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<TITLE>ENC: ++ SPM mídia: reportagem violência gênero/ministra Eleonora</TITLE>
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<BODY>
<BR>
<BR>

<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">_____________________________________________<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">De:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> Isabel Clavelin<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Enviada em:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> domingo, 3 de março de 2013 10:50<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Para:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> SPMULHERES - GERAL<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Assunto:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> ++ SPM mídia: reportagem violência gênero/ministra Eleonora</FONT><B></B></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">ISTO É | COMPORTAMENTO </FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS | REFORMA ELEITORAL | OUTROS </FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Mulheres sob ataque</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">A ONU alerta: em todo o mundo, sete em cada dez</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> serão vítimas de agressões ao longo da vida. O Brasil, apesar de leis avançadas, é um dos países com maior índice de violência</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Laura Daudén</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">C.M. tinha apenas 4 anos quando começou a cozinhar para os seis irmãos. Precisava subir em um caixote para mexer no fogão à lenha que dividia o espaço do pequeno cômodo com uma cama e um berço. Toda a tarefa da casa era feita com o máximo de cuidado: qualquer ruído poderia interromper o sono do pai, que trabalhava de madrugada e descansava durante o dia. &quot;Eu morria de medo. Se ele acordasse, vinha atrás de mim&quot;, afirma ela, hoje com 45 anos. C.M. sofreu uma década de abusos quase diários e guardou as duras memórias desse período até o ano passado, quando decidiu revelar sua história à família. Uma de suas filhas também foi vítima de um</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">estupro</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> por parte de um primo, aos 15 anos. &quot;Parece que a coisa continua, como em um ciclo&quot;, diz. Ela não está errada. Em uma mensagem de suporte aos protestos contra a violência de gênero que aconteceram no dia 14 de fevereiro em mais de 200 países - uma campanha que ficou conhecida como &quot;1 Bilhão Que Se Ergue&quot; -, o secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, qualificou o problema como uma &quot;pandemia&quot;. Segundo a ONU, sete em cada dez</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> no mundo passarão por algum tipo de violência física ou sexual ao longo da vida. Na segunda-feira 4, a organização se reúne em sua sede em Nova York numa conferência de dez dias sobre o tema. Essa situação alarmante e vergonhosa mostra como é difícil mudar as relações de poder que há séculos organizam as sociedades ao redor do mundo.</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">&quot;A violência contra a mulher deriva da ideologia patriarcal&quot;, afirma Maria Amélia Teles, fundadora da União de</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> de São Paulo. &quot;Aprendemos que os homens têm direito sobre a vida e a morte. Esse é um dos pilares mais cruciais da sociedade e dá origem a todas as outras violências.&quot; Parece uma afirmação antiquada, diante das nem tão recentes conquistas da mulher, mas que revela uma desconcertante contemporaneidade, como a declaração da procuradora aposentada do Ministério Público de São Paulo, Luiza Eluf: &quot;Isso faz parte de um sistema de dominação violentíssimo. É o tipo de escravidão mais perverso que já existiu na humanidade.&quot; Por estar tão arraigado e disseminado, irrestrito a fronteiras, raças ou classes sociais, governos e organizações têm encontrado dificuldade para lidar com o problema. &quot;Nós estamos tentando reverter essa tendência, mas é muito difícil porque não se trata apenas de leis, mas de práticas, do funcionamento das famílias&quot;, afirma Rebecca Tavares, representante da ONU</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> no Brasil. Sem sucumbir ao pessimismo, ela lembra que os países escandinavos conseguiram melhorar seus índices de violência apostando na inclusão das</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> nas instâncias de poder, na participação dos homens nas tarefas domésticas e na garantia da independência financeira feminina.</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Isso mostra que, apesar de todas as conquistas ao longo do século XX, ainda faz muito sentido sair às ruas e empunhar as velhas bandeiras dos movimentos</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">feministas</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> - e é o que muitas</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> têm feito. Em dezembro de 2012, multidões tomaram cidades da Índia para protestar contra o</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">estupro</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> coletivo que resultou na morte de uma jovem estudante e reivindicar penas mais duras para os agressores. Protestos da mesma ordem se repetiram na África do Sul depois do</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">estupro</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> coletivo de Anene Booysen, de 17 anos. Lá, há três semanas, manifestações em frente ao Tribunal de Pretória marcaram as primeiras audiências do processo a que o atleta Oscar Pistorius responde por assassinato premeditado de sua namorada. Aqui no Brasil, no começo de fevereiro, organizações como a Marcha Mundial das</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> se postaram diante do Fórum Edgar Mendes Quintela, na cidade de Ruy Barbosa, na Bahia, para pedir justiça a duas meninas de 16 anos que acusam de</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">estupro</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> nove membros da banda de pagode New Hit (as audiências de instrução foram suspensas até o início de setembro). Para Melissa de Miranda, uma das organizadoras da campanha &quot;1 Bilhão Que Se Ergue&quot; no Brasil, essas manifestações espontâneas mostram que &quot;há uma demanda por movimentos mais abertos&quot; de defesa dos direitos das</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> - as redes virtuais são um exemplo.</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Além das mobilizações coletivas,</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> vítimas de violência estão abrindo, sozinhas, novas frentes de debate a partir de suas experiências. É o caso da gaúcha Paula Berlowitz, 34 anos, que idealizou o blog Marchadasvadias.org e o site Cromossomo X, com notícias relacionadas aos direitos das</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman">. Ela foi vítima de</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">violência doméstica</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> por 12 anos. &quot;É irônico porque eu sempre fui muito consciente, achava que nunca aconteceria comigo&quot;, diz. O estalo que fez Paula buscar ajuda veio depois de muitas agressões físicas e sexuais do então marido. Ela saiu de casa com os três filhos e denunciou o ex, que foi preso em flagrante, mas pagou fiança e foi liberado no dia seguinte, em mais um caso que mostra a dificuldade em punir o agressor e proteger a vítima.</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de dezembro de 2011, mais de 26 mil prisões em flagrante e quatro mil prisões preventivas já foram feitas a partir da execução da</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">Lei Maria da Penha</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman">, que é referência no mundo no combate à violência contra a mulher (leia mais na pág. 51). Apesar de expressivos, os números não refletem a percepção de muitas</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> de que a Justiça é um dos principais gargalos para o fim da violência. &quot;Em alguns lugares do País, a Defensoria não funciona e o Ministério Público não tem versão atualizada da legislação e dá prioridade à conciliação, não à denúncia. Em outros, as delegacias não funcionam e não possuem pessoal qualificado&quot;, afirma a senadora Ana Rita (PT-ES), relatora da CPMI da Violência Contra as</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman">. Ela tenta entender por que o Brasil, apesar da legislação avançada, ainda tem índices tão altos de violência. O relatório da comissão será publicado daqui a duas semanas, pouco depois do lançamento, em 8 de março,</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">Dia Internacional da Mulher</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman">, do pacote de medidas para as</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> da</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">presidenta</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> Dilma Rousseff.</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Outra falha na aplicação da</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">Lei Maria da Penha</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> foi identificada pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo, Estado que lidera o ranking de homicídios femininos. Percebendo o aumento no número de agressores que violavam as medidas protetivas, o tribunal criou um dispositivo que funciona como um &quot;botão do pânico&quot; para as</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> que se sentirem ameaçadas. O projeto-piloto, inédito no mundo, começa agora. Um aparelho assim teria sido de grande utilidade para a vendedora Deise Brito Cornélio, 33 anos, que chegou a fazer oito boletins de ocorrência denunciando as agressões, os estupros, o cárcere privado e as ameaças que sofria do ex-marido, com quem viveu por seis anos. Apesar da gravidade das acusações, ela só conseguiu a prisão do agressor depois de ludibriá-lo e convencê-lo a ir com ela até o Fórum de Justiça, onde provou seu desrespeito às medidas protetivas.</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Hoje, apesar de seguir escondida do ex-marido (ele deixou a prisão há quatro semanas), Deise tenta reconstruir a vida. Ela permaneceu quatro meses no abrigo Bianca Consoli, de endereço sigiloso, mantido pela recém-criada</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">Secretaria Especial de Políticas para as mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> (SEPPM), da Prefeitura de São Paulo. Na casa, que tem espaço para cinco</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> com seus filhos, ela recebeu atendimento psicológico, orientação jurídica e foi incluída nos programas assistenciais do governo. Segundo a secretária Denise Motta Dau, da SEPPM, a cidade já tem dois centros de referência além da casa, mas a demanda exige que mais um abrigo seja construído. Ela entende, no entanto, que, se os demais recursos e programas forem aplicados corretamente, a institucionalização da mulher vítima de violência só acontecerá em último caso. &quot;Ajuda bastante se tivermos uma política de Estado&quot;, afirma, ressaltando a importância de integrar os serviços de assistência social, justiça e saúde.</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">A opinião é compartilhada por Branca Paperetti, que coordena o centro de referência Eliane de Grammont, na capital paulista. &quot;Não é uma resposta única que vai devolver à mulher as pontes que ela tinha com o mundo. Por isso é necessário que haja um processo, não uma ação isolada.&quot; A assistência, no entanto, ainda está longe de grande parte das vítimas, em especial daquelas que passaram por violência sexual na infância e só depois de muitos anos conseguiram buscar ajuda. Foi o que aconteceu com Bya Albuquerque, 45 anos, fundadora do grupo &quot;Filhas do Silêncio&quot; em Ribeirão Preto, São Paulo. Ela foi violentada pelo pai entre os 2 e os 26 anos e hoje sofre de insônia, crises de depressão e distúrbio alimentar. &quot;Todas nós que sofremos violência na infância estamos agora enfrentando uma violência emocional sem encontrar nenhum tipo de ajuda&quot;, diz. &quot;As</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> que estavam ameaçadas no momento das agressões e não revelaram o problema antes - e poucas coisas são tão difíceis de revelar como o abuso sexual - precisam ter a oportunidade de falar agora&quot;, afirma Jefferson Drezett, coordenador do projeto &quot;Bem Me Quer&quot; do hospital Pérola Byington, em São Paulo, criado em 1996 para atender</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> e crianças vítimas de violência sexual e garantir o direito de</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">aborto</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> previsto na Constituição. &quot;É obrigação do País oferecer políticas públicas para essas</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> que falhamos em proteger.&quot; Entre 2000 e 2012, o número de pacientes atendidas pelo projeto cresceu 137%, chegando a 2.875.</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">&quot;Todo mundo me pergunta por que eu não falei nada&quot;, diz a escritora cearense Helena Damasceno, 39 anos, que foi abusada pelo tio dos 5 aos 20 anos. &quot;Eu passava uma semana inteira sem tomar banho, sem trocar de roupa. Essa era minha forma de gritar para a minha família, de conectar o que estava dentro e o que estava fora. Eu falava com o corpo, mas ninguém entendia.&quot; Hoje, depois de transformar sua história no livro &quot;Pele de Cristal&quot;, Helena ministra cursos e palestras sobre o assunto por todo o Nordeste. A professora Márcia Longo, 45 anos, que vive na cidade paulista de Araras, passou por situação semelhante. Ela foi abusada pelo pai entre os 4 e os 11 anos e também pelo irmão mais velho entre os 10 e os 11. Depois de assumir a história de abuso, Márcia transformou o sofrimento em ação: como educadora, verificou a necessidade de informar professores, diretores, pais e alunos sobre como lidar com a violência sexual e criou o projeto &quot;Nem Com Uma Flor&quot;, que visa a promover debates sobre o assunto na rede municipal de ensino. O trabalho começará a ser implantado em março. &quot;A criança precisa saber que a culpa não é dela. Se aos meus 10 anos tivesse ouvido isso, minha vida teria sido totalmente diferente&quot;, diz.</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Iniciativas como essas, que tentam derrubar a ideia de que a vítima é responsável pela agressão, têm sido fundamentais para romper o ciclo de violência e dominação. Para Sônia Coelho, da organização feminista Sempre Viva, o preconceito faz com que a vida, o corpo e o modo de pensar das</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> sejam controlados o tempo todo. &quot;Estamos condicionadas a pensar na roupa que vestimos, por onde caminhamos, se o ônibus vai estar cheio. Isso sustenta nossa subordinação.&quot; Foi justamente para tornar esse problema visível que a britânica Laura Bates criou o projeto &quot;Every Day Sexism&quot; (o sexismo de todos os dias), em que estimula as vítimas a denunciar através da internet os assédios que sofrem na rua, em casa e no trabalho. &quot;Estamos acostumadas a achar que o assédio é intrínseco à condição de mulher&quot;, diz. Em apenas dez meses, mais de 20 mil pessoas usaram o site para contar suas histórias no Reino Unido (o projeto será ampliado para outros países dentro de algumas semanas).</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">SOLIDÁRIO</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Cauã Reymond posa para uma campanha do Banco Mundial que</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">desfaz a ideia de que a</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">Lei Maria da Penha</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> é contra os homens</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Times New Roman">Esse aumento expressivo no número de vítimas que denunciam seus agressores tem sido fundamental para identificar a extensão da epidemia e, consequentemente, criar políticas adequadas para combatê-la. Aqui no Brasil não é diferente: entre 2011 e 2012 houve um crescimento de 13% nas ligações ao Disque 180 da</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">Secretaria de Políticas para as mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> da Presidência da República, que repassou mais de R$ 40 milhões para os Estados e municípios no ano passado. &quot;A</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">Lei Maria da Penha</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> mostra para as</FONT><B> <FONT FACE="Times New Roman">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Times New Roman"> que o Estado as acolhe, que elas podem denunciar. Assim, essa lamentável violência passa a ser visível&quot;, afirma a ministra Eleonora Menecucci.</FONT><B></B></P>
<BR>
<BR>

<P ALIGN=LEFT><B><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Isabel Clavelin</FONT></B></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Chefe de Imprensa</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Assessoria de Comunicação Social</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Presidência da República - PR</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Via N1 Leste s/nº, Pavilhão das Metas, Praça dos Três Poderes<BR>
CEP 70150-908 | Brasília- DF </FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">61 3411 4228 / 9659 7975</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><B></B><A HREF="mailto:isabel.clavelin@spmulheres.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">isabel.clavelin@spmulheres.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial"> &lt;</FONT></U><B></B><A HREF="mailto:isabel.clavelin@spmulheres.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">mailto:isabel.clavelin@spmulheres.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">&gt;</FONT></U><B></B></P>

<P ALIGN=LEFT><B></B><A HREF="http://www.spm.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">www.spm.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial"> &lt;</FONT></U><B></B><A HREF="http://www.spm.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">http://www.spm.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">&gt;</FONT></U><B></B></P>

<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Acesse as redes sociais da SPM:</FONT><B></B><FONT FACE="Arial" SIZE=2 COLOR="#000000"> &lt;&lt;...OLE_Obj...&gt;&gt; </FONT><B></B><FONT SIZE=2 FACE="Arial">/spmulheres |</FONT><B></B><FONT FACE="Arial" SIZE=2 COLOR="#000000"> &lt;&lt;...OLE_Obj...&gt;&gt; </FONT><B></B><FONT SIZE=2 FACE="Arial">@spmulheres</FONT></P>

<P ALIGN=LEFT><B><FONT FACE="Arial" SIZE=2 COLOR="#000000"> &lt;&lt;...OLE_Obj...&gt;&gt; </FONT></B><B></B></P>
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