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Maria Edite Dantas meditedantas em gmail.com
Sexta Dezembro 19 01:03:29 BRST 2008


Parabéns Marisa, esse é um dos caminhos para quebrarmos as pedras que
estão tão presentes em nossos caminhos.Vamos em frente.Bjs Maria
Edite2008/12/12 Marisa Chaves de Souza
<marisa.chaves em superig.com.br>:> Queridas amig em s>  > Encaminho para
ciência de todas a reportagem publicada no jornal da ENSP> sobre o
Seminário Direitos Humanos sob a Perspectiva de Gênero realizado no>
último dia 09.> Estamos tentando instituir o Comitê Pró Equidade de
Gênero na FIOCRUZ.> Estamos avançando nos espaços de formação
acadêmica.>  > Bjs> Marisa Chaves> Subsecretária de Políticas para
Mulheres de São Gonçalo - RJ>  > Informe ENSP - Eqüidade de gênero:
Comitê da Fiocruz se reunirá em janeiro  > Caixa de entrada>
Responder >  Responder a todos Encaminhar Imprimir Adicionar
ritacost em ensp.fiocruz.br à> lista de contatos Excluir esta mensagem
Denunciar phishing Mostrar> original Texto de mensagem truncado?>
"ritacost em ensp.fiocruz.br" > para mim> mostrar detalhes>  11 dez (1
dia atrás) > Imagens não exibidas> Exibir imagens abaixo - Sempre
exibir imagens de ritacost em ensp.fiocruz.br>> Informe ENSP>> Matéria:
http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/noticia/index.php?id=14449>>
Eqüidade de gênero: Comitê da Fiocruz se reunirá em janeiro -
11/12/008>> O quarto objetivo do desenvolvimento do milênio trata da
igualdade dos sexos> e, para fortalecer essa causa, a mesa de
encerramento do Seminário 'Direitos> Humanos sob a Perspectiva de
Gênero', realizado pelo Grupo Direitos Humanos> e Saúde Helena
Besserman (GDIHS) da ENSP, reuniu pesquisadores e> profissionais que
lutam pela eqüidade de gênero para definir a formação do> grupo de
trabalho que atuará no desenvolvimento do Comitê Pró-Eqüidade de>
Gêneros da Fiocruz. A primeira reunião do grupo acontecerá no dia 12
de> janeiro de 2009 no Gdihs.>>> A segunda mesa desse Seminário foi
coordenada por Marisa Chaves,> pesquisadora do Gdihs/ENSP, e teve a
participação de Mariana Barcinski,> pesquisadora do Centro
Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde> Jorge Carelli
(Claves/ENSP); Wanda D'Acri, pesquisadora do Centro de !> Estudos em
Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP); o> pesquisador
do Instituto de Medicina Social da UERJ e diretor de Programas> do
Instituto Pró-Mundo, Marcos Nascimento; e a assistente social do>
Instituto Fernandes Figueira, Roseli Fonseca da Rocha.>> Marisa Chaves
apontou que a implementação de políticas públicas sociais em> nosso
país nessa área tem a preocupação de quebrar o ciclo silencioso e>
vicioso da violência de gênero. Pois, para ela, só assim será
possível> pensar e construir uma sociedade justa e democrática. "Este
ano comemoramos> importantes datas, dentre elas os 20 anos da
Constituição Federal, os 20> anos da criação do SUS e o segundo ano de
implementação da Lei Maria da> Penha, que revoluciona o tratamento
penal e passa a considerar a violência> contra a mulher um crime. O
parágrafo oitavo do artigo 226 da Constituição> Federal determina que
não podemos conviver com a violência de gênero e que> isso é uma
violação contra os direitos humano! s", defendeu ela.>> Mulheres no
tráfico também ! sofrem c om machismo e preconceito>> A primeira
apresentação foi feita por Mariana Barcinski, pesquisadora do> Claves,
que apresentou uma pesquisa sobre a inserção das mulheres no tráfico>
de drogas. Segundo ela, a participação de mulheres em atividades não>
convencionais é um tema de reconhecida relevância social, e sua
ocorrência> está cada vez mais elevada em nossa sociedade. Ela também
comentou alguns> dados de uma nova pesquisa que está sendo realizada
com mulheres que estão> presas. "Essa pesquisa está sendo feita no
Presídio Nelson Hungria, porta de> entrada de mulheres no sistema
carcerário. Das quase 500 mulheres presas> nessa unidade, 90% estão lá
pelo envolvimento com o tráfico de drogas",> apontou a pesquisadora.>>
"O tráfico é uma atividade subversiva, mas, diferente do que pensamos,
essa> rede têm características absolutamente conservadoras e
mantenedoras! de> relações de poder entre homens e mulheres, e também
as mantêm em uma posição> submissa. Essa mulher está transgredindo de
uma certa forma, mas, dentro> dessa rede, tem que seguir limites muito
rígidos de gênero. Na pesquisa,> feita com mulheres que nunca foram
presas, procurei saber quem eram essas> mulheres, o que as levava a
entrar nessa rede e o que as motivava a sair do> tráfico. Além disso,
procurei saber como elas lidavam com o duplo caráter> conflitante que
é o de ser mulher e ser traficante", contou Mariana.>> A pesquisadora
apontou que as três principais questões da pesquisa foram> identificar
por que elas entram para o tráfico, como essa inserção afeta> suas
vidas e qual é a principal motivação para sair dessa rede. O que a>
pesquisadora constatou foi que o processo de entrada e saída nessa
atividade> está diretamente relacionado à maternidade. "As mulheres
entram no tráfico> em busca de renda para suprir as necessidades
básicas de seus filhos. E a> saída acon! tece, quase sempre, após uma
experiência traumática. Quando a !> mulher s ente medo de morrer e
deixar seus filhos sozinhos no mundo",> analisou Mariana. Ela afirmou
ainda que questões como a classe social e raça> também estão
envolvidas nesse processo e perpassam pela questão do gênero.>> "Se os
homens são parte do problema, eles também dever ser considerados>
parte da solução">> "Em briga de marido e mulher a gente mete, sim, a
colher!", disse, Marcos> Nascimento, que trouxe para o debate a
questão da mobilização de homens pelo> fim da violência contra a
mulher. Ele apresentou a experiência de sucesso da> Campanha
Brasileira do Laço Branco, que são homens pelo fim da violência>
contra a mulher e também a Rede de Homens pela eqüidade de gêneros
(Rheg).> De acordo com ele, em nossa sociedade a violência é uma
expressão> fundamentalmente masculina, e o significado de ser homem
ainda está muito> atrelado ! a essa questão de masculinidade e
violência. "Ninguém nasce> violento, mas o processo de socialização
masculina favorece essa expressão.> Precisamos hoje rever os modelos
que regem a sociedade para transformar essa> cruel realidade que
vivemos", indicou ele, que complementou: "se os homens> são parte do
problema, eles também devem ser considerados parte da> solução!".>> A
Campanha do Laço Branco nasceu no Canadá, em 1989, depois da chacina
que> ficou conhecida como o Massacre de Montreal. Nesse episódio, 14
mulheres> estudantes de engenharia foram assassinadas por um homem
pela alegação de> que elas estavam ocupando um lugar pertencente aos
homens. O lema da> Campanha do Laço Branco é jamais cometer um ato
violento contra as mulheres> e não fechar os olhos frente à violência
que outros homens cometem contra as> mulheres'. No Brasil, as pessoas
envolvidas com a causa amarram uma fitinha> no pulso com dois nós
representando os dois compromissos da Campanha. "Nesa> área, também!
contamos com a Campanha 'Homens pelo fim da Violência', lança!> da
pela Secretaria Especial de Políticas para Mulheres. Por meio de sua>
página eletrônica, a campanha convida homens a se engajarem nessa
luta",> contou ele.>> A mulher e a violência no trabalho>> Wanda
D'Acri falou sobre a questão da violência no trabalho, com foco na>
questão do amianto. Ela apresentou dados de uma pesquisa realizada no
Rio de> Janeiro sobre como o amianto é visto pelas empresas,
principalmente a> indústria têxtil. "Durante a pesquisa, cerca de 200
trabalhadores foram> entrevistados. Dentre eles, quase 25%
apresentaram doenças causadas pelas> fibras do amianto, e 15 óbitos
foram registrados. Esses dados mostram a> urgência de uma política
efetiva de saúde pública para esse setor, uma vez> que os dados
oficiais do Rio de Janeiro relativos a doenças ligadas à> contaminação
pelo amianto não são suficientes", alegou ela.> Rosely Fonseca da
Rocha falou sobre a constituição do grupo de trabalho para> a criação
do Comitê Pró-Eqüidade de Gêneros. "A Fiocruz está defendendo essa>
bandeira. Acho que devemos construir esse Comitê sobre a questão da>
violência de gêneros contemplando também outras variáveis como a
classe,> raça e etnia. Pois alguns indicadores mostram os diferentes
níveis de> desigualdade de gênero e de raça", apontou Rosely. Para
ela, outra questão> muito importante é a capacitação e sensibilização
dos profissionais de saúde> que atuam no atendimento a mulher. "Sem um
olhar atento, algumas questões> deixam de ser registradas, e sem o
registro os problemas ficam invisíveis> aos olhos do governo. Para
encerrar o evento, Rosely citou Martin Luther> King, afirmando que o
que mais incomoda não é o grito dos maus, mas o> silêncio dos bons. !
;>>  > 2008/12/10, Márcia Helonice Herbertz
<mherbertz em hotmail.com>:>>>> Fotos 28/11 :>>>> Imagens anexadas:
FOTO_4788.jpg - FOTO_4789.jpg - FOTO_4790.jpg>>
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