Re: [Mulheresdepartidos] Aceitar as pessoas como ela são não nos obriga a conviver com elas
Rosanita Campos
pplrosanitacampos em hotmail.com
Terça Janeiro 31 14:29:02 BRST 2017
Obrigada, Tereza
Um grande abraço.
Aproveito pra deixar com você mais um -email para nossos contatos:
pplrosanitacampos em outlook.com
Rosanita Campos
Vice-Presidente do Partido Pátria Livre
Secretária Nacional da Mulher do PPL
Fones: 11 - 98949-1617
11 - 96926-9827
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De: mulheresdepartidos-bounces em listas.planalto.gov.br <mulheresdepartidos-bounces em listas.planalto.gov.br> em nome de Tereza Vitale <terezavitale em gmail.com>
Enviado: segunda-feira, 30 de janeiro de 2017 09:30
Para: mulheresdopps em googlegroups.com; mulheresdepartidos em listas.planalto.gov.br
Assunto: [Mulheresdepartidos] Aceitar as pessoas como ela são não nos obriga a conviver com elas
Acho que grande parte da violência do dia a dia se deve a nossa intolerância. Intolerância das pessoas comuns com as pessoas comuns. Se dermos o exemplo de tolerância sempre, talvez consigamos formar uma corrente de paz. Acho que vale a pena tentar.
Vamos tentar deixar as pessoas serem felizes da forma que escolherem...
Abraços, Tereza
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Aceitar as pessoas como elas são não nos obriga a conviver com elas
Marcel Camargo<http://www.contioutra.com/author/marcel-camargo/> -
27 jan, 2017
Imagem: Evannovostro<https://www.shutterstock.com/pt/g/evannovostro>/shutterstock
É preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos afastar cordialmente de quem não nos agrada.
A tolerância é uma necessidade urgente neste mundo violento de hoje, em que uma simples discussão no trânsito pode chegar a provocar mortes. A intolerância é a mãe do preconceito, da exclusão, do racismo, de tudo, enfim, que segrega, separa e agride o que não se aceita, o que não se acha normal, o que incomoda sem nem haver razão. Sim, é preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos afastar cordialmente de quem não nos agrada.
Podemos entender que o outro tem a própria maneira de pensar, que sua história de vida é peculiar e suas bagagens podem ser totalmente diferentes das nossas. Podemos compreender que as verdades alheias, por mais que nos soem ilógicas e absurdas, são do outro tão somente e não necessariamente nossas. Desde que não nos firam, as escolhas do outro não nos dizem respeito. Desde que o outro esteja feliz, sem pisar ninguém, não temos como tentar intervir em estilos de vida que não são nossos.
Devemos saber discordar sem ofender, sem tentar impor o que pensamos como verdade absoluta - isso é arrogância burra. Necessitamos ouvir o que o outro tem a dizer, por mais que não enxerguemos ali razão alguma, mesmo que o que disserem ou fizerem seja exatamente o contrário de tudo o que temos como certo. Desde que não nos ofendam, nem ultrapassem os limites de nossa dignidade pessoal, os outros terão o direito de viver o que bem quiserem.
Por força maior, como o emprego ou a família, inevitavelmente estaremos sujeitos à obrigação de conviver ao lado de pessoas com quem não simpatizamos ou cujas idéias não se afinem minimamente com as nossas. No entanto, sempre poderemos escolher quem ficará ao nosso lado nos momentos mais preciosos de nossa jornada, enquanto construímos nossa história de vida, de luta e de amor.
Da mesma forma, conseguiremos nos desviar de quem nos desagrada, afastando-nos das pessoas que nada nos acrescentam, sem precisar criticá-las ou brigar com elas. Sim, podemos - e devemos - aceitar as pessoas como elas são, pois isso é o mínimo que se requer, em se tratando de sociedade, porém, não seremos obrigados a conviver além do necessário, além do suportável, além do adequado, com gente que enche a paciência e nos irrita. Isso seria masoquismo.
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Tereza Vitale
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