[Pactonacional] ENC: ++ SPM mídia: Ligue 180/IBGE

Susan Sousa Alves susan.alves em spmulheres.gov.br
Quinta Novembro 29 13:47:38 BRST 2012



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De: Isabel Clavelin 
Enviada em: quinta-feira, 29 de novembro de 2012 09:31
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: ++ SPM mídia: Ligue 180/IBGE


O GLOBO - RJ | ECONOMIA 
SECRETARIA DE MULHERES | LIGUE 180 
Em 66% dos casos, filhos presenciam violência
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4676983
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4676983> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
676983
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
676983> >
Veja a matéria no site de origem <https://www.oglobodigital.com.br/
<https://www.oglobodigital.com.br/> >
Veja pagina da matéria
<http://www.linearclipping.com.br/Capa/v60_pCAB31_id121243.jpg
<http://www.linearclipping.com.br/Capa/v60_pCAB31_id121243.jpg> >
Chamada de capa
Dados mostram ainda que, em 74,6% das vezes, mulheres são agredidas por
cônjuge, companheiro ou namorado
Alessandra Duarte e Carolina Benevides
economia em oglobo.com.br <mailto:economia em oglobo.com.br> 
A Síntese de Indicadores Sociais 2012 tratou, pela primeira vez, da situação
dos direitos humanos no país. Dentro dessa análise, trouxe dados sobre
violência contra a mulher, usando informações do ligue 180, serviço de
denúncias da Secretaria de Políticas para as mulheres da Presidência.
Segundo o estudo, dos registros de violência contra a mulher, em 74,6% dos
casos, o agressor é o cônjuge, namorado ou companheiro; em 66,1% dos casos,
os filhos presenciam a violência; em 52,9%, a mulher percebe risco de morte;
em 58,6%, a violência ocorre diariamente; em 38,9%, a violência ocorre desde
o início da relação; e em 40,6%, a relação dura 10 anos ou mais.
- Os dados do IBGE traduzem o que quem trabalha nessa área vê no dia a dia.
Agora, o dado sobre os filhos é pior, porque pesquisas mostram que crianças
que acompanham atos de violência podem vir a ser futuros agressores. É a
cultura da violência propagada de geração em geração. Mas vale lembrar que
esses números mostram o que é relatado. Muitas mulheres não têm coragem de
falar - afirma Paula Vianna, coordenadora do Grupo Curumim.


CORREIO BRAZILIENSE - DF | BRASIL 
LEI MARIA DA PENHA | LIGUE 180 
Principais testemunhas da violência são os filhos
GRASIELLE CASTRO
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4675990
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4675990> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
675990
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
675990> >
Chamada de capa
Dados do IBGE revelam que, em 2011, 66,1% dos casos de agressões domésticas
ocorreram na frente das crianças. Ontem, em Itapoã, garoto viu o padrasto
atear fogo na casa da mãe
No Brasil, dois em cada três casos de violência doméstica ocorrem na
presença dos filhos. A situação, denunciada ontem na Síntese de Indicadores
Sociais 2012, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), é baseada nos cálculos da Central de Atendimento à Mulher, o ligue
180. Em 2011, 66,1% dos 75 mil relatos de agressão se encaixavam nesse
perfil. Embora os dados sejam do ano passado, a ocorrência é sistêmica. Na
madrugada de ontem, a doméstica Maria*, 38 anos, acompanhada do filho mais
velho, 15 anos, viu a casa pegar fogo no bairro Fazendinha, em Itapoã. Após
uma série de discussões sobre o fim do relacionamento, a ordem judicial para
manter distância da ex-esposa foi a gota d"água para que o pedreiro J.P.S.,
38, despejasse meia lata de tíner e acendesse um fósforo para incendiar a
residência, onde Maria vivia com dois filhos, um deles de 8 anos. 
Segundo o delegado plantonista da 6ª Delegacia de Polícia, Laércio de
Carvalho, J.P.S. teria simulado a saída de casa, após receber a ordem
judicial, expedida na última terça-feira. Porém, ele voltou e demonstrou a
intenção de incendiar tudo. Ao perceber a atitude violenta, Maria fugiu da
casa, impedindo, assim, uma tragédia. Ana*, amiga da vítima, que também já
sofreu agressões domésticas, esteve ontem no local incendiado para tentar
salvar alguma coisa. "Ela perdeu tudo. O filho mais velho presenciou toda a
cena, mas a mais nova ainda não sabe. O problema é o trauma que fica. Eles
vão crescer marcados", lamenta. A cena da residência em cinzas, segundo Ana,
mostra o quão devastadora é a ação de um agressor. "Cama, guarda-roupa,
geladeira, tudo acabou. Mas pelo menos ela está bem, poderia ter sido pior.
Na noite anterior, ele estava com uma faca ameaçando matá-la, na frente das
crianças." 
Foi Ana quem incentivou a amiga a fazer a denúncia. "Sofri do mesmo
problema, também na frente dos meus filhos. Mas meu ex-marido aceitou a
decisão da Justiça de manter distância. Mesmo longe de casa, ele ainda me
perturba pela divisão dos bens." Enquanto estavam juntos, os dois compraram
o lote, que pertence ao casal. Tanto Ana quanto Maria se encaixam nos
índices da violência doméstica no país. Os dados do IBGE indicam que a
maioria das vítimas percebe o risco de morte, sofre diariamente e, em 74,6%
dos casos, o autor é o companheiro. Além disso, os índices mostram que 12,2%
dos registros de agressão física no país são cometidos por cônjuges e
ex-cônjuges - entre as mulheres, esse percentual é de 25,9%, enquanto com os
homens é de 2%. 
Trauma 
Em relação às agressões cometidas na frente das crianças, a tenente-coronel
e especialista em violência de gênero Denise Dantas explica que o baque não
se restringe à vítima. "É uma violência psicológica para os filhos. E isso
pode ajudar a desenvolver, no futuro, uma reação parecida. Grande parte das
pessoas que hoje são violentas foram vítimas no passado ou na infância. O
prejuízo é muito grande porque os pais são referência e a criança acaba
sendo vitimizada duas vezes", alerta. 
Apesar do alto índice, a especialista destaca o lado positivo dos números.
Segundo ela, os indicadores significam que as mulheres estão vencendo a
barreira do medo e da vergonha para denunciar. "Elas fazem isso, em parte,
porque sabem que existe uma rede de apoio, que funciona muito bem em algumas
unidades da Federação, como no Distrito Federal. Mas é preciso reforçar essa
campanha. Mesmo se a vítima desistir da queixa, ela precisa seguir em
frente", afirma. O principal impulsionador das denúncias, de acordo com
Denise, foi a criação da Lei Maria da Penha - sancionada em 2006 para
aumentar o rigor das punições. 
* Nomes fictícios 
"É uma violência psicológica para os filhos. E isso pode ajudar a
desenvolver, no futuro, uma reação parecida" 
Denise Dantas, tenente-coronel e especialista em violência de gênero 
Perfil das denúncias 
Filhos presenciam o ato 
66,1% 
mulheres que percebem isco de morte 
52,9% 
Violência ocorre diariamente 
58,6% 
Violência ocorre desde o início o relacionamento 
38,9% 
Tempo de relação com o gressor é de 10 anos ou mais 
40,6% 
Agressor é o companheiro, ônjuge ou namorado 
74,6% 
Fonte: Central de Atendimento - ligue 180: Brasil 2011 
Campanha 
Após estabelecer parceiras com o judiciário para fortalecer os instrumentos
de punição dos agressores, a campanha Compromisso e atitude pela Lei Maria
da Penha - A lei é mais forte busca o apoio de empresas e da sociedade civil
para aumentar a conscientização. A segunda etapa do projeto foi lançado
ontem, durante o 2º Encontro da Parceria Global para o Fim da Violência
Contra a Mulher. Segundo a secretária de Enfrentamento à Violência contra as
mulheres, Aparecida Gonçalves, a participação de toda a sociedade é
fundamental. "A segurança da mulher não envolve apenas o estado. Se
mantivermos o olhar atento, é possível denunciar e proteger."

YAHOO NOTÍCIAS | 
SECRETARIA DE MULHERES | LIGUE 180 
Em 66% dos casos, filhos presenciam violência contra mulher
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4675652
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4675652> > WEB
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
675652
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
675652> >
Veja a matéria no site de origem
<http://br.noticias.yahoo.com/66-dos-casos-filhos-presenciam-viol%C3%AAncia-
mulher-004000180.html;_ylt=A0LkuYr1s7ZQZw4AYgKSn8h_;_ylu=X3oDMTQ1a2dpMWFhBG1
pdANMYXRlc3ROZXdzIExpc3RpbmcEcGtnA2IzNDM5ZjdkLWIzMTYtM2M4ZC1iMDdmLTI3OThjM2N
iMzliNwRwb3MDNgRz 
Chamada de capa
RIO E TERESINA -A Síntese de Indicadores Sociais 2012 tratou, pela primeira
vez, da situação dos direitos humanos no país. Dentro dessa análise, trouxe
dados sobre violência contra a mulher, usando informações do ligue 180,
serviço de denúncias da Secretaria de Políticas para as mulheres da
Presidência. 
Segundo o estudo, dos registros de violência contra a mulher, em 74,6% dos
casos, o agressor é o cônjuge, namorado ou companheiro; em 66,1% dos casos,
os filhos presenciam a violência; em 52,9%, a mulher percebe risco de morte;
em 58,6%, a violência ocorre diariamente; em 38,9%, a violência ocorre desde
o início da relação; e em 40,6%, a relação dura 10 anos ou mais. 
- Os dados do IBGE traduzem o que quem trabalha nessa área vê no dia a dia.
Agora, o dado sobre os filhos é pior, porque pesquisas mostram que crianças
que acompanham atos de violência podem vir a ser futuros agressores. É a
cultura da violência propagada de geração em geração. Mas vale lembrar que
esses números mostram o que é relatado. Muitas mulheres não têm coragem de
falar - afirma Paula Vianna, coordenadora do Grupo Curumim. 
"Minha família acha que eu tinha que ficar calada" 
Moradora do bairro dos Noivos, na capital do Piauí, a trabalhadora autônoma
Marluce de Andrade dos Anjos, de 39 anos, prestou queixa na delegacia da
mulher local contra um irmão de 30 que a espancou - quando ela foi evitar
que ele agredisse outra irmã, de 42: 
- Fiquei com vários hematomas no braço, na cabeça, perto do meu peito
direito. A minha irmã estava na casa da minha mãe, e, certo momento, minha
irmã pediu que ele tirasse a mulher dele de perto, não gosta dela. Quando
ele ia batendo na minha irmã, fui lá, e ele falou: "qualquer uma que entrar
eu bato". 
Segundo o IBGE, a Pnad de 2009 já mostrava que, quando são analisados os
casos de agressão física contra pessoas de 10 anos ou mais, no caso das
mulheres o agressor era uma pessoa conhecida em 32,2% dos registros; e era
um parente em 11,3%. 
A Pnad 2009 foi uma das fontes utilizadas na Síntese de Indicadores Sociais,
em que o IBGE analisou um conjunto de direitos destacados pela Organização
das Nações Unidas (ONU), como direito à vida, à segurança e à alimentação.
Para medi-los no Brasil, o IBGE recorreu a outras fontes de dados, como
DataSUS, Cadastro Único de programas sociais do governo federal, Ministério
da Educação e Conselho Nacional de Justiça, além de dados de outras
pesquisas do IBGE, como a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) e o
suplemento sobre vitimização da Pesquisa Nacional por Amostra de de
Domicílios (Pnad) de 2009. 
Marluce diz que a família chegou a ficar contra ela por ter denunciado o
irmão: 
- Eu me senti no chão, indefesa. Não tenho forças para ele. Por isso chamei
a polícia. Agora toda a minha família está revoltada comigo, porque acha que
eu tinha que apanhar e ficar calada. Eu acho que estou certa. Como é que vou
apanhar de um homem? Se ele me bater novamente, eu ficar doente e não poder
ir trabalhar, quem vai dar comida aos meus dois filhos? 



Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Presidência da República
61 3411 4228 / 9659 7975
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