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<TITLE>ENC: - ELAS chegaram ao topo - Estadão</TITLE>
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<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">_____________________________________________<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">De:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> Nilza do Carmo Scotti<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Enviada em:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> segunda-feira, 8 de abril de 2013 11:05<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Para:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> SPMULHERES - GERAL<BR>
</FONT><B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma">Assunto:</FONT></B><FONT SIZE=2 FACE="Tahoma"> - ELAS chegaram ao topo - Estadão</FONT><B></B></P>
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<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">O ESTADO DE S. PAULO - SP | NEGÓCIOS</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">OUTROS</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">ELAS chegaram ao topo</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Formato A4: </FONT><B></B><U></U><U> <FONT COLOR="#0000FF" FACE="Arial">PDF <</FONT></U><B></B><A HREF="http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_noticia=5922990"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Arial">http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_noticia=5922990</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Arial">></FONT></U><B></B><FONT FACE="Arial"> </FONT><B></B><U></U><U> <FONT COLOR="#0000FF" FACE="Arial">WEB <</FONT></U><B></B><A HREF="http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=5922990"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Arial">http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=5922990</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Arial">></FONT></U><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Arial">Veja pagina da matéria <</FONT></U><B></B><A HREF="http://www.linearclipping.com.br/Capa/20134873559.jpg"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Arial">http://www.linearclipping.com.br/Capa/20134873559.jpg</FONT></U><B></B></A><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" FACE="Arial">></FONT></U></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Fundos de private equity começam a abrir espaço para mulheres em cargos de liderança</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">O mundo predominantemente masculino dos fundos de private equity gerou uma série de apelidos ofensivos no final dos anos 1980: bárbaros, piratas, abutres.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Mesmo assim, Sandra J. Horbach quis fazer parte dele. Formada em administração pela Universidade Stanford e ex-funcionária do banco Morgan Stanley, Sandra pediu emprego em pelo menos dez empresas de private equity (que compram participações em outras companhias). Recebeu oferta de três.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">"Em algumas delas, ficou claro que a negativa tinha a ver com o fato de eu ser mulher", lembra.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Após se formarem 1987, ela entrou na Fortsmann Little&Company.Quando foi nomeada sócia, cinco anos depois, era a única mulher nessa condição em qualquer grande empresa americana de private equity. Hoje, aos 52 anos, Sandra dirige o departamento de varejo do Carlyle Group, e já não está sozinha na classe.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">As</FONT><B> <FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> estão gradualmente ocupando postos de liderança em empresas de private equity. Algumas estão até invadindo a suíte executiva. Em 2011, o Carlyle promoveu Adena Friedman à diretora financeira.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Ela foi a primeira mulher a participar do conselho de administração do grupo. Pouco antes de abrir o capital, o Blackstone Group contratou Joan Solotar como diretora executiva.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Mas ainda persiste uma grande lacuna de gênero. Na América do Norte, cerca de 10% dos funcionário seniores em private equity são</FONT><B> <FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial">, segundo um relatório da Preqin. Para se ter uma ideia, em Wall Street, de modo geral, as</FONT><B> <FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> estão presentes em 19% dos postos de liderança.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">A ausência de</FONT><B> <FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> em fundos de private equity tem ficado evidente à medida que o setor evolui. Conhecidas no passado pelo perfil agressivo e independente, as empresas de private equity estãos e tornando grandes empresas de capital aberto e com novas clientelas para agradar.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Por escolha ou circunstância, o setor está começando a enfrentar o déficit de gênero com programas internos e esforços de recrutamento. "O diálogo em torno do assunto mudou", diz Joan Solotar, diretora de relações externas e estratégia no Blackstone. "As companhias estão pensando em maneiras para atrair e reter</FONT><B> <FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> de alto nível." Herança. O setor de private equity se desenvolveu principalmente a partir dos bancos de investimento na década de 1970, quando as</FONT><B> <FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> eram, em geral, mais secretárias do que executivas. As empresas com marca própria que floresceram na década seguinte foram todas fundadas por homens que tendiam a contratar outros como eles.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">A Kohlberg Kravis Roberts & Company (KKR) - iniciada por dois primos, Henry R. Kravis e George R. Roberts, e um colega mais velho, Jerome Kohlberg Jr.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">- não empregou uma única mulher como diretora de gestão até 2009, quando contratou Suzanne Donohoe do Goldman Sachs.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Hoje, ela é sócia do KKR.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">No começo, muitas</FONT><B> <FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> conseguiram desbravar setores onde os homens ainda não dominavam. Em 1989, um ano depois de ingressar na Warburg Pincus, Elizabeth Weatherman recebeu a missão de aplicara expertise de gestão do fundo em companhias de equipamentos médicos que tinham acabado de ser adquiridas p elo private equity. "Foi um custo de oportunidade baixo na quela época", disse Elizabeth, hoje com 53a nos."Eu era jovem e ainda não tinha me testado." Seu primeiro investimento foi um fracasso. O segundo, uma empresa chamada EPTechnologies, foimais bem-sucedido e resultou numa oferta pública de ações (IPO, em inglês).O terceiro, a compra da Xomed da Bristol-Myers Squibb, em 1994, tornou-se um modelo para negó- cios futuros.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">No comando do grupo de assistência médica total da Warburg, Elizabeth supervisionou a compra por US$ 3,67 bilhões da Bausch & Lomb, em 2007, uma fabricante de produtos ópticos que estava enfrentando dificuldades depois de um recall de produtos. Em situação mais sólida hoje, a companhia entrou com pedido de abertura do capital em março. Segundo fontes do mercado, a expectativa é de que a empresa alcance um valor de mercado de US$ 10 bilhões.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">A trajetória de Carrie Wheeler é um pouco diferente. Ela entrou na TPG Capital quando a empresa ainda era uma iniciante e teve a oportunidade de assumir grandes responsabilidades ainda com pouca idade. Aos 29 anos, Carrie foi escolhida para administrar a Denbury Resources, uma companhia de petróleo e gás em que a TPG havia investido na época. Ela era a única mulher num mar de executivos homens de meia idade.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Destacar-se em reuniões corporativas de alto nível pode ser realmente vantajoso, disse Carrie, de 41 anos, que hoje dirige os investimentos em varejo e consumo da TPG. "É um raro momento em que alguém se esquece do meu nome", disse ela.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Dificuldades. Apesar de as</FONT><B> <FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> terem feito incursões, é difícil entrar nos escalões mais altos, em parte porque os fundadores com frequência permanecem nesses postos. É o caso de KKR, Carlyle e Blackstone.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Vislumbrando um novo modelo de empresa de private equity, Molly Ashby começou a sua pró- pria. Ela abandonou seu emprego como a número dois no braço de private equity de um antecessor do JPMorgan Chase e criou a Solera Capital em 1999.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Como a empresa era nova e, além disso, comandada por uma mulher, teve de enfrentar investidores céticos até conseguir criar seu primeiro fundo. A sorte é que Molly tinha um mentor muito bem relacionado: Stephen Schwartzman, que havia sido cofundador do Blackstone quase 15 anos antes.Depois de se conhecerem por meio de um conhecido comum, Molly procurou se aconselhar com Schwarzman sobre como levantar dinheiro, contratar uma equipe e manter o foco apesar dos desafios.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Houve alguns tropeços iniciais. Em 2004, um investimento da Solera, a companhia de alimentos naturais Annie's, passou por dificuldades, o que levou Molly a trocar a direção da empresa e fazer mudanças de pessoal dentro da sua própria companhia. No ano passado, a Annie's teve uma estreia bem-sucedida no mercado de capitais e Molly - aos 53 anos e com a grande maioria de funcionárias</FONT><B> <FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> - provocou um burburinho em Wall Street.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">"Ela consegue atrair alguns grandes talentos que eu jamais conseguia trair, porque eles querem ser associados a uma empresa comandada por</FONT><B> <FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial">", disse Hamilton E. James, presidente e diretor de operações da Blackstone, que conheceuMolly socialmente há mais de uma década e também tem sido uma importante fonte de conselhos.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Diversidade. Com o movimento de abertura de capital de grandes empresas de private equity, o setor, de modo geral, passou a fazer uma análise profunda de suas próprias práticas. As empresas tendem a promover executivos dentro de suas fileiras, e isso com frequência dificulta melhorar a diversidade.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">O setor está tentando abordar essa questão, mas de maneira muito modesta ainda. Em 2007, a Bain Capital começou a visitar cursos de pós-graduação em administração de empresas com programas direcionados a</FONT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial">. Neste ano, 22% dos analistas e associados que entraram na Bain são</FONT><B> <FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial">. Em 2010, esse porcentual era de 6%.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><B><FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> do Blackstone começaram a se reunir, nos últimos meses,com alunas do primeiro e segundo ano de faculdades para ajudá-las a se preparar para entrevistas de emprego. No Carlyle, um terço dos associados que atuam em aquisições nos Estados Unidos são</FONT><B> <FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial">.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">A mudança. Várias empresas também estão desenvolvendo eventos para suas funcionárias.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">Joan Solotar, do Blackstone, supervisiona uma série de jantares e eventos com oradoras como Barbara Tannenbaum, uma palestrante da Universidade Brown que ensina comunicação persuasiva. Em maio do ano passado, Suzane Donohoe, do KKR, trouxe um treinador executivo para uma discussão com</FONT><B> <FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> seniores sobre criação de marca pessoal e gestão de suas carreiras.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">No Carlyle, Adena Friedman, a diretora financeira que trabalhou anteriormente no Nasdaq OMX Group, foi mediadora de uma série de 15 almoços para funcionárias no ano passado, encorajando-as a partilharem "questões urgentes". A partir dessas conversas, ela ajudou a iniciar um programa de aconselhamento.</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT FACE="Arial">É especialmente útil para</FONT><B> <FONT FACE="Arial">mulheres</FONT></B><FONT FACE="Arial"> poder discutir como equilibrar carreira e família, disse Adena Friedman, mas acrescentou que "os homens enfrentam esse problema tanto quanto elas". Adena, de 43 anos, trabalhou em tempo parcial na Nasdaq quando seus dois filhos eram novos. Quando voltou a trabalhar em tempo integral, seu marido, Michael C. Friedman, que era um advogado na Fannie Mae, começou a trabalhar em tempo parcial e depois assumiu integralmente as tarefas do lar e o cuidado com as crianças. "É difícil equilibrar a necessidade de estar em casa e a necessidade de estar no trabalho, e conseguir um bom desempenho nas duas arenas", disse Adena. "Para ser franca, o sentimento de culpa é extremo." TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><B><I><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">[Nilza do Carmo Scotti]</FONT></I></B> <FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial"></FONT><B></B> <FONT SIZE=2 FACE="Arial">Nilza Scotti</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Assessora de Imprensa</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Assessoria de Comunicação Social</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><FONT SIZE=2 FACE="Arial">(61)3411.4229</FONT></P>
<P ALIGN=LEFT><B></B><A HREF="mailto:nilza.scotti@spmulheres.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">nilza.scotti@spmulheres.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B></P>
<P ALIGN=LEFT><B></B><A HREF="http://www.spm.gov.br"><B></B><U></U><U><FONT COLOR="#0000FF" SIZE=2 FACE="Arial">www.spm.gov.br</FONT></U><B></B></A><B></B><FONT SIZE=2 FACE="Arial"> </FONT></P>
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