[ForumCoordenadorias] Tráfico de Mulheres - Corumbá/MS
cristiane.oliveira em corumba.ms.gov.br
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Segunda Outubro 28 15:38:15 BRST 2013
Colegas Gestoras,
aplausos para as delegadas Joilce (da Mulher) e Priscila (da infância e
juventude) pela coragem, determinação e firmeza na apuração do Tráfico
de Mulheres no municÃpio de Corumbá, fronteira com a Bolivia.
Mulheres assim, nos orgulham e alimentam nossa indignação na busca de
justiça!
Cristiane Sant' Anna de Oliveira
Prefeitura de Corumbá/MS
Gerência de PolÃticas para a Mulher
sábado, 26 de outubro de 2013 às 4h30
AÇÃO POLICIAL PRENDE DONA DO BAR “BAGDÆPOR EXPLORAÇÃO SEXUAL DE
MULHERES
POR: SYLMA LIMA
Prisão foi fruto de um trabalho de investigação conjunta entre a Daiji e
Deam
Corumbá (MS)- Adriana Aguilar Iunes de Barros de 38 anos, proprietária
do bar "Bagdá", situado na Rua América , centro da cidade, foi presa em
fllagrante na noite desta sexta-feira,24, acusada de exploração sexual,
trafico interno e internacional de mulheres. A.I já vinha sendo
investigada pela Delegacia Das Mulheres e da Infância e Juventude desde
Abril deste ano quando prenderam o antigo proprietário do
estabelecimento. Segundo a delegada Priscila Quarti Vieira (DAIJI) no
local havia cerca de onze mulheres, que já foram ouvidas como testemunha
do crime e nenhum sinal de que funcionava um restaurante ou que vendia
qualquer tipo de petisco ou tira gosto.
Um hotel também esta sendo investigado porque poderia ter ligações com a
prostituição uma vez que recebia "chache"dos turistas pata entrarem no
quarto com acompanhantes. O crime é inafiançável na delegacia e somente
o juiz poderá decidir sobre a prisão provisória. O inquérito investiga
outros pontos de prostituição no centro da cidade. Segundo Priscila
Vieira, "as reclamações de que a cidade tinha como ponto alto o turismo
sexual tem que acabar". A delegada disse também que a acusada mantinha
um imóvel onde alojava as mulheres (brasileiras e bolivianas) e cobrava
R$ 150,00 por semana pela permanência no local, além de agendar
programas e receber porcentagens
A pena prevista para a pratica de exploração sexual em estabelecimento
comercial é de 2 a 5 anos de prisão, por trafico nacional de mulheres a
pena é de 3 a 8 anos e internacional de 2 a 6 anos de prisão. explicou
ao Capital do Pantanal as delegadas responsáveis pela investigação que
contou com escutas telefônicas com autorização da justiça.
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