<div class="gmail_quote">
<div>Prezadas Gestoras, </div>
<div><br> </div>
<div>Segue o link para o Dossiê Mulher 2012 (base de dados 2011). Trata-se de uma importante publicação do Instituto de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, pois mostra os crimes praticados contra as mulheres com previsão na Lei Maria da Penha, homicídios e suas características: em que cidade ocorreu, faixa etária da vítima, etc. ALém do link para acessar a publicação na íntegra, envio abaixo uma notícia sobre o Dossiê.</div>

<div> </div>
<div><a href="http://urutau.proderj.rj.gov.br/isp_imagens/Uploads/DossieMulher2012.pdf" target="_blank">http://urutau.proderj.rj.gov.br/isp_imagens/Uploads/DossieMulher2012.pdf</a></div>
<div> </div>
<div>Abraços a todas, <br>Adriana Mota</div>
<div>SUDIM/RJ</div>
<div> </div>
<div>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td height="25">
<div align="center">Dossiê Mulher constata que grande parte dos delitos praticados contra a mulher ainda ocorre no espaço doméstico e no âmbito familiar </div><br></td></tr>
<tr>
<td height="16">
<div align="justify"><span>14/08/2012 10h31</span> </div></td></tr>
<tr>
<td height="16" valign="top" align="justify">Renata Fortes e Mariana Miranda<br><br></td></tr>
<tr>
<td width="100%"> As mulheres fluminenses continuam a ser as maiores vítimas dos crimes de ameaças (66,8%) e lesão corporal dolosa (64,5%), além de estupro (82,6%). E a maior parte desses delitos ocorre no espaço doméstico e no ambiente familiar. Só nos casos de estupro, foram 70,9% nesse ambiente, 11,6% em vias públicas e 17,5% em outros locais. Essas são algumas das conclusões da sétima edição do estudo “Dossiê Mulher”, elaborado pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), que analisa os dados do ano de 2011.<br>
<br>As maiores incidências dos delitos analisados neste dossiê ocorreram na Baixada Fluminense e na Zona Oeste da Capital. Cabe ressaltar, que a área da 36ª DP (Santa Cruz) é a única, da Zona Oeste, que não possui delegacia da mulher. No dossiê, foram selecionados alguns títulos que melhor ilustram os tipos de violência que as mulheres mais são vítimas no contexto familiar ou amoroso. São eles: estupro, lesão corporal dolosa, ameaça, homicídio doloso e tentativa de homicídio. Os números do relatório possibilitam identificar em quais regiões os delitos são mais frequentes, o perfil das vítimas e agressores, permitindo ações estratégicas e implementação de políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher.<br>
<br>O Dossiê Mulher deste ano traz ainda duas novidades: análise por taxas de 10 mil mulheres (de acordo com o censo do IBGE de 2011) e os mapas temáticos que possibilitam localizar as Delegacias Especializadas no Atendimento a Mulher (DEAM), bem como os Juizados da Violência Doméstica e Familiar em funcionamento no Estado. Com os novos mapas, pode-se observar que nos locais onde existem DEAM’s o número de vítimas é mais expressivo, o que permite deduzir que as mulheres passam a registrar mais os casos quando há a presença do atendimento especializado.<br>
<br>Os dados do relatório são referentes aos registros da Polícia Civil durante o ano de 2011, e ainda dados relativos a anos anteriores para análises comparativas (ver séries históricas). <br></td></tr></tbody></table></div>
</div><br>