[Pactonacional] ENC: + SPM mídia: Ligue 180
Susan Sousa Alves
susan.alves em spmulheres.gov.br
Quinta Novembro 29 13:47:45 BRST 2012
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De: Isabel Clavelin
Enviada em: quinta-feira, 29 de novembro de 2012 09:29
Para: SPMULHERES - GERAL
Assunto: + SPM mídia: Ligue 180
Colegas,
seguem matérias sobre a inclusão dos dados do Ligue 180 na síntese de
indicadores sociais do IBGE.
RECORD | JORNAL DA RECORD NEWS
LEI MARIA DA PENHA
IBGE diz que 2/3 dos casos de violência contra a mulher os filhos estão
presentes.
Formato A4: PDF
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ia=4677718
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ia=4677718> > WEB
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Veja o vídeo da matéria <javascript: abreVideo(4677718)>
Chamada de capa
Uma pesquisa do IBGE mostra que em 2/3 dos casos de violência contra a
mulher, os filhos presenciaram as agressões. A secretaria de políticas para
as mulheres lançou hoje a segunda fase da campanha "Compromisso e Atitude",
que pretende acelerar os processos
que se enquadram na Lei Maria da Penha.
O POPULAR ONLINE - GO | BRASIL
SECRETARIA DE MULHERES | LEI MARIA DA PENHA | OUTROS
Governo lança campanha para empresas alertarem sobre violência contra a
mulher
Formato A4: PDF
<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/pdf_a4/noticia.asp?cd_notic
ia=4677706
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677706
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Veja a matéria no site de origem
<http://www.opopular.com.br/cmlink/o-popular/busca?q=petrobras
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Chamada de capa
O governo federal quer ampliar a conscientização sobre as punições a
agressores de mulheres no país, mobilizando empresas e organizações da
sociedade civil para alertarem os funcionários, clientes e fornecedores com
ações específicas. Com esse objetivo, foi lançada hoje (28), em Brasília, a
segunda fase da campanha Compromisso e Atitude: Lei Maria da Penha- A Lei É
Mais Forte.
De acordo com a ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as mulheres
da Presidência da República, Eleonora Menicucci, a ação integra os 16 Dias
de Ativismo pelo Fim da Violência contra as mulheres, iniciados no último
domingo (25), quando foi lembrado o Dia Internacional da Não Violência
contra a Mulher.
A ministra recordou que na primeira etapa da campanha, lançada em agosto, o
governo firmou parcerias com o Judiciário para combater a impunidade nos
casos de violência contra a mulher, dando mais celeridade aos processos e
julgamentos de assassinos e estupradores.
"Estamos lançando a segunda fase da campanha, para [contribuir com] a
mudança de cultura e comportamento em nosso país e no mundo. Só assim é
possível eliminar todas as formas de violência contra a mulher", disse, ao
formalizar hoje (28) a parceria da secretaria com o Instituto Avon, primeira
empresa a aderir oficialmente à campanha, durante o 2º Encontro de Parceria
Global pelo Fim da Violência Contra a Mulher.
Durante o evento, a secretária de Enfrentamento à Violência contra as
mulheres da secretaria, Aparecida Gonçalves, enfatizou que a intenção da
mobilização é conscientizar todos os brasileiros sobre a responsabilidade no
combate a esse tipo de violência.
"Compreender que há punição para os agressores ajuda a prevenir, porque quem
faria achando que não teria consequência, deixa de fazer. Precisamos que a
população entenda que a solução não depende só do Estado, mas de todos os
brasileiros, que devem ter olhar atento para proteger [as mulheres] e
denunciar [os agressores]", disse, acrescentando que outras empresas já
sinalizaram interesse em aderir à campanha, entre elas a Petrobras.
De acordo com a pasta, desde o lançamento do Pacto Nacional de Enfrentamento
à Violência contra a Mulher, em agosto de 2007, houve aumento de 161% no
número de serviços especializados, como delegacias de atendimento à mulher,
centros de referência, casas-abrigo, além de juizados e varas de violência
contra a mulher. Organizações de defesa dos direitos da mulher avaliam que a
estrutura ainda é insuficiente no país.
DIÁRIO CATARINENSE ONLINE | GERAL
OUTROS
Imagem 1
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Santa Catarina tem segunda maior taxa de participação de mulheres em
trabalhos formais
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ia=4677685
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ia=4677685> > WEB
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<http://www.linearclipping.com.br/spm/exportacao/noticia_A4.asp?cd_noticia=4
677685> >
Veja a matéria no site de origem
<http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2012/11/santa-cata
rina-tem-segunda-maior-taxa-de-participacao-de-mulheres-em-trabalhos-formais
-3965740.html
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rina-tem-segunda-maior-taxa-de-participacao-de-mulheres-em-trabalhos-formais
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Chamada de capa
O dado foi revelado pela Síntese de Indicadores Sociais 2012, divulgada
nesta quarta pelo IBGE
O dado foi revelado pela Síntese de Indicadores Sociais 2012, divulgada
nesta quarta pelo IBGE
A participação das mulheres de Santa Catarina no mercado de trabalho foi
destaque na Síntese de Indicadores Sociais 2012 divulgada, nesta
quarta-feira, pelo IBGE. Ela mostrou que 68,9% das mulheres com mais de 16
anos estão em trabalhos formais _ a segunda maior taxa do país. Na frente
está o Distrito Federal, com 70,7%.Entre este grupo, o Estado ainda tem o
segundo maior índice de participação de mulheres negras ou pardas no mercado
formal: 64,8%. No trabalho informal, SC tem 31,1% atuando nele - o segundo
menor índice do Brasil. O supervisor técnico do Departamento Intersindical
de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) de SC, José Álvaro de Lima
Cardoso, diz que o dado acompanha uma tendência nacional de aumento da
formalidade e da participação da mulher no mercado. Apesar disso, ele
ressalta que elas ainda sofrem preconceito. São maioria, por exemplo, entre
jovens sem ocupação. Entre a população economicamente ativa, são os homens
que estão mais presentes no mercado, já que as mulheres precisam dividir o
tempo com outras jornadas, como a doméstica. Outro destaque do Estado
relacionando mercado de trabalho e mulheres revela que entre as que têm
filhos de 0 a 3 anos na creche, 82,4% estavam ocupadas, sendo o maior
percentual nacional. Este é um aspecto positivo, já que a criança interfere
na entrada da mulher no mercado. A taxa de mulheres empregadas sem filhos em
creches cai para 51,9% no Estado. Mesmo com a queda, consegue ser a maior do
país. Outro dado positivo no Estado mostra que SC é a quarta unidade da
federação, onde o percentual de rendimento de pretos e pardos acima de 16
anos é o mais alto em comparação a brancos. Ele é de 71,9%, sendo o maior do
Sul do país. No Brasil, a taxa de rendimento de pretos e pardos é 60% do de
brancos, sendo que o índice já foi de 50%, em 2001. Em relação à educação, a
pesquisa trouxe números já conhecidos do Estado, como a menor taxa de
reprovação nos anos finais do ensino fundamental, de 4,6% e a segunda menor
nos anos iniciais, 3,1%, empatado com Minas Gerais. A repetência também é
baixa no ensino médio, 7,5% - a terceira menor.
Alguns números de SC EDUCAÇÃO Reprovação escolar Anos iniciais do ensino
fundamental 3,1% - a segunda menor do país, junto com MG Anos finais 4,6% -
a menor do país Ensino médio 7,5% - a terceira menor do país Índice de
Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2011 Anos iniciais do ensino
fundamental: 5,8 - o segundo maior do país Anos finais: 4,9 - o maior do
país Ensino médio: 4,3 - o maior do país Mães que têm filhos em creches: 82%
das mães ocupadas têm todos os filhos em creche - maior taxa do país
SEGURANÇA Pessoas com mais de 10 anos que se sentem seguras* Em casa: 84,3%
No bairro: 79,1% Na cidade: 68,3% *Em todas, SC aparece como o segundo
IGUALDADE RACIAL O rendimento de pretos e partos equivale a 71,9% do de
brancos - quarta maior taxa do país FAMÍLIA Casal sem filhos que moram
sozinhos: 20,7% - a maior taxa do país Mães solteiras que moram sozinhas:
9,5% - a menor taxa do país Mães solteiras que moram com parentes: 1,6% - a
menor taxa do país
Isabel Clavelin
Chefe de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Presidência da República
61 3411 4228 / 9659 7975
isabel.clavelin em spmulheres.gov.br <mailto:isabel.clavelin em spmulheres.gov.br>
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