[Mulheresdepartidos] Aceitar as pessoas como ela são não nos obriga a conviver com elas

Tereza Vitale terezavitale em gmail.com
Segunda Janeiro 30 09:30:30 BRST 2017


Acho que grande parte da violência do dia a dia se deve a nossa
intolerância. Intolerância das pessoas comuns com as pessoas comuns. Se
dermos o exemplo de tolerância sempre, talvez consigamos formar uma
corrente de paz. Acho que vale a pena tentar.

Vamos tentar deixar as pessoas serem felizes da forma que escolherem...

Abraços, Tereza

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Aceitar as pessoas como elas são não nos obriga a conviver com elas
Marcel Camargo <http://www.contioutra.com/author/marcel-camargo/> -
 27 jan, 2017

Imagem: Evannovostro <https://www.shutterstock.com/pt/g/evannovostro>
/shutterstock

*É preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém,
conservando-nos o direito de nos afastar cordialmente de quem não nos
agrada.*

A tolerância é uma necessidade urgente neste mundo violento de hoje, em que
uma simples discussão no trânsito pode chegar a provocar mortes. A
intolerância é a mãe do preconceito, da exclusão, do racismo, de tudo,
enfim, que segrega, separa e agride o que não se aceita, o que não se acha
normal, o que incomoda sem nem haver razão. *Sim, é preciso tolerar e
aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos
afastar cordialmente de quem não nos agrada.*

Podemos entender que o outro tem a própria maneira de pensar, que sua
história de vida é peculiar e suas bagagens podem ser totalmente diferentes
das nossas. Podemos compreender que as verdades alheias, por mais que nos
soem ilógicas e absurdas, são do outro tão somente e não necessariamente
nossas. Desde que não nos firam, as escolhas do outro não nos dizem
respeito. Desde que o outro esteja feliz, sem pisar ninguém, não temos como
tentar intervir em estilos de vida que não são nossos.

Devemos saber discordar sem ofender, sem tentar impor o que pensamos como
verdade absoluta – isso é arrogância burra. Necessitamos ouvir o que o
outro tem a dizer, por mais que não enxerguemos ali razão alguma, mesmo que
o que disserem ou fizerem seja exatamente o contrário de tudo o que temos
como certo. Desde que não nos ofendam, nem ultrapassem os limites de nossa
dignidade pessoal, os outros terão o direito de viver o que bem quiserem.

Por força maior, como o emprego ou a família, inevitavelmente estaremos
sujeitos à obrigação de conviver ao lado de pessoas com quem não
simpatizamos ou cujas idéias não se afinem minimamente com as nossas. *No
entanto, sempre poderemos escolher quem ficará ao nosso lado nos momentos
mais preciosos de nossa jornada, enquanto construímos nossa história de
vida, de luta e de amor.*

Da mesma forma, conseguiremos nos desviar de quem nos desagrada,
afastando-nos das pessoas que nada nos acrescentam, *sem precisar
criticá-las ou brigar com elas.* Sim, podemos – e devemos – aceitar as
pessoas como elas são, pois isso é o mínimo que se requer, em se tratando
de sociedade, porém, não seremos obrigados a conviver além do necessário,
além do suportável, além do adequado, com gente que enche a paciência e nos
irrita. Isso seria masoquismo.
-- 


*Tereza Vitale*
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