<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 3.2//EN">
<HTML>
<HEAD>
<META HTTP-EQUIV="Content-Type" CONTENT="text/html; charset=iso-8859-1">
<META NAME="Generator" CONTENT="MS Exchange Server version 5.5.2658.2">
<TITLE>ENC: + SPM mídia: citação SPM</TITLE>
</HEAD>
<BODY>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#800080" FACE="Bookman Old Style">Para conhecimento.</FONT><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">_____________________________________________<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">De:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> Isabel Clavelin<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Enviada em:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> quarta-feira, 15 de agosto de 2012 09:02<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Para:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> SPMULHERES - GERAL<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Assunto:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> + SPM mídia: citação SPM</FONT><B></B></P>
<BR>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Colegas,</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">seguem matérias e artigo que citam a SPM. Em destaque: artigo da deputada federal Ângela Portelan (PT-RR), publicado no Jornal de Brasília, e entrevista do deputado federal Marçal Filho (PMDB-MS), os quais repercutem os dados do Ligue 180. Mais abaixo há artigo de Marcos da Costa, presidente em exercício da OAB-SP, sobre mulheres no Judiciário também com menção à SPM. </FONT></P>
<BR>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">JORNAL DE BRASILIA - DF | OPINIÃO</FONT><B></B> </P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">LEI MARIA DA PENHA | OUTROS | LIGUE 180 </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Maria da Penha, seis anos (Artigo)</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Formato A4:</FONT><B></B><U></U><U> <FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">PDF <</FONT></U><B></B><A HREF="http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_noticia=3834490"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_noticia=3834490</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">></FONT></U><B></B><FONT FACE="Times New Roman"></FONT><B></B><U></U><U> <FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">WEB <</FONT></U><B></B><A HREF="http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3834490"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3834490</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">></FONT></U><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">Veja a matéria no site de origem <</FONT></U><B></B><A HREF="http://www.jornaldebrasilia.com.br/edicaodigital/pages/20120815-jornal/pdf/03.pdf"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">http://www.jornaldebrasilia.com.br/edicaodigital/pages/20120815-jornal/pdf/03.pdf</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">></FONT></U><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Chamada de capa</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Ângela Portela </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Senadora pelo PT de Roraima </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">No início deste mês, a Lei 11.340/06, a chamada</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">Lei Maria da Penha</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS">, marco no combate à violência contra às</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS">, completou seis anos de vigência. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Com significativa visibilidade na sociedade brasileira, esta lei é celebrada como um dos grande avanços no combate à</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">violência doméstica</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> e familiar. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Fruto da incessante luta de</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> organizadas que cobravam do Estado brasileiro um instrumento legal que tornasse crime a violência contra a mulher, esta lei recebe o nome de Maria da Penha, em homenagem à farmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Vítima da</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">violência doméstica</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> cometida por seu marido há 30 anos, Maria da Penha denunciou seu agressor à Organização dos Estados Americanos (OEA) e tornou-se símbolo maior da luta das</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> brasileiras pelo fim da</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">violência doméstica</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS">. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Entre 2004 e 2006, ONGs</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">feministas</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> e representantes do poder público elaboraram uma proposta que foi reformulada e enviada ao Congresso Nacional, onde foi aprovada por unanimidade. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Sancionada pelo ex-presidente Lula, a inovadora lei mudou cenários. Mas, continuamos a computar terríveis estatísticas de</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">violência doméstica</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS">. Dados do Mapa da Violência de 2012 revelam que a cada cinco minutos, uma mulher é agredida em nosso país, fazendo com que o Brasil ocupe o sétimo lugar entre os 87 países que mais matammulheres. Roraima aparece em 13º lugar, com uma taxa de</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">homicídio de mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> da ordem de 5,0 por 100 mil</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> . </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Dados do</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">ligue 180</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS">, a</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">Central de Atendimento à Mulher</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> da Secretaria de Política para as</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS">, mostram que, nestes seis anos da lei, foram registradas quase três milhões de ligações. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Também no balanço no primeiro semestre deste ano, a SPM notificou nada menos que 388.953 ligações feitas ao</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">ligue 180</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS">, perfazendo uma média de 2.150 atendimentos por dia. Neste balanço, Roraima aparece em 24º lugar no ranking de demandas registradas, com 18,82 ligações em um universo de 10 mil</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS">.</FONT><B></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Os dados de ligações e de taxa de homicídios de</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> são preocupantes e mostram quanto ainda estamos distantes de uma sociedade menos preconceituosa e mais justa com as</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS">. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Neste cenário, torna-se imprescindível o fortalecimento das 374</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> (DEAMs), existentes no país. Porém, faz-se urgente, a criação de outras delegacias, inclusive, em Roraima, onde existe apenas uma especializada. Requeri, junto à CPMI do Combate à Violência contra a Mulher do Senado, uma visita de diligência ao Estado, para verificar as condições da rede de serviços de proteção às</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS">. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Fato é que a</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">Lei Maria da Penha</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> chega aos seis anos, se firmando entre os assuntos mais importantes e em pauta na sociedade brasileira. Mas, ainda temos muito o que caminhar.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Brasil: Marçal Filho destaca implantação da Lei Maria da Penha</FONT><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Para ele, a legislação que acaba de completar seis anos, foi a mais importante conquista das mulheres</FONT></P>
<P><FONT FACE="Times New Roman"> O deputado federal Marçal Filho (PMDB), um dos parlamentares que mais trabalham em Brasília na defesa dos direitos das mulheres, seja na área previdenciária, de saúde pública e na trabalhista, disse neste final de semana que a Lei Maria da Penha, que acaba de completar seis anos de vigência, é uma das mais importantes conquistas do público feminino. "O ideal seria que não precisássemos de lei para fazer com que os homens respeitem suas companheiras, mas como no Brasil essa realidade ainda está muito distante, só posso comemorar os resultados obtidos pela Lei Maria da Penha nesses seis anos", argumenta o parlamentar.</FONT></P>
<P><FONT FACE="Times New Roman">Marçal Filho, que participou da semana passada, em Brasília, de atividades que marcaram os seis anos da legislação,</FONT><B></B> <FONT FACE="Times New Roman">destaca que desde que entrou em vigor a Lei Maria da Penha recebeu 2,7 milhões de denúncias através do telefone 180, disponibilizado pelo governo federal através da Secretaria de Políticas para as Mulheres. "É quase inacreditável, mas do total de ligações recebidas pelo telefone 180, exatos 329,5 mil casos, ou seja, 14% do total, foram relatos de violência contra a mulher, o que demonstra que o Brasil ainda é um país machista e preconceituoso", afirma.</FONT><B></B></P>
<P><FONT FACE="Times New Roman">Para o deputado, o mais preocupante é que a sensação é que a violência contra a mulher continua mesmo com o rigor da Lei Maria da Penha.</FONT><B></B> <FONT FACE="Times New Roman">"Somente no primeiro semestre deste ano o telefone 180 recebeu 388,9 mil ligações, sendo que 56,6% delas, ou seja, 47,5 mil casos, foram relatos de violência física", alerta Marçal. A violência psicológica responde por 27,2% das ligações, com 12,9 mil casos, com outras 5,7 mil chamadas relacionadas à violência moral, 915 denúncias de violência sexual e 750 casos de violência patrimonial.</FONT><B></B><FONT FACE="Times New Roman"> </FONT></P>
<P><FONT FACE="Times New Roman">Na visão de Marçal Filho os municípios precisaram se estruturar melhor para tirar a Lei Maria da Penha do papel, inclusive criando mecanismos de atenção às crianças filhos de homens violentos. "A Secretaria de Políticas para as Mulheres revela que em 66% dos casos de violência doméstica os filhos presenciam as agressões contra as mães, ou seja, o poder público precisa atender também essas crianças que acabam sendo tão vítimas quanto suas genitoras", argumenta. </FONT></P>
<P><FONT FACE="Times New Roman">O importante, avalia o deputado, é que as mulheres estão mais corajosas quanto precisam denunciar seus agressores.</FONT><B></B> <FONT FACE="Times New Roman">"No ranking nacional dos Estados que mais acionaram a Lei Maria da Penha, o Distrito Federal aparece com 303,14 ligações para cada grupo de 100 mil mulheres, seguido pelo Espírito Santo com 275,15 denúncias para cada grupo de 100 mil mulheres e pelo Pará com 270,54 chamadas por grupo de 100 mil mulheres", relata o deputado. "O Mato Grosso do Sul aparece em quarto lugar nesse ranking com 264,74 ligações por grupo de 100 mil mulheres", conclui.</FONT><B></B><FONT FACE="Times New Roman"> </FONT></P>
<P><FONT FACE="Times New Roman">Outra medida importante destacada por Marçal Filho é a iniciativa do Instituto Nacional do Seguro Social de acionar os agressores na Justiça para que eles sejam obrigados a ressarcir aos cofres públicos os benefícios, como auxílio-doença, pensão por morte ou por invalidez, pagos a mulheres vítimas de violência doméstica seguradas pelo INSS. "Quando as primeiras condenações começarem a ocorrer, os homens pensarão duas vezes antes de agredir aquela que deveria receber atenção, carinho e conforto", finaliza Marçal Filho.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman"> </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">AGÊNCIA PARÁ NOTÍCIAS - PA | NOTÍCIAS</FONT><B></B> </P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180 </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Hospital orienta sobre casos de violência contra mulheres em Icoaraci</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Formato A4:</FONT><B></B><U></U><U> <FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">PDF <</FONT></U><B></B><A HREF="http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_noticia=3835628"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_noticia=3835628</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">></FONT></U><B></B><FONT FACE="Times New Roman"></FONT><B></B><U></U><U> <FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">WEB <</FONT></U><B></B><A HREF="http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3835628"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3835628</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">></FONT></U><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">Veja a matéria no site de origem <</FONT></U><B></B><A HREF="http://www.agenciapara.com.br/noticia.asp?id_ver=105448"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">http://www.agenciapara.com.br/noticia.asp?id_ver=105448</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">></FONT></U><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Chamada de capa</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Da Redação </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Agência Pará de Notícias </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Desde que a chamada</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">Lei Maria da Penha</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> (Lei n. 11.340/2006) foi criada, o número de denúncias feitas ao telefone da</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">Central de Atendimento à Mulher</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> (</FONT><B><FONT FACE="Arial Unicode MS">ligue 180</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS">) cresceu cerca de 40% no Pará, o segundo Estado com maior número de ocorrências de violência contra a mulher no primeiro semestre do ano - com 515 denúncias para cada 100 mil</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> - segundo dados da</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">Secretaria de Políticas para as mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS">, responsável pelo Disque Denúncia.</FONT><B></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">O levantamento indica ainda que o Pará perde para Brasília (625) e é seguido pela Bahia (512). No ano passado, o Estado esteve entre os três primeiros do ranking, ao lado de Sergipe e novamente da Bahia. Os números da Divisão Especializada de Atendimento à Mulher, localizada em Belém, indicam ainda que, de janeiro a junho deste ano, das 3.668 ocorrências, 1.101 foram queixas de lesões que resultaram em hematomas. Em Belém, seis</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> são agredidas a cada dia e a maioria é de Icoaraci. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Os dados foram apresentados durante o ciclo de palestras "Violência contra a mulher, é só bater?", realizado pelo Hospital Abelardo Santos, no distrito de Icoaraci, Região Metropolitana de Belém. O encontro teve a participação da delegada Alessandra Jorge, titular da Divisão Especializada de Atendimento à Mulher da Polícia Civil do Estado, que falou sobre os aspectos jurídicos em torno da</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">Lei Maria da Penha</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS">, e da assistente social e ouvidora do Hospital, Mary Alves, que esclareceu tópicos sobre a notificação da</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">violência doméstica</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> e familiar nos serviços de saúde. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Segundo a diretora do Hospital Abelardo Santos, Vera Cecim, a realização da palestra foi uma maneira de orientar a comunidade para essa realidade alarmante que acontece em Icoaraci, que registra, em média, dois casos por dia em que a mulher é vítima de algum tipo de violência, desde a física até a psicológica. Cerca de 100 pessoas assistiram ao ciclo de palestras, entre usuários do hospital, lideranças comunitárias, representantes de conselhos tutelares, igrejas e templos. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Para Vera, é preciso que a comunidade dissemine o conteúdo da</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">Lei Maria da Penha</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> pra quem tem medo de denunciar. "Todo dia recebemos</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> com indícios de todo tipo de violência. Algumas vêm machucadas, mas outras surgem depressivas, com a moral devastada. Isso tudo é detectado pela equipe de Serviço Social", relembra a diretora, ao relatar um caso recente de</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">estupro</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> praticado contra uma adolescente especial de 15 anos, moradora de Icoaraci. A vizinhança desconfiou do padastro da menina e procurou a diretora pra obter informações sobre como fazer para que essa monstruosidade chegasse até a polícia. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">"Conseguimos resolver tudo através do (Núcleo Integrado) Pro Paz Mulher e o acusado já responde perante a lei, mas isso me angustia muito, por que vários como esses podem estar acontecendo mais do que se imagina. As</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> devem perder o medo e é inadmissível que exista esse comportamento submisso nos dias de hoje", comenta Vera Cecim. Para a assistente social Mary Alves, os casos de</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> vítimas de</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">violência doméstica</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> que recebem atendimento clínico em unidades municipais de saúde estão aumentando na medida em que os profissionais de saúde estão sendo treinados para detectar hematomas e até indícios psicológicos que a mulher apresenta na ocasião do atendimento. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Para se ter uma ideia, ela apresentou um diagnóstico que aponta o distrito como o local onde mais acontece violência contra a mulher em todo o Estado: só em 2012, de janeiro a 27 de julho foram registrados 59 flagrantes, abertos 49 inquéritos policiais e confeccionados 616 boletins de ocorrência. Quatro</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> foram mortas no distrito de Icoaraci vítimas de violência. "Todos sabemos que essa realidade causa trauma, não só nela, como numa família inteira. E isso se dissemina na comunidade de forma destrutiva. Precisamos reagir e usar o conhecimento da lei para inibir esses agressores", explica Mary Alves. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">"Com a Lei Maria de Penha, os direitos das</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> passaram a ser mais divulgados e a população tem sido sempre orientada, mas as políticas transversais, e aqui eu incluo as da saúde, são essenciais para uma conscientização mais abrangente. Esse enfrentamento deve conter, além do quesito criminal, dados epidemiológicos, que tem múltiplas causas, fatores e consequências", opina a delegada Alessandra Jorge, titular do Dieam, que registra, em média, 600 ocorrências por mês. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Alessandra também esclareceu a diferença entre os fones 180 e 181, ambos utilizados no combate a esse tipo de violência. Segundo ela, ao discar o número 180, as beneficiárias do serviço poderão receber atenção adequada quando em situação de violência, sem nenhuma exposição, pois o sigilo é absoluto e a identificação é opcional. "Trata-se de um canal para que elas sejam informadas sobre cada passo necessário para formalizar a ocorrência policial", explica a delegada. "Já o 181, que é o Disque Denúncia, serve para fazer a denúncia propriamente dita". </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><B><FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> que residem em Icoaraci ou que moram em áreas próximas, podem também consultar os serviços da Ouvidoria do Hospital Abelardo Santos sobre como proceder em caso de agressão dentro de casa ou a título de testemunha ao ajudar uma terceira pessoa que esteja sendo vítima. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Serviço: </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">A Ouvidoria do Hospital Abelardo Santos está disponível pelo telefone: (91) 3204-2844; e-mail:</FONT><B> </B><A HREF="mailto:ouvidoria.hras77@gmail.com"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Arial Unicode MS">ouvidoria.hras77@gmail.com</FONT></U><B></B></A><B></B><FONT FACE="Arial Unicode MS">; endereço: Rodovia Augusto Montenegro, km 13, s/n, Agulha, Icoaraci, Belém. Atendimento presencial na quarta sala do corredor administrativo, no horário de 8 às 17 horas. Caixas de sugestões nos principais espaços de atendimento do hospital.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">BRASIL ECONÔMICO - SP | JUSTIÇA</FONT><B></B> </P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">SECRETARIA DE MULHERES | REFORMA ELEITORAL </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Representatividade feminina na Justiça (Artigo)</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Formato A4:</FONT><B></B><U></U><U> <FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">PDF <</FONT></U><B></B><A HREF="http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_noticia=3834230"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_noticia=3834230</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">></FONT></U><B></B><FONT FACE="Times New Roman"></FONT><B></B><U></U><U> <FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">WEB <</FONT></U><B></B><A HREF="http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3834230"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3834230</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">></FONT></U><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">Veja a matéria no site de origem <</FONT></U><B></B><A HREF="http://www.brasileconomico.ig.com.br/epaper/contents/paper134499672215.pdf"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">http://www.brasileconomico.ig.com.br/epaper/contents/paper134499672215.pdf</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">></FONT></U><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">Veja pagina da matéria <</FONT></U><B></B><A HREF="http://www.linearclipping.com.br/Capa/20128157299.jpg"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">http://www.linearclipping.com.br/Capa/20128157299.jpg</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">></FONT></U><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Chamada de capa</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Marcos Da Costa - É advogado e presidente em exercício da OAB-SP </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">A história das</FONT><B> <FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> no Poder Judiciário é recente. Foi só a partir da década de 60 que as</FONT><B> <FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> conquistaram posições no Judiciário.</FONT><B></B> <FONT FACE="Arial">Dados divulgados pela Secretaria Especial de Política para as</FONT><B> <FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostram que o Brasil é o 107º país em representação feminina no parlamento, atrás de todos os países da América Latina, com exceção do Haiti. As</FONT><B> <FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> representam 19% dos membros do parlamento e não chegam a 20% em cargos de decisão do Judiciário.</FONT><B></B><FONT FACE="Arial"> </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">A primeira mulher a conquistar o cargo de juíza federal foi Maria Rita Soares de Andrade, em 1967, também pioneira ao integrar o Conselho Federal da Ordem dos Advogados, representando o então estado da Guanabara. Atualmente, segundo informativo da</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">Secretaria Especial de Políticas para as mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS">, órgão do governo federal, as</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> representam mais de 40% da base Poder Judiciário.</FONT><B></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> Ainda na década de 60, Esther de Figueiredo Ferraz foi a primeira mulher a integrar a OAB SP, ocupando o Tribunal de Ética e Disciplina. Em 1996, Maria Benevides Dias foi a primeira desembargadora brasileira no Tribunal de Justiça do estado do Rio Grande do Sul. Apesar do avanço feminino no Poder Judiciário, foi só 2006 que as</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> chegaram ao cargo máximo do Judiciário. Ellen Gracie Northfleet foi a primeira mulher eleita para presidir o Supremo Tribunal Federal para o biênio 2006/2007. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Em 2009, a desembargadora Telma Brito foi eleita em segundo turno, para presidir o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), antes presidido por outra mulher, Silvia Zarif, a primeira mulher a ser eleita presidente na Bahia. Telma concorreu com Lícia Carvalho. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">A participação igualitária da mulher na sociedade, ou isonomia de gênero, é garantida pela Constituição de 1988, onde estão inseridos os direitos humanos e a isonomia de gênero vem consagrada na Carta, em vários dispositivos. O Brasil também é signatário das resoluções aprovadas na Quarta Conferência das Nações Unidas sobre as</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS">, que aconteceu na China, em 1995, e previu a igualdade entre os gêneros. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">Também podemos constatar a crescente participação das</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> no Poder Judiciário comparando dados de 1999 e 2004. No primeiro, tínhamos 7,23% de</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> no STF e tribunais superiores enquanto em 2004 os dados mostravam que havia 9,09% de</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> no STF; 12,12% no Superior Tribunal de Justiça e 5,88% no Tribunal Superior do Trabalho. Hoje temos duas</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">ministras</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> no STF, seis no STJ e toda a cúpula do TRT-2 é integrada por desembargadoras. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">No estado de São Paulo, as</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> passaram a integrar a magistratura por meio de concurso público a partir de 1980, depois de muita luta da Comissão da Mulher Advogada da OAB SP. Desde 2006, a inscrição de novas advogadas na Seccional Paulista vem superando a dos homens, a de mostrar que o papel das</FONT><B> <FONT FACE="Arial Unicode MS">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial Unicode MS"> vem crescendo - em relevância e extensão - consolidando novas lideranças femininas, que contribuirão de forma decisiva para escrever um futuro promissor para a classe. </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">------ </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial Unicode MS">A primeira mulher a conquistar o cargo de juíza federal foi Maria Rita Soares de Andrade, em 1967, também pioneira ao integrar o Conselho Federal da Ordem dos Advogados</FONT></P>
<BR>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Isabel Clavelin</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Chefe de Imprensa</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Assessoria de Comunicação Social</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Secretaria de Políticas para as Mulheres</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Presidência da República</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">61 3411 4228 / 9659 7975</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><B></B><A HREF="mailto:isabel.clavelin@spmulheres.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">isabel.clavelin@spmulheres.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial"> <</FONT></U><B></B><A HREF="mailto:isabel.clavelin@spmulheres.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">mailto:isabel.clavelin@spmulheres.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">></FONT></U><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><B></B><A HREF="http://www.spm.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">www.spm.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial"> <</FONT></U><B></B><A HREF="http://www.spm.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">http://www.spm.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">></FONT></U><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">facebook.com/spmulheres</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">twitter.com/spmulheres</FONT></P>
<BR>
<P ALIGN=LEFT><B><FONT FACE="Arial" SIZE=2 COLOR="#000000"> <<...OLE_Obj...>> </FONT></B><B></B></P>
</BODY>
</HTML>