e 18 respondem pela maioria dos casos de câncer de colo de
útero. A maioria dos outros subtipos está associada a lesões benignas.
DIVERSIDADE
SUL 21 - RS |
Projeto vai preparar
jornalistas para falar de gênero e raça/etnia
Veja a matéria no site de origem
Ana Ávila
Um projeto com o objetivo de ampliar e qualificar o acesso das mulheres nos
meios de comunicação deu um passo importante na sexta-feira (25/7). Liderado
pela Secretaria de Política Para as mulheres(SPM/RS), foi
assinado no Centro Administrativo Fernando Ferrari o termo de cooperação do
projeto Gênero e Raça/Etnia na Mídia: promovendo a autonomia e enfrentando a
violência, por uma comunicação pública e plural.
"Estamos trabalhando nesta questão da mudança cultural para que as mulheres,
especialmente as negras, não sejam mais objeto, um elemento lucrativo de
comércio, de exploração midiática e erotização violenta", afirma Ariane
Leitão, secretária estadual de Políticas para as mulheres.
A meta inicial do projeto é preparar jornalistas, estudantes de
comunicação e comunicadores para melhor abordarem temas como gênero,
raça/etnia, autonomia das mulheres, enfrentamento daViolência
Contra a mulher e comunicação pública como um espaço da
diversidade e promoção da igualdade racial. Para tanto, será ministrado um
curso de 30 horas/aula em diferentes regiões do Estado.
--
Cilene de Freitas
Assessora de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as
Mulheres
Presidência da República
Setor de Clubes Esportivos Sul –
Trecho 02 – Lt. 22
Ed. Tancredo Neves – 1º andar
Tel: (61) 3313-7406/ 7061
www.spm.gov.br
cilene.pinheiro em spm.gov.br
--
-------------- Prxima Parte ----------
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Mais detalhes sobre a lista de discusso Pactonacional