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<TITLE>ENC: + smp mídia: Entrevista da ministra Eleonora Menicucci para o jornal O Estado de S. Paulo</TITLE>
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<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">_____________________________________________<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">De:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> Juliana Camelo da Silva<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Enviada em:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> segunda-feira, 25 de março de 2013 10:23<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Para:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> SPMULHERES - GERAL<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Assunto:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> + smp mídia: Entrevista da ministra Eleonora Menicucci para o jornal O Estado de S. Paulo</FONT><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">O ESTADO DE S. PAULO - SP | CADERNO 2</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS | REFORMA ELEITORAL | OUTROS | LIGUE 180</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><B><FONT SIZE=4 FACE="Arial">O crime contra a mulher está mais cruel( Direto da Fonte)</FONT></B></P>
<P ALIGN=LEFT><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Arial">Veja a matéria no site de origem <</FONT></U><B></B><A HREF="http://digital.estadao.com.br/home.asp"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Arial">http://digital.estadao.com.br/home.asp</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Arial">></FONT></U><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Encontros com o Estadão</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">A </FONT><B><FONT FACE="Arial">Ministra Eleonora Menicucci</FONT></B><FONT FACE="Arial"> quer a </FONT><B><FONT FACE="Arial">Lei Maria da Penha</FONT></B><FONT FACE="Arial"> em todo o País. E ressalta: a denúncia é fundamental.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">As convicções de </FONT><B><FONT FACE="Arial">Eleonora Menicucci</FONT></B><FONT FACE="Arial"> são conhecidas. Mas, desde que assumiu a </FONT><B><FONT FACE="Arial">Secretaria de Políticas para as mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial">, em fevereiro de 2012, passou a evitar temas polêmicos e a afirmar que sua opinião pessoal não importa. Principalmente quando o assunto é aborto: "Sigo as diretrizes do governo".</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">A ministra, que é amiga da presidente Dilma Rousseff desde a década de 1960, recebeu a coluna em seu apartamento em São Paulo, na véspera de o Conselho Federal de Medicina colocar o tema novamente em pauta, ao defender o direito de a mulher abortar até a 12 a semana de gravidez. Questionada sobre se o Brasil está preparado para o debate, preferiu uma saída política.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">A questão do aborto marcou a disputa entre Dilma e o ex-governador José Serra na eleição presidencial de 2010. À época, a então candidata petista se comprometeu a não adotar nenhuma medida, durante seu governo, para mudar a legislação atual, que só permite a interrupção da gestação quando a vida da mulher está em risco ou quando a gravidez é resultante de </FONT><B><FONT FACE="Arial">estupro</FONT></B><FONT FACE="Arial">.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Torturada durante a ditadura militar e companheira de prisão da presidente na Torre das Donzelas, a ala feminina do presídio Tiradentes, em São Paulo, Eleonora diz que é preciso dar "tempo" à Comissão da Verdade. "Resolver em dois anos problemas de 40 anos atrás é muito difícil."</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Com o orçamento de R$ 188 milhões - mais que o dobro de quando assumiu a pasta -, a ministra diz estar empenhada em combater a violência contra a mulher. "Nosso objetivo é acabar com o tráfico de pessoas - principalmente porque mais de 47% das pessoas traficadas são </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> para exploração sexual - e implementar a </FONT><B><FONT FACE="Arial">Lei Maria da Penha</FONT></B><FONT FACE="Arial"> em todo o País."</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Embora a meta pareça ousada, a ministra diz que as condenações do ex-goleiro Bruno (pela morte de Eliza Samudio) e do ex-policial militar Mizael Bispo (pelo assassinato de Mércia Nakashima) foram "excepcionais" para "fazer com que as </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> mudem de atitude e denunciem seus agressores". "Apesar de, na minha concepção, as condenações terem sido baixas, elas foram muito simbólicas."</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Confira, a seguir, os principais trechos da conversa.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">A senhora acredita que o Brasil já está preparado para a discussão sobre o aborto?</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Temos um histórico de discussão sobre isso no âmbito da sociedade civil, sem dúvida nenhuma.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">E no âmbito do governo?</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Como cidadã, tenho minhas convicções. Agora, desde que entrei no governo, sigo as diretrizes do governo.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">O combate à violência contra as </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> é prioridade do governo Dilma?</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Temos dois grandes programas na área da violência. Um deles, em parceria com o Ministério da Justiça, é o de enfrentamento ao tráfico de pessoas. Mais de 47% das pessoas traficadas são </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> - e para exploração sexual. Estamos determinados a acabar com isso até o fim do governo Dilma. Para isso, fortalecemos a campanha de denúncias. Já temos o </FONT><B><FONT FACE="Arial">ligue 180</FONT></B><FONT FACE="Arial"> e agora estamos investindo nos núcleos especializados nas fronteiras. Queremos ampliar e qualificar esses espaços para amparar as </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> e identificar agressores e traficantes.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">O problema ganhou visibilidade com a novela Salve Jorge?</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Claro que ela incentiva, sim. Uma das últimas denúncias - que acabou com a quadrilha desbaratada pela Polícia Federal em Salamanca - foi feita por uma mãe depois de ver a novela. Ela acreditou que sua filha vivia situação semelhante à das personagens. Mas não é só isso. De janeiro a dezembro de 2012, tivemos 80 ligações para o </FONT><B><FONT FACE="Arial">ligue 180</FONT></B><FONT FACE="Arial"> - a maior parte de Espanha, Portugal e Itália. A partir do momento em que fomos para a televisão falar sobre a importância da denúncia, o número de ligações subiu absurdamente. Foram 72 em três dias.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">A denúncia é fundamental?</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Sim, porque só a partir dela pode existir um processo e um desbaratamento. Do contrário, não podemos fazer absolutamente nada. O tráfico é um crime silencioso e muito covarde. As </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> são aliciadas, com promessas de empregos, de vida melhor. Mas chegam a seus locais de destino sem documentos, ficam confinadas e muito ameaçadas. E é importante lembrar que existe a denúncia anônima. E constitucional, está na Lei Maria da Penha.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">A </FONT><B><FONT FACE="Arial">Lei Maria da Penha</FONT></B><FONT FACE="Arial"> é eficaz em todo o País?</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Uma das nossas mais importantes preocupações é a consolidação e a implementação da </FONT><B><FONT FACE="Arial">Lei Maria da Penha</FONT></B><FONT FACE="Arial"> em todo o Brasil. Para lançar o programa Mulher, Viver Sem Violência, fizemos parcerias com o sistema judiciário. Fomos eu e o ministro José Eduardo Cardozo negociar com o ministro Joaquim Barbosa e com o procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Tivemos adesão imediata.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Como se dará essa parceria?</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">O plano prevê investimento de R$ 265 milhões em dois anos. Parte desses recursos será para a construção da Casa da Mulher Brasileira nas 26 capitais e no Distrito Federal, onde concentraremos todos os serviços para amparar as </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> vítimas de violência: delegacias especializadas, juizados, defensorias, promotorias e atendimento psicossocial. Mas, com algumas novidades: incluímos a central de transportes - que leva e busca a mulher em casa, nos hospitais ou nas delegacias onde deram entrada -, os serviços de orientação para emprego e espaços para recreação das crianças dessas </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial">.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">O que mudará?</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Sei bem como funciona a ponta do problema, porque, durante anos, coordenei, em São Paulo, um serviço de atendimento às </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> vítimas de violência sexual. A mulher estuprada precisa de atendimento respeitoso, digno, de alguém que acredite na palavra dela. Além disso, há um elemento essencial: a coleta da prova do </FONT><B><FONT FACE="Arial">estupro</FONT></B><FONT FACE="Arial">. Ela tem de ser coletada por um especialista, e essa prova precisa ser guardada em lugar adequado e seguro.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">É uma meta possível?</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Tenho absoluta convicção de que, com essa parceria, conseguiremos capilarizar o combate à violência contra as </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> para os municípios pequenos. A violência não acontece só nas capitais. Criar as varas especializadas em municípios pobres é fundamental. É o que salva as </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial">. Essas </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> só são salvas quando vão às delegacias, às varas, e encontram uma estrutura preparada para recebê-las e auxiliá-las. É aí que está o desafio, o gargalo. A delegacia tem de estar preparada para pedir a medida protetiva ao juiz. E o juiz precisa expedir essa medida o mais rápido possível. Porque, quando a mulher toma a iniciativa de procurar ajuda, quer dizer que ela pode ser morta a qualquer momento.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Porque muitas </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> sofrem caladas durante anos.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Mais grave do que sofrer calada é ir à delegacia e ouvir do delegado: "Vou pedir a medida protetiva. Pode voltar para casa". Ela volta para casa e a medida nunca é expedida. E esse processo que queremos mudar. Trabalhamos em parceria com o Conselho Nacional de Justiça na capacitação de juizes para desempenhar essa função.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Muitas </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> têm medo de denunciar seus agressores?</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Mais do que medo, têm vergonha. Vergonha de assumir que estão sendo violentadas. Seja </FONT><B><FONT FACE="Arial">violência doméstica</FONT></B><FONT FACE="Arial"> ou </FONT><B><FONT FACE="Arial">estupro</FONT></B><FONT FACE="Arial">. E sabe qual a maior vergonha? Denunciar o homem que ela escolheu para ser pai de seus filhos. E quando ela expõe a privacidade em seu nível mais alto. E isso eu falo de cátedra.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">É difícil assumir um erro...</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Exato. E assumir na lata: "Eu errei. Ele me bate, meus filhos vêem". Essa mulher pode não ter nenhum hematoma, mas está com corpo e alma inteiramente roxos. Tenho sentido que as </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> estão acreditando mais nas políticas públicas. As condenações do ex-goleiro Bruno e do Mizael Bispo são excepcionais para fazer com que as </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> mudem de atitude e denunciem seus agressores.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">A senhora acha que as penas (22 anos para o Bruno e 20 para o Mizael) foram baixas?</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Na minha concepção, as penas foram baixas. Por outro lado, também foram muito simbólicas. Só o fato de eles terem sido condenados e expostos publicamente já é uma vitória. Porque os crimes contra as </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> têm se tornado cada vez mais cruéis. Matar já é cruel, mas afogar, decepar, dar para o cachorro, não achar o corpo. Isso é de uma crueldade incrível.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Crê que o fato de o Brasil ter uma presidente mulher mudou a visão da sociedade?</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Sempre digo que o século XXI é o século das </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial">. As </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> podem e sabem fazer. Até as crianças estão vendo isso. Ter uma presidente mulher tem um impacto muito grande. E nós, na secretaria, temos um papel importantíssimo. Estamos trabalhando para incentivar as </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> a entrarem na política. Hoje, no Congresso Nacional, apenas 8% são </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> - entre </FONT><B><FONT FACE="Arial">senadoras</FONT></B><FONT FACE="Arial"> e deputadas. É muito pouco. Dos 5.570 municípios, apenas 657 são comandados por prefeitas. E elas estão, em grande parte, nas cidades pequenas. Temos uma única prefeita de capital: a Teresa Surita, em Boa Vista. E duas governadoras, a Rosalba Ciarlini (Rio Grande do Norte) e a Roseana Sarney (Maranhão).</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Existem políticas para as </FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> homossexuais?</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Temos uma coordenadoria da diversidade. Sou defensora dos direitos GLBT. São pessoas, seres humanos iguais a todos. Não há diferença nenhuma. A </FONT><B><FONT FACE="Arial">homofobia</FONT></B><FONT FACE="Arial"> é um preconceito, uma violência.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Como a senhora viu a nomeação do pastor Marco Feliciano para a Comissão de Direitos Humanos da Câmara?</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">E uma questão do Congresso Nacional. Como ministra de Estado, não posso, não quero e não vou me meter nisso. Acho que a sociedade tem de se mobilizar para dar a resposta necessária à questão. Não se pode simplesmente acabar com a Comissão de Direitos Humanos. Tenho real esperança de que o Congresso vai resolver isso.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">O que acha da atuação da Comissão da Verdade?</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Historicamente, foi fundamental a criação da Comissão da Verdade. E nós, do Executivo, não nos intrometemos em seu funcionamento. Ela é autônoma. Para mim, como ex-presa política, a instalação da comissão foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Há críticas em relação ao trabalho da comissão.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">A comissão tem de ter seu tempo para trabalhar. Precisa de tempo. Resolver em dois anos problemas de 40 anos atrás é muito difícil. A comissão (tem dado resultados muito bons. Vimos a entrega do novo atestado de óbito de Vladimir Herzog à família do jornalista, assassinado em 1975; a descoberta dos documentos que mostram que Rubens Paiva foi morto sob tortura. E tantos outros virão à tona. " Tenho certeza de que comissão entregará um relatório exitoso./ THAIS ARBEX</FONT></P>
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<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Calibri">Juliana Camelo</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Calibri">Assessoria de Imprensa</FONT><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Calibri">Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República - SPM/PR</FONT><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Calibri">(61) 3411.5887</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Calibri">Via N1 Leste s/nº, Pavilhão das Metas, Praça dos Três Poderes<BR>
CEP 70150-908 | Brasília-DF |</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Calibri"></FONT><B></B> </P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Calibri">Acesse as redes sociais:</FONT><B></B><FONT FACE="Arial" SIZE=2 COLOR="#000000"> <<...OLE_Obj...>> </FONT><B></B><FONT SIZE=2 FACE="Calibri">/spmulheres e</FONT><B></B><FONT FACE="Arial" SIZE=2 COLOR="#000000"> <<...OLE_Obj...>> </FONT><B></B><FONT SIZE=2 FACE="Calibri">/spmulheres</FONT><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Calibri"></FONT><B></B> </P>
<P ALIGN=LEFT><B><FONT FACE="Arial" SIZE=2 COLOR="#000000"> <<...OLE_Obj...>> </FONT></B><B></B></P>
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