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<TITLE>ENC: SPM mídia: entrevistas Gláucia Fraccaro - TV NBr e A Voz do Brasil</TITLE>
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<BODY>
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<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">_____________________________________________<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">De:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> Isabel Clavelin<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Enviada em:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> quinta-feira, 25 de outubro de 2012 09:05<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Para:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> SPMULHERES - GERAL<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Assunto:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> SPM mídia: entrevistas Gláucia Fraccaro - TV NBr e A Voz do Brasil</FONT><B></B></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Colegas,</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">segue entrevista da coordenadora de Autonomia Econômica das Mulheres, Gláucia Fraccaro, concedida ontem (24/10) ao jornal NBR Notícias. Ver trecho: 11:21 - 14:10:</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><B></B><A HREF="http://www.youtube.com/watch?v=rQ0zuFvbaNE&amp;list=UUjaWLFTNqLkq3ZY2BJ4NYRg&amp;index=1&amp;feature=plcp"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">http://www.youtube.com/watch?v=rQ0zuFvbaNE&amp;list=UUjaWLFTNqLkq3ZY2BJ4NYRg&amp;index=1&amp;feature=plcp</FONT></U><B></B></A><B></B></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Abaixo segue link para áudio de entrevista de Gláucia (a partir de 19:17) para o programa A Voz do Brasil (24/10):</FONT><B> </B><A HREF="http://www.ebcservicos.ebc.com.br/programas/a-voz-do-brasil/arquivos/ouvir?prog=24-10-2012-voz-do-brasil.mp3"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">http://www.ebcservicos.ebc.com.br/programas/a-voz-do-brasil/arquivos/ouvir?prog=24-10-2012-voz-do-brasil.mp3</FONT></U><B></B></A><B></B><FONT SIZE=2 FACE="Arial">. </FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">E em seguida transcrição do programa. A entrevista de Gláucia está sinalizada em amarelo.</FONT></P>
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<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">A VOZ DO BRASIL - 24.10.2012<BR>
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Apresentadora Kátia Sartório: Prorrogado o desconto de IPI para carros até 31 de dezembro deste ano.<BR>
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Apresentador Luciano Seixas: A partir do mês que vem, trabalhadores com FGTS vão poder financiar a compra de material de construção.<BR>
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Kátia: Quase 6 milhões de pacientes do SUS já receberam a carta que permite avaliar o atendimento nos hospitais públicos.<BR>
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Luciano: Quarta-feira, 24 de outubro de 2012.<BR>
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Kátia: Está no ar a sua voz.<BR>
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Luciano: A nossa voz.<BR>
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Kátia: A Voz do Brasil.<BR>
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Luciano: Boa noite! Aqui, no estúdio da Voz do Brasil, na EBC Serviços, eu, Luciano Seixas, e Kátia Sartório.<BR>
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Kátia: Boa noite! Estamos também ao vivo, em vídeo, pela internet.<BR>
<BR>
Luciano: Acesse agora, em</FONT><B> </B><A HREF="http://www.ebcservicos.ebc.com.br/avozdobrasil"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">www.ebcservicos.ebc.com.br/avozdobrasil</FONT></U><B></B></A><B></B><FONT FACE="Times New Roman">.<BR>
<BR>
Kátia: A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados, IPI, para automóveis e outros veículos automotores, foi prorrogada até o final deste ano.<BR>
<BR>
Luciano: O anúncio foi feito pela presidenta Dilma Rousseff, na abertura do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo.<BR>
<BR>
Kátia: A repórter Carolina Monteiro acompanhou e tem as informações.<BR>
<BR>
Repórter Carolina Monteiro (São Paulo-SP): No fim do discurso de abertura do 27ª Salão Internacional do Automóvel, em São Paulo, a presidenta Dilma Rousseff deu a notícia para os fabricantes e consumidores de veículos automotivos.<BR>
<BR>
Presidenta da República - Dilma Rousseff: Eu, hoje, vim aqui, também, anunciar que nós vamos prorrogar a redução do IPI até 31 de dezembro de 2012.<BR>
<BR>
Repórter Carolina Monteiro (São Paulo-SP): A redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados de automóveis terminaria no final do mês. A prorrogação tem como objetivo estimular as vendas no fim do ano e ajudar a reduzir os estoques do setor automotivo. A alíquota permanece em 6,5% para os carros entre mil e duas mil cilindradas. E, no caso de carros de até mil cilindradas, não será cobrado IPI. Durante o evento, a presidenta também ressaltou o Programa Inovar-Auto, regime automotivo, divulgado no início deste mês, que prevê a redução de impostos para o setor para a comercialização de carros mais eficientes e mais baratos. A presidenta destacou ainda a importância da classe média para o mercado automotivo.<BR>
<BR>
Presidenta da República - Dilma Rousseff: Porque muitos deles sonharam, ao longo do tempo, em ter um automóvel e, quando ascendem à classe média, realizam um dos seus sonhos, comprando o seu primeiro automóvel ou o seu segundo automóvel, mas, sobretudo, seu automóvel novo, aquele automóvel com quem que ele sempre sonhou.<BR>
<BR>
Repórter Carolina Monteiro (São Paulo-SP): Antes de abrir o Salão Internacional do Automóvel, a presidenta visitou as instalações da feira, que reúne 500 carros de 49 marcas. O Brasil é o quarto maior mercado de carros do mundo. Fica atrás da China, dos Estados Unidos e do Japão. Para este ano, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, estima que o mercado brasileiro de carros deve aumentar entre 4% e 5%. Mais do que os 3,6 milhões de automóveis vendidos em 2011. O presidente da Anfavea, Cledorvino Belini, apostou que a indústria automotiva está preparada para um futuro de sucesso.<BR>
<BR>
Presidente da Anfavea - Cledorvino Belini: Esses resultados muito devem à estabilidade da nossa economia, gerando mais investimentos em produção, mais emprego, mais renda, maior consumo, em um círculo virtuoso para todos os brasileiros. Os nossos levantamentos indicam investimentos superior a R$ 60 bilhões, nos próximos anos.<BR>
<BR>
Repórter Carolina Monteiro (São Paulo-SP): Além de veículos, continua reduzido até o fim de dezembro o IPI dos produtos da linha branca, móveis e luminárias. De São Paulo, Carolina Monteiro.<BR>
<BR>
Luciano: E a prorrogação da alíquota menor do IPI para automóveis até o fim do ano tem o objetivo de manter as vendas aquecidas no setor, sem aumento de preços.<BR>
<BR>
Kátia: A afirmação é do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que disse, ainda, que essa deve ser a última iniciativa de prorrogação.<BR>
<BR>
Ministro da Fazenda - Guido Mantega: Nós tivemos uma boa reação da última desoneração, que vigorou nos últimos dois meses, setembro e outubro, e nós queremos que isto se mantenha até o final do ano. O Brasil, hoje, é um dos poucos países que está atraindo novos investimentos da indústria automobilística, que, nos outros países, nós estamos vendo anúncios de fechamento de fábricas de automóveis. Hoje, nos jornais, tem o fechamento de fábrica na França, se eu não me engano, na Alemanha. Então, nós queremos que a indústria automobilística no Brasil cresça indiferente à crise que afeta as outras economias. Além disto, nós também não queremos que haja aumento de preços nesse final de ano. Então, se nós suspendêssemos a desoneração, provavelmente, as empresas iriam aumentar os preços, recolocar o IPI em novembro e dezembro. Nós queremos que os preços continuem baixos.<BR>
<BR>
Luciano: E o assunto ainda é economia, Kátia. Estados, municípios e o Distrito Federal vão receber recursos do governo federal para estimular as exportações. Quase R$ 2 bilhões vão ser repassados.<BR>
<BR>
Kátia: A medida foi publicada hoje, no Diário Oficial da União.<BR>
<BR>
Luciano: Os estados que vão receber mais recursos são Minas Gerais, Mato Grosso, Espírito Santo e Rio Grande do Sul.<BR>
<BR>
Kátia: Quem trabalha com carteira assinada e quer comprar ou construir a casa própria, Luciano, pode usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, FGTS, para pagar o imóvel.<BR>
Luciano: E agora, Kátia, esses trabalhadores vão ter uma outra opção. É que o Ministério das Cidades vai abrir uma linha de crédito para os beneficiários do FGTS comprarem materiais de construção.<BR>
<BR>
Kátia: As novas regras foram publicadas hoje, no Diário Oficial da União, e a jornalista Taissa Dias está aqui, no estúdio, com a gente, e tem mais detalhes. Boa noite, Taissa.<BR>
<BR>
Repórter Taissa Dias (ao vivo): Boa noite, Kátia. Boa noite, Luciano. A novidade é que o trabalhador não vai mais precisar usar os recursos do FGTS para construir e reformar a casa. Na verdade, ele vai contratar um empréstimo, e o Fundo, o FGTS, vai servir como uma garantia de que a dívida vai ser paga. E o financiamento é para comprar materiais que vão ser usados na construção e reforma de moradias, além da instalação de hidrômetros de medição individual de consumo de água e sistemas de aquecimento solar.<BR>
<BR>
Luciano: E quais são as condições oferecidas nessa linha de crédito, Taissa?<BR>
<BR>
Repórter Taissa Dias (ao vivo): Luciano, os financiamentos são de até R$ 20 mil, e o imóvel deve estar avaliado em no máximo R$ 500 mil. Os juros são de 8,5% ao ano mais taxa de risco, que não ultrapassa 0,8%. O trabalhador tem até dez anos para pagar, mas é preciso lembrar que o pagamento não pode ser feito com recursos do FGTS.<BR>
<BR>
Kátia: Taissa, explica para a gente quem pode contratar esse empréstimo.<BR>
<BR>
Repórter Taissa Dias (ao vivo): Quem for o titular de conta vinculada ao FGTS e estiver trabalhando há pelo menos três anos nesse regime, Kátia, ou na mesma empresa ou em empresas diferentes. A renda não importa, mas é preciso ter disponível na conta do FGTS, na data em que for concedido o financiamento, pelo menos 10% do valor em que o imóvel que vai ser construído ou reformado está avaliado. O trabalhador não pode ser beneficiário de outra linha de crédito do Sistema Financeiro de Habitação e nem possuir imóvel no município onde mora ou trabalha.<BR>
<BR>
Luciano: E o que o trabalhador precisa fazer para efetivar o contrato, fazer o empréstimo, Taissa?<BR>
<BR>
Repórter Taissa Dias (ao vivo): As novas regras começam a valer no dia 1º de novembro, Luciano. Quem quiser contratar essa linha de crédito deve procurar uma agência da Caixa Econômica Federal. Só para este ano estão previstos R$ 300 milhões. Informações mais detalhadas, Luciano, estão no Diário Oficial da União de hoje, que pode ser acessado na página da Imprensa Nacional, em portal.in.gov.br.<BR>
<BR>
Luciano: Obrigado, Taissa Dias, pelas informações ao vivo, aqui, na Voz do Brasil.<BR>
<BR>
Kátia: Sete e nove, no horário brasileiro de verão.<BR>
<BR>
Luciano: Quando alguém fica internado ou tem uma consulta num hospital público, não só pode como deve relatar se foi ou não bem atendido.<BR>
<BR>
Kátia: E, para que isso possa ser feito, Luciano, o Ministério da Saúde criou, no ano passado, um mecanismo de comunicação direta entre o cidadão e o governo. É a Carta SUS.<BR>
Luciano: Desde janeiro deste ano, mais de 5,7 milhões de correspondências já foram enviadas pelo SUS para quem esteve internado na rede pública. A ideia é melhorar o atendimento e ampliar a transparência do Sistema Único de Saúde.<BR>
<BR>
Repórter Gisele Pimenta (Brasília-DF): O paciente que fica internado em hospitais da rede pública ou em unidades conveniadas recebe uma correspondência do Ministério da Saúde, a Carta SUS. Lançada no ano passado, a iniciativa oferece à pessoa informações básicas sobre, por exemplo, o procedimento feito, o hospital em que ele foi realizado e quantos dias de internação. E o paciente pode fazer críticas, elogios, dar sugestões e avaliar o atendimento recebido. Para o diretor do Departamento de Ouvidoria-Geral do SUS, Luís Carlos Bolzan, a carta garante o controle e a participação das pessoas na gestão do Sistema Único de Saúde.<BR>
<BR>
Diretor do Departamento de Ouvidoria-Geral do SUS - Luís Carlos Bolzan: Nós estamos conseguindo aprofundar a participação da população na qualificação da gestão do Sistema Único de Saúde, garantindo um processo maior de transparência dessa mesma gestão com o conhecimento desses cidadãos sobre as informações relativas às internações, aos procedimentos realizados para essas pessoas, inclusive sobre os valores pagos pelo Ministério da Saúde para custear esses procedimentos. É um instrumento que permite uma participação maior no processo de avaliação do serviço que foi oferecido ao cidadão.<BR>
<BR>
Repórter Gisele Pimenta (Brasília-DF): Mais de 5,7 milhões de Cartas SUS já foram enviadas para todo o país, desde janeiro deste ano. O envio é feito pelos Correios, e a pessoa não paga nada para mandar o documento de volta. O diretor Luís Carlos Bolzan reforça a importância do cidadão conferir os dados recebidos, porque a Carta SUS também é um instrumento de denúncia.<BR>
<BR>
Diretor do Departamento de Ouvidoria-Geral do SUS - Luís Carlos Bolzan: Ao receber a carta, e a pessoa ler e não confirmar essas informações, ou seja, se ela entender que tem alguma alteração, tem alguma irregularidade nessas informações, que não batem com aquilo que ela fez, ela pode entrar em contato conosco, com o Ministério da Saúde, através do serviço de Ouvidoria, através do nº 136, que é uma ligação gratuita, e dessa forma nós poderemos apurar aquilo que está sendo colocado pelo cidadão.<BR>
<BR>
Repórter Gisele Pimenta (Brasília-DF): O Ministério da Saúde já recebeu cerca de 1.100 denúncias por meio da Carta SUS, que também podem ser feitas pela página</FONT><B> </B><A HREF="http://www.saude.gov.br/cartasus"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">www.saude.gov.br/cartasus</FONT></U><B></B></A><B></B><FONT FACE="Times New Roman">. De Brasília, Gisele Pimenta.<BR>
<BR>
Kátia: Foram suspensos o comércio, a distribuição e o uso de 30 lotes do medicamento diurético para tratamentos de hipertensão, o Hidroclorotiazida, de 25 miligramas.<BR>
<BR>
Luciano: A suspensão foi determinada hoje, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Anvisa, e publicada no Diário Oficial da União.<BR>
<BR>
Kátia: Segundo a Anvisa, o processo de fabricação do produto foi alterado sem a aprovação da Agência e não existem dados no registro do produto que comprovem a segurança, o desempenho e a eficácia do medicamento com essa alteração.<BR>
Luciano: Os 30 lotes suspensos e outras informações estão em portal.anvisa.gov.br.<BR>
<BR>
Kátia: Registramos a presença, aqui, no estúdio da Voz do Brasil, do nosso ouvinte Antonio Francisco Bezerra da Silva. Ele é de Crateús, no Ceará.<BR>
<BR>
Luciano: Por terra ou por ar, o brasileiro está viajando mais pelo país, Kátia.<BR>
<BR>
Kátia: Isso mesmo, Luciano. Segundo a pesquisa Características e Dimensões do Turismo Doméstico no Brasil 2012, que foi divulgada hoje pelo Ministério do Turismo, de 2007 a 2011, o aumento das viagens dentro do território brasileiro foi de 18,5%.<BR>
<BR>
Repórter Leandro Alarcon (Brasília-DF): A analista de crédito Alessandra Corrêa mora em Cristalina de Goiás e recentemente viajou pela primeira vez de avião para curtir uns dias de folga no Rio de Janeiro. Ela gostou tanto que já planeja viajar de novo.<BR>
<BR>
Analista de crédito - Alessandra Corrêa: A viagem de avião, assim, foi muito tranquila. Para voltar eu voltei mais tranquila ainda. Gostei muito. O medo 100% não tem jeito, porque eu sou medrosa mesmo, mas, em outra oportunidade de viagem longa, eu viajaria de avião novamente. É muito mais cômodo, muito mais prático.<BR>
<BR>
Repórter Leandro Alarcon (Brasília-DF): Alessandra é um exemplo de como o brasileiro está viajando mais. De acordo com o Ministério do Turismo, no ano passado, quase 59 milhões de pessoas fizeram pelo menos uma viagem dentro do país. Entre 2007 e 2011, as viagens de carro cresceram 44%. De ônibus o aumento foi de 26%. Já de avião, 17% de crescimento. O motivo para viajar varia de acordo com o tipo de transporte. Quem viaja de carro, na maioria das vezes, vai a lazer. Quem pega avião viaja principalmente a negócios. Já a maior parte dos passageiros que viajam de ônibus não especificou o motivo da viagem na pesquisa. Pelo menos na rodoviária de Brasília, quem embarca busca lazer.<BR>
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Entrevistado: Passear na casa dos meus filhos, aqui em Brasília.<BR>
<BR>
Entrevistada: Eu vou ver os meus pais, a minha família.<BR>
<BR>
Repórter Leandro Alarcon (Brasília-DF): O viajante também está gastando mais, de acordo com o Ministério do Turismo. Em 2007, a média de gastos era de R$ 950,00. No ano passado, subiu para R$ 1.128,00, um aumento de 18%. O principal destino, seja de avião, carro ou ônibus, é São Paulo, seguido por Rio de Janeiro e Salvador. De Brasília, Leandro Alarcon.<BR>
<BR>
Luciano: Para evitar ataque de hackers a páginas do governo, na rede mundial de computadores, a internet, principalmente em eventos internacionais que vamos sediar no Brasil, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, profissionais de tecnologia da informação e de segurança digital estão reunidos essa semana, aqui em Brasília, discutindo segurança e defesa digital para os próximos anos.<BR>
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Repórter Cleide Lopes (Brasília-DF): Durante três dias, representantes de instituições públicas, organizações militares, civis, comunidade acadêmica, além de especialistas em tecnologia da informação de países do Mercosul, Estados Unidos e Inglaterra, vão trocar experiências sobre segurança e defesa digital. Na abertura do encontro, o ministro da Defesa, Celso Amorim, lembrou que é preciso que o país desenvolva políticas de proteção contra um possível ataque cibernético.<BR>
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Ministro da Defesa - Celso Amorim: Um ataque cibernético teria o potencial de desorganizar a sociedade de várias maneiras: materialmente, por perdas econômicas, como, para citar apenas um exemplo, o prejuízo eventualmente causado pela queda de um sistema bancário; psicologicamente, pelo medo, pelo pânico e pela possível paralisia frente a um agressor que possa sabotar sistemas críticos em larga escola. Tais hipóteses teriam, caso concretizadas, um custo inaceitável para a soberania, a integridade e o bem-estar do país. Ainda há pouca nitidez no que concerne a natureza dos ataques cibernéticos, mas é evidente que a ameaça digital é real e grave. Estado e sociedade devem estar prontos para enfrentá-la.<BR>
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Repórter Cleide Lopes (Brasília-DF): A capacidade de proteção no setor foi testada durante a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, realizada este ano, no Rio de Janeiro. De acordo com o ministro da Defesa, Celso Amorim, o país tem investido na questão de defesa digital, e a ideia, com este encontro, é aprimorar os mecanismos de proteção para serem usados durante a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.<BR>
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Ministro da Defesa - Celso Amorim: Temos que desenvolver essa mentalidade, esse espírito de defesa, de proteção, de trabalharmos o mais aberto possível, no sentido da criatividade, mas sabendo também proteger aquilo que é essencial. Então, é isso aí que nós temos que fazer. Já fizemos no Rio+20, faremos certamente em outros grandes eventos, coordenando com outros órgãos, mas um papel central que tem o Centro de Defesa Cibernética do Exército nessa matéria. É isso que nós faremos, continuaremos a fazer e vamos evoluir.<BR>
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Repórter Cleide Lopes (Brasília-DF): O encontro, que termina na sexta-feira, está sendo realizado no Quartel General do Exército em Brasília. De Brasília, Cleide Lopes.<BR>
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Luciano: Sete e dezessete, no horário brasileiro de verão.<BR>
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</FONT><B></B><FONT FACE="Times New Roman">Kátia: Discutir formas de promover a igualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho. Esse é o objetivo da oficina Práticas de Igualdade, que vai ser feita amanhã, aqui em Brasília.<BR>
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Luciano: O evento faz parte do programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.<BR>
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Kátia: Assunto da entrevista que o jornalista Icaro Matos fez hoje com a coordenadora-geral de Autonomia Econômica das Mulheres da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Gláucia Fraccaro.<BR>
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Repórter Icaro Matos: O que é o programa Pró-Equidade de Gênero e Raça?<BR>
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Coordenadora-geral de Autonomia Econômica das Mulheres da Secretaria de Políticas para as Mulheres - Gláucia Fracaro: É um programa cujo objetivo principal é fomentar práticas de igualdade entre homens e mulheres no mundo do trabalho. O programa pretende mudar a cultura organizacional das empresas, a partir de ações feitas pelas próprias empresas e pensadas por elas mesmas. A participação no programa é realizada por autoadesão. As próprias empresas e organizações procuram a Secretaria de Políticas para as Mulheres para fazer parte disso.<BR>
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Repórter Icaro Matos: Qual o objetivo da oficina que vai ser realizada amanhã?<BR>
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Coordenadora-geral de Autonomia Econômica das Mulheres da Secretaria de Políticas para as Mulheres - Gláucia Fraccaro: A oficina, ela vai reunir os comitês e representantes de comitês das empresas e organizações que participam já do programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. O objetivo é fazer uma discussão sobre o andamento dos programas, os planos de ação sobre o próprio tema de igualdade de gênero e raça no mundo do trabalho, as possibilidades de avançar com essas ações e vai reunir os comitês e os representantes das empresas e organizações numa oficina de trabalho para a gente dar continuidade e andamento no programa.<BR>
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Repórter Icaro Matos: Que tipo de encaminhamentos podem sair dessa oficina amanhã, que possam contribuir para a redução da desigualdade de gênero e raça nas empresas?<BR>
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Coordenadora-geral de Autonomia Econômica das Mulheres da Secretaria de Políticas para as Mulheres - Gláucia Fraccaro: O que a gente espera, como resultado dessa oficina, é a troca e a reflexão sobre boas práticas. O que nós chamamos de boas práticas de igualdade, né? São as ações que são praticadas dentro das empresas, com o objetivo de reduzir a desigualdade salarial, dar oportunidade para que as mulheres também atinjam os altos cargos de direção. Então, o objetivo é um pouco realocar experiências sobre essas boas práticas.<BR>
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Repórter Icaro Matos: Coordenadora-Geral de Autonomia Econômica das Mulheres, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Gláucia Fraccaro, obrigado pela entrevista para a Voz do Brasil.<BR>
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Coordenadora-geral de Autonomia Econômica das Mulheres da Secretaria de Políticas para as Mulheres - Gláucia Fraccaro: Muito obrigada.</FONT><B></B><FONT FACE="Times New Roman"><BR>
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Luciano: Quem não se lembra, Kátia, do Saci-Pererê, figura do folclore brasileiro, que tem origem presumida entre os índios da Região das Missões, no Sul do país, de onde teria se espalhado por todo o Brasil.<BR>
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Kátia: O Saci, assim como o Boto, a Sereia Iara, fazem parte, ou melhor, fizeram parte da minha infância, Luciano, e até hoje os nossos filhos aprendem sobre essas lendas na escola.<BR>
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Luciano: E é justamente esse o tema do 10º Salão Infanto-Juvenil Brincando com Arte, que exibe até essa sexta-feira pinturas de crianças e adolescentes numa exposição aqui em Brasília.<BR>
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Kátia: O evento é uma iniciativa da Companhia de Desenvolvimento dos Vales São Francisco e da Parnaíba, Codevasf, do Ministério da Integração Nacional.<BR>
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Luciano: A reportagem é de Patricia Scarpin, com a edição de Isabela Azevedo e sonoplastia de José Alves.<BR>
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Repórter Patricia Scarpin (Brasília-DF): Nos painéis espalhados pela exposição, pinturas a óleo retratam o Saci-Pererê, a Sereia Iara, o Bumba Meu Boi, entre tantos outros personagens que pertencem ao folclore brasileiro. Com criatividade, alunos do Distrito Federal, com idades entre 7 e 18 anos, colocaram na tela a visão que eles têm dessas culturas. Isa de Holanda, de 16 anos, fez um desenho com a lenda do Boto.<BR>
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Estudante - Isa de Holanda: Ele representa que o homem, quando vinha a noite, seduzia as índias e elas engravidavam. Aí, no quadro, eu fiz o homem fora da água e o reflexo do boto.<BR>
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Repórter Patricia Scarpin (Brasília-DF): Em 2012, o Salão Infanto-Juvenil Brincando com Arte chegou a sua 10ª edição, com 80 trabalhos inscritos. O objetivo da mostra é disseminar a arte entre os jovens e, ainda, propagar o trabalho que a Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco e do Parnaíba desenvolve na região Nordeste. É o que conta a curadora do Espaço Cultura Codevasf, Nilma Nogueira.<BR>
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Curadora do Espaço Cultura Codevasf - Nilma Nogueira: O professor só orienta os trabalhos baseados no estudo das ações da empresa. Isso é muito positivo e isso gera um conhecimento lá fora do que a empresa faz para melhorar a vida de brasileiros longe daqui de Brasília.<BR>
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Repórter Patricia Scarpin (Brasília-DF): As obras estão divididas em quatro categorias: infantil, de 7 a 10 anos; juvenil, de 11 a 14 anos; e infanto-juvenil, de 15 a 18 anos. Os três primeiros colocados de cada categoria serão premiados na próxima sexta-feira, com telas, cavaletes, tintas, além de troféus. Ainda existe uma categoria destinada exclusivamente para pessoas com deficiência de qualquer idade. O idealizador do Salão Infanto-Juvenil, Luiz Roberto da Rocha Maia, ressalta que o evento revela talentos para o mercado de trabalho.<BR>
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Idealizador do Salão Infanto-Juvenil - Luiz Roberto da Rocha Maia: As crianças que passaram aqui, hoje, já são, talvez, 10 anos, 12 anos depois, já adultos, eles já estão encontrando emprego, alguns deles, naquilo que gostam de fazer, que é a arte plástica.<BR>
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Repórter Patrícia Scarpin (Brasília-DF): Vinculada ao Ministério da Integração Nacional, a Codevasf promove a revitalização das bacias dos rios São Francisco e Parnaíba, com a utilização sustentável dos recursos naturais e a inclusão econômica e social da população local. Oitocentos e noventa e quatro municípios, de sete estados, recebem projetos da empresa, que vão de obras de infraestrutura hídrica à promoção do acesso à água potável. De Brasília, Patricia Scarpin.<BR>
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Luciano: Mais detalhes sobre o 10º Salão Infanto-Juvenil Brincando com Arte em</FONT><B> </B><A HREF="http://www.codevasf.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">www.codevasf.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><FONT FACE="Times New Roman">.<BR>
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Kátia: Quem já não passou pela situação de tentar fazer um exame, uma consulta ou uma cirurgia, por exemplo, e não ser autorizado pelo plano de saúde?<BR>
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Luciano: Isso acontece tanto, Kátia, que a Agência Nacional de Saúde Suplementar, ANS, quer tornar obrigatório que as operadoras informem por escrito o motivo para não autorizarem os procedimentos médicos sempre que o usuário do plano pedir.<BR>
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Kátia: Para isso, uma consulta pública está aberta na internet para receber sugestões sobre a nova norma. Qualquer pessoa pode participar até sexta-feira. Mais informações em</FONT><B> </B><A HREF="http://www.ans.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Times New Roman">www.ans.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><FONT FACE="Times New Roman">.<BR>
Luciano: Você ouviu hoje, na Voz do Brasil.<BR>
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Kátia: Prorrogado o desconto de IPI para carros até 31 de dezembro desse ano.<BR>
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Luciano: A partir do mês que vem, trabalhadores com FGTS vão poder financiar a compra de material de construção.<BR>
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Kátia: Quase 6 milhões de pacientes do SUS já receberam a carta que permite avaliar o atendimento nos hospitais públicos.<BR>
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Luciano: Esse foi o noticiário do Poder Executivo, uma produção da equipe de Jornalismo da EBC Serviços.<BR>
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Kátia: Siga a Voz do Brasil no Twitter: twitter.com/avozdobrasil. Voltamos amanhã, boa noite.<BR>
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Luciano: Fique agora com o Minuto do TCU. Em seguida, as notícias do Poder Judiciário e do Congresso Nacional. Boa noite e até amanhã.</FONT></P>
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<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Isabel Clavelin</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Chefe de Imprensa</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Assessoria de Comunicação Social</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Secretaria de Políticas para as Mulheres</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Presidência da República</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">61 3411 4228 / 9659 7975</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><B></B><A HREF="mailto:isabel.clavelin@spmulheres.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">isabel.clavelin@spmulheres.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial"> &lt;</FONT></U><B></B><A HREF="mailto:isabel.clavelin@spmulheres.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">mailto:isabel.clavelin@spmulheres.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">&gt;</FONT></U><B></B></P>

<P ALIGN=LEFT><B></B><A HREF="http://www.spm.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">www.spm.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial"> &lt;</FONT></U><B></B><A HREF="http://www.spm.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">http://www.spm.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">&gt;</FONT></U><B></B></P>

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<P ALIGN=LEFT><B><FONT FACE="Arial" SIZE=2 COLOR="#000000"> &lt;&lt;...OLE_Obj...&gt;&gt; </FONT></B><B></B></P>

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