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<TITLE>ENC: +++SPM mídia: Ligue 180 - reportagem no jornal O Tempo</TITLE>
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<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#800080" FACE="Bookman Old Style">Para conhecimento.</FONT><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">_____________________________________________<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">De:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> Isabel Clavelin<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Enviada em:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> segunda-feira, 27 de agosto de 2012 09:35<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Para:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> SPMULHERES - GERAL<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Assunto:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> +++SPM mídia: Ligue 180 - reportagem no jornal O Tempo</FONT><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Colegas,</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">seguem reportagens sobre o Ligue 180, publicadas no jornal O Tempo, no final de semana. Foram entrevistadas Clarissa Carvalho e Elisamar dos Santos (uma das atendentes da Central). Mais abaixo segue matéria publicada no dia 8/8.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><B><FONT FACE="Arial">Ligações revelam desespero</FONT></B> </P>
<P ALIGN=LEFT><B></B><A HREF="http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=210605,OTE&busca=ligue%20180&pagina=1"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=210605,OTE&busca=ligue%20180&pagina=1</FONT></U><B></B></A><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#666666" FACE="Times New Roman">Coordenadora de serviço diz que vítimas de Araçaí podem estar em dúvida sobre procurar polícia</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><B><FONT COLOR="#990000" SIZE=1 FACE="Times New Roman">Publicado no</FONT><U></U><U> <FONT COLOR="#0000FF" SIZE=1 FACE="Times New Roman">Jornal OTEMPO <</FONT></U></B><A HREF="http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=210605"><B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=1 FACE="Times New Roman">http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=210605</FONT></U></B></A><B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=1 FACE="Times New Roman">></FONT></U><FONT COLOR="#990000" SIZE=1 FACE="Times New Roman"> em 27/08/2012</FONT></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman"> <</FONT><B></B><A HREF="http://www.google.com/buzz/post"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">http://www.google.com/buzz/post</FONT></U><B></B></A><B></B><FONT FACE="Times New Roman">></FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><B><FONT FACE="Arial" SIZE=2 COLOR="#000000"> <<...OLE_Obj...>> </FONT></B><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Times New Roman">Ainda ensanguentada após apanhar do marido, uma mulher pega o telefone.</FONT><B></B> <FONT SIZE=2 FACE="Times New Roman">Antes de chamar uma ambulância ou a polícia, ela pede ajuda a uma das atendentes do Ligue 180, serviço de orientação do governo federal. Outra brasileira, mantida em cárcere privado pelo companheiro, vai até a janela do banheiro e clama por socorro. Uma vizinha, sem saber direito como agir, disca para o mesmo número e recebe informações.</FONT><B></B><BR>
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<B></B><FONT SIZE=2 FACE="Times New Roman">Histórias assim preenchem a rotina na central de atendimento da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), em Brasília. As atendentes, todas do sexo feminino, chegam a ouvir até 200 relatos por dia, de todos os Estados. Embora a maioria dos atendimentos esteja relacionado à violência, o serviço também dá esclarecimentos sobre temas como guarda de filhos e pedidos de pensão alimentícia.</FONT><B></B><BR>
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<FONT SIZE=2 FACE="Times New Roman">Em Minas, Belo Horizonte é a cidade que mais faz ligações - foram 3.186 entre janeiro e junho deste ano, uma média de 25,25 registros para cada grupo de 10 mil mulheres. Na mesma base de comparação, Araçaí, município da região Central que alcançou a maior taxa no Estado, o índice foi de 154,91.<BR>
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</FONT><B></B><FONT SIZE=2 FACE="Times New Roman">"É possível que, das 18 mulheres de Araçaí que ligaram, muitas ainda estejam pensando em procurar a polícia", diz a coordenadora da central de atendimento, Clarissa Carvalho. "O 180 é uma porta de entrada gratuita para informar os casos". Ela ressalta que a subnotificação da violência contra a mulher ainda é grande e que "é enorme o número de pessoas que se calam e não entram nas estatísticas".</FONT><B></B><BR>
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<B></B><FONT SIZE=2 FACE="Times New Roman">Segundo Elisamar Pereira dos Santos, 38, uma das atendentes do Ligue 180, a voz das mulheres que telefonam deixa transparecer o desespero de quem sofre agressões ou ameaças. "Muitas não sabem nem por onde começar. Há casos em que primeiro temos que tentar acalmar a pessoa, para depois passar as informações. Algumas falam até em suicídio", afirma. Na maior parte dos casos, a vítima é a autora do telefonema.</FONT><B></B><BR>
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<FONT SIZE=2 FACE="Times New Roman">A subsecretária de Direitos Humanos de Minas Gerais, Carmen Rocha, reconhece que "denunciar não é fácil", já que pode resultar em represálias, mas é o primeiro passo para se livrar dos maus-tratos. "Quem pode romper esse ciclo é só a mulher".</FONT></P>
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<P ALIGN=LEFT><B><FONT FACE="Arial">Mulher agredida ainda se esconde por medo</FONT></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Enquanto Ligue 180 recebeu 18 telefonemas do município, PM só registrou cinco casos </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><B></B><A HREF="http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=210604,OTE&busca=ligue%20180&pagina=1"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=210604,OTE&busca=ligue%20180&pagina=1</FONT></U><B></B></A><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Araçaí. Não é a violência das ruas que assusta. O que acontece dentro das casas, escondido por cortinas e mascarado por gritos contidos, é que assombra a pequena Araçaí, na região Central de Minas. As maldades cometidas contra mulheres na pacata cidade - onde outros crimes são raros - são responsáveis por incluí-la em uma triste estatística.<BR>
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</FONT><B></B><FONT FACE="Times New Roman">No Estado, o município foi o que registrou a maior taxa de atendimentos na Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180), serviço que orienta vítimas de violência doméstica e familiar. Entre janeiro e junho, foram 18 ligações. Um número alto, para uma cidade onde a população feminina é de 1.162 pessoas.</FONT><B></B><BR>
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<FONT FACE="Times New Roman">Encontrar as vítimas de agressão, no entanto, é difícil. Sabe-se que elas existem, mas o rosto delas continua uma incógnita. O medo e a vergonha da exposição já característicos nessas situações tornam-se ainda maiores em cidades como Araçaí, onde todos os 2.247 habitantes se conhecem. "Tudo aqui vira fofoca", diz uma moradora.<BR>
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O número de mulheres que toma coragem para denunciar o homem é um indicativo da apreensão: neste ano, cinco ocorrências relacionadas à Lei Maria da Penha foram registradas na unidade local da Polícia Militar (PM) - duas agressões, duas lesões corporais e um estupro.<BR>
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</FONT><B></B><FONT FACE="Times New Roman">A não ser que as vítimas tenham procurado também a central mantida pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), do governo federal, os casos ficaram de fora da estatística do 180 - o serviço não encaminha denúncias às autoridades. Como as ligações são anônimas, talvez elas sejam a única opção para quem necessita desabafar.</FONT><B></B><BR>
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<B><FONT FACE="Times New Roman">O TEMPO</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> localizou uma das mulheres que entraram na lista de ocorrências da PM. Ela foi brutalmente agredida dentro de casa pelo ex-marido, no início deste ano. A vítima chegou a relatar à reportagem sua história completa, mas, pressionada pela família e temendo vingança do agressor, voltou atrás e pediu para os detalhes não serem publicados. "Nunca me sinto totalmente tranquila", justificou.<BR>
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</FONT><B><FONT FACE="Times New Roman">Acuadas.</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> Se os casos que chegam à polícia são poucos, mais escassos ainda são os de mulheres que decidem manter a queixa e se amparar na Lei Maria da Penha - que garante, por exemplo, a aplicação de medida protetiva, impedindo o homem de se aproximar da vítima.<BR>
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"É comum a mulher mentir, negar os maus-tratos", afirma o sargento Marconi Chaves, comandante do posto da PM. Em uma das ocorrências, em abril, foi isso que aconteceu. Dependência financeira e vontade de preservar a família, geralmente, estão por trás do medo.</FONT></P>
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<P ALIGN=LEFT><B></B><A HREF="http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=209238,OTE&busca=ligue%20180&pagina=1"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=209238,OTE&busca=ligue%20180&pagina=1</FONT></U><B></B></A><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><B><FONT COLOR="#990000" SIZE=5 FACE="Times New Roman">A cada dia, uma brasileira denuncia cárcere privado</FONT></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#666666" FACE="Times New Roman">Pesquisa mostrou que em 59% dos casos, as agressões ocorrem diariamente</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><B><FONT FACE="Arial" SIZE=2 COLOR="#000000"> <<...OLE_Obj...>> </FONT></B><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#999999" FACE="Times New Roman">LUCIENE CÂMARA</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman"> <</FONT><B></B><A HREF="http://www.google.com/buzz/post"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">http://www.google.com/buzz/post</FONT></U><B></B></A><B></B><FONT FACE="Times New Roman">></FONT></P>
<P ALIGN=RIGHT><FONT COLOR="#999999" SIZE=1 FACE="Times New Roman">FOTO: DOUGLAS MAGNO </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><B><FONT FACE="Arial" SIZE=2 COLOR="#000000"> <<...OLE_Obj...>> </FONT></B><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Atitude. Depois de dois meses sendo ameaçada, estudante denunciou o ex-namorado à polícia</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#FFFF00" SIZE=1 FACE="Times New Roman">DOUGLAS MAGNO </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><B><FONT COLOR="#990000" FACE="Times New Roman">Atitude. Depois de dois meses sendo ameaçada, estudante denunciou o ex-namorado à polícia</FONT></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Times New Roman">Dados divulgados ontem pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), do governo federal, mostram que, por dia, pelo menos uma mulher no Brasil procura o Disque-Denúncia para relatar que está ou foi mantida em cárcere privado. De janeiro a junho deste ano, 211 situações como essa chegaram à Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180). Minas Gerais faz parte desse cenário, ocupando o 14º lugar no ranking dos Estados que mais registram queixas de violência doméstica.<BR>
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Segundo o levantamento da SPM, a cada grupo de 100 mil mulheres de Minas, 280,52 denunciaram que foram vítimas de agressão no primeiro semestre deste ano. No mesmo período do ano passado, o Estado estava em 13º lugar no ranking. Embora tenha caído uma posição, a taxa de denúncias aumentou 19,17% neste ano, em comparação com os primeiros seis meses de 2011, quando a taxa era de 235,39 vítimas para cada grupo de 100 mil mulheres.<BR>
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Belo Horizonte também aparece na 14ª colocação do ranking de capitais, com[/TEXTO_NORMAL] 25,25 denunciantes para cada grupo de 100 mil habitantes. Outros sete municípios mineiros estão entre os 50 do Brasil que mais fizeram denúncias ao Ligue 180 (desconsiderando as capitais) de janeiro a junho passado: Araçaí, na região Central, com taxa de 154,91; Divinésia e Silveirania, ambos na Zona da Mata, com 141,02 e 134,10, respectivamente; Igaratinga, na região Centro-Oeste, com 102,36; Senador José Bento, no Sul de Minas, com 92,70; Presidente Juscelino, na região Central, com 78,45, e São João da Mata, no Sul, com 75,08.</FONT><B></B><BR>
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<B></B><FONT SIZE=2 FACE="Times New Roman">A pesquisa mostra ainda que, em 52,39% das denúncias, é observado o risco de morte da mulher. E um outro número assustador: em mais da metade dos casos (59,57%), as agressões são diárias, sendo que em quase 68% das situações os filhos assistem a tudo.</FONT><B></B><FONT SIZE=2 FACE="Times New Roman"><BR>
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Entre os diversos tipos de agressões denunciadas, a violência física predomina, com 56,65% dos casos,<BR>
seguida da psicológica, com 27,21%, e da moral, com 12,19%. A sexual aparece em 1,92% dos relatos.<BR>
Por último vem o cárcere privado, presente em 0,44% das queixas, o suficiente para render a média de uma denúncia diária. "É um número preocupante considerando a gravidade do delito. Tirar a liberdade de ir e vir de alguém é uma atitude de total violência, prevista na Lei Maria da Penha", afirmou o assessor jurídico do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), Ronner Botelho.<BR>
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Segundo ele, ao denunciar, o agressor é preso em flagrante e pode pegar pena de três meses a três anos, conforme a Lei Maria da Penha. "O cárcere privado, somado a outros crimes como a agressão, complica ainda mais a situação do autor", explicou Botelho. Ele alerta para a importância de os vizinhos e familiares desconfiarem de um sumiço da mulher ou comportamento estranho para, então, denunciarem.<BR>
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</FONT><B></B><FONT SIZE=2 FACE="Times New Roman">O levantamento mostrou que 70% das agressões são praticadas pelos maridos das vítimas. Esse dado sobe para 89,17%, considerando outros vínculos afetivos (ex-marido, namorado e ex-namorado).</FONT><B></B><FONT SIZE=2 FACE="Times New Roman"><BR>
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<P ALIGN=CENTER><B><FONT FACE="Arial" SIZE=2 COLOR="#000000"> <<...OLE_Obj...>> </FONT></B><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><B><FONT COLOR="#990000" SIZE=4 FACE="Times New Roman">Estudante vai à polícia e se livra do ex</FONT></B></P>
<P ALIGN=LEFT><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Times New Roman">Além <</FONT></U><B></B><A HREF="mailto:DC@1,2,350,0,0.4,0,0,0,1,102,0,C011%3E7[NORMAL_A]Al%C3%A9m"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Times New Roman">mailto:DC@1,2,350,0,0.4,0,0,0,1,102,0,C011%3E7[NORMAL_A]Al%C3%A9m</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Times New Roman">></FONT></U><B></B><FONT SIZE=2 FACE="Times New Roman"> de acionar o Ligue 180, a mulher deve procurar a polícia para denunciar o agressor e obter as medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha, que completou seis anos ontem. É o que fez a estudante G.M.M, 31, que só conseguiu se livrar das ameaças do ex-namorado após ir, há dois meses, à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher na capital, que fica na rua Aimorés, 3.005, no Barro Preto, na região Centro-Sul.<BR>
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"Depois que consegui a medida protetiva, que o impedia de se aproximar de mim ou me ligar, nunca mais fui xingada ou ameaçada", disse ela. A estudante viveu um relacionamento de apenas dois meses, tempo suficiente para perceber o comportamento violento do ex-namorado. "Ele não chegou a me agredir fisicamente, mas era estúpido e dizia que se eu o denunciasse, a situação ficaria pior". (LC)</FONT></P>
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<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Isabel Clavelin</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Chefe de Imprensa</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Assessoria de Comunicação Social</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Secretaria de Políticas para as Mulheres</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Presidência da República</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">61 3411 4228 / 9659 7975</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><B></B><A HREF="mailto:isabel.clavelin@spmulheres.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">isabel.clavelin@spmulheres.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial"> <</FONT></U><B></B><A HREF="mailto:isabel.clavelin@spmulheres.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">mailto:isabel.clavelin@spmulheres.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">></FONT></U><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><B></B><A HREF="http://www.spm.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">www.spm.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial"> <</FONT></U><B></B><A HREF="http://www.spm.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">http://www.spm.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">></FONT></U><B></B></P>
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<P ALIGN=LEFT><B><FONT FACE="Arial" SIZE=2 COLOR="#000000"> <<...OLE_Obj...>> </FONT></B><B></B></P>
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