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<TITLE>ENC: para conhecimento</TITLE>
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<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">_____________________________________________<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">De:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> Nilza do Carmo Scotti<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Enviada em:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> sexta-feira, 5 de outubro de 2012 09:37<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Para:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> SPMULHERES - GERAL<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Assunto:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> para conhecimento</FONT><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman"></FONT><B> <FONT COLOR="#FF0000" SIZE=1 FACE="Arial">TRIB</FONT><FONT COLOR="#FF0000" FACE="Arial">UNA DA BAHIA - BA | CIDADE </FONT></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#6A6A6A" FACE="Arial">OUTROS </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><B><FONT COLOR="#6A6A6A" FACE="Arial">Mulheres são alvos de crime virtual</FONT></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" FACE="Arial">MARIACELIA VIEIRA</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#6A6A6A" FACE="Arial">Formato A4:</FONT><B></B> <FONT COLOR="#254D78" FACE="Arial">PDF <</FONT><B></B><A HREF="http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_noticia=4235838"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Arial">http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_noticia=4235838</FONT></U><B></B></A><B></B><FONT COLOR="#254D78" FACE="Arial">></FONT><B></B><FONT COLOR="#6A6A6A" FACE="Arial"></FONT><B></B> <FONT COLOR="#254D78" FACE="Arial">WEB <</FONT><B></B><A HREF="http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4235838"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Arial">http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4235838</FONT></U><B></B></A><B></B><FONT COLOR="#254D78" FACE="Arial">></FONT><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#003666" FACE="Arial">Chamada de capa</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><B><I><FONT COLOR="#000000" FACE="Arial">Delegado baiano afirma que 70% das vítimas de crimes cibernéticos são mulheres, instruídas e com alto poder aquisitivo. O prejuízo anual no país chega a R$ 15 bilhões</FONT></I></B></P>
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<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" FACE="Arial">MARIACELIA VIEIRA REPÓRTER<BR>
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A Bahia começa a mensurar os prejuízos dos crimes cibernéticos, mas não tem data prevista para a divulgação do primeiro rela tório, segundo o delegado Charles Antônio Leão Gomes, do Grupo Especializado de Repressão aos Crimes por Meios Eletrônicos da Secretaria de Segurança Pública. De acordo com a pesquisa divulgada ontem pela Norton da Symantec, no Brasil esses crimes geraram somente no ano passado prejuízos superiores aos R$ 15 bilhões, somente no ano passado. A pesquisa mostrou também que 28,3 milhões de pessoas foram vítimas deste tipo de crime no país - cada uma perdeu, em média, R$ 562.<BR>
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O grupo que investiga os crimes cibernéticos denunciados na Bahia está de casa nova no Complexo dos Barris, num ataque feroz aos ciber-criminosos, sempre cultos, bem informados e socialmente bem colocados. Com uma melhor infraestrutura e maior conscientização da população, as conclusões poderão sair em breve, como admite Leão.<BR>
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Segundo ele, os trabalhos estão iniciando e seria temeroso quantificar, mas já podemos dizer que 70% das vítimas são</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" FACE="Arial">, instruídas e com alto poder aquisitivo. Quando o assunto é o montante dos prejuízos, o delegado alega que "a polícia ainda trabalha com uma grande cifra negra, porque a maior parte dos prejuízos não é informada". Segundo ele, quando o crime está ligado diretamente às fraudes eletrônicas, as instituições financeiras, banco e cartão de crédito, providenciam o estorno, mas não orientam seu cliente a registrar um Boletim de Ocorrência. "Além de fazer prosperar o crime, porque o cliente poderá ser novamente atacado, a polícia não investiga.<BR>
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No universo dos golpes são vedetes as fraudes eletrônicas com subtração de dados e uso de REDES SOCIAIS como instrumentos de vingança. Também os casos de "ex" que querem a todo custo denegrir e expor a imagem do (a) parceiro (a) estão no topo da lista de reclamações, sendo seguido de perto àquelas compras feitas na INTERNET que nunca chegaram, ou não foi aquilo que se mostrou. Além dos crimes relacionados ao uso de bancos pela INTERNET, também causam prejuízos vírus, roubo de dados pessoais, invasão de e-mails e perfis sociais, invasão de dispositivos móveis e bullying online<BR>
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A maioria dos internautas que se tornam vítimas, segundo Leão, é de pessoas que não tem cuidado nos acessos e pretensões. "Entram em sites sem verificar a segurança, fornecem dados e depois dizem que o cartão foi clonado ou coisas do tipo. O problema é que as informações foram passadas a pessoas erradas e quando descobrem tudo já aconteceu," pontua Leão. A pesquisa divulgada pela empresa de segurança mostra ainda que alguns internautas ignoram medidas que poderiam protege-los. "Dos entrevistados, 40% não usam senhas complexas nem as alteram com frequência", diz o comunicado. "Além disso, mais de um terço não certifica o símbolo de cadeado no navegador antes de digitar informações pessoais críticas."<BR>
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O e-mail, protegido pela senha, é apontado por especialistas da Symantec como uma das portas de entrada dos ciber-criminosos. "Muitas vezes, e-mails pessoais contêm as chaves importantes para o mundo virtual. Contraventores podem tanto ganhar acesso a tudo em sua caixa de entrada do e-mail quanto redefinir suas senhas para qualquer outro site que você possa acessar", afirma Adam Palmer, analista-chefe de crimes cibernéticos da Norton, segundo o comunicado da empresa.<BR>
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Segredos e violações<BR>
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O Grupo Especializado de Repressão aos Crimes por Meios Eletrônicos funciona no Complexo dos Barris a partir de hoje, sendo responsável por investigar crimes cometidos pela INTERNET e sistemas de TELEFONIA, como fraudes financeiras, golpes, clonagem de linhas telefônicas, divulgação de segredos e violação de e-mails.<BR>
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Desde agosto até ontem, 70 ocorrências foram registradas pela equipe do Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos e estão sendo investigadas. Mas, o coordenador do grupo ressalta que as unidades policiais também têm a capacidade de registrar um Boletim de Ocorrência nesse nível. "Nosso objetivo é dar suporte as outras unidades, transferindo know hw. Ficamos entre a perícia (a parte técnica) e o delegado (o lado jurídico).<BR>
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Todos os PROVEDORES de INTERNET em operação na Bahia serão cadastrados, sejam eles institucionais ou comerciais. Além disso, o núcleo atuará em conjunto com a Polícia Militar, a Polícia Federal e outras instituições policiais.<BR>
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Casos curiosos registrados pelo grupo é o que mais tem. Com dificuldade para selecionar alguns, Leão comenta uma situação verificada na última quarta-feira, quando uma mulher chegou a sua sala para registrar um Boletim de Ocorrência. Ela queria denunciar o recebimento de R$70 mil em sua conta . Ao longo da conversa, informou que tinha fornecido seus dados para um amigo e estava temerosa. Depois a suposta vítima foi a agência BANCÁRIA e foi impedida de retirar o valor, sendo informada pelo gerente que o dinheiro teria sido transferido durante uma fraude.<BR>
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Segundo o delegado, no final do dia ela passou de vítima a investigada por receptação de valores. "Ela que se dizia dona de um site de ARTESANATO, era na verdade uma garota de programa que aceitou participar de um golpe e por isso receberia R$ 5 mil quando entregasse o dinheiro. A mulher apenas solicitou o BO para tentar sair como vítima se a fraude fosse descoberta. Estamos investigando a atuação do grupo".<BR>
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Modalidades de golpes<BR>
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Treze mil adultos com idades entre 18 e 64 anos, em 24 países, serviram à pesquisa da Norton da Symantec, que descobriu os R$15,9 bilhões de prejuízos no Brasil. Segundo a pesquisa, o custo global do crime cibernético chegou a US$ 110 bilhões, com cerca de 556 milhões de adultos vítimas de fraudes online durante o período, sendo uma média de US$ 197 por pessoa (R$ 399).<BR>
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Conforme relatório da Norton, a soma indicada pelo estudo no Brasil é mais de dez vezes superior ao prejuízo de R$ 1,5 bilhão registrado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em 2011, com fraudes em serviços bancários via INTERNET e celular, em transações de call center, cartões de crédito e de débito. A soma representa crescimento de 60% em relação a 2010, segundo a federação.<BR>
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Ainda sobre o Brasil, a empresa responsável pela pesquisa mostra que 32% dos adultos pesquisados foram vítimas de crimes virtuais nos últimos 12 meses. Outros 44% receberam mensagens de texto vindas de desconhecidos, que pediam que eles clicassem em links ou ligassem para um número desconhecido. Em REDES SOCIAIS, 23% dos entrevistados foram vítimas de crimes específicos para os sites sociais.<BR>
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A pesquisa mostra também um aumento de novas formas de crimes online em comparação com o ano passado". Conforme o relatório, os ciber-criminosos estão mudando suas táticas para atingir plataformas móveis e sociais.<BR>
</FONT><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Nilza Scotti</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Assessora de Imprensa</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Assessoria de Comunicação Social</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">(61)3411.4229</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><B></B><A HREF="mailto:nilza.scotti@spmulheres.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">nilza.scotti@spmulheres.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><B></B><A HREF="http://www.spm.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">www.spm.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><FONT SIZE=2 FACE="Arial"> </FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">facebook.com/spmulheres</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">twitter.com/spmulheres</FONT><B></B></P>
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