[Pactonacional] ENC: SPM mídia: Registro de agressões a mulheres cresce 90% em um ano, diz GDF

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Quinta Agosto 23 09:10:15 BRT 2012


Para conhecimento.

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De: Isabel Clavelin 
Enviada em: quinta-feira, 23 de agosto de 2012 09:05
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: SPM mídia: Registro de agressões a mulheres cresce 90% em um ano,
diz GDF

Colegas,

segue matéria do G1 sobre violência contra as mulheres no DF, com citação
aos dados do último ranking do Ligue 180.

G1 | DISTRITO FEDERAL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180 
Registro de agressões a mulheres cresce 90% em um ano, diz GDF
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3912790
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=3912790> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
912790
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=3
912790> >
Veja a matéria no site de origem
<http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2012/08/registro-de-agressoes-
mulheres-cresce-90-em-um-ano-diz-gdf.html
<http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2012/08/registro-de-agressoes-
mulheres-cresce-90-em-um-ano-diz-gdf.html> >
Chamada de capa
Secretaria de Saúde contabilizou 1.221 casos em 2010 e 2.319 em 2011.
Coordenadora afirma que índice reflete esforço para aumentar denúncias.
Secretaria de Saúde contabilizou 1.221 casos em 2010 e 2.319 em 2011.
Coordenadora afirma que índice reflete esforço para aumentar denúncias. 
O número de registros de agressões a mulheres cresceu 89,9% em um ano no
Distrito Federal. De acordo com a Secretaria de Saúde, foram 1.221 casos em
2010, contra 2.319 em 2011. A maior parte das vítimas tem entre 20 e 29 anos
e sofreu violência física. 
Coordenadora do Núcleo de Estudos e Programas para Acidentes e Violência,
Lucimeire Cavalcanti disse acreditar que o índice reflete mais um esforço
para que as agressões sejam notificadas do que uma maior quantidade de
agressões. "É por isso que houve um aumento tão significativo. Desde o ano
passado estamos fazendo um trabalho de conscientização em relação a isso",
afirmou. 
No início do mês, o Ministério da Saúde anunciou o investimento de R$ 31
milhões no estímulo às notificações. Desse montante, R$ 100 mil serão
repassados ao DF depois que o governo enviar um projeto demonstrando como
pretende aumentar o combate à violência. 
Segundo Lucimeire, a ação tem que levar em conta a proteção a quem faz a
denúncia, que pode temer uma nova agressão, e questões culturais. "Esses
'mitos' estão arraigados na nossa sociedade e a gente vem trabalhando muito
para mudar isso: de que pai e mãe podem bater nos filhos se não a polícia
vai bater ou que ninguém mete a colher em briga de casal." 
Atualmente o DF conta com 14 programas de ajuda e atendimento especializado
para mulheres vítimas de violência, todos em hospitais regionais. Além
disso, todas as 31 delegacias da capital do país têm uma sessão para suporte
ao público feminino e em 1986 foi criada a Delegacia da Mulher. 
Ranking 
Dados da Secretaria de Políticas para as mulheres do governo federal apontam
o DF como o líder em denúncias de agressões contra mulheres por meio do
ligue 180. Entre janeiro e março deste ano, foram 303,14 ligações a cada
grupo de 100 mil. 
Em seguida aparecem os estados do Espírito Santo, Pará, Mato Grosso do Sul e
Bahia. No dia 7 de agosto a Lei Maria da Penha completou seis anos. 
De acordo com a psicóloga da secretaria Vivian Dayrell, a violência contra a
mulher não se refere apenas à agressão física. "Geralmente a mulher chega ao
centro de atendimento quando sofreu violência física, mas o que eu observo é
que a mais comum é a violência psicológica, que seria sofrer ameaça,
desqualificação", disse. 
Uma dona de casa que preferiu não se identificar passou sete anos sendo
agredida pelo marido. Da última vez, depois que levou um soco no olho,
decidiu denunciar. "Eu me sentia muito humilhada, ficava com vergonha porque
ele me xingava na frente de todo mundo. Ele ficava me xingando de tudo o que
é nome", contou. 



Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Presidência da República
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