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<TITLE>ENC: + spm mídia: O empreendedorismo feminino</TITLE>
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<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">_____________________________________________<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">De:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> Juliana Camelo da Silva<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Enviada em:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> segunda-feira, 25 de março de 2013 09:58<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Para:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> SPMULHERES - GERAL<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Assunto:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> + spm mídia: O empreendedorismo feminino</FONT><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><B><FONT COLOR="#FF0000" SIZE=2 FACE="Arial">JORNAL OPÇÃO - GO | REPORTAGENS</FONT></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#6A6A6A" SIZE=2 FACE="Arial">SECRETARIA DE MULHERES</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><B><FONT COLOR="#6A6A6A" FACE="Arial">O empreendedorismo feminino</FONT></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#993300" SIZE=2 FACE="Arial">Veja a matéria no site de origem <</FONT><B></B><A HREF="http://www.jornalopcao.com.br/posts/reportagens/o-empreendedorismo-feminino"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">http://www.jornalopcao.com.br/posts/reportagens/o-empreendedorismo-feminino</FONT></U><B></B></A><B></B><FONT COLOR="#993300" SIZE=2 FACE="Arial">></FONT><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">Elas dominam a criação de empresas e recebem premiação em níveis estadual e nacional</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">Sebrae</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">Maria Aparecida, Rosimar Bernardete e Eleni Fernandes: empreendedoras que venceram o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios em âmbito estadual em 2012</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">Marcos Nunes Carreiro</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">Pesquisas apontam que o número de</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> que estão à frente de seus próprios negócios tem aumentado exponencialmente nos últimos anos e, em algumas regiões do país, já é maior que o de homens. De acordo com o relatório executivo GEM - sigla em inglês para Global Entre<WBR>preneurship Monitor - "Em<WBR>preen<WBR><WBR>dedorismo no Brasil", as regiões Sul e Nordeste têm a ma<WBR>ior porcentagem de</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> empreendedoras iniciais (51,8%), mas em todas as regiões a taxa está acima dos 40%, acompanhando a média nacional, que é 49,6%.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">Na região Centro-Oeste o porcentual de</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> que estão começando seu próprio negócio é de 47,7%, enquanto o de</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> com empresas estabelecidas é de 43,9%, quase o mesmo porcentual nacional (44%). A pesquisa, que é realizada pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produ<WBR>tividade (IBQP) em parceria com o Serviço Bra<WBR>sileiro de Apoio às Micro e Pe<WBR>quenas Empresas (Sebrae) e o Centro de Empreen<WBR>dedorismo e Novos Ne<WBR>gócios (FGVcenn), mostra uma realidade crescente no Brasil. As</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> conquistaram seu espaço no mercado de trabalho, o que é reflexo de vários fatores, como a escolaridade - que é mais alta que a dos homens - e a demanda por mercado cada vez maior.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">Como explica a antropóloga, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e colunista do jornal "Folha de S.Paulo", Mirian Goldenberg, é preciso falar não só do empreendedorismo das</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> como o crescimento do mercado para elas, uma vez que elas são, hoje, grandes consumidoras e as empresas e serviços ainda não estão preparados para responder às diferentes demandas dessas</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">, que mudaram muito. "A mulher atual é nova, pois trabalha, viaja, estuda, mas continua meio invisível para o mercado, que continua achando que a mulher é só dona de casa, mãe, esposa e um corpo, mas não enxerga a mulher com seus novos desejos", ressalta.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">A antropóloga, que estará em Goiânia, na sede do Sebrae, no dia 26, palestrando sobre "A nova mulher brasileira gerando oportunidades de negócios", aponta que as</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> são grandes empreendedoras e que sua demanda de consumo não é só maior, como mais diversificada. "A mulher mudou muito e o mercado ainda não se abriu completamente para enxergar essa mudança. A mulher quer coisas novas e interessantes para fazer e consumir", declara.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">Segundo ela, o quadro social onde a mulher aparece ativamente como provedora e empreendedora de seus próprios anseios está caminhando para a aceitação sem preconceito. Porém, as mudanças na vida cultural são lentas. "Essa ideia de que os homens eram os provedores e que as</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> apenas ajudavam ainda está presente na sociedade, tanto é que quando alguém tem que ficar com o filho para o outro trabalhar é sempre a mulher. E o homem trabalha. Em outras culturas isso já não acontece. Por exemplo, em Berlim Oriental, que tem muito mais trabalho para as</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">, muitos homens ficam em casa e não tem muito preconceito", argumenta ela.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">Para a antropóloga, é importante falar que o fato da mulher estar cada vez mais presente, atuante e bem sucedida não é uma ameaça aos homens. "A mulher tem seus próprios anseios que não são ser somente mãe e esposa, além de ter se tornado uma parceira dentro e fora de casa, não uma competidora. E acredito que os homens estão começando a enxergar assim. Elas dividem as responsabilidades e isso é bom para todos os lados", pontua.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">Entretanto, essas mudanças são recentes no Brasil, o que provoca reações por parte da sociedade, que ainda é predominantemente masculina. Por exemplo, até pouco tempo o Brasil era um país só de jovens, que não tinha uma classe C ativa economicamente e onde o papel das</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> era apenas o de estar dentro de casa. Mas esse quadro mudou completamente nos últimos 20 anos e irá mudar mais nos próximos anos. Mirian diz que não acredita que a postura da sociedade quanto ao papel das</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> mude completamente na próxima década, mas relata que a tendência é que isso mude. "Já existem, por exemplo,</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> que não querem casar, que não querem ter filhos, etc."</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">Da mesma forma, é novo para o brasileiro lidar com uma sociedade envelhecida, mas que ainda consome. "É como se somente fossem visíveis aqueles que sempre foram consumidores e os outros continuassem invisíveis. Estão todos encantados com a classe C e nova classe média, mas temos, por exemplo, um mercado de pessoas que estão envelhecendo e ninguém fala nada, nem produz. Os velhos consumidores não encontram uma calça jeans adequada. Só encontram roupa de velho, ou de muito jovem. Não tem. Isto é, falta enxergar mais os novos consumidores, que estão carentes de produtos", aponta Mirian.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">Empresárias reconhecidas</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">Todos os anos o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios premia as</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> que mais se destacam no campo do empreendedorismo com o objetivo de reconhecer as</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> empreendedoras a nível estadual e nacional. O prêmio é uma parceria entre o Sebrae, a</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">Secretaria Especial de Políticas para as mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> (</FONT><B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">SPM</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">), a Federação das Associações de</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> de Negócios e Profissio<WBR>nais do Brasil (BPW) e a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).</FONT><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">Na edição 2012 do prêmio, as três goianas premiadas na etapa estadual foram Eleni Fernandes dos Santos, na categoria pequenos negócios; Rosimar Bernadete Queiroz, na categoria negócios coletivos; e Maria Aparecida Vaz de Souza, no empreendedorismo individual. Eleni é dona do salão de beleza Leni Hair, que há 13 anos atende as</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> do Bairro Hilda, em Aparecida de Goiânia. Eleni diz que entrou no prêmio por meio de uma consultora do Sebrae. "Pedi uma consultoria acerca de uma reforma que iria fazer, ela achou minha história interessante e me inscreveu no prêmio", diz.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">Rosimar Queiroz, que está à frente da Associação Escola de Aperfeiçoamento Profissional dos Cirurgiões Dentistas (EAP -Goiás), classifica a presença da mulher no mercado como um resgate histórico. "Ganhamos prêmios e estamos à frente de negócios porque resgatamos nosso papel na sociedade. Antes da invenção do arado, éramos nós que pegávamos as frutas e colhíamos as flores. E conquistamos esse espaço graças à oportunidade de estudar. Esse espaço foi acontecendo e nós</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> competentes o preenchemos", pontua ela.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">Já Maria Aparecida Vaz, em<WBR>preendedora da cidade de Catalão, foi a mais nova empreendedora a ser premiada. O Souza Moda In<WBR>tima tem apenas três anos de existência e surgiu para complementar a renda familiar. "Isso prova que nós</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> estamos cada vez mais independentes. Eu, por exemplo, era diarista, mas sempre tive o sonho de trabalhar para mim, por meio de um negócio próprio. E com todas as</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> que converso são assim." A gerente de inovação e competitividade do Sebrae Goiás, Eliana Moura, declara que as</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">, hoje, representam um bom percentual dos empreendimentos que são formalizados atualmente. "O prêmio foi um meio que o Sebrae encontrou de reconhecer as</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> que conseguiram transformar esse sonho em realidade com inovação e sustentabilidade, pois mostra que elas superaram as dificuldades ao longo do processo e que inspiram outras</FONT><B> <FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial"> que querem seguir o caminho. É esse o objetivo do prêmio: reconhecer e servir como inspiração", ressalta ela.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT COLOR="#000000" SIZE=2 FACE="Arial">As inscrições para o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios começaram no dia 8 de março e ficam abertas até o dia 31 de julho. E podem ser realizadas de forma gratuita pelo site mulherdenegocios.fnq.org.br.</FONT></P>
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<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Calibri">Juliana Camelo</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Calibri">Assessoria de Imprensa</FONT><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Calibri">Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República - SPM/PR</FONT><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Calibri">(61) 3411.5887</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Calibri">Via N1 Leste s/nº, Pavilhão das Metas, Praça dos Três Poderes<BR>
CEP 70150-908 | Brasília-DF |</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Calibri"></FONT><B></B> </P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Calibri">Acesse as redes sociais:</FONT><B></B><FONT FACE="Arial" SIZE=2 COLOR="#000000"> <<...OLE_Obj...>> </FONT><B></B><FONT SIZE=2 FACE="Calibri">/spmulheres e</FONT><B></B><FONT FACE="Arial" SIZE=2 COLOR="#000000"> <<...OLE_Obj...>> </FONT><B></B><FONT SIZE=2 FACE="Calibri">/spmulheres</FONT><B></B></P>
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<P ALIGN=LEFT><B><FONT FACE="Arial" SIZE=2 COLOR="#000000"> <<...OLE_Obj...>> </FONT></B><B></B></P>
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